A paisagem desliza que nem manteiga
Untando o pão cotidiano de quem se desloca.
Velocidades contraditórias:
uma que move, a outra que desfoca.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de junho de 2026 13:04
- Comentário do autor sobre o poema: Capturado no balanço do transporte público de manhã e servido fresco no intervalo do almoço.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 40
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua
- Em coleções: Urbano.

Offline)
Comentários3
Uai sô, por aqui tenho um fusquinha 63, o bicho e um corisco para andar e com ele que fasemos todos o serviços do sitio.
Mas a hora que o danado cisma em não pegar, vigi padim cicero, ai eu já sei as manhas e só colocar uma pitada de manteiga no carburador, o bicho pega na hora.
Abraços para os dai de Goiana.
Apegaua
Boa noite, nobre Apegaua
Que máquina vc tem aí...
Seus comentários são melhores que meus poemas, obrigado pela correspondência.
Abraços pra todos daí
Adoro manteiga, e, belo poema.
Grato pela visita, Ayalah!
Um abraço fraterno
Muito bem colocado!
Esse balanço, em poucas palavras, sintetizou o vai e vem de nosso cotidiano.
Um abraço poético em seu coração.0
Gratidão, Poetisa
O cotidiano me inspira, as coisas simples de um dia comum...
Um abraço fraterno, uma exelente semana para vocês...
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