Comentários recebidos nos poemas por Francisco Queiroz



O gato
Shmuel disse:

Gatos são manhosos!

Abraços,

18 de agosto de 2026 23:03

A Busca de Ninguém
Shmuel disse:

Bacana!

A Odisséia inspirando sempre!

Abraços

18 de agosto de 2026 23:02

A Busca de Ninguém
Ayalah Verônica Berg disse:

Bonito... complicado mas, bem bonito.

17 de agosto de 2026 13:39

Quando a Alma chora, a Poesia consola
Oswaldo Jesus Motta disse:

Refletindo...Lindas palavras, poeta! Ótima noite! Abraços poéticos e excelente final de semana!

15 de agosto de 2026 18:59

A Revolta
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...meu amigo...,...ao ler esse teu escrito me veio, de pronto, o que conta Francisco, o Buarque de Holanda, em sua mágica obra \"Cotidiano\"...,...se bem que eu não sei se o sentido que ele quis transmitir foi, intimamente, o de alguma qualquer \"revolta\" -não, acho que foi apenas o de \"pintar\" um quadro mostrando o quanto \"autômatos\" somos, mesmo quando singelos...,...agora, já tu lanças um olhar mais \"rebelde\" nessa toda \"cotidianidade\" que nos assola -pelos \"batizados\" dias afora...,...ficou tão interessante quanto a visão do Chico...,...uma pra lá de boa inspiração! ...gostei muito! /// Abçs.

15 de agosto de 2026 10:53

A Revolta
LEIDE FREITAS disse:

Um poema para refletir o nosso dia a dia.
Gostei.

Boa noite, Francisco Queiroz!

14 de agosto de 2026 20:10

A Revolta
Ayalah Verônica Berg disse:

O poema achei interessante, engraçado, mas aí fui ler teus comentários sobre...putz... deu um nó na minha cabeça... hehe.
Lindo poema.

14 de agosto de 2026 16:03

Esperança
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...meu amigo...,...poucos versos, muita sentida compreensão e expressividade..,...e no \"comentário do autor...\" completas bem toda a tua sucintividade poética... // (PS - ...assim que eu vi (li) o título me veio à mente, de pronto, um escrito meu -de séculos atrás...,...talvez por eu ter utilizado muito pouco o termo nos raros textos que eu postei esse, em especial, me veio à lembrança..,...talvez,...sei lá,...só sei que eu me lembrei... -se quiseres dê uma olhadinha por lá, o titulo é \"...um quase grande poema\"...) /// Abçs.

13 de agosto de 2026 11:54

Esperança
Pietro Guilherme Piazera disse:

Fez uma ótima composição, meu amigo.
Me fez recordar da melodia ´´O velho e a flor´´
Abraços, Francisco!

12 de agosto de 2026 20:13

Esperança
Ayalah Verônica Berg disse:

Parece que foi o Francisco quem adestrou o fênix... hehe.

12 de agosto de 2026 14:16

Esperança
Shmuel disse:

Tênue demais!

Abraços,

12 de agosto de 2026 13:03

O gato
Ayalah Verônica Berg disse:

Tenho gatos, ... são muito patifes, hehe. Mais 7 cachorros , estes são os daqui de casa. Na casa dos meus pais tenho mais ... até um porco, uma égua e um cavalo... são os meus amores... um tempo atrás, um pardal caiu do ninho, um filhotinho... ficou 6 meses aqui comigo, depois ele voou e foi... fiquei triste mas tão feliz. Lindo poema esse de hoje, parabéns!

9 de agosto de 2026 15:20

O gato
Maria dorta disse:

Parabéns pelos gatos,!

9 de agosto de 2026 14:28

O gato
Wesley Cordeiro disse:

Fofo rs

9 de agosto de 2026 14:19

Ninho
Ayalah Verônica Berg disse:

Triste, mas bonito!
Gostei...

8 de agosto de 2026 18:41

Ninho
Rodrigo Melo disse:

Verdade. Poema belo

8 de agosto de 2026 14:11

Ninho
Apegaua disse:

Linda a composição, pois o poeta não se liga a encher linguiça e parte para o objetivo.
Informar no menor tempo possível.
Da história, coisas da natureza onde o mais forte sempre pensa que e o mais inteligente.
Abraços.
Apegaua

8 de agosto de 2026 05:17

O hoje tardio
Ayalah Verônica Berg disse:

Belo poema... amei!

7 de agosto de 2026 17:42

O hoje tardio
Apegaua disse:

Vitrola, vinil.
O meu, nos estamos em, 26, isso e coisas do passado.
Se moderniza, com sardinha frita na energia solar, vinho servido no telhado.
Abraços, mas e por ai a coisa, tira umas folgas.
Apegaua

6 de agosto de 2026 09:00

Quando a Alma chora, a Poesia consola
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O uso obsessivo da terminação em ora (chora, ignora, mora, demora, agora, ora, hora, contorna, decora) funciona como o próprio eco mencionado no texto. O jogo sonoro agora, ora, ora, ora imita o tique-taque do relógio e a angústia da espera pelo momento da vazão lírica. O eu lírico experimenta um estranhamento de si mesmo (coisas que meu nome ignora). O inconsciente e a alma guardam verdades profundas que a mente racional (o nome, a identidade social) tenta reprimir ou desconhece, gerando um doloroso processo de espelhamento com o mundo exterior. O sofrimento humano é avassalador, mas encontra uma fronteira física quando o lápis a mensagem contorna. Escrever, aqui, é dar forma e limite à dor, transformando o caos interno em arte visível. Nos versos finais, ocorre uma virada de chave. O que antes machucava ganha beleza (me decora) e se resolve no ato da leitura e da criação (me consola). A poesia deixa de ser apenas o registro do choro e passa a ser o próprio remédio para a alma. Meu abraço poético.

5 de agosto de 2026 20:47

Quando a Alma chora, a Poesia consola
Apegaua disse:

Boa, bravos.
Parabéns pela arte.
Apegaua

2 de agosto de 2026 15:01

Quando a Alma chora, a Poesia consola
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...é isso, meu amigo...,...as palavras, em geral, quando bem direcionadas, têm esse poder de nos transportar para um universo outro -mais adequado aos nossos anseios, distanciando, de alguma forma, as coisas do espírito para um etéreo qualquer (esse \"qualquer\" aqui fica por conta do que o meu entendimento não alcança por completo)...,...e quando adensadas em forma de poesia, isso se eleva a potências outras...,...e é isso o que tu fazes com sensibilidade além da conta -ditas versos \"consolantes\" não só à tua alma, mas também às de quem o lê... /// Abçs.

2 de agosto de 2026 11:05

Quando a Alma chora, a Poesia consola
Sergio Neves disse:



2 de agosto de 2026 10:30

O chão do altar
Ayalah Verônica Berg disse:

Interessante... meu pai é católico, daqueles que vão até em missa... hehe.
Ficou bem bonito teu poema...

31 de julho de 2026 10:51

Carona
Ayalah Verônica Berg disse:

Lindo poema... me identifiquei, estou sempre observando e fingindo alguma coisa... hehe.

30 de julho de 2026 12:08

Carona
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...meu amigo...,...dissertaste sobre essa tua \"aventura\" com enorme doses de realismo e sensibilidade...,...me senti como sendo eu o próprio carona...,...tens muito \"tato\" para a escrita... // ...agradável leitura! /// Abçs.

29 de julho de 2026 11:59

As fomes
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Na casa de quem amamos muito sempre temos mais fome, são vários tipos de fome: de alimento, de aconchego, das histórias, da voz, do estilo de vida, fome de estar no meio de gente que conversa, brinca, prosea, fome de deitar qualquer hora, que dá vontade de ficar ouvindo bate-pago dos mais velhos, fome das histórias antigas de categoria do fantástico, enfim são dessas fomes que fazemos memórias dos que foram e dos que ainda nos alinham de saberes!

28 de julho de 2026 15:25

Caderno Perdido
Apegaua disse:

Pega um pedaço de barbante virge e da sete nós tortos, pega o barbante com os nós e joga pelo lugar que acha que foi onde perdeu.
Mas só faça isso se tiver fé vos garanto que até o dia de todos os Santos, com a esfomedade que você escreve, se não encontrar o caderno.
Já vai ter as mãos um novo.
Abraços.
Apegaua.

25 de julho de 2026 23:09

Orvalho
Apegaua disse:

Acho que o amigo poeta, esta tomando todas, esta tendo muitas visões.
Abraços.
Apegaua

25 de julho de 2026 23:00

Caderno Perdido
Ayalah Verônica Berg disse:

Lindo... O tempo apaga tudo, em mim, até as memórias... as boas.

25 de julho de 2026 18:11

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