Comentários recebidos nos poemas por Sinvaldo de Souza Gino
Viver o último dia em Deus para permanecer Nele.
Francisco Queiroz disse:
Caríssimo poeta, que texto inspirador! Fez-me refletir sobre algumas ideias que deixo aqui para somar.
Kairos: O tempo da oportunidade, o momento qualitativo, o \"agora\" que não pode ser medido, apenas vivido. O tempo da Graça.
Memento Mori: \"Lembra-te de que és mortal.\"
\"Executa cada ato da tua vida como se fosse o último.\" — Marco Aurélio
Kairos vem da minha época de retiros da igreja. Memento Mori, um conselho que ganhei de alguém que considero sábio. E a frase do imperador é um mantra que tento praticar como chamada de consciência.
Um abraço fraterno.
Gratidão!
24 de abril de 2026 20:21
Francisco Queiroz disse:
Caríssimo poeta, que texto inspirador! Fez-me refletir sobre algumas ideias que deixo aqui para somar.
Kairos: O tempo da oportunidade, o momento qualitativo, o \"agora\" que não pode ser medido, apenas vivido. O tempo da Graça.
Memento Mori: \"Lembra-te de que és mortal.\"
\"Executa cada ato da tua vida como se fosse o último.\" — Marco Aurélio
Kairos vem da minha época de retiros da igreja. Memento Mori, um conselho que ganhei de alguém que considero sábio. E a frase do imperador é um mantra que tento praticar como chamada de consciência.
Um abraço fraterno.
Gratidão!
24 de abril de 2026 20:21
Conto: “Diabo-Véio, Ouro e Cachaça” – Vila Boa
Francisco Queiroz disse:
Que delícia passear na história tão bem narrada de nossa querida cidade de Goiás Velho! Sempre que posso, vou lá passear. A cidade é pura poesia. Parabéns, poeta, ficou excelente! Um abraço fraterno!
22 de abril de 2026 21:27
Francisco Queiroz disse:
Que delícia passear na história tão bem narrada de nossa querida cidade de Goiás Velho! Sempre que posso, vou lá passear. A cidade é pura poesia. Parabéns, poeta, ficou excelente! Um abraço fraterno!
22 de abril de 2026 21:27
Mar da vida
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O autor utiliza o mar para representar a impermanência. A alternância entre calmas e serenas e tempestuosas e bravas, reflete o ciclo da vida — momentos de tranquilidade seguidos por crises inevitáveis. O trecho: aprendo a navegar e com as ondas, eu me adapto, revela uma postura estoica: o navegador não controla o mar, mas controla a si mesmo e a sua capacidade de flutuar. A comparação das águas com lágrimas (salgadas) e com o amor (doces) humaniza o cenário natural. O autor aceita que a dor e o prazer são componentes indissociáveis da mesma substância (a vida), e que ambos são necessários para viver com fervor. O pôr do sol e a calmaria final sugerem um estado de aceitação e plenitude. A harmonia mencionada no último verso indica que a paz não vem da ausência de problemas, mas da compreensão de como superá-los. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
22 de abril de 2026 20:35
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O autor utiliza o mar para representar a impermanência. A alternância entre calmas e serenas e tempestuosas e bravas, reflete o ciclo da vida — momentos de tranquilidade seguidos por crises inevitáveis. O trecho: aprendo a navegar e com as ondas, eu me adapto, revela uma postura estoica: o navegador não controla o mar, mas controla a si mesmo e a sua capacidade de flutuar. A comparação das águas com lágrimas (salgadas) e com o amor (doces) humaniza o cenário natural. O autor aceita que a dor e o prazer são componentes indissociáveis da mesma substância (a vida), e que ambos são necessários para viver com fervor. O pôr do sol e a calmaria final sugerem um estado de aceitação e plenitude. A harmonia mencionada no último verso indica que a paz não vem da ausência de problemas, mas da compreensão de como superá-los. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
22 de abril de 2026 20:35
Conto: O cisne, o juramento e a sombra na casa.
Francisco Queiroz disse:
Que viagem! Uma síntese poética impecável de um peso mitológico. Obrigado por isso, poeta. Um abraço!
20 de abril de 2026 21:43
Francisco Queiroz disse:
Que viagem! Uma síntese poética impecável de um peso mitológico. Obrigado por isso, poeta. Um abraço!
20 de abril de 2026 21:43
Conto: O cisne, o juramento e a sombra na casa.
Shmuel disse:
Parabéns ao poeta Sinvaldo de Souza Gino. Adoro a mitologia greco-romana e foi uma grata satisfação me deparar com seu primoroso texto.
Abraços
20 de abril de 2026 10:35
Shmuel disse:
Parabéns ao poeta Sinvaldo de Souza Gino. Adoro a mitologia greco-romana e foi uma grata satisfação me deparar com seu primoroso texto.
Abraços
20 de abril de 2026 10:35
Conto: O despacho.
Francisco Queiroz disse:
Rapaz, você me fez lembrar da minha avó. Ela contava histórias das \"presepadas\" dos irmãos dela, como ela dizia, de quando era menina no interior de Pernambuco. Eu adorava ouvir e você me fez relembrar. Obrigado, meu caro poeta.
18 de abril de 2026 08:27
Francisco Queiroz disse:
Rapaz, você me fez lembrar da minha avó. Ela contava histórias das \"presepadas\" dos irmãos dela, como ela dizia, de quando era menina no interior de Pernambuco. Eu adorava ouvir e você me fez relembrar. Obrigado, meu caro poeta.
18 de abril de 2026 08:27
O poder da Mão
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! A mão é usada como uma metonímia para o agir humano. O texto enfatiza que a mesma ferramenta (ou talento/capacidade) que possui o potencial para o bem absoluto (cura, pão, benção) também carrega a semente da destruição (arma, ruína, mata). O poema estrutura-se em antíteses constantes. Isso mostra que a natureza humana não é linear, mas sim uma mão dupla que pode criar ou destruir dependendo da intenção que a move. Ao contrastar a mão que se fecha e se isola com a que se abre e se doa, o texto sugere que o destino — seja a vida ou a morte, a construção ou a ruína — está literalmente em nossas mãos. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 19:51
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! A mão é usada como uma metonímia para o agir humano. O texto enfatiza que a mesma ferramenta (ou talento/capacidade) que possui o potencial para o bem absoluto (cura, pão, benção) também carrega a semente da destruição (arma, ruína, mata). O poema estrutura-se em antíteses constantes. Isso mostra que a natureza humana não é linear, mas sim uma mão dupla que pode criar ou destruir dependendo da intenção que a move. Ao contrastar a mão que se fecha e se isola com a que se abre e se doa, o texto sugere que o destino — seja a vida ou a morte, a construção ou a ruína — está literalmente em nossas mãos. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 19:51
Mulher
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema utiliza o campo semântico das plantas para descrever a mulher (jardim suspenso, flores, raiz, pétala). Essa escolha reforça a ideia da mulher como o próprio ciclo da vida: ela não é apenas a flor (beleza), mas também a raiz (sustentação) e o espinho (proteção/dor). O termo jardim suspenso, evoca algo raro e majestoso, como uma das maravilhas do mundo antigo. És vida que arrisca a vida: Esta antítese resume a coragem intrínseca à maternidade, onde a doação de si permite a existência do outro. O poema utiliza referências teológicas para conferir autoridade e profundidade à mulher: Mãe do verbo que se fez carne: Esta é uma clara alusão cristã ao mistério da encarnação. Ao usar essa frase, o autor coloca a mulher no centro da história da salvação e da criação linguística (grafia do amor). A mulher é apresentada como a antítese do estéril; sem ela, o mundo não teria substância nem cor. O poema é construído em quadras (estrofes de quatro versos) com um ritmo fluido que sugere o pulsar mencionado no texto. A linguagem é reverente e utiliza muitos substantivos abstratos (gratidão, eternidade, porvir, existência) para construir uma imagem idealizada e poderosa. É uma ode à potência geradora feminina, que equilibra a delicadeza da flor com a força brutal da sobrevivência e da criação. Saudações poéticas.
16 de abril de 2026 20:09
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema utiliza o campo semântico das plantas para descrever a mulher (jardim suspenso, flores, raiz, pétala). Essa escolha reforça a ideia da mulher como o próprio ciclo da vida: ela não é apenas a flor (beleza), mas também a raiz (sustentação) e o espinho (proteção/dor). O termo jardim suspenso, evoca algo raro e majestoso, como uma das maravilhas do mundo antigo. És vida que arrisca a vida: Esta antítese resume a coragem intrínseca à maternidade, onde a doação de si permite a existência do outro. O poema utiliza referências teológicas para conferir autoridade e profundidade à mulher: Mãe do verbo que se fez carne: Esta é uma clara alusão cristã ao mistério da encarnação. Ao usar essa frase, o autor coloca a mulher no centro da história da salvação e da criação linguística (grafia do amor). A mulher é apresentada como a antítese do estéril; sem ela, o mundo não teria substância nem cor. O poema é construído em quadras (estrofes de quatro versos) com um ritmo fluido que sugere o pulsar mencionado no texto. A linguagem é reverente e utiliza muitos substantivos abstratos (gratidão, eternidade, porvir, existência) para construir uma imagem idealizada e poderosa. É uma ode à potência geradora feminina, que equilibra a delicadeza da flor com a força brutal da sobrevivência e da criação. Saudações poéticas.
16 de abril de 2026 20:09
A representação do real
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O texto defende que a existência das coisas depende da percepção humana: Existir é ser visto. Para o eu lírico, o objeto (a pedra, o rio, o céu) não tem significado ou existência real sem um sujeito que o nomeie, sinta ou observe. O poema destaca o poder do verbo e da arte: A pedra só é pedra se o nome damos. O rio só corre quando o verso o inventa. Aqui, a palavra não apenas descreve o mundo, ela o funda. Sem a linguagem e a interpretação, a realidade seria uma matéria bruta e sem sentido. O real é descrito como um tecido que a mente borda. Isso sugere que o que chamamos de verdade é, na verdade, uma interpretação moldada pelos nossos desejos, sentidos (a pupila aberta) e sentimentos (a alma). O mundo deixa de ser um fato para se tornar uma moldura. A estrofe que diz que cada homem é prisioneiro e rei do mundo que concebe é poderosa: Rei: Porque somos os criadores da nossa própria realidade. Prisioneiro: Porque estamos limitados à nossa própria percepção, incapazes de ver o real além do nosso próprio olhar (o espelho).
O tom é ensaístico e reflexivo, utilizando metáforas visuais (moldura, quadro, tintas, espelho) para reforçar a ideia de que a realidade é uma imagem processada pelo olho que a decifra. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
13 de abril de 2026 20:51
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O texto defende que a existência das coisas depende da percepção humana: Existir é ser visto. Para o eu lírico, o objeto (a pedra, o rio, o céu) não tem significado ou existência real sem um sujeito que o nomeie, sinta ou observe. O poema destaca o poder do verbo e da arte: A pedra só é pedra se o nome damos. O rio só corre quando o verso o inventa. Aqui, a palavra não apenas descreve o mundo, ela o funda. Sem a linguagem e a interpretação, a realidade seria uma matéria bruta e sem sentido. O real é descrito como um tecido que a mente borda. Isso sugere que o que chamamos de verdade é, na verdade, uma interpretação moldada pelos nossos desejos, sentidos (a pupila aberta) e sentimentos (a alma). O mundo deixa de ser um fato para se tornar uma moldura. A estrofe que diz que cada homem é prisioneiro e rei do mundo que concebe é poderosa: Rei: Porque somos os criadores da nossa própria realidade. Prisioneiro: Porque estamos limitados à nossa própria percepção, incapazes de ver o real além do nosso próprio olhar (o espelho).
O tom é ensaístico e reflexivo, utilizando metáforas visuais (moldura, quadro, tintas, espelho) para reforçar a ideia de que a realidade é uma imagem processada pelo olho que a decifra. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
13 de abril de 2026 20:51
A representação do real
Francisco Queiroz disse:
Fez-me lembrar o livro O Caibalion: \"O Universo é Mental\" e sua poesia é a prova de que o olho que vê é o mesmo que cria. Parabéns, poeta!
12 de abril de 2026 11:09
Francisco Queiroz disse:
Fez-me lembrar o livro O Caibalion: \"O Universo é Mental\" e sua poesia é a prova de que o olho que vê é o mesmo que cria. Parabéns, poeta!
12 de abril de 2026 11:09
Paradigma da antítese
Francisco Queiroz disse:
Só podemos perder o que nunca foi nosso, já dizia um célebre padre que conheci, sempre que alguém ia ter com ele. Aí fica a provocação filosófico-poética: o que realmente é nosso, se até o nome nos é dado? Obrigado pela bela reflexão poética, caríssimo!
\"Tudo o que não se pode perder num naufrágio é o que se possui verdadeiramente.\" — Provérbio Indiano
11 de abril de 2026 08:34
Francisco Queiroz disse:
Só podemos perder o que nunca foi nosso, já dizia um célebre padre que conheci, sempre que alguém ia ter com ele. Aí fica a provocação filosófico-poética: o que realmente é nosso, se até o nome nos é dado? Obrigado pela bela reflexão poética, caríssimo!
\"Tudo o que não se pode perder num naufrágio é o que se possui verdadeiramente.\" — Provérbio Indiano
11 de abril de 2026 08:34
Sinestesia
Drica disse:
Tem um caso de uma garota com isso. Ficou incrível! :)
9 de abril de 2026 20:02
Drica disse:
Tem um caso de uma garota com isso. Ficou incrível! :)
9 de abril de 2026 20:02
Hipérbole do amor
Francisco Queiroz disse:
A hipérbole não conhece fronteiras. Boa alusão, parabéns, Poeta!
9 de abril de 2026 08:13
Francisco Queiroz disse:
A hipérbole não conhece fronteiras. Boa alusão, parabéns, Poeta!
9 de abril de 2026 08:13
Cercas de Pedra
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema transforma um elemento físico (as cercas) em um narrador. As pedras não são apenas limites de propriedade, mas testemunhos mudos que guardam o DNA da construção da cidade: o suor e a dor da mão de obra escravizada. Há uma tensão proposital logo no início entre a cidade antiga e nobre e as mãos escravas. O poema expõe que a nobreza arquitetônica e histórica de Goiás foi erguida sobre um sistema de opressão. A menção à pista dupla que cortou a cidade em dois é uma metáfora moderna. Mesmo com o progresso urbano e as intervenções físicas no espaço, a memória do que aquelas cercas representam (a divisão, o domínio e a resistência) permanece inalterada. O fechamento do poema muda o tom. O que começou como um relato de lamento termina como um monumento e símbolo de resistência. A pedra, que antes marcava a fronteira do senhor, agora é lida como a prova da força da alma que não se rendeu. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
3 de abril de 2026 20:05
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema transforma um elemento físico (as cercas) em um narrador. As pedras não são apenas limites de propriedade, mas testemunhos mudos que guardam o DNA da construção da cidade: o suor e a dor da mão de obra escravizada. Há uma tensão proposital logo no início entre a cidade antiga e nobre e as mãos escravas. O poema expõe que a nobreza arquitetônica e histórica de Goiás foi erguida sobre um sistema de opressão. A menção à pista dupla que cortou a cidade em dois é uma metáfora moderna. Mesmo com o progresso urbano e as intervenções físicas no espaço, a memória do que aquelas cercas representam (a divisão, o domínio e a resistência) permanece inalterada. O fechamento do poema muda o tom. O que começou como um relato de lamento termina como um monumento e símbolo de resistência. A pedra, que antes marcava a fronteira do senhor, agora é lida como a prova da força da alma que não se rendeu. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
3 de abril de 2026 20:05
A dor da fome
Francisco Queiroz disse:
Um achado essa sua poesia, meu caro. Retrata bem o que todo mundo sabe, em algum nível, mas guarda em silêncio. A poesia também é chamada de consciência. Obrigado pelo ponto de reflexão. Um abraço fraterno.
2 de abril de 2026 18:38
Francisco Queiroz disse:
Um achado essa sua poesia, meu caro. Retrata bem o que todo mundo sabe, em algum nível, mas guarda em silêncio. A poesia também é chamada de consciência. Obrigado pelo ponto de reflexão. Um abraço fraterno.
2 de abril de 2026 18:38
Pregado na Cruz
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Coitado foi usado para a salvação do povo. Hoje ele ressuscitou mas.....sofreu horrores. Pelo poder o homem faz atrocidades, assim como a mulher também. Menos é mais. Parabéns poeta. Boa tarde.
2 de abril de 2026 15:00
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Coitado foi usado para a salvação do povo. Hoje ele ressuscitou mas.....sofreu horrores. Pelo poder o homem faz atrocidades, assim como a mulher também. Menos é mais. Parabéns poeta. Boa tarde.
2 de abril de 2026 15:00
Poetas Goianos
Francisco Queiroz disse:
Belo passeio pela poesia de nosso estado. Parabéns, poeta!
31 de março de 2026 06:41
Francisco Queiroz disse:
Belo passeio pela poesia de nosso estado. Parabéns, poeta!
31 de março de 2026 06:41
Canto das Almas
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Muito lindo, as almas realmente choram ao meio a escuridão. Bom dia poeta.
30 de março de 2026 11:53
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Muito lindo, as almas realmente choram ao meio a escuridão. Bom dia poeta.
30 de março de 2026 11:53
Um Português que nos pariu
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O refrão: Não sei, só sei que foi assim, é a alma do poema. Você traz para o texto a malandragem, a inocência e a aceitação do destino que definem muito do ser brasileiro. É a explicação para o que não tem explicação. O português que nos pariu e Um Brasil que me pariu. Isso tira a língua do dicionário e a coloca no corpo, no nascimento. Um Manual de Sobrevivência, amarra o poema a uma base histórica. Você transforma o que poderia ser um estudo acadêmico em uma alma de um coração, celebrando o idioma como uma ferramenta de sobrevivência e de sonho. O trecho que nos une e nos divide é muito preciso. A língua brasileira é o que nos dá identidade, mas suas gírias e regionalismos criam micromundos que só quem vive aqui entende. O poema termina com uma nota de humildade (não sabemos nada), o que é muito coerente com a ideia de que a cultura é um mistério constante. Meu abraço poético.
27 de março de 2026 20:14
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O refrão: Não sei, só sei que foi assim, é a alma do poema. Você traz para o texto a malandragem, a inocência e a aceitação do destino que definem muito do ser brasileiro. É a explicação para o que não tem explicação. O português que nos pariu e Um Brasil que me pariu. Isso tira a língua do dicionário e a coloca no corpo, no nascimento. Um Manual de Sobrevivência, amarra o poema a uma base histórica. Você transforma o que poderia ser um estudo acadêmico em uma alma de um coração, celebrando o idioma como uma ferramenta de sobrevivência e de sonho. O trecho que nos une e nos divide é muito preciso. A língua brasileira é o que nos dá identidade, mas suas gírias e regionalismos criam micromundos que só quem vive aqui entende. O poema termina com uma nota de humildade (não sabemos nada), o que é muito coerente com a ideia de que a cultura é um mistério constante. Meu abraço poético.
27 de março de 2026 20:14
Um Português que nos pariu
Ernane Bernardo disse:
Boa tarde! Poeta Gino, nobre poeta que marailha de escrita, faço minha as palavras do amigo poeta P. Zevinsk, uma bela inspiração. Abraços poéticos.
27 de março de 2026 15:48
Ernane Bernardo disse:
Boa tarde! Poeta Gino, nobre poeta que marailha de escrita, faço minha as palavras do amigo poeta P. Zevinsk, uma bela inspiração. Abraços poéticos.
27 de março de 2026 15:48
Um Português que nos pariu
Paulo Zevinsk disse:
maravilhoso texto! admiro muito um poema consciente, que mais que entende, ele prende. não sei, só sei que foi assim. nascemos, crescemos, vivemos e logo chega o fim. sua análise sobre a língua e cultura me inspiraram. parabéns!
27 de março de 2026 15:14
Paulo Zevinsk disse:
maravilhoso texto! admiro muito um poema consciente, que mais que entende, ele prende. não sei, só sei que foi assim. nascemos, crescemos, vivemos e logo chega o fim. sua análise sobre a língua e cultura me inspiraram. parabéns!
27 de março de 2026 15:14
Dê flores em vida à quem você ama!
Maria dorta disse:
Bom exemplo e boa exortação!Aplausos!
24 de março de 2026 18:36
Maria dorta disse:
Bom exemplo e boa exortação!Aplausos!
24 de março de 2026 18:36
Mais uma segunda-feira
Maria dorta disse:
Belo poema desenhando com precisão o que é a vida moderna. Aplausos!
24 de março de 2026 18:23
Maria dorta disse:
Belo poema desenhando com precisão o que é a vida moderna. Aplausos!
24 de março de 2026 18:23
O Ranger da Porteira
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O ranger não é apenas um barulho; é o fio condutor da narrativa. Ele marca o ritmo do trabalho (a saída) e o ritmo do descanso (a volta). O som funciona como um relógio auditivo para quem vive na fazenda. O autor utiliza o silêncio do campo como uma tela, onde o ranger da porteira corta e anuncia. Esse contraste reforça a importância dos pequenos eventos na vastidão da natureza. O fechamento com os causos, o café e a mentira de pescador transporta o leitor para a dimensão do folclore e do convívio. O poema sai do trabalho individual do vaqueiro para o aconchego do coletivo. O estilo é direto e descritivo, com uma estrutura que simula o ciclo do dia: começa com o sol nascendo e termina com o boa noite, criando uma sensação de ordem e paz. Meu abraço poético.
23 de março de 2026 20:36
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O ranger não é apenas um barulho; é o fio condutor da narrativa. Ele marca o ritmo do trabalho (a saída) e o ritmo do descanso (a volta). O som funciona como um relógio auditivo para quem vive na fazenda. O autor utiliza o silêncio do campo como uma tela, onde o ranger da porteira corta e anuncia. Esse contraste reforça a importância dos pequenos eventos na vastidão da natureza. O fechamento com os causos, o café e a mentira de pescador transporta o leitor para a dimensão do folclore e do convívio. O poema sai do trabalho individual do vaqueiro para o aconchego do coletivo. O estilo é direto e descritivo, com uma estrutura que simula o ciclo do dia: começa com o sol nascendo e termina com o boa noite, criando uma sensação de ordem e paz. Meu abraço poético.
23 de março de 2026 20:36
Sinestesia
Shmuel disse:
Um sentido raro nos poetas! A sinestesia é um privilégio para poucos.
Abraços
23 de março de 2026 13:41
Shmuel disse:
Um sentido raro nos poetas! A sinestesia é um privilégio para poucos.
Abraços
23 de março de 2026 13:41
O Poço, lugar do encontro
Joaquim Saial disse:
Tradição antiga muto poética que se foi perdendo com o progresso. Poema que arranca memórias quase perdidas.
21 de março de 2026 20:32
Joaquim Saial disse:
Tradição antiga muto poética que se foi perdendo com o progresso. Poema que arranca memórias quase perdidas.
21 de março de 2026 20:32
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