Comentários recebidos nos poemas por Francisco Queiroz



O Trono do Nada
Apegaua disse:

Vigi meu padrinho. o homem desandou como poeta, tem até trono.
Ficou soberbo, bom de se ler e comentar, por isso vou lhe mandar um bravo.
Era assim que o pai poeta chamava o filho, quando a escrita era interessante.
Uma vez eu também sentei num trono assim e fiquei a imaginar as coisas simples do entorno.
Uma porção de jaqueira, todas apinhadas de jacas, era um lindo dia de verão, ai veio o pai e falou.
_ Bravo, você já viu como esta a atmosfera?
Então saindo do sonho das coisas simples, respondo ao Pai.
É Pai esse ano
todas elas carregaram....
Abraços
Apegaua

30 de maio de 2026 19:12

O Sopro
Apegaua disse:

Bravos, ficou perfeito com cada palavra se encaixando no devido lugar e não ocupando se o tempo com o que se queria dizer.
Parabéns Queiroz, se você for bom com a bicuda, {enxada] como e com a caneta, pode estar certo que tem vaga a qualquer hora
Aqui no sitio dos pés juntos.
Abraços
Apegaua

30 de maio de 2026 06:08

Migalhas brilhantes
Apegaua disse:

Perguntei a um velho violeiro e amigo de pescaria, aqui do lugar.
O que você quis dizer com o seu poema. Migalhas brilhantes.
Primeiro perguntei se ele tinha entendido, falou me que Tim, Tim por, Tim, Tim.
Então. pedi a ele que interpretasse o poema.
E olha o que o cabra me disse.
Que tudo se passou, numa mata perto de uma cachoeira, cada um em sua vigia, com as papos amarelas pronta para abrir fogo na caça.
E que as migalhas brilhando, era que era o mister de tal caçada, pois o bicho de longe avistava. E ainda falou me que se não prestei atenção na parte de sempre se estar acompanhado, pois em tal cachoeira existe lama e se alguem atolar, o outro ajuda a puxar.
Fiquei serio, não ri, pois o cabra violeiro e nervoso e sempre anda com uma foice num ombro e a viola no outro.
E jurou de pé junto, que o poeta deve ser um ótimo casador, ai perguntei a ele, qual a caça que se mata com migalhas reluzentes.
Ele foi categórico, a pintada.
Abraços meu amigo, fica zangado não.
Pois cada leitor, faz a interpretação, querendo acrescentar.
Apegaua.


28 de maio de 2026 10:25

PINGADO
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns pelo tom de realismo poético!

27 de maio de 2026 06:33

Tropeço
Noétrico disse:

Muito bom, universal...

26 de maio de 2026 13:56

Tropeço
Diógenes Fabricius disse:

Lindo!

26 de maio de 2026 13:28

A espera pelo café
Apegaua disse:

Rapaz, eu prezo muito o Mestre e Poeta Shmuel para não embarcar na canoa do mesmo e tomar esse danado de café com bolhas.
Olha que já tomei por aqui vários feituras de café mas esse com bolha vos confesso que ainda nem tomei.
E isso ai seu dito, pequeno mas já veio abrindo polemica.
Parabéns poeta, o que mais preso em Você e esse carinho por essa pessoa maravilhosa ao seu lado.
Grande abraço para os dois.
Apegaua

25 de maio de 2026 16:20

Demanda Inventada
Ayalah Verônica Berg disse:

Gostei!

24 de maio de 2026 21:53

PECULIAR
Shmuel disse:

Muito bom poeta!

Um excelente dia!

24 de maio de 2026 10:31

o outro
Pietro Guilherme Piazera disse:

lindo poema meu amigo, bom final de semana.
abraços

23 de maio de 2026 10:42

Rastros...
Apegaua disse:

Perfeito.
Bravos.
Abraços.
Apegaua

19 de maio de 2026 12:33

Cochilo
Shmuel disse:

Rápido, preciso e fofo.

Excelente dia!

17 de maio de 2026 11:43

NITIDEZ
jroberto.bsb disse:



15 de maio de 2026 16:52

NITIDEZ
jroberto.bsb disse:

A inteligência realmente passou a ser artificial e vamos nos afastando uns dos outros e pior: vamos nos afastando de nós mesmos.
Sábias as sua colocações. Parabéns!

15 de maio de 2026 16:52

A espera pelo café
Shmuel disse:

Café é tudo de bomn Seu poema também .

Excelente dia!

14 de maio de 2026 09:35

ASSOMBRO
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Que incógnita! Desse jeito, o ato de produzir nos condiciona uma vez objetivando o ato, este que outrora foi exteriorizado e por fim volta para o leitor de forma que interiorizam os elementos dogmáticos como regras para ser seguidas, o perigo se estabelece quando esse ato de produzir objetivado há uma amplitude daquilo anteriormente era exteriorizado, essa lupa de ampliação do escrito é o fundamento da alienação. A poesia deve ser deslienante, o seu poder coercitivo permeia entre a linguagem conotativa e denotativa para transmitir na mão do poeta e poetisa as verdades da estética! Parabéns!!! Aa cenas sempre virão na mente no poeta!!! Parabéns!

8 de maio de 2026 21:23

O cristão
Ayalah Verônica Berg disse:

Gostei.

6 de maio de 2026 18:41

Mármore
Ayalah Verônica Berg disse:

Gostei.

1 de maio de 2026 15:01

Ofício
Noétrico disse:

‘Primeiro’
‘Dúvida’

Referências entre os meus.

1 de maio de 2026 12:32

O peso de uma Flor
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Top demais esse seu poema, parabéns, poeta!!!

22 de abril de 2026 13:30

Doce Domingo 
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Kkkkk. Pura verdade, poeta, parabéns pela bela metáfora com tom de sinestesia!

21 de abril de 2026 09:23

Quem você pensa que é?
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Nossa que massa! Lembrei de quando eu era criança que fazia de tudo um pouco, inventava brincadeiras, criava ilusões mentais, criava histórias em pensamento, vivia no mundo do imaginário, as vezes nas brincadeiras tentava colocar em prática partes das minhas imaginações. Eu seria um Dom Quixote nas maluquices... O seu poema dispertou memórias de outroras vividas nos devaneios das utopias malucas que me formaste! Por isso, curti e favoritei o seu poema naturalista!

12 de abril de 2026 11:27

Os passantes e o vagante
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema descreve o morador de rua como um ser camuflado, uma paisagem que só é notada quando causa náusea ou piedade. A metáfora do espelho empoeirado é central: ele reflete o que a sociedade não quer ver em si mesma — a fragilidade e o abandono. O personagem afirma ter fugido do cálculo e da engenharia. Isso sugere uma escolha, ou uma aceitação, de viver fora das métricas de produtividade e lógica da sociedade moderna. Ele não é apenas alguém sem casa, é alguém fora do mapa. O texto destaca o sorriso fácil e a lucidez. Ao dizer que não há culpados, o vagante assume uma postura quase estoica, aceitando a realidade sem amargura ou embriaguez, o que confere a ele uma superioridade moral e intelectual. O detalhe final é o mais tocante: em suas vestes não tem bolsos. Se ele não tem bolsos, ele não tem nada a carregar ou esconder. No entanto, ele carrega algo imaterial: um pequeno bilhete no boné. Esse bilhete de saudade e incompreensão humaniza o personagem, revelando que, embora tenha rompido com a engenharia social, ele ainda está ligado ao mundo pelos fios invisíveis do sentimento. É uma obra que transforma o andar sem destino em um ato de resistência silenciosa, onde a fome e o cansaço são aceitos com uma calma perturbadora para quem observa de fora. Parabéns pelo poema! Abraço fraterno.

9 de abril de 2026 20:46

O LEÃO e o cardápio
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema ilustra o duelo entre o hemisfério esquerdo do cérebro (tabelas, extratos, números) e o direito (rimas, estrofes, versos). A missão de prestar contas é constantemente sabotada pela pulsão criativa. O eu lírico se perde nos títulos enquanto deveria se encontrar nos comprovantes. A parte mais criativa é o cardápio do Leão. Você constrói uma progressão fatalista e cômica: Entrada: O CPF (a identidade mínima). Prato Principal: O xadrez (a prisão/malha fina). Sobremesa: A penhora (o confisco do que restou). A expressão malha fina e fria é um ótimo jogo de palavras. Ao mesmo tempo que remete ao sistema de fiscalização, traz a sensação tátil da rede de um caçador ou da pele de um predador, reforçando o medo da mordida financeira. O poema começa calmo (sentei-me), passa pela distração e termina em um tom de urgência (se eu não me entregar / ele me devora). O ritmo curto dos versos mimetiza o estado de dispersão e ansiedade de quem está atrasado com o fisco. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.

7 de abril de 2026 20:06

O LEÃO e o cardápio
Arthur Santos disse:

Grandes verdades. Belo poema.

7 de abril de 2026 13:47

Potinho
Maria dorta disse:

Lindo poema! A alma parece sair do corpo e querer boas ao infinito ao te ler. Que inspiração maravilhosa! Parabéns!

5 de abril de 2026 17:10

O fluir de um sussurro
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Top das Galáxias esse seu poema! Apresentou os quatro elementos da natureza de forma poética! Um movimento cíclico o fluir da vida, a física quântica está presente em todo seu poema! Parabéns!!!

31 de março de 2026 11:51

SEMENTE DE IPÊ
Shmuel disse:

Que lindo!
Temos o dever de exaltar nossa flora

Abraços.

27 de março de 2026 09:30

Pedacinho de Terra
jroberto.bsb disse:

Mais uma vez, parabéns pelo belo poema!

14 de março de 2026 10:25

O Poeta e a Poesia
jroberto.bsb disse:

Com abraço em Cora Coralina, só poderia ser mesmo um poeta e nascer uma bela poesia. Parabéns! Nunca deixe sua inspiração descansando sobre nuvens. Nuvens se dispersam com o vento e levarão seus poemas.

13 de março de 2026 19:27

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