DOCES VERSOS

Vilma Oliveira


Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES

Penso se no meu ser não existisse

Tantos sonhos, as noites e os dias,

No meu interior essa poesia...

Dentro de mim chorasse e risse!

 

O que seriam dessas dores?

Quanta solidão, saudade louca!

Dos abraços, de beijar-te a boca...

Em criar pra mim tantos amores!

 

Que faria eu, meu Deus? Não sei.

De tanto sonhar foi que chorei...

Todos esses queixumes terão fim?

 

Tragam os meus versos, Ó poesias!

Depositei aos teus pés as alegrias...

Respiro-as como o ar dentro de mim!          

  • Autor: Vilma Oliveira (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 14 de maio de 2026 20:35
  • Comentário do autor sobre o poema: Brevíssima análise deste soneto: É uma metapoesia romântica que explora a escrita como necessidade vital e purgação da dor. O texto vive o contraste constante entre o sofrimento (dores, solidão) e a cura pela arte (alegrias, poesia). Segue o modelo clássico (14 versos) com forte musicalidade, ritmo fluido e rimas bem marcadas. O encerramento é perfeito e definitivo; a poesia não é apenas um passatempo, é o próprio ar que te mantém vivo.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 7
  • Em coleções: Sonetos.


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