um assovio corta
a frio a mente dormente
a vida não é tão
diferente
-
Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Online) - Publicado: 14 de junho de 2026 10:28
- Comentário do autor sobre o poema: Escrevi este poema pela manhã, enquanto estava sentado com o celular na mão. Não tinha nem tomado café ainda, estava em transe, olhando para a tela sem nenhum porquê aparente. Foi quando um bem-te-vi pousou no fio do varal e assoviou três vezes até que eu o percebesse. Ele foi embora em seguida, mas aquilo cortou a minha inércia. Refleti, então, que a vida do bem-te-vi é curta, assim como a minha, e que é por isso que ele é tão diligente...
- Categoria: Haiku
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua
- Em coleções: Naruteza.

Online)
Comentários2
Achei lindo.
Obrigado pela visita, Ayalah!
Que bom que foi um bente vi, por aqui quando escutamos um assobio, danamos a correr.
Por que pode ser ele, o de uma só perna, que ronda as bananeiras.
Quando o assobio esta longe, ele esta por perto.
Quando escutamos o assobio por perto, ele esta longe..
Da tanto medo, que a noite para colocar a cara fora da porta, só com lanterna a clarear.
Toma cuidado que desconfio que no grupo, tem uma poetisa que vira vampira.
Abraços amigo.
Apegaua
Eu não acredito em assombração, mas morro de medo! Aqui ele se disfarça de redemoinho, por isso nunca vi, a casa enche de poeira, que sacana...
Apegaua, muita vida é o que desejo
Abraços
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.