Comentários recebidos nos poemas por Oswaldo Jesus Motta



Antes do Nome
ania.lepp disse:

Algumas poesias tem o dom de traduzir o invisível , aquilo que toca sem toque, mas que cala fundo na alma, as suas fazem isso comigo! Muito obrigada poeta por essa emoção, por essas borboletas que esvoaçam ao te ler!
Abraço,
ania

19 de maio de 2026 17:08

A poucos metros
ania.lepp disse:

Intensos e profundos versos, seu lirismo e sensibilidade são marca constante, parabéns! Como sempre, amei ler você poeta!
Abraço,
ania

16 de maio de 2026 17:03

Quintal da memória
ania.lepp disse:

Ah poeta seu poema falou tanto comigo, doces lembranças me trouxe de meu pai que também foi carinho, foi porto seguro.Amei ler você, obrigada por me fazer retroceder no tempo. Parabéns, belíssimos e tocantes versos!
Abraço,
ania

12 de maio de 2026 18:32

Entre linhas
ania.lepp disse:

Versos lindos, sensíveis, final perfeito, parabéns poeta!!!

12 de maio de 2026 14:55

Ainda estou
ania.lepp disse:

Poxa, calou fundo em mim, parabéns pela sensibilidade, amei ler você !
Um abraço,
ania

12 de maio de 2026 10:12

Solidão digital
Raphaelle disse:

mt bom! parabens

25 de abril de 2026 16:27

Solidão digital
Patty Alves disse:

O que facilita, pode ser o que atrapalha, o que aproxima, pode ser o que afasta, na vida nem tudo é com clareza, mas a busca dela, nem tudo é perfeito e está tudo bem tbm.
Gostei muito da sua reflexão em forma de poesia. Obrigada por compartilhar.

24 de abril de 2026 14:31

Invisíveis
Drica disse:

Eu gostei! Realmente passa uma sensação de perdido. Incertezas.....

19 de abril de 2026 10:19

Antes do Nome
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema descreve um encontro fortuito que acontece inteiramente no plano visual. O autor utiliza imagens de impacto geológico e físico (em brasa, o chão cedeu, erupção) para mostrar que, embora o evento tenha durado poucos segundos, sua força foi devastadora e criadora, como o surgimento de um novo mundo. O trecho: como se o tempo errasse o passo, é a chave da obra. O autor sugere que o amor (ou o desejo) tem o poder de interromper a cronologia lógica. Naquele breve segundo, o tempo para, e o que é efêmero se torna eterno (matéria bastante para um mundo inteiro). A última estrofe constrói um paradoxo belíssimo: Ela passou sem sorriso, sem palavra, sem gesto. Contudo, não faltou nada. Isso reforça a ideia de que a conexão humana profunda não depende de convenções sociais ou diálogos, mas de um reconhecimento instintivo que ocorre antes do nome. Versos Curtos: Criam uma leitura vertical e rápida, simulando o batimento cardíaco acelerado ou o risco de luz mencionado. O foco está na imagem poética e na precisão das palavras, característica da lírica moderna que busca a economia de meios para atingir o máximo de sentido. Saudações poéticas.

18 de abril de 2026 20:49

Antes do Nome
LEIDE FREITAS disse:

Muito bonito. Obrigada por compartilhar.

Boa Noite, poeta Osvaldo Motta! Excelente fim de semana!

18 de abril de 2026 20:44

Culpado
LEIDE FREITAS disse:

Gostei. Boa Noite!

8 de abril de 2026 19:21

Culpado
Consulado 🌻🍀 disse:

Caro Poeta .
Parabéns pelas palavras
Seu poema está maravilhoso , é o relato de alguém que foi inteiro em algo que já era vazio... e ainda saiu como culpado por isso.
A outra pessoa diz querer, mas ao mesmo tempo prepara o fim ... E o eu lírico acaba se culpando por tudo ... Ou seja , por sentir demais .
Parabéns atrasado ... Muitos anos de vida .. muita saúde, paz e alegria sempre !

8 de abril de 2026 16:55

Culpado
Ema Machado disse:

Lindo!
Parabéns, por sua escrita e por seu aniversário. Muitos anos de vida, com saúde e felicidades!

7 de abril de 2026 08:07

E depois?
Ayalah Verônica Berg disse:

Cheguei a ficar com falta de ar. Gostei.

5 de abril de 2026 20:04

E depois?
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema abre com uma negação: Não são ponteiros de um relógio. O autor estabelece que a vida e o sentimento não seguem o ritmo das máquinas. O tempo é medido por gestos que desarmam ou acendem (o abraço, o beijo). É um tempo que não passa no sentido de ir embora, mas que fica ou se transforma em porta entreaberta. Há uma valorização do que é sutil e não nomeado: Toques sem nome: Sugere que as conexões humanas mais profundas são aquelas que a linguagem não consegue rotular. O eu lírico traz uma lição de maturidade (aprendi tarde): quando não há resposta, não significa que há um buraco ou ausência, mas sim uma parada. É o reconhecimento de que o silêncio também é uma forma de presença. As estrofes finais são de uma honestidade profunda sobre a própria existência: Estou: O verbo aparece seco, absoluto. O eu lírico afirma sua presença no mundo independentemente do outro. O Não por quem chega: Ele desloca a expectativa de fora para dentro. A razão de sua permanência ou de seu estado emocional não é a chegada de alguém, mas a relação com a sua própria incompletude. O fechamento (isso que em mim não se completa) sugere que o que nos mantém vivos e em movimento é justamente o que falta, o desejo que permanece aberto, como a porta entreaberta mencionada antes. Meu abraço poético!

4 de abril de 2026 20:50

Exausto
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O verso sorri só com os dentes / e esconde a alma no bolso, define perfeitamente a falsidade social. É a exaustão de lidar com o que é superficial e calculado. A expressão: autoridades de vendaval, firmes no vazio é cirúrgica. Retrata pessoas que impõem regras e ordens, mas não possuem substância interna ou autoconhecimento (sem nunca terem se ouvido). A metáfora dos laços frouxos que marcam o chão como móveis mal colocados é visual e dolorosa. Mostra que o que deveria ser refúgio (casa) tornou-se apenas um arranjo desconfortável e estético. O trecho sobre os que crescem no salto e são incapazes de dobrar o joelho para encontrar outro olho, ilustra a arrogância que impede a conexão real, olho no olho, no mesmo nível. O final é o clímax da força. O eu-lírico para de tentar caber (se moldar ao outro) e transforma o peso do cansaço em uma ferramenta de corte. Não é mais sobre suportar, é sobre extirpar o que o sufoca. Parabéns pelo poema! Abraço poético!

3 de abril de 2026 19:49

Lá vai ela
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

´É um poema de passarela. Parabéns poeta. Bom dia.

1 de abril de 2026 09:41

Desfaçatez
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! A imagem da pessoa que passa como quem olha um espelho e não se reconhece é fortíssima. Sugere alguém tão vazio ou desconectado de si que nem a própria imagem (ou o reflexo do amor no outro) faz sentido. Você utiliza a dinâmica heliocêntrica (girei dias inteiros em torno desse fogo) para descrever a dependência emocional. O drama surge quando o sol (o outro) para de aquecer e começa a escurecer. É um eclipse afetivo: anoitece em pleno meio-dia. O trecho: a luz falha nos lugares onde te inventei, é a chave do poema. Ele admite que muito do brilho não vinha do outro, mas da projeção de quem amava. O esforço de insistir em acender, mostra a dificuldade de aceitar que o objeto de amor mudou ou nunca existiu daquela forma. O poema é construído entre o frio (silêncio, ausência, beijo gasto) e o fogo (o amor que ainda queima em quem escreve). O encerramento é um golpe de mestre: o amor permanece aceso justamente onde o outro já se apagou. É o descompasso final entre quem já partiu e quem ainda habita a relação.
Meu abraço poético!

31 de março de 2026 21:54

Dias nublados
LEIDE FREITAS disse:

Uma confissão sobre a performance social e o que realmente acontece internamente no ser e o final, e a última frase demonstra desânimo e falta de esperança. Um poema bonito para refletir.

Boa Noite, poeta Oswaldo Mota!

29 de março de 2026 23:10

Outono
Francisco Queiroz disse:

Bela cena, parabéns poeta!

28 de março de 2026 13:40

Mãos que ficam
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! Os de branco: Falam em protocolos, números, cores e medidas. Representam a tentativa humana de controlar o caos através do conhecimento técnico (o que aprenderam). As vozes conhecidas: São as que trazem o peso emocional, o choro segurado e as palavras presas na garganta. A imagem da luz que não chega inteira e da penumbra traduz perfeitamente o estado de quem está entre dois mundos ou perdendo a consciência. O eu lírico está imóvel (nem um dedo), mas sua percepção é aguçada: ele nota o intervalo entre o que dizem e o que não sabem. Há uma crítica sutil à frieza do diagnóstico. Enquanto os olhos treinados leem protocolo, eles são incapazes de enxergar o abismo — a experiência subjetiva e aterradora de quem está naquela situação. O final é belíssimo e traz um sopro de esperança ou de persistência metafísica. Mesmo quando as mãos desistem (o fim dos cuidados ou da esperança médica), algo mínimo e teimoso ainda atravessa. É a vida que insiste em existir para além das explicações científicas. Meu abraço poético.


27 de março de 2026 20:48

Desobediência
LEIDE FREITAS disse:

Um poema gostoso de ler. Até breve!

25 de março de 2026 01:05

Desobediência
LEIDE FREITAS disse:

Um poema muito bonito.
Um prazer ler-te, poeta.

Boa noite!

25 de março de 2026 00:57

Entre linhas
LEIDE FREITAS disse:

Excelente poema. Até breve!

25 de março de 2026 00:50

Mãos imperfeitas
LEIDE FREITAS disse:

Um lindo poema. Adorei.

Boa noite, poeta Oswaldo !

25 de março de 2026 00:43

Entre linhas
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O papel é estático (as frases permanecem), mas a interpretação é viva e mutável (algo nelas se move). O autor questiona a fidelidade do que foi escrito contra a subjetividade da lembrança. O rapaz de dezesseis anos é tratado como um objeto de busca, alguém que não responde. Existe uma ruptura clara entre o narrador atual e a versão juvenil de si mesmo. O fechamento sugere que lembrar não é recuperar um fato, mas um ato de reescrita. A memória é apresentada como uma força autônoma que reescreve sem pedir licença, transformando o passado em algo fluido e, por vezes, falho. O estilo é econômico, com versos curtos que ditam um ritmo de hesitação e descoberta, refletindo a própria natureza fragmentada das lembranças. Meu abraço poético!

23 de março de 2026 20:21

Invisíveis
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! A pergunta: Será que estou invisível... ou já não vivo? O poeta questiona sua própria vida porque a confirmação da existência humana depende do olhar do outro. A cidade é descrita como indiferente, intacta. Enquanto os indivíduos sofrem crises existenciais, o fluxo urbano permanece mecânico e frio, acentuo a solidão. O narrador conclui que o problema não está em quem desaparece, mas no mundo que desaprendeu a enxergar. Há uma crítica à pressa e ao egoísmo contemporâneo que nos tornam cegos para o próximo. O final inverte a lógica: o medo não é mais de quem foi ignorado, mas do narrador (e do leitor). Ao perceber quão fácil é ser ignorado, ele passa a temer a própria invisibilidade, revelando que a conexão humana é o que nos mantém vivos na sociedade. É um texto que transforma um encontro cotidiano em uma lição sobre empatia e a fragilidade dos laços sociais. Meu abraço poético.


20 de março de 2026 20:57

Talvez
Nalva Melo ( E.S.M) disse:

Olá poeta !
Esta poesia revela um amor intenso, interrompido precocemente, do qual restou apenas a saudade.????????


17 de março de 2026 15:27

O espelho
Drica disse:

Tema pavoroso. Muito bom! Esse tema me deixa nervosa. rs

17 de março de 2026 11:49

Algo permanece
Vilma Oliveira disse:

Boa noite caro poeta! Esta poesia é um manifesto sobre a continuidade e transição, focada na ciclicidade da vida. Um passo que chega / outro que parte.
O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O texto foca no movimento constante, onde o fim não é um muro, mas um umbral. Discreto, quase invisível / um sopro de memória.
Há uma leveza etérea aqui que remete ao Simbolismo Espiritualista. A ideia de que o que importa é o sopro, o que resta do que se foi, e não a perda em si. É a valorização do rastro, do que permanece na alma após a partida física. Todo fim carrega / a semente de outro caminho. O autor utiliza a imagem da semente para subverter a dor do término. É uma visão otimista e quase pedagógica, típica da simplicidade profunda. Não termina aqui. / Nunca termina assim. O poema começa e termina com uma negação que, na verdade, é uma afirmação de fé no tempo. A repetição da frase inicial no desfecho cria um fecho poético: o texto se recusa a acabar, espelhando o próprio tema que defende. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.

13 de março de 2026 20:11

Página 1 de 3123»


« Voltar ao perfil de Oswaldo Jesus Motta