Comentários recebidos nos poemas por Francisco Queiroz



Quem você pensa que é?
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Nossa que massa! Lembrei de quando eu era criança que fazia de tudo um pouco, inventava brincadeiras, criava ilusões mentais, criava histórias em pensamento, vivia no mundo do imaginário, as vezes nas brincadeiras tentava colocar em prática partes das minhas imaginações. Eu seria um Dom Quixote nas maluquices... O seu poema dispertou memórias de outroras vividas nos devaneios das utopias malucas que me formaste! Por isso, curti e favoritei o seu poema naturalista!

12 de abril de 2026 11:27

Os passantes e o vagante
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema descreve o morador de rua como um ser camuflado, uma paisagem que só é notada quando causa náusea ou piedade. A metáfora do espelho empoeirado é central: ele reflete o que a sociedade não quer ver em si mesma — a fragilidade e o abandono. O personagem afirma ter fugido do cálculo e da engenharia. Isso sugere uma escolha, ou uma aceitação, de viver fora das métricas de produtividade e lógica da sociedade moderna. Ele não é apenas alguém sem casa, é alguém fora do mapa. O texto destaca o sorriso fácil e a lucidez. Ao dizer que não há culpados, o vagante assume uma postura quase estoica, aceitando a realidade sem amargura ou embriaguez, o que confere a ele uma superioridade moral e intelectual. O detalhe final é o mais tocante: em suas vestes não tem bolsos. Se ele não tem bolsos, ele não tem nada a carregar ou esconder. No entanto, ele carrega algo imaterial: um pequeno bilhete no boné. Esse bilhete de saudade e incompreensão humaniza o personagem, revelando que, embora tenha rompido com a engenharia social, ele ainda está ligado ao mundo pelos fios invisíveis do sentimento. É uma obra que transforma o andar sem destino em um ato de resistência silenciosa, onde a fome e o cansaço são aceitos com uma calma perturbadora para quem observa de fora. Parabéns pelo poema! Abraço fraterno.

9 de abril de 2026 20:46

O LEÃO e o cardápio
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema ilustra o duelo entre o hemisfério esquerdo do cérebro (tabelas, extratos, números) e o direito (rimas, estrofes, versos). A missão de prestar contas é constantemente sabotada pela pulsão criativa. O eu lírico se perde nos títulos enquanto deveria se encontrar nos comprovantes. A parte mais criativa é o cardápio do Leão. Você constrói uma progressão fatalista e cômica: Entrada: O CPF (a identidade mínima). Prato Principal: O xadrez (a prisão/malha fina). Sobremesa: A penhora (o confisco do que restou). A expressão malha fina e fria é um ótimo jogo de palavras. Ao mesmo tempo que remete ao sistema de fiscalização, traz a sensação tátil da rede de um caçador ou da pele de um predador, reforçando o medo da mordida financeira. O poema começa calmo (sentei-me), passa pela distração e termina em um tom de urgência (se eu não me entregar / ele me devora). O ritmo curto dos versos mimetiza o estado de dispersão e ansiedade de quem está atrasado com o fisco. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.

7 de abril de 2026 20:06

O LEÃO e o cardápio
Arthur Santos disse:

Grandes verdades. Belo poema.

7 de abril de 2026 13:47

Potinho
Maria dorta disse:

Lindo poema! A alma parece sair do corpo e querer boas ao infinito ao te ler. Que inspiração maravilhosa! Parabéns!

5 de abril de 2026 17:10

O fluir de um sussurro
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Top das Galáxias esse seu poema! Apresentou os quatro elementos da natureza de forma poética! Um movimento cíclico o fluir da vida, a física quântica está presente em todo seu poema! Parabéns!!!

31 de março de 2026 11:51

SEMENTE DE IPÊ
Shmuel disse:

Que lindo!
Temos o dever de exaltar nossa flora

Abraços.

27 de março de 2026 09:30

Pedacinho de Terra
jroberto.bsb disse:

Mais uma vez, parabéns pelo belo poema!

14 de março de 2026 10:25

O Poeta e a Poesia
jroberto.bsb disse:

Com abraço em Cora Coralina, só poderia ser mesmo um poeta e nascer uma bela poesia. Parabéns! Nunca deixe sua inspiração descansando sobre nuvens. Nuvens se dispersam com o vento e levarão seus poemas.

13 de março de 2026 19:27

Árvore: luz e sombra
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Parabéns poeta, lindo poema. Bom dia.

12 de março de 2026 11:53

Linha Urbana
Arthur Santos disse:

Bem conseguidos o ritmo e a musicalidade.

10 de março de 2026 12:31