Comentários recebidos nos poemas por Gino, Sinvaldo de Souza



O Maior Sermão é a Vida que Vivemos
jroberto.bsb disse:

Parabéns!!! Muitos aplausos!!!

1 de outubro de 2026 08:37

Poema: Viagem de Papel
Queiroz Francisco disse:

Belo poema

28 de setembro de 2026 16:43

Poema: Mistério da Cruz
Nalva Melo ( E.S.M) disse:

Lindo poema! parabéns poeta!

27 de setembro de 2026 18:03

Não se faz mal a quem amamos
Shmuel disse:

Perfeito!

O amor é sublime e não permite maus tratos.

Abraços

20 de setembro de 2026 11:32

O Silêncio do Mundo
Vilma Oliveira disse:

Boa noite Poeta! O Silêncio do Mundo é uma obra reflexiva e humanista que aborda o impacto de uma pausa global hipotética — remetendo visualmente aos cenários de isolamento que a humanidade já experimentou — sobre o comportamento e os valores humanos. O texto se constrói a partir de um forte contraste entre o ritmo frenético da modernidade e o poder regenerador da quietude. Nas primeiras estrofes, o autor descreve a interrupção abrupta da rotina urbana. Cidades de aço silenciam seus motores, fábricas param e telas se apagam, transformando a pressa cotidiana em gestos de conexão, como um abraço na esquina deserta. Com a trégua da atividade industrial e humana, o meio ambiente reage imediatamente. As águas dos rios clareiam e os animais voltam a cantar, evidenciando o impacto predatório do homem e a capacidade de cura do planeta. O ponto central do poema reside na percepção da fragilidade humana diante da vida. Ao olhar para o lado, reconhece sua igualdade perante o outro e compreende que a riqueza material não pode comprar a existência ou a saúde. O desfecho mostra que, embora a pausa tenha sido breve, o retorno à normalidade não encontra o homem no mesmo estado anterior. A experiência deixa uma marca permanente, alterando sua pulsação e prioridades para focar no que realmente importa. Com uma estrutura rítmica fluida e rimas bem marcadas, o poema funciona como uma fábula contemporânea e um manifesto de esperança por um mundo mais consciente, empático e integrado à natureza. Meus parabéns! Meu abraço poético.

18 de setembro de 2026 20:04

Poema: A Marcha do Lesburro
Shmuel disse:

Nenhum argumento o faz avançar.
O lado do burro desperta o pavor:
Ignorância crônica com pose de doutor.

Pois é, poeta, a coisa tá feia mesmo!

Abraços,



18 de setembro de 2026 10:52

O Silêncio do Mundo
Queiroz Francisco disse:

Bela imagem, poeta. Muita inspiração!

Um abraço

18 de setembro de 2026 07:15

Poema: Mistério da Cruz
Queiroz Francisco disse:

Ficou excelente, é uma cena muito forte, muito bom o fechamento, parabéns, amigo!

Abraços...

15 de setembro de 2026 13:22

Poema: MURMURAÇÃO
Queiroz Francisco disse:

Gratidão, em tudo daí Graça!

Abraço, amigo

31 de agosto de 2026 22:36

A Doceira de Goiás
Queiroz Francisco disse:

Poeta, que bela homenagem a nossa Cora, estive lá na casa dela não faz um ano, saindo de lá fui ler os poemas nas portas dos vizinhos até chegar na igreja, parei para tomar picolé e apreciar o por do sol na rua lateral a igreja... Boas lembranças...

Abraço

17 de agosto de 2026 20:41

Não tenho ouro, nem prata, mas dou flores!
LEIDE FREITAS disse:

Muito bonito! Bom dia e excelente final de semana.

P.S. O ouro puro não enferruja, se um objeto de ouro manchar é pq não é ouro puro.

16 de agosto de 2026 11:48

A Cultura do Desconhecido
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas palavras, poeta! Ótima noite! Abraços poéticos e excelente final de semana!

15 de agosto de 2026 19:00

Poema: A Hora da Estrela (Inspiração à Clarice)
Queiroz Francisco disse:

Muito bom, poeta
Deu para ver a cena.

Abraço

10 de agosto de 2026 12:19

Poema: Cálice, Meu Coração, Devo-me Conter a Língua
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O cálice e o vinho não representam a fé sagrada. Eles simbolizam o medo, o sangue dos oprimidos e a dor acumulada que o eu lírico é forçado a engolir (E eu bebo calado). O coração é descrito como um tambor que ecoa. Ele anseia pela rua, pelo confronto e pela denúncia da podridão do mundo, contrastando com a passividade exigida pela igreja (que atua como a instituição censuradora). A palavra é vista como uma força coletiva e destrutiva (língua é fogo e povo). Falar significa quebrar o pacto do silêncio e sofrer o castigo social da excomunhão, que se traduz na perda do trabalho e do convívio. O fechamento traz uma ironia dolorosa. O verdadeiro sacrifício não é a entrega divina, mas a automutilação do silêncio (oferecer o dente mordendo a própria fala). O eu lírico termina vazio, mas ainda sedento por justiça e expressão. O poema dialoga diretamente com a tradição da poesia de resistência (lembrando a famosa canção Cálice), de Chico Buarque e Gilberto Gil, mantendo uma força atemporal sobre o custo humano de se calar diante das injustiças. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.

6 de agosto de 2026 20:19

Os Quês?
Queiroz Francisco disse:

Essa reflexão sobre as voltas da vida é de uma leveza e profundidade lindíssimas.
Parabéns amigo

30 de julho de 2026 20:54

O Encantamento do Mundo
Queiroz Francisco disse:

A beleza está nos olhos de quem vê... Não me lembro quem escreveu, mais sua poesia me retornou a memória esse belo pensamento...

Abraço fraterno
Uma ótima semana

27 de julho de 2026 12:22

Férias de Julho em Goiás
Queiroz Francisco disse:

Um belo retrato de julho no nosso cerrado.
A parte que mais gostei foi a de ouvir história de vó, eu mesmo adorava ouvir os causos das minhas.
Abraço meu amigo

22 de julho de 2026 21:26

Benzedeiras
Patty Alves disse:

Caraca, que lindo!
Me bateu saudades de minha avó que era Benzedeira e amava benzer as pessoas, e através de suas orações ouve muitas curas.

16 de julho de 2026 15:19

Férias de Julho em Goiás
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...meu amigo...,...muita sã singeleza e agradável encanto há nessas tuas linhas...,... /...pelas plenas boas-venturas que versas: ...\"é tempo de ouvir historias da vó...,...é tempo de ver cachoeiras\"...,...dá bem pra resumir: ...\"é tempo de ser feliz!\"... -é isso o que bonitamente conseguiste transmitir... /// Abçs.

16 de julho de 2026 13:45

Xoteando coração 
Patty Alves disse:

Como é difícil ser terra boa, chão firme! Mas necessário.
Obrigada por compartilhar conosco essa linda reflexão em forma de poema.

14 de julho de 2026 21:10

Xoteando coração 
Shmuel disse:

Poesia boa, de boa safra!

Abraços,

14 de julho de 2026 13:02

A Dimensão da Zona Umbral
Shmuel disse:

Um poema tocante, que trata um tema denso com muita sensibilidade e uma profunda filosofia de esperança.

Abraços ao poeta!

10 de julho de 2026 10:36

Roça no pivor
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Onde trabalhei na minha juventude!

8 de julho de 2026 20:42

Benzedeiras
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Larga experiência!

8 de julho de 2026 20:42

Crônica: Rio Meia Ponte
Queiroz Francisco disse:

Que bela homenagem ao nosso Rio Meia Ponte, parabéns meu caro amigo...
Vamos ver ele um dia limpo e regenerado, só falta um pouquinho de consciência.

Abraço

8 de julho de 2026 12:45

Roça no pivor
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Memórias que marcaram muitas famílias

5 de julho de 2026 15:23

Telas - Narcísio
Rodrigo Melo disse:

Profundíssima reflexão. Importante.

4 de julho de 2026 16:11

Deus, poeta por excelência
Queiroz Francisco disse:

O Maior!

Parabéns, amigo
Um abraço

3 de julho de 2026 12:47

Roça no pivor
Queiroz Francisco disse:

A lida na roça, dura, mas tem sua beleza...
Belo retrato!

Abraço

1 de julho de 2026 13:08

O Verso que Reza
Queiroz Francisco disse:

Mais bela composição que eleva quem lê, parabéns, Sinvaldo...

Abraços

Um ótimo dia

30 de junho de 2026 08:38

Página 1 de 512345»


« Voltar ao perfil de Gino, Sinvaldo de Souza