Quando acaba a infância?
As estrelas da galáxia riram
Ainda estamos na primeira.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de junho de 2026 12:45
- Comentário do autor sobre o poema: Não sei de onde vem a sensação, mas não consigo ver nada velho, parece tudo tão fresco, tudo tão inédito... Um sentimento de deslumbre, como o de uma criança.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 16
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua
- Em coleções: Naruteza, Silêncios.

Offline)
Comentários1
Meu amigo, muito bom o dito.
Mas a criança dentro de nos tabem envelhece.
Rapaz, muita chuva e frio por aqui no Sudeste.
Tranquei minha adega e liberei o alambique.
Toresmo de porco, na farinha e cana para dentro.
Espantar o frio.
Abraços.
Apegaua.
Aguenta firme aí, já que esse frio vai se embora, ainda bem que é el-ninho, imagina a bagunça se fosse el-hombre...
E sobre a criança discordo, a sua criança interior, por exemplo, ainda é bem sapeca...
Abraço amigo,
Se cuide, chá também faz bem.
Mas não é. eu falo para o pessoal por aqui, para antes de pegar a lida, tomar um chá, e olha que temos
Bastantes ervas, mas eles não me escutam e só tomam o cháçaça, por que e de cana e sendo de cana e natural.
Fazer o que.
Obrigado amigo pelo conselho.
Abraços e lembranças minhas ao mais velho.
Apegaua
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