Ouço o som no telhado...
Não é chuva, são folhas
As últimas a deixar o outono.
O quintal fica forrado,
Pena que não escorrem...
Então, a vassoura faz o tom de enxurrada.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 28 de junho de 2026 11:17
- Comentário do autor sobre o poema: Não sei vocês, mas eu sou fascinado pela sonoplastia da vida real: a catraca da bicicleta, as folhas ao vento e a vassoura na calçada (porque falar de chuva e pássaros já é até apelação, né? Quem não gosta?). O poema de hoje nasceu justamente de um desses ruídos cotidianos que enganam o ouvido.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 22
- Usuários favoritos deste poema: Gino, Sinvaldo de Souza, Michel F.M.
- Em coleções: Naruteza, Urbano.

Offline)
Comentários1
Parabéns, poeta! Usou bem a metáfora com a pegada de sinestesia no final da poesia! Gostei! A vassoura, tom de enxurrada.
Obrigado, Sinvaldo
Admiro muito o teu trabalho aqui no site...
Abraços
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