Comentários recebidos nos poemas por Vilma Oliveira



 SONETO DOS CONTRASTES
Eulinda Brícia da disse:

já amei quem não me amava e eu sei como é, quando passa ai percebemos quem está do lado.

24 de maio de 2026 08:52

SONHOS DE RAINHA
João Moreira de Mendes disse:

Incrível, lindo!

19 de maio de 2026 16:02

DOCES VERSOS
Sinvaldo de Souza Gino disse:

O eu lírico sofre porque sente demais, mas teme esvaziar se parar de sonhar. Vive entre choro e riso, cria amores na cabeça pra fugir da solidão e clama a Deus sem saber pra onde ir. Questiona se a dor terá fim, mas entende que sem poesia não vive. A dor adoece e salva ao mesmo tempo.
Parabéns!

15 de maio de 2026 20:22

DOCES VERSOS
Versos Discretos disse:

Transmite uma sensibilidade profunda, unindo melancolia, amor e poesia de forma extremamente elegante e emocional. Os versos fluem com musicalidade clássica e imagens delicadas, revelando um eu lírico intenso, humano e cheio de saudade. Há uma beleza tocante na maneira como a poesia é tratada como essência da própria existência, transformando dor e sonho em arte pura.

15 de maio de 2026 16:21

DOCES VERSOS
Patty Alves disse:

O que seria de nós sem a poesia, sem a arte da escrita, para que pudéssemos transpor, colocar para fora, nossas dores, sentimentos de alegrias e também de amores e desamores.
Obrigada mestra, por compartilhar conosco.
Abraços.

15 de maio de 2026 11:09

  ROSTO DO MEU PASSADO
Sinvaldo de Souza Gino disse:

O saudosismo oferece no presente momentos que outrora vivemos e que passa a ser um filme em nossa mente, parece que aquilo que foi não existiu, apenas foi um sonho que deixaram marcas boas e ruins em nossa vida! Parabéns!

13 de maio de 2026 18:06

DESENCANTOS D’ALMA
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns poetisa, lindo poema!!! Abraço fraterno!

13 de maio de 2026 18:04

A LOUCURA
Joaquim Saial disse:

Bom poema! Revela uma voz poética dilacerada entre a vontade de escapar e o peso da perda amorosa. As imagens de queda e de clausura constroem um universo interior marcado pela solidão e pela memória. A renúncia a símbolos de poder traduz o desejo de refúgio numa intimidade ferida, mas ainda imaginativa. No desfecho, a dor transforma-se numa busca de reconciliação interior e de ligação às outras almas.

13 de maio de 2026 11:57

NOITES DE INSÔNIA
Versos Discretos disse:

Teu poema pulsa desejo e delicadeza na mesma intensidade, criando uma atmosfera íntima e envolvente do início ao fim.
As imagens sensoriais e o ritmo dos versos fazem cada encontro parecer vivo, ardente e quase cinematográfico.
Há uma beleza madura na forma como paixão, espera e entrega se entrelaçam em cada estrofe.

12 de maio de 2026 16:36

DEUSA DOS MORTAIS
Sezar Kosta disse:

Vilma, que grito de liberdade e de angústia você ecoou nesses versos! É fascinante a dualidade que você constrói: o desejo de ser essa \'deusa dos mortais\', inabalável e soberana, contra a realidade de um coração que ainda se vê preso a um \'crepúsculo triste\'. Sua escrita tem a força de um vulcão, mas mantém a elegância de uma canção suave, transformando o cansaço de amar em uma poesia que arde e ilumina ao mesmo tempo. Obrigado por compartilhar essa busca por um novo alvorecer, longe das sombras de quem já não nos pertence.

12 de maio de 2026 16:27

ALMA SOTURNA
Sezar Kosta disse:

Vilma, sua poesia é de uma densidade impressionante, um verdadeiro mergulho no simbolismo onde a dor e a beleza dançam entre chamas e cinzas. É visceral a forma como você descreve essa \'Alma Soturna\', que mesmo entre espinhos e cruzes, busca asas para o desejo e luz para a sua própria amargura. Obrigado por nos permitir caminhar com você por esse \'pátio alucinante\', onde a sensibilidade é tão forte que transforma o sofrimento em uma obra de arte imortal.

12 de maio de 2026 16:22

 SONETO DOS CONTRASTES
ania.lepp disse:

Ah que tão lindo, amo sonetos!!!

12 de maio de 2026 14:50

DEUSA DOS MORTAIS
Shmuel disse:

Parabéns! Realmente um belo poema!

Abraços

11 de maio de 2026 23:08

ALMA SOTURNA
Hélio Paduan disse:

Parabéns!!! Show!

11 de maio de 2026 18:25

CORAÇÃO DO MEU CORAÇÃO
Maria dorta disse:

Uau,! O poema é de primeira. Belo,correto e mexe com emoções. Mas, a tua explicação foi magistral. Você é mestra em poesia. Parabéns!

10 de maio de 2026 18:02

ENQUANTO HOUVER AMANHÃ...
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Olá, parabéns poetisa!

10 de maio de 2026 14:17

VERSO E REVERSO
G. Mirabeau disse:

Belo poema . Prefiro defini-lo em duas palavras: bucólico e suave. Parece que foi feito dançando uma valsa leve e morna.

8 de maio de 2026 11:56

SONETO III
Apegaua disse:

Bravíssimo, um canto a paixão.
Muito bem montado, diria ou digo.
Pura inspiração de uma alma apaixonada.
Parabéns, Mestra poetisa.
Amei vos ler.
Abraços.
Apegaua

7 de maio de 2026 16:34

QUE SEJA O MEU LIVRO ENTÃO...
G. Mirabeau disse:

Este poema revela o papel fundamental da Literatura criando o retrato de sua alma exposto em palavras e estas em sentimentos e vida.

6 de maio de 2026 18:27

SONHOS EFUSIVOS
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...vou resumir a portentosidade desse soneto roubando uma \"fala\" tua: -\"...é um poema (muitíssimo) vibrante que faz jus ao título...,...a efusidade transborda em cada verso...\" // ...sen(x)ualidade na medida certa! /// Meu carinho.

6 de maio de 2026 09:40

SONHOS EFUSIVOS
Patty Alves disse:

Amei, e me identifiquei poetisa! Seus poemas são muito inspiradores para muitas pessoas. Obrigada por compartilhá-los sempre conosco.
Parabéns!

6 de maio de 2026 07:17

 SONETO DOS CONTRASTES
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...suncitividade = sucintividade - ...pronto! ....corrigido.

3 de maio de 2026 14:53

 SONETO DOS CONTRASTES
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...minha amiga, colocaste aqui essa tua inspiração de forma pra lá de objetiva, ...embora seja um soneto completo, ao final da leitura transparece uma suncitividade que acaba por fixar de forma bem latente o resumo da sua ideia como se apenas em uma frase fosse escrita e nela o todo do poema estar dito...,...e essa capacidade de assim versar é pra poucos...,...e a tua grande sensibilidade demonstra isso fazer com singela naturalidade...,... / ...por tanto que o teu soneto transmite, nem seria necessário o \"comentário do autor sobre o poema\", mas o \"negócio\" tá de uma competência tão grande que acabou foi por engrandecer ainda mais o todo da tua obra... // ...bonito! ...tudo muito bonito! // PS - ...esse teu soneto me lembrou, de alguma forma, um escrito meu que aqui postei já há algum tempo,...o título é \"Isabel\", se quiseres dê uma olhadinha por lá (...eu deixo -rsrs) // (...eita! ...escrevi pra caramba! ...culpa tua que a isso provocou!) /// Meu carinho.

3 de maio de 2026 11:37

 SONETO DOS CONTRASTES
Apegaua disse:

Lendo, tive a impressão que as palavrasse encaixavam.
Muito bom, bravos.
Quando eu crescer quero escrever assim como você.
Impermeável e transparente como que se uma flor do campo.
Apegaua.

2 de maio de 2026 22:37

 SONETO DOS CONTRASTES
Shmuel disse:

Muito bom, poeta!

Abraços

2 de maio de 2026 21:09

 SONETO DOS CONTRASTES
Salvador disse:

Muito bom esse soneto, estudei as regras desse estilo faz poucos dias e você foi perfeita. Parabéns!

2 de maio de 2026 20:30

SONETO MILAGROSO
Ayalah Verônica Berg disse:

Bem bonito seu poema.

1 de maio de 2026 14:52

TARDE DEMAIS!
Versos Discretos disse:

Seu poema constrói uma atmosfera elegíaca poderosa, onde a repetição do “Eu” reforça a entrega absoluta e a erosão do tempo. As imagens de murchar, luto e palidez criam uma progressão trágica consistente, conduzindo com precisão ao desfecho inevitável. O último verso encerra com contundência, transformando arrependimento em impacto duradouro.

30 de abril de 2026 18:02

TARDE DEMAIS!
Arthur Santos disse:

Este poema é uma elegia ao amor tardio e à desilusão.
Com um tom carregado de romantismo trágico, exploras o contraste entre a espera devota (botão de rosa) e a chegada inútil do amado. A força do texto reside na ironia do tempo: o TU chega exatamente quando o EU já se transformou em luto e ausência.

É um grito de resignação final, onde a morte (real ou simbólica) serve como o único refúgio contra um amor que não soube chegar a horas. O verso final — (Tarde demais!) — sela o destino de uma vida gasta a esperar por quem só aparece quando já não há nada para colher. Muito bom poema Vilma. Abraço.

30 de abril de 2026 11:46

QUE SEJA O MEU LIVRO ENTÃO...
Arthur Santos disse:

Este poema de Vilma Oliveira é um hino à escrita como redenção.

Amiga Vilma, descreve o teu livro não apenas como um objecto, mas como uma metamorfose espiritual: a dor (fardo) é convertida em luz, e a timidez dá lugar à eloquência. É uma obra que celebra a vulnerabilidade, onde o acto de escrever funciona como uma ponte entre o íntimo tremor do coração e a imensidão do universo. Em suma: é o retrato da escrita como um acto de coragem e cura. Parabéns.

30 de abril de 2026 11:43

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