O Sopro

Francisco Queiroz

Quando o pranto nascer da alegria,

E o cansaço criar asas no amor,

Quando o último suspiro for apenas

O sopro que anuncia uma nova vida...

 

Recordaremos, então, com clareza,

Que não somos menores que o sol,

Nem maiores que o mais humilde ser,

Mas partes de um todo indivisível.

 

Somos irmãos na mesma jornada,

Filhos da mesma luz infinita,

Fragmentos de um universo magnífico,

Pulsando em cada coração desperto...

  • Autor: Francisco Queiroz (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 29 de maio de 2026 21:54
  • Comentário do autor sobre o poema: Entre o primeiro pranto e o último sopro, o universo aprende a chamar-se vida.
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 2
  • Usuários favoritos deste poema: Apegaua
  • Em coleções: Naruteza.
Comentários +

Comentários1

  • Apegaua

    Bravos, ficou perfeito com cada palavra se encaixando no devido lugar e não ocupando se o tempo com o que se queria dizer.
    Parabéns Queiroz, se você for bom com a bicuda, {enxada] como e com a caneta, pode estar certo que tem vaga a qualquer hora
    Aqui no sitio dos pés juntos.
    Abraços
    Apegaua



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