Comentários recebidos nos poemas por Sinvaldo de Souza Gino



Dê flores em vida à quem você ama!
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Dia de aniversário, ganha flores ou plantas, dia das mulheres a mesma coisa,
Dia da sogra, também,
Dia da avó, levo flores,
Dia das mães, ganha flores,
Final de cada ano já, pequeno jardim
Sendo alimentado de amor! Querida sogra!

20 de março de 2026 12:30

Heróis da Fé
Freddie Seixas disse:

Favoritei, perfeito!

19 de março de 2026 09:34

Metamorfose da Vida
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! A Metáfora Clássica: O uso da borboleta e do casulo é um arquétipo poderoso. Você o utiliza para reforçar que o isolamento (o casulo) não é um fim, mas uma preparação necessária para o voo.
A Didática da Vida: O texto assume um tom de aprendizado. Versos como: Cada desafio é uma oportunidade/ transformam o poema em uma mensagem motivacional, ideal para quem busca sentido nas transições difíceis.
Desapego e Renascimento: O final foca na importância de deixar para trás o que não serve mais. Parabéns por seu poema! Abraço poético.

10 de março de 2026 21:03

Cheguei Brasil!
Maria dorta disse:

Uma ode ao Brasil,me deixa comovida . São expressões de uma alma lirica,de olhos que sabem ver e apreciar as belas coisa deste país. Parabéns,poeta. Revelas uma alma bela e sensivel!

7 de março de 2026 10:16

Cacos de Vidro
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema é um mergulho visceral no arrependimento e na fragmentação do eu. O ouro barato e o sorriso que rachou simbolizam a natureza efêmera da felicidade baseada em aparências ou ganhos fáceis. A noite sem luar já anunciava o desfecho sombrio de um contrato que não entrega o que promete. A imagem do rosto substituído por cacos de vidro é impactante. O eu lírico perdeu a própria imagem (a noção de quem é) e tornou-se algo perigoso: quem tenta ajudá-lo (recolher seus pedaços) acaba ferido pelo que restou. O tilintar de memória transforma as lembranças em dor física. A festa acabou e o que restou não foi apenas o vazio, mas um chão úmido e frio onde o brilho não ilumina, apenas corta. É uma poesia de tom existencialista e denso, que funciona como uma parábola moderna sobre a perda da essência humana. Parabéns pelo poema! Um abraço poético.

6 de março de 2026 21:59

Senhora das Dores
Rogério disse:

Amém!

6 de março de 2026 17:27

Senhora das Dores
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Este poema transita para uma transcendência espiritual profunda. Ele apresenta Maria não apenas como uma figura de sofrimento, mas como o elo entre a dor e a compaixão, onde o sacrifício no Calvário é ressignificado pelo amor e pela presença constante. O texto destaca a Mãe da Misericórdia como um modelo de empatia, ensinando que o sofrimento, quando compartilhado e vivido com fé, torna-se um caminho para a paz divina.
Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético!

5 de março de 2026 21:46

Pedras no meio do Caminho.
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta!
Este poema é uma reflexão resiliente sobre a jornada da vida, utilizando a clássica metáfora das pedras para representar os desafios humanos.
Aqui estão os pontos principais:
Ressignificação do Obstáculo: O texto dialoga implicitamente com o famoso poema de Carlos Drummond de Andrade, mas com uma abordagem mais otimista e pragmática. Aqui, a pedra não é apenas um impedimento, mas uma oportunidade de crescimento e aprendizado.
Dualidade Dor vs. Evolução: O autor reconhece que as pedras podem machucar, validando o sofrimento, mas propõe que a determinação transforma a dor em chão firme para encontrar o rumo certo.
Fé e Persistência: A conclusão foca na luz no fim do túnel, reforçando uma visão de mundo onde o esforço pessoal e a coragem são ferramentas essenciais para navegar caminhos sinuosos.
É uma obra de autoajuda lírica, focada em motivar e fortalecer quem enfrenta fases de dificuldade. Meus parabéns pelo poema! Meu abraço poético!

2 de março de 2026 21:50

Cheguei Brasil!
Drica disse:

Lembrei do \"meme\" do garoto. rs Gostei! :)

28 de fevereiro de 2026 09:55

Eu, curto, Tu curti, Nós curtimos
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! É verdade, a poesia DEVE SER COMPARTILHADA.
Deve ser sentida e valorizada por todos que admiram o belo.
Que sua noite seja abençoada. Meu abraço poético.

22 de fevereiro de 2026 21:19

Eu, curto, Tu curti, Nós curtimos
Shmuel disse:

Estou contigo! Vamos fomentar poesias.

Abraços

22 de fevereiro de 2026 08:17


Poema: Petrarca,  soneto \"Erano i capei d\'oro a l\'aura sparsi\"
Shmuel disse:

Lindo poema!

Abraços

19 de fevereiro de 2026 12:48

Sempre sonhei ser surpreendido
Apegaua disse:

Bravos, ficou perfeita a obra.
E agradecimentos faço, pelos comentários aos meus parcos escritos.
Ficar bem.
Apegaua.

14 de fevereiro de 2026 23:56

Potências da Alma.
Vilma Oliveira disse:

Olá Sinvaldo! Seu poema é intenso, profundo e filosófico, meus parabéns
por sua inspiração maravilhosa.
Tenha uma ótima noite, Meu abraço poético.

14 de fevereiro de 2026 21:19

Cadê Eu?
Demetrio Silva disse:

Lindo poema. Estamos sozinhos nessa eterna busca do Eu.

12 de fevereiro de 2026 17:17

Poema: Petrarca,  soneto \"Erano i capei d\'oro a l\'aura sparsi\"
Vilma Oliveira disse:

Magnífico poema poeta! Meus parabéns!
Tenha uma ótima noite! Meu abraço fraterno.

6 de fevereiro de 2026 21:12

Somnium meum non est tuum
Arthur Santos disse:

Gosto da forma como as palavras criam imagens poéticas.

6 de fevereiro de 2026 14:22

Somnium meum non est tuum
Shmuel disse:

Com certeza, poeta, os sonhos são seus! Foram produzidos e dirigidos por você e isto inclui a seleção do elenco. E nós ficamos com poesia linda que gerou dos teus sonhos.

Abraços!

5 de fevereiro de 2026 09:24

Leis dos Sentidos
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Apreciei bastante sua forma de expressão poética, espetacular! Abraço fraterno.

1 de fevereiro de 2026 22:52

Os Sinais Joaninos
Sinvaldo de Souza Gino disse:

No Evangelho de João, há 7 sinais de Jesus, que são:

1. Água em vinho (João 2,1-11)
2. Cura do filho do oficial (João 4,46-54)
3. Cura do paralítico (João 5,1-15)
4. Multiplicação dos pães (João 6,1-14)
5. Caminhar sobre as águas (João 6,16-21)
6. Cura do cego (João 9,1-41)
7. Ressurreição de Lázaro (João 11,1-44)

Esses sinais são considerados como manifestações da divindade de Jesus e são registrados no Evangelho de João para fortalecer a fé dos leitores.

27 de janeiro de 2026 16:39

Os Sinais Joaninos
Módena disse:

muito bom

27 de janeiro de 2026 15:25

Ponto Hegu (LI 4)
Noétrico disse:

Alívio ancestral aplicado ao corpo... Poema bem fluido. Show

22 de janeiro de 2026 10:40

A Redenção
Shmuel disse:

Um texto e tanto!

Abraços!

22 de janeiro de 2026 02:02

Somos dentro e fora de nós
victoremmanuel disse:

Belo poema! Adorei a mensagem.

Somos dentro e fora de nós.

15 de janeiro de 2026 07:37


O Conto de Albelírio e seus Companheiros
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Um pouco da história de um dos Fundadores da Cidades de Santa Luzia de Matrinchã - Goiás. Senhor Albelírios sempre ia a casa do senhor Mariano para conversar sobre pesca e caça, eles eram muito amigos e passavam parte da vida caçando e pescando, a vida na época naõ era fácil para ninguém, principalmente pelo modelo de família com muito fílhos, o trabalho era muito tenso e sofrido, a tecnologia chegou bem depois, por esse motivo muitas famílias buscavam na caça e pesca o recurso para a manutenção da casa. Hoje, a vida para a maioria é bem diferentes, no entanto, ainda existem ribeirinhos no Brasil que vivem da pesca e caça.

15 de janeiro de 2026 07:23

Variante Textual
Sinvaldo de Souza Gino disse:



14 de janeiro de 2026 08:07

Tal (??)
Shmuel disse:

Um poema bem pensado!

Abraços

6 de janeiro de 2026 20:10

A morte de Sísara
Shmuel disse:

Muito bom, poeta!

Abraços

4 de janeiro de 2026 19:10

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