Comentários recebidos nos poemas por Luana Santahelena
Manual Para Segurar o Mundo sem Rasgar
Isabella Vitória disse:
Céus... teus versos... que incrível tudo isso.
11 de fevereiro de 2026 14:05
Isabella Vitória disse:
Céus... teus versos... que incrível tudo isso.
11 de fevereiro de 2026 14:05
Manual de Instruções para um Ano Indomável
Maria dorta disse:
Belo poema. Vê_ se a sensibilidade humana e a poetisa exala amor e esperança. Faça tudo ser belo neste novo ano!
30 de janeiro de 2026 11:53
Maria dorta disse:
Belo poema. Vê_ se a sensibilidade humana e a poetisa exala amor e esperança. Faça tudo ser belo neste novo ano!
30 de janeiro de 2026 11:53
Manual de Instruções para um Ano Indomável
Pacificador disse:
Mais um ano trazendo mais promessas e mais expectativas. Belo texto.
29 de janeiro de 2026 12:34
Pacificador disse:
Mais um ano trazendo mais promessas e mais expectativas. Belo texto.
29 de janeiro de 2026 12:34
Manual Doméstico para Levar a Vida Menos a Sério
Apegaua disse:
Espero que ignore esse comentário, coisa barata que usamos uma vez e o destino sempre e a lixeira.
Quando lemos alguma coisa que nos prende para se saber o final.
E por que gostamos e se gostamos e não se largar a soberba, nunca que diremos.
Bravos, por seu dito ter ultrapassado a linha da mesmice e me atraído, mesmo passando de raspão.
Mas com isso, não fique eufórica como poetisa, por que quem esta comentando, no site e um supra sumo de um nada.
Mas que reconhece o valor de uma gostosa e sincera inspiração.
Prazer.
AP,
28 de janeiro de 2026 05:27
Apegaua disse:
Espero que ignore esse comentário, coisa barata que usamos uma vez e o destino sempre e a lixeira.
Quando lemos alguma coisa que nos prende para se saber o final.
E por que gostamos e se gostamos e não se largar a soberba, nunca que diremos.
Bravos, por seu dito ter ultrapassado a linha da mesmice e me atraído, mesmo passando de raspão.
Mas com isso, não fique eufórica como poetisa, por que quem esta comentando, no site e um supra sumo de um nada.
Mas que reconhece o valor de uma gostosa e sincera inspiração.
Prazer.
AP,
28 de janeiro de 2026 05:27
Manual Doméstico para Levar a Vida Menos a Sério
Módena disse:
muito bom!
28 de janeiro de 2026 00:54
Módena disse:
muito bom!
28 de janeiro de 2026 00:54
Manual de Instruções para um Ano Indomável
Noétrico disse:
Aceitação lúcida do imprevisível... Digamos, necessário.
19 de janeiro de 2026 16:23
Noétrico disse:
Aceitação lúcida do imprevisível... Digamos, necessário.
19 de janeiro de 2026 16:23
Manual Breve para Acreditar no Amanhã por Dez Segundos
Sezar Kosta disse:
Luana, que texto espetacular! Você descreveu com uma precisão cirúrgica essa nossa \"especialidade em impossíveis\". Essa imagem de pedir desculpas ao espelho vestindo branco, enquanto a gente tenta esconder os roxos que o ano deixou na alma, é de uma verdade que dói e liberta ao mesmo tempo.
Sabe o que mais gostei? Você tirou o peso do \"milagre\" e colocou o foco no que realmente importa: a nossa insistência. O mundo não explode no zero, a louça continua na pia e os problemas não evaporam, mas essa nossa capacidade de \"virar a página\" e sentir uma alegria sem motivo é o que nos mantém sãos. O tempo pode ser um músculo cansado, como você disse, mas a nossa vontade de tentar outra vez é o que realmente faz o universo girar. Você escreveu um manual que, em vez de dar instruções falsas, nos dá o direito de sermos reais, cansados e, ainda assim, jovens por dentro.
Que em 2026 essa sua vontade continue assim: teimosa, insistente e pronta para novos tropeços e novos beijos. Que a sua escrita continue sendo esse chão onde a gente pode pisar com segurança. Um ano novo incrível para você!
Um beijo de admiração, do seu colega Sezar Kosta.
31 de dezembro de 2025 11:11
Sezar Kosta disse:
Luana, que texto espetacular! Você descreveu com uma precisão cirúrgica essa nossa \"especialidade em impossíveis\". Essa imagem de pedir desculpas ao espelho vestindo branco, enquanto a gente tenta esconder os roxos que o ano deixou na alma, é de uma verdade que dói e liberta ao mesmo tempo.
Sabe o que mais gostei? Você tirou o peso do \"milagre\" e colocou o foco no que realmente importa: a nossa insistência. O mundo não explode no zero, a louça continua na pia e os problemas não evaporam, mas essa nossa capacidade de \"virar a página\" e sentir uma alegria sem motivo é o que nos mantém sãos. O tempo pode ser um músculo cansado, como você disse, mas a nossa vontade de tentar outra vez é o que realmente faz o universo girar. Você escreveu um manual que, em vez de dar instruções falsas, nos dá o direito de sermos reais, cansados e, ainda assim, jovens por dentro.
Que em 2026 essa sua vontade continue assim: teimosa, insistente e pronta para novos tropeços e novos beijos. Que a sua escrita continue sendo esse chão onde a gente pode pisar com segurança. Um ano novo incrível para você!
Um beijo de admiração, do seu colega Sezar Kosta.
31 de dezembro de 2025 11:11
Manual Provisório para os Dias Natalinos
Sezar Kosta disse:
E aí, poeta! Que este Natal seja um portal para um novo poema na sua alma, cheio de rimas de alegria e estrofes de paz! Que a luz dessa noite ilumine seus versos e aqueça seu coração. Feliz Natal!
24 de dezembro de 2025 20:47
Sezar Kosta disse:
E aí, poeta! Que este Natal seja um portal para um novo poema na sua alma, cheio de rimas de alegria e estrofes de paz! Que a luz dessa noite ilumine seus versos e aqueça seu coração. Feliz Natal!
24 de dezembro de 2025 20:47
Manual Doméstico para Domar o Desejo (com Café e Riso)
Arthur Santos disse:
É isso mesmo, tal como escreveu Pablo Neruda no seu poema (O teu riso):
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas
não me tires o teu riso.
Belo poema
23 de dezembro de 2025 12:21
Arthur Santos disse:
É isso mesmo, tal como escreveu Pablo Neruda no seu poema (O teu riso):
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas
não me tires o teu riso.
Belo poema
23 de dezembro de 2025 12:21
Manual provisório para amar sem manual
Arthur Santos disse:
Sim o amor é ... m jardim cuidado por quatro mãos ...
Belo poema.
22 de dezembro de 2025 15:56
Arthur Santos disse:
Sim o amor é ... m jardim cuidado por quatro mãos ...
Belo poema.
22 de dezembro de 2025 15:56
Manual de Sobrevivência para Amores Desastrados
Well Calcagno disse:
Sensacional!
17 de dezembro de 2025 06:42
Well Calcagno disse:
Sensacional!
17 de dezembro de 2025 06:42
Mensagem no Meio do Vendaval
MAYK52 disse:
Belo e sensível poema.
Gostei bastante.
Beijo e feliz dia.
3 de dezembro de 2025 15:09
MAYK52 disse:
Belo e sensível poema.
Gostei bastante.
Beijo e feliz dia.
3 de dezembro de 2025 15:09
Entre uma Página e Outra
Josi Moreira disse:
Nossa!!! Que lindo...fiz uma viagem dentro de mim e pude frequentar o mesmo lugar várias vezes com o olhar e o sentir diferente.
25 de novembro de 2025 14:01
Josi Moreira disse:
Nossa!!! Que lindo...fiz uma viagem dentro de mim e pude frequentar o mesmo lugar várias vezes com o olhar e o sentir diferente.
25 de novembro de 2025 14:01
Manual de Sobrevivência para Quem Marca a Felicidade na Agenda
Arthur Santos disse:
Um poema de agradável leitura.
19 de novembro de 2025 18:25
Arthur Santos disse:
Um poema de agradável leitura.
19 de novembro de 2025 18:25
Morada do Desejo no Amor
Antonio Olivio disse:
Lindo poema!!!!
Eu queria esta graça!!
Mas se tivesse , talvez nao soubesse ver assim...
Quem sabe eu tenha...
17 de novembro de 2025 21:26
Antonio Olivio disse:
Lindo poema!!!!
Eu queria esta graça!!
Mas se tivesse , talvez nao soubesse ver assim...
Quem sabe eu tenha...
17 de novembro de 2025 21:26
Morada do Desejo no Amor
Arthur Santos disse:
Poema bem escrito e emocionante.
17 de novembro de 2025 15:07
Arthur Santos disse:
Poema bem escrito e emocionante.
17 de novembro de 2025 15:07
Em Falta no Estoque
itsjustverse disse:
Dá para sentir a sinceridade em cada verso escrito, eu amei!!
11 de novembro de 2025 21:42
itsjustverse disse:
Dá para sentir a sinceridade em cada verso escrito, eu amei!!
11 de novembro de 2025 21:42
A pior saudade
Magz disse:
A forma como vc descreve o \'pó de tempo\' e o \'som de uma voz que o silêncio guardou\' me fez sentir cada verso. Guardei esta reflexão cmg. Mt obrigada por compartilhar algo tão íntimo e, ao mesmo tempo, tão universal.
7 de novembro de 2025 11:31
Magz disse:
A forma como vc descreve o \'pó de tempo\' e o \'som de uma voz que o silêncio guardou\' me fez sentir cada verso. Guardei esta reflexão cmg. Mt obrigada por compartilhar algo tão íntimo e, ao mesmo tempo, tão universal.
7 de novembro de 2025 11:31
Entre uma Página e Outra
Arthur Santos disse:
Poetisa Luana, não vou a ti com (meios-termos) mas a verdade é que este teu belo poema, se sente muita intensidade emocional.
Gosto muito, continua!
7 de novembro de 2025 11:18
Arthur Santos disse:
Poetisa Luana, não vou a ti com (meios-termos) mas a verdade é que este teu belo poema, se sente muita intensidade emocional.
Gosto muito, continua!
7 de novembro de 2025 11:18
A pior saudade
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Gostei do seu poema. Realmente a saudade aperta principalmente neste dia. Boa noite poetisa.
2 de novembro de 2025 18:38
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Gostei do seu poema. Realmente a saudade aperta principalmente neste dia. Boa noite poetisa.
2 de novembro de 2025 18:38
O Amor Bandido — Diversão Perigosa
Sezar Kosta disse:
Luana, que coisa. Se fosse seguro, não seria amor, seria contabilidade. O seu texto é um tratado sobre a burrice deliciosa da paixão.
Você define perfeitamente o problema: ele prometia o caos, e você ria das próprias verdades – que é a forma mais inteligente de autodestruição. O sujeito pede para amar \"devagar\", mas claro que você não obedece. Afinal, a calmaria só serve para fazer inveja ao perigo que é o verdadeiro tempero da vida.
E essa conclusão, que o amor é o refrão de Cazuza, é a suprema verdade. Cheio de excesso, cheio de fim. O que prova que a diversão mais intensa é sempre a que te deixa na sarjeta, mas com uma boa história para contar. Parabéns pela lucidez no meio da ruína.
30 de outubro de 2025 17:30
Sezar Kosta disse:
Luana, que coisa. Se fosse seguro, não seria amor, seria contabilidade. O seu texto é um tratado sobre a burrice deliciosa da paixão.
Você define perfeitamente o problema: ele prometia o caos, e você ria das próprias verdades – que é a forma mais inteligente de autodestruição. O sujeito pede para amar \"devagar\", mas claro que você não obedece. Afinal, a calmaria só serve para fazer inveja ao perigo que é o verdadeiro tempero da vida.
E essa conclusão, que o amor é o refrão de Cazuza, é a suprema verdade. Cheio de excesso, cheio de fim. O que prova que a diversão mais intensa é sempre a que te deixa na sarjeta, mas com uma boa história para contar. Parabéns pela lucidez no meio da ruína.
30 de outubro de 2025 17:30
Manual de Sobrevivência para Amores Desastrados
Sezar Kosta disse:
Luana, minha cara, que alívio ler seu manual! Você faz um favor à humanidade ao desmistificar essa tirania do slow motion na chuva. O amor, veja bem, não é capa de revista; é diplomacia diante da toalha que insiste em ter vida própria fora do varal! E quem nunca, não é mesmo?
Você acerta em cheio: o amor é sobrevivência afetiva. É a gente tentando ser filósofo enquanto decide quem cede a última colher. É uma metafísica aplicada, que exige de nós o esforço sobre-humano de coexistir no mesmo metro quadrado de sofá, fingindo naturalidade enquanto o wi-fi está instável — metáfora perfeita para os nossos próprios nervos.
A grande verdade, Luana, é que só dá certo o amor que aceita a sua própria desastração. É preciso coragem para trocar a idealização pelo barulho do garfo no prato. É nessa rendição diária, nesses pequenos defeitos compartilhados, que a gente descobre que o amor não é sobre ser perfeito, mas sobre a habilidade de rir junto do caos da convivência.
Parabéns por nos dar esse respiro de autenticidade! Seu manual devia ser leitura obrigatória para todos os futuros românticos que ainda acham que o amor não precisa de um bom senso de humor e de muita, mas muita paciência.
29 de outubro de 2025 21:58
Sezar Kosta disse:
Luana, minha cara, que alívio ler seu manual! Você faz um favor à humanidade ao desmistificar essa tirania do slow motion na chuva. O amor, veja bem, não é capa de revista; é diplomacia diante da toalha que insiste em ter vida própria fora do varal! E quem nunca, não é mesmo?
Você acerta em cheio: o amor é sobrevivência afetiva. É a gente tentando ser filósofo enquanto decide quem cede a última colher. É uma metafísica aplicada, que exige de nós o esforço sobre-humano de coexistir no mesmo metro quadrado de sofá, fingindo naturalidade enquanto o wi-fi está instável — metáfora perfeita para os nossos próprios nervos.
A grande verdade, Luana, é que só dá certo o amor que aceita a sua própria desastração. É preciso coragem para trocar a idealização pelo barulho do garfo no prato. É nessa rendição diária, nesses pequenos defeitos compartilhados, que a gente descobre que o amor não é sobre ser perfeito, mas sobre a habilidade de rir junto do caos da convivência.
Parabéns por nos dar esse respiro de autenticidade! Seu manual devia ser leitura obrigatória para todos os futuros românticos que ainda acham que o amor não precisa de um bom senso de humor e de muita, mas muita paciência.
29 de outubro de 2025 21:58
Manual de Sobrevivência para Amores Desastrados
Arthur Santos disse:
Belo poema.
29 de outubro de 2025 20:54
Arthur Santos disse:
Belo poema.
29 de outubro de 2025 20:54
A liberdade pesa mais que a mochila
Isabella Vitória disse:
Encantada com teus versos!
19 de outubro de 2025 14:09
Isabella Vitória disse:
Encantada com teus versos!
19 de outubro de 2025 14:09
Liberdade Tem Hora pra Acordar?
Sezar Kosta disse:
Luana, minha amiga, o seu poema é uma sacada genial!
A gente se perde nessa mania de que a liberdade é um bicho que precisa de despertador. E não é. Ela é feito o sol da infância: só existe quando a gente não olha para o relógio.
Ser adulto é isso mesmo: um eterno negócio com o botão \"soneca\" e uma eterna ilusão de que estamos no comando. Você jura que odeia as planilhas, mas no fundo, o caos com cheiro de café preto é a sua poesia. É onde a vida, desgrenhada e com rímel borrado, resolve se manifestar.
A liberdade, querida, não tem hora. Ela só aparece quando você aceita que o baile da existência é esse mesmo, de bater ponto. E se não puder dormir até tarde, que o pagamento venha, sim, na forma de um poema e num domingo que dure a semana inteira.
17 de outubro de 2025 14:18
Sezar Kosta disse:
Luana, minha amiga, o seu poema é uma sacada genial!
A gente se perde nessa mania de que a liberdade é um bicho que precisa de despertador. E não é. Ela é feito o sol da infância: só existe quando a gente não olha para o relógio.
Ser adulto é isso mesmo: um eterno negócio com o botão \"soneca\" e uma eterna ilusão de que estamos no comando. Você jura que odeia as planilhas, mas no fundo, o caos com cheiro de café preto é a sua poesia. É onde a vida, desgrenhada e com rímel borrado, resolve se manifestar.
A liberdade, querida, não tem hora. Ela só aparece quando você aceita que o baile da existência é esse mesmo, de bater ponto. E se não puder dormir até tarde, que o pagamento venha, sim, na forma de um poema e num domingo que dure a semana inteira.
17 de outubro de 2025 14:18
Entre Cafés Frios e Superpoderes Invisíveis
LEIDE FREITAS disse:
Gostei bastante. Boa Noite!
15 de outubro de 2025 22:26
LEIDE FREITAS disse:
Gostei bastante. Boa Noite!
15 de outubro de 2025 22:26
Manual Ilustrado para Viver (mais ou menos)
Dydimo Rezende disse:
Muito bom, é exatamente o olhar do Pequeno Príncipe que faz a vida, com um pouco de arte, quase esquecida, valer à pena. Parabéns pelo poema!
13 de outubro de 2025 00:12
Dydimo Rezende disse:
Muito bom, é exatamente o olhar do Pequeno Príncipe que faz a vida, com um pouco de arte, quase esquecida, valer à pena. Parabéns pelo poema!
13 de outubro de 2025 00:12
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