A mão já não obedece.
Trêmula.
Tenta escrever —
mas as palavras
recuam.
A caneta suspensa
sobre o nome
que não termina.
Paro.
— senhor tempo...
Nenhuma resposta.
Só o traço,
falhado,
insistindo.
-
Autor:
Oswaldo Jesus Motta (
Offline) - Publicado: 22 de março de 2026 15:00
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 28

Offline)
Comentários2
Um poema muito bonito.
Um prazer ler-te, poeta.
Boa noite!
Ótima tarde, poeta! Muito obrigado pela leitura! Gratidão pelo carinho! Abraços poéticos!
Um poema gostoso de ler. Até breve!
Volte sempre...por favor. Uma honra para mim! Abraços poéticos!
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