Não é preciso converter ninguém,
cada qual há de labutar
com ardor em si,
a sentença da lavra
é o que se colhe.
Inspire, não vença.
Não mate a semente alheia.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de julho de 2026 16:09
- Comentário do autor sobre o poema: Sobre respeito, cada um encontra em si o fruto da própria lavra.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 18
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
Comentários2
E isso ai poeta, cada um colhe o que planta.
Concordo, mas tem um inconveniente, se planto quiabo, por que aparece primeiro a erva daninha?
Mistério.
Saúde a família.
E diz o velho para não procurar o exa pois em cima do telhado não esta.
Apegaua
O tal do quiabo não adianta me chamar para colheita, eu não vou, gosto dele já no prato com um frango no caldo...
Um abraço em vocês
Muita saúde e motivos para sorrir
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