Cerrado Goiano: Murici
No galho torto do cerrado,
Onde o sol queima devagar,
O muriri, encoroadado,
Aprendeu a esperar.
E quando a chuva fina desce,
Lavando o pó do chão,
O fruto amarelo cresce,
E adoça a solidão.
Tem gosto de infância antiga,
Que o tempo não levou,
Pois cada coroa amiga
Na memória brotou.
-
Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 29 de maio de 2026 12:58
- Categoria: Natureza
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Sinvaldo de Souza Gino

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.