ALMA SOTURNA

Vilma Oliveira


Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES

O sol se debruçou sobre meu rosto

Um brasido a crepitar em chamas

Refulgentes horas de desgosto

No coração chagado que te ama!

 

Alma Soturna... divinamente pura!

Abra-se em flores de míseras vaidades

Tateio sombras em cinzas de amargura

No pátio alucinante da imortalidade!

 

A espalhar-se em pétalas de luzes

Esses espinhos a enfeitar as cruzes

São asas paradas do meu desejo;

 

Desvairada e tonta ando a vagar...

Leves passos em nuvens a flutuar...

Quimera d’Alma em sangrentos beijos!

 

 

  • Autor: Vilma Oliveira (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 24 de março de 2026 19:59
  • Comentário do autor sobre o poema: Um soneto Antigo.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 75
  • Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Francisco Queiroz
  • Em coleções: Sonetos.
Comentários +

Comentários3

  • Shmuel

    Coisa linda e com requinte clássico! Adorei de verdade.

    Abraços

    • Vilma Oliveira

      Gratidão pela leitura e comentário. Meu abraço fraterno.

      • Vilma Oliveira

        Obrigada amigo poeta por suas palavras.
        Abraço fraterno.

      • LEIDE FREITAS

        Que lindo soneto!
        O amor ainda é fonte inesgotável de poesia.

        Boa Noite! Até breve!


        • Vilma Oliveira

          Obrigada amiga poetisa por seu comentário.
          Meu abraço fraterno.

        • Apegaua

          Bravos, seja com qual palavras ditas, ou os mais concorridos termos.
          Se o protagonista for o amor, a chance da colheita sempre e grande.
          Parabéns pela inspiração.
          Apegaua.



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