Comentários recebidos nos poemas por Sinvaldo de Souza Gino



Metamorfose da Vida
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! A Metáfora Clássica: O uso da borboleta e do casulo é um arquétipo poderoso. Você o utiliza para reforçar que o isolamento (o casulo) não é um fim, mas uma preparação necessária para o voo.
A Didática da Vida: O texto assume um tom de aprendizado. Versos como: Cada desafio é uma oportunidade/ transformam o poema em uma mensagem motivacional, ideal para quem busca sentido nas transições difíceis.
Desapego e Renascimento: O final foca na importância de deixar para trás o que não serve mais. Parabéns por seu poema! Abraço poético.

10 de março de 2026 21:03

Cheguei Brasil!
Maria dorta disse:

Uma ode ao Brasil,me deixa comovida . São expressões de uma alma lirica,de olhos que sabem ver e apreciar as belas coisa deste país. Parabéns,poeta. Revelas uma alma bela e sensivel!

7 de março de 2026 10:16

Cacos de Vidro
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema é um mergulho visceral no arrependimento e na fragmentação do eu. O ouro barato e o sorriso que rachou simbolizam a natureza efêmera da felicidade baseada em aparências ou ganhos fáceis. A noite sem luar já anunciava o desfecho sombrio de um contrato que não entrega o que promete. A imagem do rosto substituído por cacos de vidro é impactante. O eu lírico perdeu a própria imagem (a noção de quem é) e tornou-se algo perigoso: quem tenta ajudá-lo (recolher seus pedaços) acaba ferido pelo que restou. O tilintar de memória transforma as lembranças em dor física. A festa acabou e o que restou não foi apenas o vazio, mas um chão úmido e frio onde o brilho não ilumina, apenas corta. É uma poesia de tom existencialista e denso, que funciona como uma parábola moderna sobre a perda da essência humana. Parabéns pelo poema! Um abraço poético.

6 de março de 2026 21:59

Senhora das Dores
Rogério disse:

Amém!

6 de março de 2026 17:27

Senhora das Dores
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema transita para uma transcendência espiritual profunda. Ele apresenta Maria não apenas como uma figura de sofrimento, mas como o elo entre a dor e a compaixão, onde o sacrifício no Calvário é ressignificado pelo amor e pela presença constante. O texto destaca a Mãe da Misericórdia como um modelo de empatia, ensinando que o sofrimento, quando compartilhado e vivido com fé, torna-se um caminho para a paz divina.
Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético!

5 de março de 2026 21:46

Pedras no meio do Caminho.
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta!
Este poema é uma reflexão resiliente sobre a jornada da vida, utilizando a clássica metáfora das pedras para representar os desafios humanos.
Aqui estão os pontos principais:
Ressignificação do Obstáculo: O texto dialoga implicitamente com o famoso poema de Carlos Drummond de Andrade, mas com uma abordagem mais otimista e pragmática. Aqui, a pedra não é apenas um impedimento, mas uma oportunidade de crescimento e aprendizado.
Dualidade Dor vs. Evolução: O autor reconhece que as pedras podem machucar, validando o sofrimento, mas propõe que a determinação transforma a dor em chão firme para encontrar o rumo certo.
Fé e Persistência: A conclusão foca na luz no fim do túnel, reforçando uma visão de mundo onde o esforço pessoal e a coragem são ferramentas essenciais para navegar caminhos sinuosos.
É uma obra de autoajuda lírica, focada em motivar e fortalecer quem enfrenta fases de dificuldade. Meus parabéns pelo poema! Meu abraço poético!

2 de março de 2026 21:50

Cheguei Brasil!
Drica disse:

Lembrei do \"meme\" do garoto. rs Gostei! :)

28 de fevereiro de 2026 09:55

Eu, curto, Tu curti, Nós curtimos
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! É verdade, a poesia DEVE SER COMPARTILHADA.
Deve ser sentida e valorizada por todos que admiram o belo.
Que sua noite seja abençoada. Meu abraço poético.

22 de fevereiro de 2026 21:19

Eu, curto, Tu curti, Nós curtimos
Shmuel disse:

Estou contigo! Vamos fomentar poesias.

Abraços

22 de fevereiro de 2026 08:17


Poema: Petrarca,  soneto \"Erano i capei d\'oro a l\'aura sparsi\"
Shmuel disse:

Lindo poema!

Abraços

19 de fevereiro de 2026 12:48

Sempre sonhei ser surpreendido
Apegaua disse:

Bravos, ficou perfeita a obra.
E agradecimentos faço, pelos comentários aos meus parcos escritos.
Ficar bem.
Apegaua.

14 de fevereiro de 2026 23:56

Potências da Alma.
Vilma Oliveira disse:

Olá Sinvaldo! Seu poema é intenso, profundo e filosófico, meus parabéns
por sua inspiração maravilhosa.
Tenha uma ótima noite, Meu abraço poético.

14 de fevereiro de 2026 21:19

Cadê Eu?
Demetrio Silva disse:

Lindo poema. Estamos sozinhos nessa eterna busca do Eu.

12 de fevereiro de 2026 17:17

Poema: Petrarca,  soneto \"Erano i capei d\'oro a l\'aura sparsi\"
Vilma Oliveira disse:

Magnífico poema poeta! Meus parabéns!
Tenha uma ótima noite! Meu abraço fraterno.

6 de fevereiro de 2026 21:12

Somnium meum non est tuum
Arthur Santos disse:

Gosto da forma como as palavras criam imagens poéticas.

6 de fevereiro de 2026 14:22

Somnium meum non est tuum
Shmuel disse:

Com certeza, poeta, os sonhos são seus! Foram produzidos e dirigidos por você e isto inclui a seleção do elenco. E nós ficamos com poesia linda que gerou dos teus sonhos.

Abraços!

5 de fevereiro de 2026 09:24

Leis dos Sentidos
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Apreciei bastante sua forma de expressão poética, espetacular! Abraço fraterno.

1 de fevereiro de 2026 22:52

Os Sinais Joaninos
Sinvaldo de Souza Gino disse:

No Evangelho de João, há 7 sinais de Jesus, que são:

1. Água em vinho (João 2,1-11)
2. Cura do filho do oficial (João 4,46-54)
3. Cura do paralítico (João 5,1-15)
4. Multiplicação dos pães (João 6,1-14)
5. Caminhar sobre as águas (João 6,16-21)
6. Cura do cego (João 9,1-41)
7. Ressurreição de Lázaro (João 11,1-44)

Esses sinais são considerados como manifestações da divindade de Jesus e são registrados no Evangelho de João para fortalecer a fé dos leitores.

27 de janeiro de 2026 16:39

Os Sinais Joaninos
Módena disse:

muito bom

27 de janeiro de 2026 15:25

Ponto Hegu (LI 4)
Noétrico disse:

Alívio ancestral aplicado ao corpo... Poema bem fluido. Show

22 de janeiro de 2026 10:40

A Redenção
Shmuel disse:

Um texto e tanto!

Abraços!

22 de janeiro de 2026 02:02

Somos dentro e fora de nós
victoremmanuel disse:

Belo poema! Adorei a mensagem.

Somos dentro e fora de nós.

15 de janeiro de 2026 07:37


O Conto de Albelírio e seus Companheiros
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Um pouco da história de um dos Fundadores da Cidades de Santa Luzia de Matrinchã - Goiás. Senhor Albelírios sempre ia a casa do senhor Mariano para conversar sobre pesca e caça, eles eram muito amigos e passavam parte da vida caçando e pescando, a vida na época naõ era fácil para ninguém, principalmente pelo modelo de família com muito fílhos, o trabalho era muito tenso e sofrido, a tecnologia chegou bem depois, por esse motivo muitas famílias buscavam na caça e pesca o recurso para a manutenção da casa. Hoje, a vida para a maioria é bem diferentes, no entanto, ainda existem ribeirinhos no Brasil que vivem da pesca e caça.

15 de janeiro de 2026 07:23

Variante Textual
Sinvaldo de Souza Gino disse:



14 de janeiro de 2026 08:07

Tal (??)
Shmuel disse:

Um poema bem pensado!

Abraços

6 de janeiro de 2026 20:10

A morte de Sísara
Shmuel disse:

Muito bom, poeta!

Abraços

4 de janeiro de 2026 19:10

Tudo é Trindade.
Sinvaldo de Souza Gino disse:



30 de dezembro de 2025 21:06

O Sr. João e a Bíblia
Arthur Santos disse:

A metáfora utilizada adequa-se perfeitamente.
Belo poema.

23 de dezembro de 2025 11:56

Página 1 de 212»


« Voltar ao perfil de Sinvaldo de Souza Gino