Comentários recebidos nos poemas por Francisco Queiroz



Desagrado
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Kkkk... O importante é que gosta e quer aprender dar gosto no que é desgosto, logo chegaremos em agosto aí é bom que dará tempo refletir o que foi posto, enfim certamente têm coisas que não dá gosto porque pode fugir da moral e conduta da identidade poética! Ainda bem o poeta disse que confessa que também deve aprimorar o gosto que contrariam aquilo que citou, mas que também gosta! Valeu poeta!

30 de junho de 2026 07:43

Final do Outono
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Parabéns, poeta! Usou bem a metáfora com a pegada de sinestesia no final da poesia! Gostei! A vassoura, tom de enxurrada.

29 de junho de 2026 08:36

Manteiga
Maria do Socorro Domingos disse:

Muito bem colocado!
Esse balanço, em poucas palavras, sintetizou o vai e vem de nosso cotidiano.
Um abraço poético em seu coração.0

29 de junho de 2026 04:53

Assovio
Maria da Graça disse:

Realmente a vida não é tão diferente.
Saudações poéticas?

28 de junho de 2026 10:47

Duro de Ouvir
Maria da Graça disse:

Palavras certeiras, dignas de aplausos ???

27 de junho de 2026 19:43

Cherokee
Ayalah Verônica Berg disse:

Lindo... parabéns!

27 de junho de 2026 11:25

Cherokee
Shmuel disse:

Que lindo essa fraternidade entre os \"lobos\"

Abraços

27 de junho de 2026 09:57

Cherokee
Apegaua disse:

Eita, até parece que o Inverno troxe uma garoa de inspiração.
Esse dito, poderia ser incaminhado para Abel e Caim e se garanto que não haveria morte.
Bravos poeta.
Esse seu avô foi porreta no seu ensinamento.
O meu me ensinou a pescar, para equilibrar os dois pelo estomago.
Você já pensou em um surubim ensopato com pimenta.
Parabéns pela composissão.
Abraços.
Apegaua

27 de junho de 2026 09:45

A Fogueira
Maria da Graça disse:

Belas palavras de renovação.?????

26 de junho de 2026 20:49

Ofício
Apegaua disse:

Inspirando se em quem já morreu, das duas uma.
Ou terá que carregar a vela.
Ou vestir se todo de preto, com a Lua cheia.
De braços abertos.
Para a afugentar os corvos.
Abraços.

25 de junho de 2026 14:52

O Eterno Retorno
Ayalah Verônica Berg disse:

Adorei teu poema! Começa com Nietzsche e termina com Camus... amei. Fui até cavocar um de meus poemas antigos e postei agora; usei o mesmo recurso teu: \"Espelho de Prata\", onde mostrei um pouco a influência da poesia maldita de Baudelaire ou Rimbaud nas minhas ideias, mas com uma crueza mais ao estilo Verônica Berg... hehe. Beijão poético!

25 de junho de 2026 13:28

O Eterno Retorno
Apegaua disse:

Amigo, se você na flor da mocidade já reclama de cansaço, diz que come livro e com as mãos suja de graxa, só tem tempo para descer a ladeira.
Eu já fiz tudo isso e mais um pedaço e por não reclamar, quando pedi minha aposentadoria, o patrão não querendo me perder, colocou um sinal.
Marcado para sempre que for preciso me encontrar.
Só que agora os carros são elétricos e eu tenho medo de choque.
Abraços.
Apegaua

25 de junho de 2026 13:21

Inédito
Apegaua disse:

Meu amigo, muito bom o dito.
Mas a criança dentro de nos tabem envelhece.
Rapaz, muita chuva e frio por aqui no Sudeste.
Tranquei minha adega e liberei o alambique.
Toresmo de porco, na farinha e cana para dentro.
Espantar o frio.
Abraços.
Apegaua.

25 de junho de 2026 13:10

Assovio
Rodrigo Melo disse:

Simples e profundo, o poema e sua explicação.

24 de junho de 2026 11:01

Poema Anônimo
Apegaua disse:

Ficou bem sentimental, parabéns, essa musa, a tua e igualzinha a minha.
Escreveu não leu, o pau canta.
Abraços amigos.
Apegaua

23 de junho de 2026 15:38

Poema Anônimo
Ayalah Verônica Berg disse:

Como sempre, lindo e inspirador.

23 de junho de 2026 15:06

Assovio
Maria dorta disse:

E valeu bem válido o haiku!

22 de junho de 2026 21:22

A Fogueira
Maria dorta disse:

Lindo seu poema! E tuas palavras logo depois, têm a marca da sabedoria de um homem talentoso e inteligente. Aplausos!

22 de junho de 2026 19:43

A Fogueira
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Achei lindo e naturalista o seu poema! Parabéns, poeta!

22 de junho de 2026 13:15

A Fogueira
Apegaua disse:

Eita prosa danada de curta mais porreta.
Bravos, minha fogueira já acendi e queimei um bucado de nariz impinado que andam por aqui.
Aqui meus amigos e fogueira para valer, para assar a batata doce e o aipim para comer com melado.
Como a gelada não faz parte, fica escondida, quem gosta de vez em quanto vem ao esconderijo dar a goelada.
Ficou mesmo bom a sua trova, parabéns.
Abraços apegaua.

21 de junho de 2026 20:17

A Fogueira
Ayalah Verônica Berg disse:

Achei lindo.. e haja lenha.
Moro no sul, 100m do mar... é lindo mas gelado. Como pude alguns gostarem de frio...?


21 de junho de 2026 11:12

Assovio
Mihsil disse:

Nossa
Que bonito!
Depois de ler seu comentário como autor, ganhou ainda mais leques o seu poema. Se encaixa muito bem na vida.

20 de junho de 2026 14:08

Desagrado
Apegaua disse:

Uai sô, o principal vos messe não disse, pois para que exista tudo o que gosta, a que se ter o maldito do dinheiro e si não tiver.
Sabe aquela pedra que entrou no friso da sola da bota que nos incomoda.
E isso.
OBS.
Junho tempo, de colher e plantar o aipim, nem esqueças do melado, eu já gosto de passar no bruto manteiga e de sentir o cheiro do café passado no coador de pano, mandando o frio ai para as Goiânia, pois o meu lugar do lado do fogão de lenha já fica marcado.
Abraços amigos e tomem cuidado com a pintada.
Apegaua


20 de junho de 2026 10:00

Desagrado
Ayalah Verônica Berg disse:

Diferente, mas bonito... gostei.

19 de junho de 2026 18:19

Duro de Ouvir
Rogério disse:

Mandou bem!!!!

19 de junho de 2026 16:14

Duro de Ouvir
Apegaua disse:

E vero, um péssimo defeito nosso e e só fazer boca de cururu.
Abraços e de um reco reco nas costelas do coroa.
Apegaua

18 de junho de 2026 18:43

Manteiga
Ayalah Verônica Berg disse:

Adoro manteiga, e, belo poema.

16 de junho de 2026 20:23

Manteiga
Apegaua disse:

Uai sô, por aqui tenho um fusquinha 63, o bicho e um corisco para andar e com ele que fasemos todos o serviços do sitio.
Mas a hora que o danado cisma em não pegar, vigi padim cicero, ai eu já sei as manhas e só colocar uma pitada de manteiga no carburador, o bicho pega na hora.
Abraços para os dai de Goiana.
Apegaua

16 de junho de 2026 15:28

Simplesmente Pia
Apegaua disse:

Mas não e eu já acostumei com a pia cheia de louça.
Em vez de reclamar, arregaço as mangas e arrepio caminho, para o cospe grosso.
Um secos e molhados que tem aqui perto.
Espremo um limão no copo e o atendente da copa, completa com a que matou o guarda.
Ai e só festa, taco nas mãos e sinuca a tarde inteira.
Só me vou, quando vem o recado.
_ Sua muié esta a chamar.
Ai e ruim não atender, pois eu só canto de galo, pois no terreiro quem manda mesmo e ela.
Abraços amigos.
Apegaua

16 de junho de 2026 08:55

Simplesmente Pia
Ayalah Verônica Berg disse:

Gostei.

15 de junho de 2026 13:37

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