Semente alheia

Francisco Queiroz

Não é preciso converter ninguém,

cada qual há de labutar

com ardor em si,

a sentença da lavra

é o que se colhe.

 

Inspire, não vença.

Não mate a semente alheia.

  • Autor: Francisco Queiroz (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 5 de julho de 2026 16:09
  • Comentário do autor sobre o poema: Sobre respeito, cada um encontra em si o fruto da própria lavra.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 30
  • Usuários favoritos deste poema: Jcosta.
  • Em coleções: Silêncios.
Comentários +

Comentários3

  • Apegaua

    E isso ai poeta, cada um colhe o que planta.
    Concordo, mas tem um inconveniente, se planto quiabo, por que aparece primeiro a erva daninha?
    Mistério.
    Saúde a família.
    E diz o velho para não procurar o exa pois em cima do telhado não esta.
    Apegaua

  • Francisco Queiroz

    O tal do quiabo não adianta me chamar para colheita, eu não vou, gosto dele já no prato com um frango no caldo...

    Um abraço em vocês
    Muita saúde e motivos para sorrir

  • Jcosta.

    E isso seu Francisco, mas as vezes por causa do vento, que com raiva derruba as bananeiras, pune me por tabela.
    Eu e os micos, que gostamos tanto de banana.
    Abraços.
    JCosta

    • Francisco Queiroz

      Lá no meu velho no ano retrasado deu um pé devendo que também derrubou-lhe as bananeiras, e ele tem o maior apreço por elas, ficou triste, mas recomeçou e tá colhendo banana para comer, fazer doces, até pros vizinhos sobra...

      Abraços em todos os amigos daí...



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