Comentários recebidos nos poemas por Sinvaldo de Souza Gino



Cercas de Pedra
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O poema transforma um elemento físico (as cercas) em um narrador. As pedras não são apenas limites de propriedade, mas testemunhos mudos que guardam o DNA da construção da cidade: o suor e a dor da mão de obra escravizada. Há uma tensão proposital logo no início entre a cidade antiga e nobre e as mãos escravas. O poema expõe que a nobreza arquitetônica e histórica de Goiás foi erguida sobre um sistema de opressão. A menção à pista dupla que cortou a cidade em dois é uma metáfora moderna. Mesmo com o progresso urbano e as intervenções físicas no espaço, a memória do que aquelas cercas representam (a divisão, o domínio e a resistência) permanece inalterada. O fechamento do poema muda o tom. O que começou como um relato de lamento termina como um monumento e símbolo de resistência. A pedra, que antes marcava a fronteira do senhor, agora é lida como a prova da força da alma que não se rendeu. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.

3 de abril de 2026 20:05

A dor da fome
Francisco Queiroz disse:

Um achado essa sua poesia, meu caro. Retrata bem o que todo mundo sabe, em algum nível, mas guarda em silêncio. A poesia também é chamada de consciência. Obrigado pelo ponto de reflexão. Um abraço fraterno.

2 de abril de 2026 18:38

Pregado na Cruz
Freddie Seixas disse:

Thtg!

2 de abril de 2026 17:05

Pregado na Cruz
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Coitado foi usado para a salvação do povo. Hoje ele ressuscitou mas.....sofreu horrores. Pelo poder o homem faz atrocidades, assim como a mulher também. Menos é mais. Parabéns poeta. Boa tarde.

2 de abril de 2026 15:00

Poetas Goianos
Francisco Queiroz disse:

Belo passeio pela poesia de nosso estado. Parabéns, poeta!

31 de março de 2026 06:41

Canto das Almas
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Muito lindo, as almas realmente choram ao meio a escuridão. Bom dia poeta.

30 de março de 2026 11:53

Um Português que nos pariu
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O refrão: Não sei, só sei que foi assim, é a alma do poema. Você traz para o texto a malandragem, a inocência e a aceitação do destino que definem muito do ser brasileiro. É a explicação para o que não tem explicação. O português que nos pariu e Um Brasil que me pariu. Isso tira a língua do dicionário e a coloca no corpo, no nascimento. Um Manual de Sobrevivência, amarra o poema a uma base histórica. Você transforma o que poderia ser um estudo acadêmico em uma alma de um coração, celebrando o idioma como uma ferramenta de sobrevivência e de sonho. O trecho que nos une e nos divide é muito preciso. A língua brasileira é o que nos dá identidade, mas suas gírias e regionalismos criam micromundos que só quem vive aqui entende. O poema termina com uma nota de humildade (não sabemos nada), o que é muito coerente com a ideia de que a cultura é um mistério constante. Meu abraço poético.

27 de março de 2026 20:14

Um Português que nos pariu
Ernane Bernardo disse:

Boa tarde! Poeta Gino, nobre poeta que marailha de escrita, faço minha as palavras do amigo poeta P. Zevinsk, uma bela inspiração. Abraços poéticos.

27 de março de 2026 15:48

Um Português que nos pariu
Paulo Zevinsk disse:

maravilhoso texto! admiro muito um poema consciente, que mais que entende, ele prende. não sei, só sei que foi assim. nascemos, crescemos, vivemos e logo chega o fim. sua análise sobre a língua e cultura me inspiraram. parabéns!

27 de março de 2026 15:14

Dê flores em vida à quem você ama!
Maria dorta disse:

Bom exemplo e boa exortação!Aplausos!

24 de março de 2026 18:36

Senhora das Dores
Maria dorta disse:

Belo poema_ hino com dom religioso!

24 de março de 2026 18:30

Mais uma segunda-feira
Maria dorta disse:

Belo poema desenhando com precisão o que é a vida moderna. Aplausos!

24 de março de 2026 18:23

O Ranger da Porteira
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O ranger não é apenas um barulho; é o fio condutor da narrativa. Ele marca o ritmo do trabalho (a saída) e o ritmo do descanso (a volta). O som funciona como um relógio auditivo para quem vive na fazenda. O autor utiliza o silêncio do campo como uma tela, onde o ranger da porteira corta e anuncia. Esse contraste reforça a importância dos pequenos eventos na vastidão da natureza. O fechamento com os causos, o café e a mentira de pescador transporta o leitor para a dimensão do folclore e do convívio. O poema sai do trabalho individual do vaqueiro para o aconchego do coletivo. O estilo é direto e descritivo, com uma estrutura que simula o ciclo do dia: começa com o sol nascendo e termina com o boa noite, criando uma sensação de ordem e paz. Meu abraço poético.

23 de março de 2026 20:36

Sinestesia
Shmuel disse:

Um sentido raro nos poetas! A sinestesia é um privilégio para poucos.

Abraços


23 de março de 2026 13:41

O Poço, lugar do encontro
Joaquim Saial disse:

Tradição antiga muto poética que se foi perdendo com o progresso. Poema que arranca memórias quase perdidas.

21 de março de 2026 20:32

Dê flores em vida à quem você ama!
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Dia de aniversário, ganha flores ou plantas, dia das mulheres a mesma coisa,
Dia da sogra, também,
Dia da avó, levo flores,
Dia das mães, ganha flores,
Final de cada ano já, pequeno jardim
Sendo alimentado de amor! Querida sogra!

20 de março de 2026 12:30

Heróis da Fé
Freddie Seixas disse:

Favoritei, perfeito!

19 de março de 2026 09:34

Metamorfose da Vida
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! A Metáfora Clássica: O uso da borboleta e do casulo é um arquétipo poderoso. Você o utiliza para reforçar que o isolamento (o casulo) não é um fim, mas uma preparação necessária para o voo.
A Didática da Vida: O texto assume um tom de aprendizado. Versos como: Cada desafio é uma oportunidade/ transformam o poema em uma mensagem motivacional, ideal para quem busca sentido nas transições difíceis.
Desapego e Renascimento: O final foca na importância de deixar para trás o que não serve mais. Parabéns por seu poema! Abraço poético.

10 de março de 2026 21:03

Cheguei Brasil!
Maria dorta disse:

Uma ode ao Brasil,me deixa comovida . São expressões de uma alma lirica,de olhos que sabem ver e apreciar as belas coisa deste país. Parabéns,poeta. Revelas uma alma bela e sensivel!

7 de março de 2026 10:16

Cacos de Vidro
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema é um mergulho visceral no arrependimento e na fragmentação do eu. O ouro barato e o sorriso que rachou simbolizam a natureza efêmera da felicidade baseada em aparências ou ganhos fáceis. A noite sem luar já anunciava o desfecho sombrio de um contrato que não entrega o que promete. A imagem do rosto substituído por cacos de vidro é impactante. O eu lírico perdeu a própria imagem (a noção de quem é) e tornou-se algo perigoso: quem tenta ajudá-lo (recolher seus pedaços) acaba ferido pelo que restou. O tilintar de memória transforma as lembranças em dor física. A festa acabou e o que restou não foi apenas o vazio, mas um chão úmido e frio onde o brilho não ilumina, apenas corta. É uma poesia de tom existencialista e denso, que funciona como uma parábola moderna sobre a perda da essência humana. Parabéns pelo poema! Um abraço poético.

6 de março de 2026 21:59

Senhora das Dores
Rogério disse:

Amém!

6 de março de 2026 17:27

Senhora das Dores
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema transita para uma transcendência espiritual profunda. Ele apresenta Maria não apenas como uma figura de sofrimento, mas como o elo entre a dor e a compaixão, onde o sacrifício no Calvário é ressignificado pelo amor e pela presença constante. O texto destaca a Mãe da Misericórdia como um modelo de empatia, ensinando que o sofrimento, quando compartilhado e vivido com fé, torna-se um caminho para a paz divina.
Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético!

5 de março de 2026 21:46

Pedras no meio do Caminho.
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta!
Este poema é uma reflexão resiliente sobre a jornada da vida, utilizando a clássica metáfora das pedras para representar os desafios humanos.
Aqui estão os pontos principais:
Ressignificação do Obstáculo: O texto dialoga implicitamente com o famoso poema de Carlos Drummond de Andrade, mas com uma abordagem mais otimista e pragmática. Aqui, a pedra não é apenas um impedimento, mas uma oportunidade de crescimento e aprendizado.
Dualidade Dor vs. Evolução: O autor reconhece que as pedras podem machucar, validando o sofrimento, mas propõe que a determinação transforma a dor em chão firme para encontrar o rumo certo.
Fé e Persistência: A conclusão foca na luz no fim do túnel, reforçando uma visão de mundo onde o esforço pessoal e a coragem são ferramentas essenciais para navegar caminhos sinuosos.
É uma obra de autoajuda lírica, focada em motivar e fortalecer quem enfrenta fases de dificuldade. Meus parabéns pelo poema! Meu abraço poético!

2 de março de 2026 21:50

Cheguei Brasil!
Drica disse:

Lembrei do \"meme\" do garoto. rs Gostei! :)

28 de fevereiro de 2026 09:55

Eu, curto, Tu curti, Nós curtimos
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! É verdade, a poesia DEVE SER COMPARTILHADA.
Deve ser sentida e valorizada por todos que admiram o belo.
Que sua noite seja abençoada. Meu abraço poético.

22 de fevereiro de 2026 21:19

Eu, curto, Tu curti, Nós curtimos
Shmuel disse:

Estou contigo! Vamos fomentar poesias.

Abraços

22 de fevereiro de 2026 08:17


Poema: Petrarca,  soneto \"Erano i capei d\'oro a l\'aura sparsi\"
Shmuel disse:

Lindo poema!

Abraços

19 de fevereiro de 2026 12:48

Sempre sonhei ser surpreendido
Apegaua disse:

Bravos, ficou perfeita a obra.
E agradecimentos faço, pelos comentários aos meus parcos escritos.
Ficar bem.
Apegaua.

14 de fevereiro de 2026 23:56

Potências da Alma.
Vilma Oliveira disse:

Olá Sinvaldo! Seu poema é intenso, profundo e filosófico, meus parabéns
por sua inspiração maravilhosa.
Tenha uma ótima noite, Meu abraço poético.

14 de fevereiro de 2026 21:19

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