Comentários recebidos nos poemas por Sinvaldo de Souza Gino



Memória de infância
Nalva Melo ( E.S.M) disse:

Lindo poema! E essa foi a minha fase da vida mais linda.

5 de junho de 2026 13:52

Fruto do Cerrado: Gravatá
LEIDE FREITAS disse:

Linda foto. Gostei.

4 de junho de 2026 09:57

Serra Dourada
LEIDE FREITAS disse:

Agora fiquei morrendo de vontade de conhecer essa serra dourada e o rio vermelho de Goiás.

Até breve, poeta Gino!

4 de junho de 2026 09:56

A minha Aurélia
LEIDE FREITAS disse:

Gostei bastante!

4 de junho de 2026 09:53

VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
LEIDE FREITAS disse:

Adorei Jerupensem. Um lugar encantado e acolhedor, apropriado para viver sem lenço e sem documentos.

Bom dia! Até breve!

4 de junho de 2026 09:52

VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
Shmuel disse:

Assim como Pasàrgada, Jerupensém é um bonito.

Abraços ao poeta!

3 de junho de 2026 13:07

VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
Francisco Queiroz disse:

Que saga hein, parabéns caríssimo, sua escrita é muito rica, parabéns pela entrega a poesia!

Um abraço

3 de junho de 2026 13:00

VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
Maria dorta disse:

Acredito que lá em Jerupensem você será aclamado ,não como amigo do Rei, mas como o próprio Rei com poesia desse jaez!. Parabéns!

3 de junho de 2026 11:57

Cerrado Goiano: Murici
Francisco Queiroz disse:

Eita, cerrado que é só inspiração, parabéns nobre Poeta!

29 de maio de 2026 22:09

Canção do Exílio Goiano
Salvador disse:

Poesia retratando a natureza do lugar de vivência. Maravilha de poesia.

23 de maio de 2026 16:35

Memória de infância
ania.lepp disse:

Ah que tão lindo e tocante poema, viajei no tempo, muito obrigada por essa emoção!
Abraço,
ania

22 de maio de 2026 20:37

Memória de infância
Francisco Queiroz disse:

Bela composição, de encher a alma, parabéns caríssimo.

22 de maio de 2026 12:10

Calendário de Ipês
Francisco Queiroz disse:

O ipê é um espetáculo, parabéns pela bela poesia.

21 de maio de 2026 07:02

Sino de Comentário: Para a Poetisa, Maria Dorta, que ouviu a Ponte.
Apegaua disse:

Rapaz, o seu dito em homenagem ficou um mimo, mas toma cuidado que a poetisa e braba que só.
Vá que puxe uma peixeira, o o sarau arrumado que o poeta se enfiou.
E se pedir socorro, esqueça a nossa amizade, pois quando vejo peixeira tremo mais que vara verde.
Abraços.
Apegaua.

19 de maio de 2026 13:12

Ponte de Verso e Rio
Maria dorta disse:

Uau! Que poema fantasticamente belo! Toca nossa alma e faz_ nos ouvir sinos a tocar. Parabéns!

19 de maio de 2026 10:13

Feliz Aniversário: Bolo Amargo
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! A festa de 80 anos é descrita com termos de estagnação e morte (bolo seco, velas sem chama, trono de pó), despindo o evento de qualquer alegria. As relações familiares são movidas por obrigação e interesse. Os parentes carregam culpa em vez de amor, medindo heranças e contando o tempo gasto com a matriarca. Dona Anita não é uma figura passiva; ela entende tudo e reage com desprezo visceral (cospe no chão o doce fingido, ri, desdentada) diante do banquete de falsidade. O aniversário funciona como uma contagem regressiva para a morte, onde a protagonista é o centro das atenções, mas permanece em absoluto vazio existencial. Alinhado à tradição clariceana citada no próprio texto, o poema usa a ironia do Feliz Aniversário para desmascarar a falência dos laços familiares, mostrando que a união ali celebrada é pura convenção social. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.

15 de maio de 2026 18:41

Mitologia: As Duas Rainhas do deus Ares
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Homenagem épico-lírica a Hipólita e Pentesileia, destacando o heroísmo, a tragédia e o legado das guerreiras amazonas. O texto constrói um paralelismo constante entre as duas irmãs, diferenciando seus destinos (uma morre pela diplomacia/traição, a outra pelo combate/dor). Poema longo composto por estrofes de quatro versos (quartetos) com rimas emparelhadas simples (AABB), garantindo um ritmo rápido e marcial. Uso de referências diretas à mitologia grega (Héracles, Aquiles, Hera) com um tom heroico e contemporâneo ao final. Transforma as figuras mitológicas em símbolos atemporais de resistência, força e emancipação feminina. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço fraterno.

14 de maio de 2026 20:43

Mitologia: As Duas Rainhas do deus Ares
Francisco Queiroz disse:

É uma viagem na história, nos mitos, parabéns pela harmonia.

Um abraço fraterno

14 de maio de 2026 13:25

Mitologia: preço de um Berço vazio 
Francisco Queiroz disse:

Embora já tenha lido e assistido a muitas obras sobre Hércules, seu poema revelou uma faceta nova, humanizando o mito ao converter o sangue dos monstros na dolorosa purificação do espírito de Herácles. É possível sentir o peso real de seus trabalhos. Parabéns, nobre Poeta!

9 de maio de 2026 07:32

Epopeia: A Maldição de Camões
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O poema destaca o contraste brutal entre o que o poeta deu (um império em versos, sangue e sal) e o que recebeu (um olho a menos, fome e desabrigo). A pátria é retratada como uma entidade que consome o artista. A escrita não é vista como um dom leve, mas como uma erosão física e emocional. Ver, amar e escrever demais resultam em perder a vista, o peito e o resto da vida. A crítica mordaz ao ciclo: Primeiro a fome, / Depois o mármore, resume a hipocrisia das nações que deixam seus artistas morrerem na miséria para depois os transformarem em estátuas intocáveis. O desfecho é brilhante ao afirmar que o verdadeiro fardo não é a pobreza, mas a lucidez. Camões morreu de Portugal (na pequenez do país perante a grandeza da sua obra) e por não caber no seu tempo. É um texto sobre a solidão intelectual e a glória póstuma como uma recompensa tardia e inútil para quem teve nação na cabeça e não teve teto na velhice. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.

6 de maio de 2026 20:31

Epopeia: A Maldição de Camões
Shmuel disse:

Uma bela homenagem para este escritor cuja história é fascinante.

Abraços

6 de maio de 2026 13:12

Miniconto: Ações de afogadilha
Francisco Queiroz disse:

Parabéns pela composição, ficou excelente! Um abraço caríssimo.

1 de maio de 2026 11:02

Paradigma da antítese
Patty Alves disse:

Esse poema me fez lembrar o versículo bíblico de Marcos 8:36-37 (NVI): \"Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou o que pode dar o homem em troca da sua vida?
Não adianta termos tudo nessa vida, se não temos o amor a Deus e aquele que ama a Deus sabe que tudo pertence a Ele, então o que de fato temos? \"Tudo e nada\". risos
Obrigada poeta.

29 de abril de 2026 09:10

Ninguém tem a bunda que quer sentado na bunda que tem
Francisco Queiroz disse:

Kkkk, e é uma grande verdade para tudo que se almeja, parabéns caríssimo!

29 de abril de 2026 07:20

Mitologia: Deus do Vinho
Maria do Socorro Domingos disse:

Lindo, poeta!
Que você permaneça embriagado desse vinho que dá energia para continuar a jornada. O vinho servido por nosso irmão Jesus não nos dá ressaca!
Abraços

28 de abril de 2026 04:58

Mitologia: Deus do Vinho
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O autor estabelece uma distinção clara entre o vinho que embriaga a razão e o vinho que resgata o amor. Enquanto o vinho mitológico é fuga, o vinho deste Deus é restauração e presença espiritual. A quarta estrofe utiliza a lógica bíblica do banquete para criar uma metáfora sobre a vida. Enquanto o mundo oferece prazeres imediatos que terminam em amargura (esconde o fel), a providência divina é apresentada como algo que melhora com o tempo e se revela plenamente no final. O autor destaca a soberania divina sobre a natureza. Ao dizer que não precisa de uva, nem de lagar, ele enfatiza que a transformação (água em vinho) é um ato de criação pura, e não um processo biológico lento. O encerramento eleva o tom poético ao identificar o próprio Deus como o Vinho antigo. A imagem do vinho derramado em cruz conecta diretamente a alegria da festa de Canaã ao sacrifício do Calvário, transformando o sangue em poesia e vida. O texto é uma celebração da abundância espiritual em contraste com a escassez do mundo material. Abraço poético.

27 de abril de 2026 20:43

Viver o último dia em Deus para permanecer Nele.
Francisco Queiroz disse:

Caríssimo poeta, que texto inspirador! Fez-me refletir sobre algumas ideias que deixo aqui para somar.

Kairos: O tempo da oportunidade, o momento qualitativo, o \"agora\" que não pode ser medido, apenas vivido. O tempo da Graça.

Memento Mori: \"Lembra-te de que és mortal.\"

\"Executa cada ato da tua vida como se fosse o último.\" — Marco Aurélio

Kairos vem da minha época de retiros da igreja. Memento Mori, um conselho que ganhei de alguém que considero sábio. E a frase do imperador é um mantra que tento praticar como chamada de consciência.

Um abraço fraterno.
Gratidão!

24 de abril de 2026 20:21

Conto: “Diabo-Véio, Ouro e Cachaça” – Vila Boa 
Francisco Queiroz disse:

Que delícia passear na história tão bem narrada de nossa querida cidade de Goiás Velho! Sempre que posso, vou lá passear. A cidade é pura poesia. Parabéns, poeta, ficou excelente! Um abraço fraterno!

22 de abril de 2026 21:27

Mar da vida
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O autor utiliza o mar para representar a impermanência. A alternância entre calmas e serenas e tempestuosas e bravas, reflete o ciclo da vida — momentos de tranquilidade seguidos por crises inevitáveis. O trecho: aprendo a navegar e com as ondas, eu me adapto, revela uma postura estoica: o navegador não controla o mar, mas controla a si mesmo e a sua capacidade de flutuar. A comparação das águas com lágrimas (salgadas) e com o amor (doces) humaniza o cenário natural. O autor aceita que a dor e o prazer são componentes indissociáveis da mesma substância (a vida), e que ambos são necessários para viver com fervor. O pôr do sol e a calmaria final sugerem um estado de aceitação e plenitude. A harmonia mencionada no último verso indica que a paz não vem da ausência de problemas, mas da compreensão de como superá-los. Parabéns pelo poema! Abraço poético.


22 de abril de 2026 20:35

Conto: O cisne, o juramento e a sombra na casa.
Francisco Queiroz disse:

Que viagem! Uma síntese poética impecável de um peso mitológico. Obrigado por isso, poeta. Um abraço!

20 de abril de 2026 21:43

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