Comentários recebidos nos poemas por Luana Santahelena



Manual de Sobrevivência para Amores Desastrados
Sezar Kosta disse:

Luana, minha cara, que alívio ler seu manual! Você faz um favor à humanidade ao desmistificar essa tirania do slow motion na chuva. O amor, veja bem, não é capa de revista; é diplomacia diante da toalha que insiste em ter vida própria fora do varal! E quem nunca, não é mesmo?

Você acerta em cheio: o amor é sobrevivência afetiva. É a gente tentando ser filósofo enquanto decide quem cede a última colher. É uma metafísica aplicada, que exige de nós o esforço sobre-humano de coexistir no mesmo metro quadrado de sofá, fingindo naturalidade enquanto o wi-fi está instável — metáfora perfeita para os nossos próprios nervos.

A grande verdade, Luana, é que só dá certo o amor que aceita a sua própria desastração. É preciso coragem para trocar a idealização pelo barulho do garfo no prato. É nessa rendição diária, nesses pequenos defeitos compartilhados, que a gente descobre que o amor não é sobre ser perfeito, mas sobre a habilidade de rir junto do caos da convivência.

Parabéns por nos dar esse respiro de autenticidade! Seu manual devia ser leitura obrigatória para todos os futuros românticos que ainda acham que o amor não precisa de um bom senso de humor e de muita, mas muita paciência.

29 de outubro de 2025 21:58

Manual de Sobrevivência para Amores Desastrados
Arthur Santos disse:

Belo poema.

29 de outubro de 2025 20:54

A liberdade pesa mais que a mochila
Isabella Vitória disse:

Encantada com teus versos!

19 de outubro de 2025 14:09

Liberdade Tem Hora pra Acordar?
Sezar Kosta disse:

Luana, minha amiga, o seu poema é uma sacada genial!
A gente se perde nessa mania de que a liberdade é um bicho que precisa de despertador. E não é. Ela é feito o sol da infância: só existe quando a gente não olha para o relógio.
Ser adulto é isso mesmo: um eterno negócio com o botão \"soneca\" e uma eterna ilusão de que estamos no comando. Você jura que odeia as planilhas, mas no fundo, o caos com cheiro de café preto é a sua poesia. É onde a vida, desgrenhada e com rímel borrado, resolve se manifestar.
A liberdade, querida, não tem hora. Ela só aparece quando você aceita que o baile da existência é esse mesmo, de bater ponto. E se não puder dormir até tarde, que o pagamento venha, sim, na forma de um poema e num domingo que dure a semana inteira.


17 de outubro de 2025 14:18

Entre Cafés Frios e Superpoderes Invisíveis
LEIDE FREITAS disse:

Gostei bastante. Boa Noite!

15 de outubro de 2025 22:26

O Quarto Que Não Habito
Melancolia... disse:

Nossa....lindo e profundo....
Viajei também...

Abraços;

13 de outubro de 2025 12:44

Manual Ilustrado para Viver (mais ou menos)
Dydimo Rezende disse:

Muito bom, é exatamente o olhar do Pequeno Príncipe que faz a vida, com um pouco de arte, quase esquecida, valer à pena. Parabéns pelo poema!

13 de outubro de 2025 00:12

Contrato de Aluguel com Assinatura de Lambida
Shmuel disse:

\"Um filósofo peludo!\" Achei isto demais!

Abraços

5 de outubro de 2025 18:19

Sinfonia em Dó de Mim Mesma
Sezar Kosta disse:

Luana, minha colega de infortúnio,

O seu poema é a mais precisa crônica da vida moderna. A gente, com essa mania de ter sentido para tudo, insiste em arrumar a sala da alma quando a vida, que é esse amigo inconveniente, chega para desarrumar.

O problema não é o piano sem partitura. O problema é a nossa teimosia em procurar uma lógica para a meia esquerda perdida no meio do universo.

Mas você descobriu a simples e fria verdade que o eco da geladeira sussurrou: a felicidade é só não atrapalhar a alegria quando ela resolve entrar e bater o seu tamborim. Deixe a vida entrar descompassada. Não há sabedoria maior.

2 de outubro de 2025 16:46

A liberdade pesa mais que a mochila
LEIDE FREITAS disse:

Gostei bastante do seu poema. Boa Noite!

20 de setembro de 2025 18:48

O que não vi em você
Minha Caixa de Pandora disse:

Esse poema é um mergulho sincero na memória e na descoberta de si. A forma como você transforma incerteza em poesia revela uma sensibilidade rara. Há dor, sim — mas também uma beleza melancólica que acolhe quem lê. Obrigada por compartilhar algo tão verdadeiro. É impossível sair ileso de versos assim.

3 de setembro de 2025 17:29

Manual de Instruções para Viver Fora da Caixa (que nunca existiu)
Metamorfose disse:

Seu poema é um abraço à própria singularidade.
Celebra a beleza de ser diferente,de tropeçar com elegância, de amar suas contradições.
Entre cafés desencontrados e conversas com o espelho,você me lembra que a normalidade é só um molde invisível
e que a liberdade verdadeira mora em se aceitar inteira,com poesia, bagunça e cores que ninguém entende,mas que fazem o mundo sorrir um pouco mais.
Abraços poéticos!

29 de agosto de 2025 22:13

Amor é fogo que queima a pele nua
Manollo Ferreira disse:

Uma lindeza de poema !

Parabéns !!!

28 de agosto de 2025 15:10

Às Avessas do Mundo
Manollo Ferreira disse:

Uma lindeza de poema...

O amor em suas nuances

Parabéns !

27 de agosto de 2025 16:13

Manual de Instruções para Viver Fora da Caixa (que nunca existiu)
Sezar Kosta disse:

Cara Luana, sabe o que é a vida? Uma invenção. E a gente, feito bobo, insiste em procurar um manual de instruções. O seu poema, com sua sabedoria leve, nos avisa que o manual não existe.

E ainda bem. Porque a normalidade, como você diz, é um terno apertado. É a gente a querer caber num molde invisível que não foi feito para ninguém. A verdadeira liberdade está em ser um pouco esquisita, em conversar com o espelho, em tropeçar com uma certa elegância. A vida não precisa de lógica, precisa de poesia. E a sua é feita com a bagunça das gavetas e com a decoração criativa da existência. Esse é o segredo. Ser inteiro, sem manual.

27 de agosto de 2025 10:30

O Coração como uma Casa de Aluguel
Minha Caixa de Pandora disse:

UAU! Esse poema é uma joia delicada. É o tipo de poema que não se lê apenas com os olhos, mas com o peito aberto. Bravo!!

23 de agosto de 2025 00:08

Relato de Uma Tentativa de Ser Gente Séria
Minha Caixa de Pandora disse:

Que poema delicioso!! É uma joia de sensibilidade e humor. Parabéns poetisa, seu poema não apenas diverte, ele acolhe. É impossível não se identificar.

17 de agosto de 2025 15:00

Relato de Uma Tentativa de Ser Gente Séria
Edla Marinho disse:

Gostei de como abordou esse tema
Amadurecer , às vezes, requer um deixar de lado coisas simples, talvez não tão saudáveis e não encucar demais, não é?
Sorvetes e pizzas podem não ser o melhor pra saúde mas dá um prazer enorme,rs
Amei, meu abraço!

16 de agosto de 2025 23:36

Relato de Uma Tentativa de Ser Gente Séria
Sezar Kosta disse:

O tempo, Luana, tem essas ironias. A gente passa a vida inteira tentando ser \"gente séria\" e, quando chega a hora, descobre que é a franja rebelde que nos salva. A vida nos oferece a quinoa, a roupa sem estampa e os livros cabeçudos, como se a felicidade fosse uma matéria de estudo. E a gente, na nossa humana e bendita imperfeição, acaba preferindo o sorvete e o vinho, esses pequenos atos de subversão.

O que é, afinal, a maturidade, senão a capacidade de rir de si mesmo? É um caminho sem GPS, sem planner e sem frases motivacionais. Ela não vem, ela já está. E se a gente for procurá-la, que seja de chinelo, com o cheiro de pizza no ar, e a certeza de que a melhor lição da vida é poder chorar de alegria vendo um desenho animado.

16 de agosto de 2025 19:48

Manual Poético do Amor Provisório
Buenofernandes disse:

Beleza de reflexão sobre o amor.

16 de agosto de 2025 15:29

Manual de Sobrevivência no Parque de Diversões do Teu Olhar
Sezar Kosta disse:

Ah, Luana, a gente vai ficando velho e esquece que a vida é brincadeira. Acha que tudo precisa de manual, de regra, de seriedade. Mas é nos seus versos que a gente se lembra: o amor é uma roda-gigante. A gente entra sem saber e, de repente, volta a ser criança.

Essa felicidade de todos os dentes, esse sorvete na testa... O amor não tem que ser perfeito, tem que ser bom. E o melhor brinquedo do mundo não é o que nos faz voar, mas o que nos faz rir e sentir a grama quente nos pés. Que bom que você sabe que a vida, afinal, é um parque de diversões que a gente não pode deixar que feche nunca.

15 de agosto de 2025 16:01

em silêncio
Buenofernandes disse:

Bela construção, póética

14 de agosto de 2025 16:45

Enquanto a Vida não se Resolve, Peço com Batata Frita
Shmuel disse:

Que texto inteligente e nos direciona para uma reflexao verdadeira. Com um viés de humor requintadissimo, o texto é poético e flui da primeira até a última linha.
Abraços,

7 de agosto de 2025 11:14

Metades e Limões: Uma Reflexão Agridoce
Sezar Kosta disse:

Minha cara Luana, que texto delicioso o seu, com sabor de sabedoria! Vós soubestes, com a delicadeza de quem faz bolo, que a vida, essa feira animada, não precisa de metades para ser completa.

Essa busca pela metade da laranja, tão doce e previsível, nos faz esquecer a graça do limão, com seu azedo que faz a boca rir e o mundo ter mais gosto. A vida, afinal, é uma salada, e o que a torna memorável não é a perfeição redonda, mas o tempero inesperado. É o toque do agridoce que salva a refeição da mesmice.

Que coisa boa é sermos inteiros, um banquete de cores e sabores. A melhor receita da vida, como bem dizes, não tem regras. É aquela que celebra o que é inacabado, delicioso e eternamente surpreendente. Parabéns por nos lembrar que o mais importante não é encontrar a outra metade, mas a poesia que se esconde em cada fruta que somos.

4 de agosto de 2025 17:41

Às Avessas do Mundo
joaquim cesario de mello disse:

Um poema que me remete à letra da música \"O que será (À flor da pele), de Chico Buarque, que em meados da última década dos anos 70 embalou a volúpia apaixonada e apaixonante do principiar da minha juventude

4 de agosto de 2025 08:29

Às Avessas do Mundo
Viviane.93 disse:

Esse poema traduz o amor como algo que não se explica, só se sente, mesmo que doa. Gosto especialmente da ideia de “sorrir à tempestade e fazer dela abrigo”. É bonito porque é real: às vezes amar é justamente isso, aceitar o caos como casa.

3 de agosto de 2025 18:57

Entre Sócrates e o Surto
Sezar Kosta disse:

Minha cara Luana, que delícia de poema, um espelho afiado da nossa contraditória humanidade! Você traduziu com maestria essa dança insana entre a pólvora e a monja, entre o surto e o Sócrates que a gente teima em ser.

É a vida real, não é mesmo? A gente respira, visualiza o Buda zen, lembra de Epicteto para não sofrer pelo que não controla... Mas a sobrancelha treme, a voz engasga, e no dez, a gente grita. E que bom que grita com propriedade, com fúria que tem tese e sarcasmo elegante. Porque, como você bem disse, a verdadeira iluminação não é silêncio o tempo todo. É saber a hora de soltar um bom berro, com referências e tudo. Afinal, a vida flui, e o autocontrole também tem seus dias de folga. Adorei essa sua honestidade que abraça a loucura e a sabedoria com a mesma paixão.

27 de julho de 2025 11:42

Receita para uma Alegria Embriagante
Sezar Kosta disse:

Minha cara Luana, que brinde certeiro o seu, essa \"Receita para uma alegria embriagante\"! Você sacou a parada: remédio é papo furado, o que resolve é o vinho, esse alquimista de gargalhadas que faz a gente dançar com o espelho sem medo do ridículo.

Sua memória vira rede de pescador, larga, e o mundo, ah, o mundo vira desfile de possibilidades. A mente, de tartaruga a falcão torto, ri antes da piada, chora com o riso. Isso é a vida nua e crua, sem frescura. E a ressaca? \"Gosto de filosofia barata\", e daí? Até ela tem seu poema. Viver é equilibrar-se na corda bamba entre o delírio e a dívida. Brindar a isso, com estilo e lucidez, é a arte que a gente aprende no fim do copo. Mandou bem demais!

25 de julho de 2025 20:41

Receita para uma Alegria Embriagante
mayla disse:

magnifico poema!

25 de julho de 2025 16:09

O que não vi em você
LEIDE FREITAS disse:

Bonito poema e excelente reflexão.
Boa Noite!

24 de julho de 2025 21:57

Página 2 de 4«1234»


« Voltar ao perfil de Luana Santahelena