Comentários recebidos nos poemas por Letícia Alves



O som do Amor Verde
Maria dorta disse:

Inspiro_ se bem. Parabéns!

19 de fevereiro de 2025 12:25

O som do Amor Verde
Sezar Kosta disse:

Que texto precioso!

Você conseguiu capturar a essência do amor com uma delicadeza tão profunda que é impossível não se emocionar. É como se suas palavras fossem gotas de orvalho numa manhã de primavera - tão cristalinas e revigorantes!

Adorei como você entrelaça amor e felicidade numa dança tão natural, mostrando que mesmo num mundo em constante mudança, o amor permanece como nossa bússola mais confiável. Você transformou filosofia em poesia com uma naturalidade encantadora!

Parabéns por essa pequena joia literária! Sua escrita tem aquela rara qualidade de fazer o coração sorrir e a alma refletir ao mesmo tempo. Continue regando esse jardim de palavras com sua sensibilidade única!

17 de fevereiro de 2025 10:38

Pensamentos provenientes da leitura: ‘Notas de Inverno sobre Impressões de Verão’ do Dostoiévski
Lucas Guerreiro disse:

Caramba, meu, tive que ler umas duas ou três vezes pra entender! (e acho que continuo sem entender muito kkkkkk (e pensar que já tinha superado o meu analfabetismo funcional kkkk)) Na primeira leitura, achei que tivesses transcritos os pensamentos do titio Dostô e feito um tipo de anotação. Na segunda leitura, percebi que essas eram suas palavras inspiradas nas páginas que lia (mesmo lendo a primeira nota, demorei pra sacar). Esse estilo um tanto ensaístico é de uma graça e leveza que, encantadoras, conduzem o leitor a uma reflexão pelo ser da autora, seus desejos, ambições. Como o voo de um passarinho - pra usar a metáfora da autora. Não deixa de ser um tipo de escrita de si, como tá na moda dizer. Parabéns pelo texto, poeta!
Abraços.

12 de fevereiro de 2025 16:01

Reprise do que não pode morrer
Lucas Guerreiro disse:

Eita, como escreves! Essa é a versão deluxe do poema - com direito a nota de rodapé e comentários da autora? kkkk -

Brincadeiras à parte, acho incrível esses teus momentos de inspiração que te absorvem e então despencam em forma de poesia/música, como disseste. Parabéns pelo poema, mas acho que vc ainda tá \"devendo\" aqueles do Rousseau, não?
Abraços.

11 de fevereiro de 2025 19:43

EUDAIMONIA
Lucas Guerreiro disse:

UAU! Parece que os deuses te visitaram enquanto apreciavas as composições de Hisaiashi. Sua experiência de eudaimonia soa a mim como uma epifania. E que belo registro deixas! É como um cântico de aroma suave, que perfuma todo o ambiente transportando a alma para as chuvas, os montes, os raios solares, os mares...

1 de fevereiro de 2025 20:26

Deixar coisas boas morrerem
Maria dorta disse:

Certamente não poderias ter melhor inspiração quem a prosa de Rousseau !\" Les reveries d um promeneur...\" é verso em prosa da mais alta qualidade. Bela inspiração. Aplausos!

1 de fevereiro de 2025 17:38

O Amor Phileo (como Onesífero e Paulo andam juntos)
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...minha querida amiga Letícia...,...\"pegaste\" bem todo o sentimento havido naquela junção cristã...,...conseguiste, nesses teus versos, dizer bem do sentido que o amor nesse grau revela...,...há uma \"aura\" emotiva nessas tuas palavras que isso transmite com sublimidade...,...posso até mesmo dizer que a inspiração que a tomaste para que vieste a derramar \"no papel\" essa preciosidade transcedeu ao \"phileo\", foste ao nível de um \"ágape\"... // ...e a música? ...a tua sensibilidade sempre te leva à escolha certa...,...a combinação da canção com o texto é plena! /// Meu carinho, quase lusitana menina.



1 de fevereiro de 2025 11:54

Deixar coisas boas morrerem
Lucas Guerreiro disse:

Uau! Ansioso para ver as sequências, ainda mais por serem inspiradas pela sua leitura de Rousseau

31 de janeiro de 2025 17:50

O Amor Phileo (como Onesífero e Paulo andam juntos)
Melancolia... disse:

Belo poema...Deixa fluir os desejos do coração.

25 de janeiro de 2025 17:29

Fonte de Encontro – Metamorfose
Maria dorta disse:

Parabéns! Você tem bom gosto e Rubens é o máximo. E sempre nos deixa uma marca na alma!

14 de janeiro de 2025 12:05

Instabilidade
Antonio Olivio disse:

e como precisamos deste olhar pra dentro de nós
Este olhar cuidadoso quase como uma mão invisível a acariciar a nossa melancolia
Este olhar que quer nos salvar de nós mesmos e do mundo que nos devora uma pouco a cada dia
Este olhar que bate como um segundo coração, bate no primeiro coração adormecido
Este olhar que quando nos resgata , nos enche de olhos para outras coisas que precisam ser vistas...

Me emocionei com a sua poesia .. Tão linda da poesia , tão linda sua alma ...Tão você.

13 de janeiro de 2025 22:51

Anseios para o Novo Ano de 2025
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...minha mui querida Letícia...,...uma mensagem com a tua cara! (...me perdoe pelo termo talvez um tanto quanto \"chulo\", mas \"no frigir dos ovos\" eu acho essencialmente pra lá de relevante...),...com o teu jeitinho \"peculiar! de poetar (\"peculiar\" = cativante/admirável) nos traz palavras bastante reflexivas no sentido de que os \"os pés no chão\" devemos manter em nossas expectativas de vida, porém, sem nunca perdermos o otimismo e a esperança na realização de nossos sonhos (...no preenchimento dessas tais \"páginas em branco\"...) // ...também espero que esse ano novo que se inicia te seja de sublimes renovações...,... agradeço (do fundo do coração, mesmo) por poder ter tido até aqui o enorme prazer de ler e apreciar os teus doces (e encantados) escritos...,...Happy New Year!!! /// Mil carinhos a ti.

6 de janeiro de 2025 14:11

Anseios para o Novo Ano de 2025
Sezar Kosta disse:

Que reflexão linda e profunda sobre as expectativas para 2025!

A metáfora do peixe é simplesmente brilhante! \"Você não pode ensinar um peixe a voar, mas você pode escolher admirar as ondas na sua barbatana\" - que maneira poética de falar sobre aceitar nossas naturezas e encontrar beleza em quem somos.

Adorei a comparação entre jardinagem e arquitetura! É uma forma tão sensível de dizer que nem tudo precisa ser rigidamente planejado - às vezes é melhor deixar as coisas crescerem organicamente.

A ideia de \"apreciar\" as páginas em branco, não apenas preenchê-las, é profundamente sábia. É como se você estivesse nos lembrando de que a vida não é só sobre fazer, mas também sobre ser.

E aquele final? \"A restauração começa. O broto irá germinar.\" - que maneira poderosa de expressar esperança e renovação!

Parabéns de coração! Seu texto é como um manifesto gentil para um ano mais consciente e amoroso. Continue compartilhando essas reflexões que nos fazem pensar e sentir mais profundamente!

6 de janeiro de 2025 13:45

Chove e eu gosto do tempo de hoje
Marcelo Eduardo de Oliveira disse:

Sua escrita me embala...como o fluxo dessa chuva...

5 de janeiro de 2025 13:08

Eu vi uma Baleia Azul nas nuvens
CORASSIS disse:

Eu me senti numa viagem , pensando no Peter Pan , imagino que este ilustre personagem vivia além da magia um mundo repleto de beleza e poesia !
muito bom ler te sempre ! Linda musica !
Parabéns poetisa .


2 de janeiro de 2025 20:59

Anseios para o Novo Ano de 2025
CORASSIS disse:

Lindo ! Faço dos teus anseios os meus !
Feliz 2025.
Abraço querida amiga .


2 de janeiro de 2025 20:03

Anseios para o Novo Ano de 2025
Marcelo Eduardo de Oliveira disse:

Muito me tocou essa passagem: \"é gostoso fazer jardinagem, não arquitetura.\" A Poesia e a Filosofia são irmãs e você pertence à essa família! Feliz 2025!!

2 de janeiro de 2025 16:22

Des(pensar)
Marcelo Eduardo de Oliveira disse:

Olha como são as coisas! No primeiro poema que li seu, percebi a presença de Fernando Pessoa, mais especificamente Caiado e sua filosofia do \"sentir\" em detrimento do pensar e entender. Assim, ao ver o título deste poema (maravilhoso já no título) fui fisgado e corri e lê-lo. Agora vejo o comentário do colega aqui abaixo, e seu próprio comentário à cerca do poema e bingo! Pessoa se faz presente!!! Bravo! Agora fico a imaginar você morando em Portugual...

30 de dezembro de 2024 09:01

Eu vi uma Baleia Azul nas nuvens
Marcelo Eduardo de Oliveira disse:

Foi dificil acompanhá-la por essa caminhada pelas veredas do coração. Afinal é uma imensidão. O deslocamento da palavra \"metafísica\" do seu conceito original filosófico para sinônimo de sentimento, ou seja, de algo além do mundo físico, exigiu um esforço e releituras, além de um pulo para fora da zona de conforto. Foi realmente uma jornada que começou com um passo e terminou nas nuvens! Deu vontade deitar na calçada de casa sobre uma esteira e chupar um picolé e comer algodão doce...e simplesmente existir...mergulhado no coração do multiverso! Foi desafiante e prazeroso. Grato!

29 de dezembro de 2024 12:50

Lágrima que escorre e o vento seca
Marcelo Eduardo de Oliveira disse:

A chave do poema: a brisa que seca a lágrima!! Perfeito. Valeu D+

29 de dezembro de 2024 09:49

Fonte de Encontro – Metamorfose
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...minha mui querida Letícia...,...estás coberta de razão quando dizes ser cheia de alma essa tua \"reflexãosinha\" poética...,...eu diria até msis...,...é uma composição cheia de alma e de tudo o mais que o universo abrange de sublimidade...,....tendo como \"padrinho\" o Sr. Rubem, flutuaste \"no mundo das idéias\" encantadoramente! ...uma inspiração e tanto! ...gostei por demais do que eu li... /// Carinhos a ti.

22 de dezembro de 2024 20:45

Fonte de Encontro – Metamorfose
CORASSIS disse:

Leticia, bela reflexão poética que foi abrilhantado com a musica!
Parabéns querida poetisa.
Abraço.


20 de dezembro de 2024 21:08

Chove e eu gosto do tempo de hoje
Sezar Kosta disse:

Que beleza, que profundidade nesse texto, Letícia. Você consegue transformar a simplicidade de um momento como a chuva em algo tão vasto, tão emocional. A forma como você fala de “momentos últimos” que escorrem, e de um “passado muito presente”, é como se o tempo, de alguma forma, se diluísse, se tornasse parte de uma essência mais eterna. Fiquei pensando na metáfora do rio que “correr para dentro de mim” – é como se a chuva lavasse as memórias, trazendo de volta algo que nunca se foi, mas que só agora, no silêncio do aguaceiro, se revela.

O que mais me tocou foi essa sensação de espera, a paciência com a qual você aguarda o retorno da chuva, como um amigo que se ausenta mas nunca deixa de fazer parte. Acho que isso fala tanto sobre a nossa relação com o tempo, com o que esperamos, com o que nos define. Talvez, assim como você disse, a chuva não precise rimar nem escorrer para ser parte de nós. Ela é, simplesmente.

Parabéns, sinceramente, por essa reflexão tão bela e profunda. Seu texto é um convite para olhar o tempo e a memória de uma forma mais suave e acolhedora.

9 de dezembro de 2024 13:40

Chove e eu gosto do tempo de hoje
CORASSIS disse:

Lindo !
Poema transcendental , linda canção , já amei a chuva hoje me traz tristeza .
Beijo no seu coração ,poetisa que estimo muito .



8 de dezembro de 2024 17:46

As Chamas Também Respiram
Antonio Luiz disse:

Que saudade de te ler, querida amiga e poeta Letícia!

13 de novembro de 2024 20:13

Instabilidade
Flavio Eduardo Palhari disse:

ADOREI A ESCRITA POETA ...

11 de novembro de 2024 18:21

Instabilidade
CORASSIS disse:

Deslumbrante Leticia
Bravo, abraço.

9 de novembro de 2024 21:14

Instabilidade
Letícia Alves disse:

Gostei ao ler os seus poemas de ver também essa mesma relação, colocada de forma diferente, senti que poderíamos conversar durante horas. A identificação é o que ressoou, penso eu.

Muito obrigada pelo elogio e complemento: toda poesia que vem da alma, d’alguma forma, é extremamente poderosa.




9 de novembro de 2024 18:20

Instabilidade
Libitina disse:

Acho interessante a profundidade da sua forma de escrever, a relação de si com o mundo externo, a intensidade de estar vivo.

Um texto bastante poderoso, parabéns.

9 de novembro de 2024 18:09

O Homem Mata as Borboletas e os seus Filhos
victoremmanuel disse:

Como sempre, um texto incrível.

Recentemente, tentei escrever um ensaio poético, mas confesso que me sinto mais à vontade com a estrutura dos sonetos, especialmente os italianos. Eles parecem se adequar mais ao meu \"modo de ser\".

De qualquer forma, a reflexão proposta por você é realmente necessária para a sociedade em que vivemos, e sua forma de organizar as ideias me impressiona. Parabéns pela clareza e profundidade da sua escrita!

8 de novembro de 2024 16:20

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