Comentários recebidos nos poemas por Francisco Queiroz



A Poética
Apegaua disse:

Vou fingir que acredito.
Deixa estar, quando você se apaixonar e a musa de dedo em riste em sua cara sussurrar.
_ vou fingir que vos acredito.
Ai meu amigo não vale subir para o telhado para sentir no vento o cheiro dela.
Por que poeta que não se apaixona e igualzinho ao que falaste.
Abraços.
Apegaua.

7 de julho de 2026 16:48

A Poética
Shmuel disse:

Que lindo! O poema desconstrói o clichê do poeta romântico e sofrido. Uma escrita leve, sincera e, acima de tudo, livre de fôrmas e de dores fingidas.

Abraços

7 de julho de 2026 15:36

Semente alheia
Francisco Queiroz disse:

O tal do quiabo não adianta me chamar para colheita, eu não vou, gosto dele já no prato com um frango no caldo...

Um abraço em vocês
Muita saúde e motivos para sorrir

7 de julho de 2026 08:15

Semente alheia
Apegaua disse:

E isso ai poeta, cada um colhe o que planta.
Concordo, mas tem um inconveniente, se planto quiabo, por que aparece primeiro a erva daninha?
Mistério.
Saúde a família.
E diz o velho para não procurar o exa pois em cima do telhado não esta.
Apegaua

6 de julho de 2026 17:27

Peneiras
Apegaua disse:

Eita, por aqui e o contrário, o caldo só passa por uma peneira que não e a do Sócrates e sim da moenda.
Depois de fermentado e só mandar para o alambique depois e só subir para o telhado, bebendo e contando estrela.
Abraços amigos.
Apegaua

5 de julho de 2026 10:41

Poema perdido
Apegaua disse:

Ficou tranchã, todos os que você deixou passar ai de Goiania e que se direcionarão ao RJ, eu os peguei.
Risosss.
Pra isso que não uso caneta e sim gravador.
Mas não fica triste não, que irei deichar alguns ir para os lados dai.
Abraços ai no veio do telhado.
Apegaua.

3 de julho de 2026 16:01

Poema perdido
Freddie Seixas disse:

Vc descreveu muito bem esse sentimento do momento perdido... Me identifiquei. Obrigado por expressar tão bem.

3 de julho de 2026 15:32

Viagem sem itinerário
Apegaua disse:

Eita, que os bons ventos da inspiração paire sobre o tetos de vocês.
Mais aqui o nobre e presado pueta, pode me dizer se esse trem tem vagão de alimentação e bebidas.
Por que se não tiver, vou mesmo e apé.
Bravissimo, o dito ficou porreta.
Parrabens.
Apegaua

2 de julho de 2026 05:26

Sim-sério
Apegaua disse:

A dubia vontade de xingar sem dizer um palavrão..
Chegando se a escrever com letras pelo avesso.
Cuidado, pois pode manchar o aço do espelho.
E algum ignorante como eu responder, não entendi nada.
Risos.
Se a seleção não perder logo, meu estoque de vinho, vai para as cucuias.
Abraços, senhores das Goianias.
Pai e Filho.
Apegaua

30 de junho de 2026 15:07

Desagrado
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Kkkk... O importante é que gosta e quer aprender dar gosto no que é desgosto, logo chegaremos em agosto aí é bom que dará tempo refletir o que foi posto, enfim certamente têm coisas que não dá gosto porque pode fugir da moral e conduta da identidade poética! Ainda bem o poeta disse que confessa que também deve aprimorar o gosto que contrariam aquilo que citou, mas que também gosta! Valeu poeta!

30 de junho de 2026 07:43

Final do Outono
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Parabéns, poeta! Usou bem a metáfora com a pegada de sinestesia no final da poesia! Gostei! A vassoura, tom de enxurrada.

29 de junho de 2026 08:36

Manteiga
Maria do Socorro Domingos disse:

Muito bem colocado!
Esse balanço, em poucas palavras, sintetizou o vai e vem de nosso cotidiano.
Um abraço poético em seu coração.0

29 de junho de 2026 04:53

Assovio
Maria da Graça disse:

Realmente a vida não é tão diferente.
Saudações poéticas?

28 de junho de 2026 10:47

Duro de Ouvir
Maria da Graça disse:

Palavras certeiras, dignas de aplausos ???

27 de junho de 2026 19:43

Cherokee
Shmuel disse:

Que lindo essa fraternidade entre os \"lobos\"

Abraços

27 de junho de 2026 09:57

Cherokee
Apegaua disse:

Eita, até parece que o Inverno troxe uma garoa de inspiração.
Esse dito, poderia ser incaminhado para Abel e Caim e se garanto que não haveria morte.
Bravos poeta.
Esse seu avô foi porreta no seu ensinamento.
O meu me ensinou a pescar, para equilibrar os dois pelo estomago.
Você já pensou em um surubim ensopato com pimenta.
Parabéns pela composissão.
Abraços.
Apegaua

27 de junho de 2026 09:45

A Fogueira
Maria da Graça disse:

Belas palavras de renovação.?????

26 de junho de 2026 20:49

Ofício
Apegaua disse:

Inspirando se em quem já morreu, das duas uma.
Ou terá que carregar a vela.
Ou vestir se todo de preto, com a Lua cheia.
De braços abertos.
Para a afugentar os corvos.
Abraços.

25 de junho de 2026 14:52

O Eterno Retorno
Apegaua disse:

Amigo, se você na flor da mocidade já reclama de cansaço, diz que come livro e com as mãos suja de graxa, só tem tempo para descer a ladeira.
Eu já fiz tudo isso e mais um pedaço e por não reclamar, quando pedi minha aposentadoria, o patrão não querendo me perder, colocou um sinal.
Marcado para sempre que for preciso me encontrar.
Só que agora os carros são elétricos e eu tenho medo de choque.
Abraços.
Apegaua

25 de junho de 2026 13:21

Inédito
Apegaua disse:

Meu amigo, muito bom o dito.
Mas a criança dentro de nos tabem envelhece.
Rapaz, muita chuva e frio por aqui no Sudeste.
Tranquei minha adega e liberei o alambique.
Toresmo de porco, na farinha e cana para dentro.
Espantar o frio.
Abraços.
Apegaua.

25 de junho de 2026 13:10

Assovio
Rodrigo Melo disse:

Simples e profundo, o poema e sua explicação.

24 de junho de 2026 11:01

Poema Anônimo
Apegaua disse:

Ficou bem sentimental, parabéns, essa musa, a tua e igualzinha a minha.
Escreveu não leu, o pau canta.
Abraços amigos.
Apegaua

23 de junho de 2026 15:38

Assovio
Maria dorta disse:

E valeu bem válido o haiku!

22 de junho de 2026 21:22

A Fogueira
Maria dorta disse:

Lindo seu poema! E tuas palavras logo depois, têm a marca da sabedoria de um homem talentoso e inteligente. Aplausos!

22 de junho de 2026 19:43

A Fogueira
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Achei lindo e naturalista o seu poema! Parabéns, poeta!

22 de junho de 2026 13:15

A Fogueira
Apegaua disse:

Eita prosa danada de curta mais porreta.
Bravos, minha fogueira já acendi e queimei um bucado de nariz impinado que andam por aqui.
Aqui meus amigos e fogueira para valer, para assar a batata doce e o aipim para comer com melado.
Como a gelada não faz parte, fica escondida, quem gosta de vez em quanto vem ao esconderijo dar a goelada.
Ficou mesmo bom a sua trova, parabéns.
Abraços apegaua.

21 de junho de 2026 20:17

Assovio
Mihsil disse:

Nossa
Que bonito!
Depois de ler seu comentário como autor, ganhou ainda mais leques o seu poema. Se encaixa muito bem na vida.

20 de junho de 2026 14:08

Desagrado
Apegaua disse:

Uai sô, o principal vos messe não disse, pois para que exista tudo o que gosta, a que se ter o maldito do dinheiro e si não tiver.
Sabe aquela pedra que entrou no friso da sola da bota que nos incomoda.
E isso.
OBS.
Junho tempo, de colher e plantar o aipim, nem esqueças do melado, eu já gosto de passar no bruto manteiga e de sentir o cheiro do café passado no coador de pano, mandando o frio ai para as Goiânia, pois o meu lugar do lado do fogão de lenha já fica marcado.
Abraços amigos e tomem cuidado com a pintada.
Apegaua


20 de junho de 2026 10:00

Duro de Ouvir
Rogério disse:

Mandou bem!!!!

19 de junho de 2026 16:14

Duro de Ouvir
Apegaua disse:

E vero, um péssimo defeito nosso e e só fazer boca de cururu.
Abraços e de um reco reco nas costelas do coroa.
Apegaua

18 de junho de 2026 18:43

Página 3 de 5«12345»


« Voltar ao perfil de Francisco Queiroz