Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES
YES
O sol se debruçou sobre meu rosto
Um brasido a crepitar em chamas
Refulgentes horas de desgosto
No coração chagado que te ama!
Alma Soturna... divinamente pura!
Abra-se em flores de míseras vaidades
Tateio sombras em cinzas de amargura
No pátio alucinante da imortalidade!
A espalhar-se em pétalas de luzes
Esses espinhos a enfeitar as cruzes
São asas paradas do meu desejo;
Desvairada e tonta ando a vagar...
Leves passos em nuvens a flutuar...
Quimera d’Alma em sangrentos beijos!
-
Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de março de 2026 19:59
- Comentário do autor sobre o poema: Um soneto Antigo.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 19
- Em coleções: Sonetos.

Offline)
Comentários2
Coisa linda e com requinte clássico! Adorei de verdade.
Abraços
Gratidão pela leitura e comentário. Meu abraço fraterno.
Que lindo soneto!
O amor ainda é fonte inesgotável de poesia.
Boa Noite! Até breve!
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.