Comentários recebidos nos poemas por Oswaldo Jesus Motta



Invisíveis
Drica disse:

Eu gostei! Realmente passa uma sensação de perdido. Incertezas.....

19 de abril de 2026 10:19

Antes do Nome
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema descreve um encontro fortuito que acontece inteiramente no plano visual. O autor utiliza imagens de impacto geológico e físico (em brasa, o chão cedeu, erupção) para mostrar que, embora o evento tenha durado poucos segundos, sua força foi devastadora e criadora, como o surgimento de um novo mundo. O trecho: como se o tempo errasse o passo, é a chave da obra. O autor sugere que o amor (ou o desejo) tem o poder de interromper a cronologia lógica. Naquele breve segundo, o tempo para, e o que é efêmero se torna eterno (matéria bastante para um mundo inteiro). A última estrofe constrói um paradoxo belíssimo: Ela passou sem sorriso, sem palavra, sem gesto. Contudo, não faltou nada. Isso reforça a ideia de que a conexão humana profunda não depende de convenções sociais ou diálogos, mas de um reconhecimento instintivo que ocorre antes do nome. Versos Curtos: Criam uma leitura vertical e rápida, simulando o batimento cardíaco acelerado ou o risco de luz mencionado. O foco está na imagem poética e na precisão das palavras, característica da lírica moderna que busca a economia de meios para atingir o máximo de sentido. Saudações poéticas.

18 de abril de 2026 20:49

Antes do Nome
LEIDE FREITAS disse:

Muito bonito. Obrigada por compartilhar.

Boa Noite, poeta Osvaldo Motta! Excelente fim de semana!

18 de abril de 2026 20:44

Culpado
LEIDE FREITAS disse:

Gostei. Boa Noite!

8 de abril de 2026 19:21

Culpado
Consulado 🌻🍀 disse:

Caro Poeta .
Parabéns pelas palavras
Seu poema está maravilhoso , é o relato de alguém que foi inteiro em algo que já era vazio... e ainda saiu como culpado por isso.
A outra pessoa diz querer, mas ao mesmo tempo prepara o fim ... E o eu lírico acaba se culpando por tudo ... Ou seja , por sentir demais .
Parabéns atrasado ... Muitos anos de vida .. muita saúde, paz e alegria sempre !

8 de abril de 2026 16:55

Culpado
Ema Machado disse:

Lindo!
Parabéns, por sua escrita e por seu aniversário. Muitos anos de vida, com saúde e felicidades!

7 de abril de 2026 08:07

E depois?
Ayalah Verônica Berg disse:

Cheguei a ficar com falta de ar. Gostei.

5 de abril de 2026 20:04

E depois?
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema abre com uma negação: Não são ponteiros de um relógio. O autor estabelece que a vida e o sentimento não seguem o ritmo das máquinas. O tempo é medido por gestos que desarmam ou acendem (o abraço, o beijo). É um tempo que não passa no sentido de ir embora, mas que fica ou se transforma em porta entreaberta. Há uma valorização do que é sutil e não nomeado: Toques sem nome: Sugere que as conexões humanas mais profundas são aquelas que a linguagem não consegue rotular. O eu lírico traz uma lição de maturidade (aprendi tarde): quando não há resposta, não significa que há um buraco ou ausência, mas sim uma parada. É o reconhecimento de que o silêncio também é uma forma de presença. As estrofes finais são de uma honestidade profunda sobre a própria existência: Estou: O verbo aparece seco, absoluto. O eu lírico afirma sua presença no mundo independentemente do outro. O Não por quem chega: Ele desloca a expectativa de fora para dentro. A razão de sua permanência ou de seu estado emocional não é a chegada de alguém, mas a relação com a sua própria incompletude. O fechamento (isso que em mim não se completa) sugere que o que nos mantém vivos e em movimento é justamente o que falta, o desejo que permanece aberto, como a porta entreaberta mencionada antes. Meu abraço poético!

4 de abril de 2026 20:50

Exausto
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O verso sorri só com os dentes / e esconde a alma no bolso, define perfeitamente a falsidade social. É a exaustão de lidar com o que é superficial e calculado. A expressão: autoridades de vendaval, firmes no vazio é cirúrgica. Retrata pessoas que impõem regras e ordens, mas não possuem substância interna ou autoconhecimento (sem nunca terem se ouvido). A metáfora dos laços frouxos que marcam o chão como móveis mal colocados é visual e dolorosa. Mostra que o que deveria ser refúgio (casa) tornou-se apenas um arranjo desconfortável e estético. O trecho sobre os que crescem no salto e são incapazes de dobrar o joelho para encontrar outro olho, ilustra a arrogância que impede a conexão real, olho no olho, no mesmo nível. O final é o clímax da força. O eu-lírico para de tentar caber (se moldar ao outro) e transforma o peso do cansaço em uma ferramenta de corte. Não é mais sobre suportar, é sobre extirpar o que o sufoca. Parabéns pelo poema! Abraço poético!

3 de abril de 2026 19:49

Lá vai ela
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

´É um poema de passarela. Parabéns poeta. Bom dia.

1 de abril de 2026 09:41

Desfaçatez
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! A imagem da pessoa que passa como quem olha um espelho e não se reconhece é fortíssima. Sugere alguém tão vazio ou desconectado de si que nem a própria imagem (ou o reflexo do amor no outro) faz sentido. Você utiliza a dinâmica heliocêntrica (girei dias inteiros em torno desse fogo) para descrever a dependência emocional. O drama surge quando o sol (o outro) para de aquecer e começa a escurecer. É um eclipse afetivo: anoitece em pleno meio-dia. O trecho: a luz falha nos lugares onde te inventei, é a chave do poema. Ele admite que muito do brilho não vinha do outro, mas da projeção de quem amava. O esforço de insistir em acender, mostra a dificuldade de aceitar que o objeto de amor mudou ou nunca existiu daquela forma. O poema é construído entre o frio (silêncio, ausência, beijo gasto) e o fogo (o amor que ainda queima em quem escreve). O encerramento é um golpe de mestre: o amor permanece aceso justamente onde o outro já se apagou. É o descompasso final entre quem já partiu e quem ainda habita a relação.
Meu abraço poético!

31 de março de 2026 21:54

Dias nublados
LEIDE FREITAS disse:

Uma confissão sobre a performance social e o que realmente acontece internamente no ser e o final, e a última frase demonstra desânimo e falta de esperança. Um poema bonito para refletir.

Boa Noite, poeta Oswaldo Mota!

29 de março de 2026 23:10

Outono
Francisco Queiroz disse:

Bela cena, parabéns poeta!

28 de março de 2026 13:40

Mãos que ficam
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Os de branco: Falam em protocolos, números, cores e medidas. Representam a tentativa humana de controlar o caos através do conhecimento técnico (o que aprenderam). As vozes conhecidas: São as que trazem o peso emocional, o choro segurado e as palavras presas na garganta. A imagem da luz que não chega inteira e da penumbra traduz perfeitamente o estado de quem está entre dois mundos ou perdendo a consciência. O eu lírico está imóvel (nem um dedo), mas sua percepção é aguçada: ele nota o intervalo entre o que dizem e o que não sabem. Há uma crítica sutil à frieza do diagnóstico. Enquanto os olhos treinados leem protocolo, eles são incapazes de enxergar o abismo — a experiência subjetiva e aterradora de quem está naquela situação. O final é belíssimo e traz um sopro de esperança ou de persistência metafísica. Mesmo quando as mãos desistem (o fim dos cuidados ou da esperança médica), algo mínimo e teimoso ainda atravessa. É a vida que insiste em existir para além das explicações científicas. Meu abraço poético.


27 de março de 2026 20:48

Desobediência
LEIDE FREITAS disse:

Um poema gostoso de ler. Até breve!

25 de março de 2026 01:05

Desobediência
LEIDE FREITAS disse:

Um poema muito bonito.
Um prazer ler-te, poeta.

Boa noite!

25 de março de 2026 00:57

Entre linhas
LEIDE FREITAS disse:

Excelente poema. Até breve!

25 de março de 2026 00:50

Mãos imperfeitas
LEIDE FREITAS disse:

Um lindo poema. Adorei.

Boa noite, poeta Oswaldo !

25 de março de 2026 00:43

Entre linhas
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O papel é estático (as frases permanecem), mas a interpretação é viva e mutável (algo nelas se move). O autor questiona a fidelidade do que foi escrito contra a subjetividade da lembrança. O rapaz de dezesseis anos é tratado como um objeto de busca, alguém que não responde. Existe uma ruptura clara entre o narrador atual e a versão juvenil de si mesmo. O fechamento sugere que lembrar não é recuperar um fato, mas um ato de reescrita. A memória é apresentada como uma força autônoma que reescreve sem pedir licença, transformando o passado em algo fluido e, por vezes, falho. O estilo é econômico, com versos curtos que ditam um ritmo de hesitação e descoberta, refletindo a própria natureza fragmentada das lembranças. Meu abraço poético!

23 de março de 2026 20:21

Invisíveis
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! A pergunta: Será que estou invisível... ou já não vivo? O poeta questiona sua própria vida porque a confirmação da existência humana depende do olhar do outro. A cidade é descrita como indiferente, intacta. Enquanto os indivíduos sofrem crises existenciais, o fluxo urbano permanece mecânico e frio, acentuo a solidão. O narrador conclui que o problema não está em quem desaparece, mas no mundo que desaprendeu a enxergar. Há uma crítica à pressa e ao egoísmo contemporâneo que nos tornam cegos para o próximo. O final inverte a lógica: o medo não é mais de quem foi ignorado, mas do narrador (e do leitor). Ao perceber quão fácil é ser ignorado, ele passa a temer a própria invisibilidade, revelando que a conexão humana é o que nos mantém vivos na sociedade. É um texto que transforma um encontro cotidiano em uma lição sobre empatia e a fragilidade dos laços sociais. Meu abraço poético.


20 de março de 2026 20:57

Talvez
Edinalva Santos Melo (Nalva Melo) disse:

Olá poeta !
Esta poesia revela um amor intenso, interrompido precocemente, do qual restou apenas a saudade.????????


17 de março de 2026 15:27

O espelho
Drica disse:

Tema pavoroso. Muito bom! Esse tema me deixa nervosa. rs

17 de março de 2026 11:49

Algo permanece
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta! Esta poesia é um manifesto sobre a continuidade e transição, focada na ciclicidade da vida. Um passo que chega / outro que parte.
O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O texto foca no movimento constante, onde o fim não é um muro, mas um umbral. Discreto, quase invisível / um sopro de memória.
Há uma leveza etérea aqui que remete ao Simbolismo Espiritualista. A ideia de que o que importa é o sopro, o que resta do que se foi, e não a perda em si. É a valorização do rastro, do que permanece na alma após a partida física. Todo fim carrega / a semente de outro caminho. O autor utiliza a imagem da semente para subverter a dor do término. É uma visão otimista e quase pedagógica, típica da simplicidade profunda. Não termina aqui. / Nunca termina assim. O poema começa e termina com uma negação que, na verdade, é uma afirmação de fé no tempo. A repetição da frase inicial no desfecho cria um fecho poético: o texto se recusa a acabar, espelhando o próprio tema que defende. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.

13 de março de 2026 20:11

Reflexo
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Esta é uma poesia tocante sobre a continuidade do ser. O eu lírico usa o espelho da água como um portal que conecta o jovem de ontem ao homem maduro de agora, transformando o envelhecimento de um processo físico em uma construção espiritual.
O poema não esconde a dor; as cicatrizes e o coração partido são apresentados como elementos fundamentais para a sabedoria atual. Elas não são feias, são marcas de superação. A ideia de sonhos pacientemente tecidos em silêncio sugere que a maturidade valoriza o processo interno e a resiliência, longe do barulho da juventude. O final é reconfortante. Dizer que o amanhã sempre encontra o caminho de volta quebra a ideia de um fim linear, sugerindo que, enquanto houver memória e reflexo, a vida se renova. Meu abraço poético.

12 de março de 2026 20:05

Minha Deusa
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O texto utiliza a figura de Afrodite como ponto de comparação (hipérbole) para elevar a mulher amada acima da perfeição mítica. É um recurso clássico: a beleza real superando a divina. Você transita bem entre o visual (olhares cintilantes, luz) e o físico (gosto do beijo), criando uma imagem de leveza e suavidade. A última estrofe humaniza o poema ao trazer a voz do coração. Ela transforma a admiração distante em uma promessa de destino e espera realizada. A métrica sugere uma cadência musical, ideal para uma leitura em voz alta ou até uma composição melódica. Meu abraço poético.

11 de março de 2026 20:10

Divina Emoção
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Você constrói uma simbiose onde o eu lírico perde a autonomia dos sentidos (preciso do teu sorriso para sorrir). É o amor como alimento vital. A expressão: sonho lúcido, resume bem o estado de quem ama: uma fantasia que se impõe à realidade, mesmo quando se está desperto. O verso lágrimas que escondo atrás de um sorriso, traz uma vulnerabilidade muito humana, típica da poesia que lida com o desejo não satisfeito ou com a distância. O uso do Ai, mulher cria um lamento rítmico, quase como um fado ou uma cantiga de amor, elevando a mulher a um patamar de mistério e divindade. Parabéns por seu belo poema! Abraço poético.

10 de março de 2026 20:58

Quando eu encontrá-la
Geralda Maria Pinheiro Figueiredo Pithon disse:

Ali renunciarei à saudade

de tantos sonhos antigos

que pareciam inalcançáveis.

Quanta verdade...confie nos seus sonhos pois nunca serão inalcançaveis pois são reveladores.

Linda noite!!!

9 de março de 2026 23:21

Quando eu encontrá-la
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Você abdica das palavras. O abraço silencioso e o olhar sugerem que a conexão atingiu um nível onde a linguagem é insuficiente ou desnecessária. O pedido insano para que o tempo pare transforma o encontro em um evento (o tempo da oportunidade/divino), onde um ou dois minutos valem mais que a eternidade linear. A saudade aqui não é apenas dor, mas uma bagagem de sonhos antigos que finalmente encontra seu porto seguro. O gesto de afagar o rosto simboliza o retorno à ternura. Meus parabéns por seu poema! Abraço poético.

9 de março de 2026 20:45

De repente...
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema é uma belíssima celebração da saudade súbita, aquela que não pede licença e transforma o vazio em presença através da memória. A Linguagem do Silêncio: O abraço que fala sem dizer uma única palavra define a conexão profunda. O autor sugere que o toque físico é uma forma superior de comunicação, capaz de pausar o tempo e conter o universo. A Natureza como Espelho: A imagem da lua refletida no mar, com as ondas agasalhando o reflexo, é uma metáfora poderosa para o abraço desejado. A natureza imita o gesto humano, trazendo uma aura de mistério e segredo (como quem embala um segredo). Contraste de Sensações: O poema transita entre a melancolia da ausência e o calor da lembrança (aconchego, carinho, sorrisos). A saudade aqui não é pesada, mas sim uma visita que traz luz, assim como a lua na janela. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético!

6 de março de 2026 21:50

Por quê?
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta Oswaldo!
Esta poesia é um convite direto e sensual ao desvendar das máscaras. O eu lírico confronta a hesitação da amada, contrastando a negação verbal (a mulher dos nãos) com a linguagem irreprimível do corpo — o olhar ardente e o suor.
O texto foca na libertação de desejos represados por anos, propondo que a entrega física é o caminho para transformar a quimera (o sonho impossível) em uma realidade compartilhada no silêncio do ninho. É um apelo para que o prazer vença o medo. Meu abraço com afeto poético.

5 de março de 2026 21:34

Página 1 de 3123»


« Voltar ao perfil de Oswaldo Jesus Motta