Comentários recebidos nos poemas por Sinvaldo de Souza Gino
Conto: O cisne, o juramento e a sombra na casa.
Shmuel disse:
Parabéns ao poeta Sinvaldo de Souza Gino. Adoro a mitologia greco-romana e foi uma grata satisfação me deparar com seu primoroso texto.
Abraços
20 de abril de 2026 10:35
Shmuel disse:
Parabéns ao poeta Sinvaldo de Souza Gino. Adoro a mitologia greco-romana e foi uma grata satisfação me deparar com seu primoroso texto.
Abraços
20 de abril de 2026 10:35
Conto: O despacho.
Francisco Queiroz disse:
Rapaz, você me fez lembrar da minha avó. Ela contava histórias das \"presepadas\" dos irmãos dela, como ela dizia, de quando era menina no interior de Pernambuco. Eu adorava ouvir e você me fez relembrar. Obrigado, meu caro poeta.
18 de abril de 2026 08:27
Francisco Queiroz disse:
Rapaz, você me fez lembrar da minha avó. Ela contava histórias das \"presepadas\" dos irmãos dela, como ela dizia, de quando era menina no interior de Pernambuco. Eu adorava ouvir e você me fez relembrar. Obrigado, meu caro poeta.
18 de abril de 2026 08:27
O poder da Mão
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! A mão é usada como uma metonímia para o agir humano. O texto enfatiza que a mesma ferramenta (ou talento/capacidade) que possui o potencial para o bem absoluto (cura, pão, benção) também carrega a semente da destruição (arma, ruína, mata). O poema estrutura-se em antíteses constantes. Isso mostra que a natureza humana não é linear, mas sim uma mão dupla que pode criar ou destruir dependendo da intenção que a move. Ao contrastar a mão que se fecha e se isola com a que se abre e se doa, o texto sugere que o destino — seja a vida ou a morte, a construção ou a ruína — está literalmente em nossas mãos. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 19:51
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! A mão é usada como uma metonímia para o agir humano. O texto enfatiza que a mesma ferramenta (ou talento/capacidade) que possui o potencial para o bem absoluto (cura, pão, benção) também carrega a semente da destruição (arma, ruína, mata). O poema estrutura-se em antíteses constantes. Isso mostra que a natureza humana não é linear, mas sim uma mão dupla que pode criar ou destruir dependendo da intenção que a move. Ao contrastar a mão que se fecha e se isola com a que se abre e se doa, o texto sugere que o destino — seja a vida ou a morte, a construção ou a ruína — está literalmente em nossas mãos. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 19:51
Mulher
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema utiliza o campo semântico das plantas para descrever a mulher (jardim suspenso, flores, raiz, pétala). Essa escolha reforça a ideia da mulher como o próprio ciclo da vida: ela não é apenas a flor (beleza), mas também a raiz (sustentação) e o espinho (proteção/dor). O termo jardim suspenso, evoca algo raro e majestoso, como uma das maravilhas do mundo antigo. És vida que arrisca a vida: Esta antítese resume a coragem intrínseca à maternidade, onde a doação de si permite a existência do outro. O poema utiliza referências teológicas para conferir autoridade e profundidade à mulher: Mãe do verbo que se fez carne: Esta é uma clara alusão cristã ao mistério da encarnação. Ao usar essa frase, o autor coloca a mulher no centro da história da salvação e da criação linguística (grafia do amor). A mulher é apresentada como a antítese do estéril; sem ela, o mundo não teria substância nem cor. O poema é construído em quadras (estrofes de quatro versos) com um ritmo fluido que sugere o pulsar mencionado no texto. A linguagem é reverente e utiliza muitos substantivos abstratos (gratidão, eternidade, porvir, existência) para construir uma imagem idealizada e poderosa. É uma ode à potência geradora feminina, que equilibra a delicadeza da flor com a força brutal da sobrevivência e da criação. Saudações poéticas.
16 de abril de 2026 20:09
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema utiliza o campo semântico das plantas para descrever a mulher (jardim suspenso, flores, raiz, pétala). Essa escolha reforça a ideia da mulher como o próprio ciclo da vida: ela não é apenas a flor (beleza), mas também a raiz (sustentação) e o espinho (proteção/dor). O termo jardim suspenso, evoca algo raro e majestoso, como uma das maravilhas do mundo antigo. És vida que arrisca a vida: Esta antítese resume a coragem intrínseca à maternidade, onde a doação de si permite a existência do outro. O poema utiliza referências teológicas para conferir autoridade e profundidade à mulher: Mãe do verbo que se fez carne: Esta é uma clara alusão cristã ao mistério da encarnação. Ao usar essa frase, o autor coloca a mulher no centro da história da salvação e da criação linguística (grafia do amor). A mulher é apresentada como a antítese do estéril; sem ela, o mundo não teria substância nem cor. O poema é construído em quadras (estrofes de quatro versos) com um ritmo fluido que sugere o pulsar mencionado no texto. A linguagem é reverente e utiliza muitos substantivos abstratos (gratidão, eternidade, porvir, existência) para construir uma imagem idealizada e poderosa. É uma ode à potência geradora feminina, que equilibra a delicadeza da flor com a força brutal da sobrevivência e da criação. Saudações poéticas.
16 de abril de 2026 20:09
A representação do real
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O texto defende que a existência das coisas depende da percepção humana: Existir é ser visto. Para o eu lírico, o objeto (a pedra, o rio, o céu) não tem significado ou existência real sem um sujeito que o nomeie, sinta ou observe. O poema destaca o poder do verbo e da arte: A pedra só é pedra se o nome damos. O rio só corre quando o verso o inventa. Aqui, a palavra não apenas descreve o mundo, ela o funda. Sem a linguagem e a interpretação, a realidade seria uma matéria bruta e sem sentido. O real é descrito como um tecido que a mente borda. Isso sugere que o que chamamos de verdade é, na verdade, uma interpretação moldada pelos nossos desejos, sentidos (a pupila aberta) e sentimentos (a alma). O mundo deixa de ser um fato para se tornar uma moldura. A estrofe que diz que cada homem é prisioneiro e rei do mundo que concebe é poderosa: Rei: Porque somos os criadores da nossa própria realidade. Prisioneiro: Porque estamos limitados à nossa própria percepção, incapazes de ver o real além do nosso próprio olhar (o espelho).
O tom é ensaístico e reflexivo, utilizando metáforas visuais (moldura, quadro, tintas, espelho) para reforçar a ideia de que a realidade é uma imagem processada pelo olho que a decifra. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
13 de abril de 2026 20:51
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O texto defende que a existência das coisas depende da percepção humana: Existir é ser visto. Para o eu lírico, o objeto (a pedra, o rio, o céu) não tem significado ou existência real sem um sujeito que o nomeie, sinta ou observe. O poema destaca o poder do verbo e da arte: A pedra só é pedra se o nome damos. O rio só corre quando o verso o inventa. Aqui, a palavra não apenas descreve o mundo, ela o funda. Sem a linguagem e a interpretação, a realidade seria uma matéria bruta e sem sentido. O real é descrito como um tecido que a mente borda. Isso sugere que o que chamamos de verdade é, na verdade, uma interpretação moldada pelos nossos desejos, sentidos (a pupila aberta) e sentimentos (a alma). O mundo deixa de ser um fato para se tornar uma moldura. A estrofe que diz que cada homem é prisioneiro e rei do mundo que concebe é poderosa: Rei: Porque somos os criadores da nossa própria realidade. Prisioneiro: Porque estamos limitados à nossa própria percepção, incapazes de ver o real além do nosso próprio olhar (o espelho).
O tom é ensaístico e reflexivo, utilizando metáforas visuais (moldura, quadro, tintas, espelho) para reforçar a ideia de que a realidade é uma imagem processada pelo olho que a decifra. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
13 de abril de 2026 20:51
A representação do real
Francisco Queiroz disse:
Fez-me lembrar o livro O Caibalion: \"O Universo é Mental\" e sua poesia é a prova de que o olho que vê é o mesmo que cria. Parabéns, poeta!
12 de abril de 2026 11:09
Francisco Queiroz disse:
Fez-me lembrar o livro O Caibalion: \"O Universo é Mental\" e sua poesia é a prova de que o olho que vê é o mesmo que cria. Parabéns, poeta!
12 de abril de 2026 11:09
Paradigma da antítese
Francisco Queiroz disse:
Só podemos perder o que nunca foi nosso, já dizia um célebre padre que conheci, sempre que alguém ia ter com ele. Aí fica a provocação filosófico-poética: o que realmente é nosso, se até o nome nos é dado? Obrigado pela bela reflexão poética, caríssimo!
\"Tudo o que não se pode perder num naufrágio é o que se possui verdadeiramente.\" — Provérbio Indiano
11 de abril de 2026 08:34
Francisco Queiroz disse:
Só podemos perder o que nunca foi nosso, já dizia um célebre padre que conheci, sempre que alguém ia ter com ele. Aí fica a provocação filosófico-poética: o que realmente é nosso, se até o nome nos é dado? Obrigado pela bela reflexão poética, caríssimo!
\"Tudo o que não se pode perder num naufrágio é o que se possui verdadeiramente.\" — Provérbio Indiano
11 de abril de 2026 08:34
Sinestesia
Drica disse:
Tem um caso de uma garota com isso. Ficou incrível! :)
9 de abril de 2026 20:02
Drica disse:
Tem um caso de uma garota com isso. Ficou incrível! :)
9 de abril de 2026 20:02
Hipérbole do amor
Francisco Queiroz disse:
A hipérbole não conhece fronteiras. Boa alusão, parabéns, Poeta!
9 de abril de 2026 08:13
Francisco Queiroz disse:
A hipérbole não conhece fronteiras. Boa alusão, parabéns, Poeta!
9 de abril de 2026 08:13
Cercas de Pedra
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema transforma um elemento físico (as cercas) em um narrador. As pedras não são apenas limites de propriedade, mas testemunhos mudos que guardam o DNA da construção da cidade: o suor e a dor da mão de obra escravizada. Há uma tensão proposital logo no início entre a cidade antiga e nobre e as mãos escravas. O poema expõe que a nobreza arquitetônica e histórica de Goiás foi erguida sobre um sistema de opressão. A menção à pista dupla que cortou a cidade em dois é uma metáfora moderna. Mesmo com o progresso urbano e as intervenções físicas no espaço, a memória do que aquelas cercas representam (a divisão, o domínio e a resistência) permanece inalterada. O fechamento do poema muda o tom. O que começou como um relato de lamento termina como um monumento e símbolo de resistência. A pedra, que antes marcava a fronteira do senhor, agora é lida como a prova da força da alma que não se rendeu. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
3 de abril de 2026 20:05
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O poema transforma um elemento físico (as cercas) em um narrador. As pedras não são apenas limites de propriedade, mas testemunhos mudos que guardam o DNA da construção da cidade: o suor e a dor da mão de obra escravizada. Há uma tensão proposital logo no início entre a cidade antiga e nobre e as mãos escravas. O poema expõe que a nobreza arquitetônica e histórica de Goiás foi erguida sobre um sistema de opressão. A menção à pista dupla que cortou a cidade em dois é uma metáfora moderna. Mesmo com o progresso urbano e as intervenções físicas no espaço, a memória do que aquelas cercas representam (a divisão, o domínio e a resistência) permanece inalterada. O fechamento do poema muda o tom. O que começou como um relato de lamento termina como um monumento e símbolo de resistência. A pedra, que antes marcava a fronteira do senhor, agora é lida como a prova da força da alma que não se rendeu. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
3 de abril de 2026 20:05
A dor da fome
Francisco Queiroz disse:
Um achado essa sua poesia, meu caro. Retrata bem o que todo mundo sabe, em algum nível, mas guarda em silêncio. A poesia também é chamada de consciência. Obrigado pelo ponto de reflexão. Um abraço fraterno.
2 de abril de 2026 18:38
Francisco Queiroz disse:
Um achado essa sua poesia, meu caro. Retrata bem o que todo mundo sabe, em algum nível, mas guarda em silêncio. A poesia também é chamada de consciência. Obrigado pelo ponto de reflexão. Um abraço fraterno.
2 de abril de 2026 18:38
Pregado na Cruz
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Coitado foi usado para a salvação do povo. Hoje ele ressuscitou mas.....sofreu horrores. Pelo poder o homem faz atrocidades, assim como a mulher também. Menos é mais. Parabéns poeta. Boa tarde.
2 de abril de 2026 15:00
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Coitado foi usado para a salvação do povo. Hoje ele ressuscitou mas.....sofreu horrores. Pelo poder o homem faz atrocidades, assim como a mulher também. Menos é mais. Parabéns poeta. Boa tarde.
2 de abril de 2026 15:00
Poetas Goianos
Francisco Queiroz disse:
Belo passeio pela poesia de nosso estado. Parabéns, poeta!
31 de março de 2026 06:41
Francisco Queiroz disse:
Belo passeio pela poesia de nosso estado. Parabéns, poeta!
31 de março de 2026 06:41
Canto das Almas
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Muito lindo, as almas realmente choram ao meio a escuridão. Bom dia poeta.
30 de março de 2026 11:53
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Muito lindo, as almas realmente choram ao meio a escuridão. Bom dia poeta.
30 de março de 2026 11:53
Um Português que nos pariu
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O refrão: Não sei, só sei que foi assim, é a alma do poema. Você traz para o texto a malandragem, a inocência e a aceitação do destino que definem muito do ser brasileiro. É a explicação para o que não tem explicação. O português que nos pariu e Um Brasil que me pariu. Isso tira a língua do dicionário e a coloca no corpo, no nascimento. Um Manual de Sobrevivência, amarra o poema a uma base histórica. Você transforma o que poderia ser um estudo acadêmico em uma alma de um coração, celebrando o idioma como uma ferramenta de sobrevivência e de sonho. O trecho que nos une e nos divide é muito preciso. A língua brasileira é o que nos dá identidade, mas suas gírias e regionalismos criam micromundos que só quem vive aqui entende. O poema termina com uma nota de humildade (não sabemos nada), o que é muito coerente com a ideia de que a cultura é um mistério constante. Meu abraço poético.
27 de março de 2026 20:14
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O refrão: Não sei, só sei que foi assim, é a alma do poema. Você traz para o texto a malandragem, a inocência e a aceitação do destino que definem muito do ser brasileiro. É a explicação para o que não tem explicação. O português que nos pariu e Um Brasil que me pariu. Isso tira a língua do dicionário e a coloca no corpo, no nascimento. Um Manual de Sobrevivência, amarra o poema a uma base histórica. Você transforma o que poderia ser um estudo acadêmico em uma alma de um coração, celebrando o idioma como uma ferramenta de sobrevivência e de sonho. O trecho que nos une e nos divide é muito preciso. A língua brasileira é o que nos dá identidade, mas suas gírias e regionalismos criam micromundos que só quem vive aqui entende. O poema termina com uma nota de humildade (não sabemos nada), o que é muito coerente com a ideia de que a cultura é um mistério constante. Meu abraço poético.
27 de março de 2026 20:14
Um Português que nos pariu
Ernane Bernardo disse:
Boa tarde! Poeta Gino, nobre poeta que marailha de escrita, faço minha as palavras do amigo poeta P. Zevinsk, uma bela inspiração. Abraços poéticos.
27 de março de 2026 15:48
Ernane Bernardo disse:
Boa tarde! Poeta Gino, nobre poeta que marailha de escrita, faço minha as palavras do amigo poeta P. Zevinsk, uma bela inspiração. Abraços poéticos.
27 de março de 2026 15:48
Um Português que nos pariu
Paulo Zevinsk disse:
maravilhoso texto! admiro muito um poema consciente, que mais que entende, ele prende. não sei, só sei que foi assim. nascemos, crescemos, vivemos e logo chega o fim. sua análise sobre a língua e cultura me inspiraram. parabéns!
27 de março de 2026 15:14
Paulo Zevinsk disse:
maravilhoso texto! admiro muito um poema consciente, que mais que entende, ele prende. não sei, só sei que foi assim. nascemos, crescemos, vivemos e logo chega o fim. sua análise sobre a língua e cultura me inspiraram. parabéns!
27 de março de 2026 15:14
Dê flores em vida à quem você ama!
Maria dorta disse:
Bom exemplo e boa exortação!Aplausos!
24 de março de 2026 18:36
Maria dorta disse:
Bom exemplo e boa exortação!Aplausos!
24 de março de 2026 18:36
Mais uma segunda-feira
Maria dorta disse:
Belo poema desenhando com precisão o que é a vida moderna. Aplausos!
24 de março de 2026 18:23
Maria dorta disse:
Belo poema desenhando com precisão o que é a vida moderna. Aplausos!
24 de março de 2026 18:23
O Ranger da Porteira
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O ranger não é apenas um barulho; é o fio condutor da narrativa. Ele marca o ritmo do trabalho (a saída) e o ritmo do descanso (a volta). O som funciona como um relógio auditivo para quem vive na fazenda. O autor utiliza o silêncio do campo como uma tela, onde o ranger da porteira corta e anuncia. Esse contraste reforça a importância dos pequenos eventos na vastidão da natureza. O fechamento com os causos, o café e a mentira de pescador transporta o leitor para a dimensão do folclore e do convívio. O poema sai do trabalho individual do vaqueiro para o aconchego do coletivo. O estilo é direto e descritivo, com uma estrutura que simula o ciclo do dia: começa com o sol nascendo e termina com o boa noite, criando uma sensação de ordem e paz. Meu abraço poético.
23 de março de 2026 20:36
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O ranger não é apenas um barulho; é o fio condutor da narrativa. Ele marca o ritmo do trabalho (a saída) e o ritmo do descanso (a volta). O som funciona como um relógio auditivo para quem vive na fazenda. O autor utiliza o silêncio do campo como uma tela, onde o ranger da porteira corta e anuncia. Esse contraste reforça a importância dos pequenos eventos na vastidão da natureza. O fechamento com os causos, o café e a mentira de pescador transporta o leitor para a dimensão do folclore e do convívio. O poema sai do trabalho individual do vaqueiro para o aconchego do coletivo. O estilo é direto e descritivo, com uma estrutura que simula o ciclo do dia: começa com o sol nascendo e termina com o boa noite, criando uma sensação de ordem e paz. Meu abraço poético.
23 de março de 2026 20:36
Sinestesia
Shmuel disse:
Um sentido raro nos poetas! A sinestesia é um privilégio para poucos.
Abraços
23 de março de 2026 13:41
Shmuel disse:
Um sentido raro nos poetas! A sinestesia é um privilégio para poucos.
Abraços
23 de março de 2026 13:41
O Poço, lugar do encontro
Joaquim Saial disse:
Tradição antiga muto poética que se foi perdendo com o progresso. Poema que arranca memórias quase perdidas.
21 de março de 2026 20:32
Joaquim Saial disse:
Tradição antiga muto poética que se foi perdendo com o progresso. Poema que arranca memórias quase perdidas.
21 de março de 2026 20:32
Dê flores em vida à quem você ama!
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Dia de aniversário, ganha flores ou plantas, dia das mulheres a mesma coisa,
Dia da sogra, também,
Dia da avó, levo flores,
Dia das mães, ganha flores,
Final de cada ano já, pequeno jardim
Sendo alimentado de amor! Querida sogra!
20 de março de 2026 12:30
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Dia de aniversário, ganha flores ou plantas, dia das mulheres a mesma coisa,
Dia da sogra, também,
Dia da avó, levo flores,
Dia das mães, ganha flores,
Final de cada ano já, pequeno jardim
Sendo alimentado de amor! Querida sogra!
20 de março de 2026 12:30
Metamorfose da Vida
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A Metáfora Clássica: O uso da borboleta e do casulo é um arquétipo poderoso. Você o utiliza para reforçar que o isolamento (o casulo) não é um fim, mas uma preparação necessária para o voo.
A Didática da Vida: O texto assume um tom de aprendizado. Versos como: Cada desafio é uma oportunidade/ transformam o poema em uma mensagem motivacional, ideal para quem busca sentido nas transições difíceis.
Desapego e Renascimento: O final foca na importância de deixar para trás o que não serve mais. Parabéns por seu poema! Abraço poético.
10 de março de 2026 21:03
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A Metáfora Clássica: O uso da borboleta e do casulo é um arquétipo poderoso. Você o utiliza para reforçar que o isolamento (o casulo) não é um fim, mas uma preparação necessária para o voo.
A Didática da Vida: O texto assume um tom de aprendizado. Versos como: Cada desafio é uma oportunidade/ transformam o poema em uma mensagem motivacional, ideal para quem busca sentido nas transições difíceis.
Desapego e Renascimento: O final foca na importância de deixar para trás o que não serve mais. Parabéns por seu poema! Abraço poético.
10 de março de 2026 21:03
Cheguei Brasil!
Maria dorta disse:
Uma ode ao Brasil,me deixa comovida . São expressões de uma alma lirica,de olhos que sabem ver e apreciar as belas coisa deste país. Parabéns,poeta. Revelas uma alma bela e sensivel!
7 de março de 2026 10:16
Maria dorta disse:
Uma ode ao Brasil,me deixa comovida . São expressões de uma alma lirica,de olhos que sabem ver e apreciar as belas coisa deste país. Parabéns,poeta. Revelas uma alma bela e sensivel!
7 de março de 2026 10:16
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