Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES
YES
Saí a me furtar desesperanças
Na calva do tempo me observo
Casta mão a remover lembranças
No rosto do passado que conservo.
Serenidade afã desse amanhecer
Desperta-me meiga entre espinhos
Como o fruto mesmo antes de colher
Põe-se maduro ao pé pelo caminho...
Recolho a hóstia pura, levo a boca,
São os meus pecados entre os dedos,
É a minha vida de alma pouca;
Desliza suave o manto dos sorrisos,
A se ocultar em mim tantos segredos,
A me colher em infernos e paraísos!
-
Autor:
Vilma Oliveira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 17 de abril de 2026 19:59
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1
- Em coleções: Sonetos.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.