Comentários recebidos nos poemas por Gino, Sinvaldo de Souza
ANTOLOGIA DE MINICONTO: A Conversa dos Peixes no Rio Baixo (Uma fábula do Cerrado)
Francisco Queiroz disse:
Bom de ler, a moral é ótima, saberes...
Abraços
9 de junho de 2026 19:03
Francisco Queiroz disse:
Bom de ler, a moral é ótima, saberes...
Abraços
9 de junho de 2026 19:03
ANTOLOGIA FÁBULAS DO CERRADO: A ARARA CANINDÉ QUE TINHA MEDO DE ALTURA
Rodrigo Melo disse:
Bela reflexão.
8 de junho de 2026 15:09
Rodrigo Melo disse:
Bela reflexão.
8 de junho de 2026 15:09
ANTOLOGIA DE MINICONTOS: O LOBO-GUARÁ E O PEQUI PERDIDO (Fábula)
Francisco Queiroz disse:
Nobre Poeta,
Fico admirado, ora está versando no Olimpo, ora tá de prosa no cerrado...
Que riqueza,
Abraço
8 de junho de 2026 07:16
Francisco Queiroz disse:
Nobre Poeta,
Fico admirado, ora está versando no Olimpo, ora tá de prosa no cerrado...
Que riqueza,
Abraço
8 de junho de 2026 07:16
Memória de infância
Nalva Melo ( E.S.M) disse:
Lindo poema! E essa foi a minha fase da vida mais linda.
5 de junho de 2026 13:52
Nalva Melo ( E.S.M) disse:
Lindo poema! E essa foi a minha fase da vida mais linda.
5 de junho de 2026 13:52
Serra Dourada
LEIDE FREITAS disse:
Agora fiquei morrendo de vontade de conhecer essa serra dourada e o rio vermelho de Goiás.
Até breve, poeta Gino!
4 de junho de 2026 09:56
LEIDE FREITAS disse:
Agora fiquei morrendo de vontade de conhecer essa serra dourada e o rio vermelho de Goiás.
Até breve, poeta Gino!
4 de junho de 2026 09:56
VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
LEIDE FREITAS disse:
Adorei Jerupensem. Um lugar encantado e acolhedor, apropriado para viver sem lenço e sem documentos.
Bom dia! Até breve!
4 de junho de 2026 09:52
LEIDE FREITAS disse:
Adorei Jerupensem. Um lugar encantado e acolhedor, apropriado para viver sem lenço e sem documentos.
Bom dia! Até breve!
4 de junho de 2026 09:52
VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
Shmuel disse:
Assim como Pasàrgada, Jerupensém é um bonito.
Abraços ao poeta!
3 de junho de 2026 13:07
Shmuel disse:
Assim como Pasàrgada, Jerupensém é um bonito.
Abraços ao poeta!
3 de junho de 2026 13:07
VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
Francisco Queiroz disse:
Que saga hein, parabéns caríssimo, sua escrita é muito rica, parabéns pela entrega a poesia!
Um abraço
3 de junho de 2026 13:00
Francisco Queiroz disse:
Que saga hein, parabéns caríssimo, sua escrita é muito rica, parabéns pela entrega a poesia!
Um abraço
3 de junho de 2026 13:00
VOU-ME EMBORA PRA JERUPENSÉM
Maria dorta disse:
Acredito que lá em Jerupensem você será aclamado ,não como amigo do Rei, mas como o próprio Rei com poesia desse jaez!. Parabéns!
3 de junho de 2026 11:57
Maria dorta disse:
Acredito que lá em Jerupensem você será aclamado ,não como amigo do Rei, mas como o próprio Rei com poesia desse jaez!. Parabéns!
3 de junho de 2026 11:57
Cerrado Goiano: Murici
Francisco Queiroz disse:
Eita, cerrado que é só inspiração, parabéns nobre Poeta!
29 de maio de 2026 22:09
Francisco Queiroz disse:
Eita, cerrado que é só inspiração, parabéns nobre Poeta!
29 de maio de 2026 22:09
Canção do Exílio Goiano
Salvador disse:
Poesia retratando a natureza do lugar de vivência. Maravilha de poesia.
23 de maio de 2026 16:35
Salvador disse:
Poesia retratando a natureza do lugar de vivência. Maravilha de poesia.
23 de maio de 2026 16:35
Memória de infância
ania.lepp disse:
Ah que tão lindo e tocante poema, viajei no tempo, muito obrigada por essa emoção!
Abraço,
ania
22 de maio de 2026 20:37
ania.lepp disse:
Ah que tão lindo e tocante poema, viajei no tempo, muito obrigada por essa emoção!
Abraço,
ania
22 de maio de 2026 20:37
Memória de infância
Francisco Queiroz disse:
Bela composição, de encher a alma, parabéns caríssimo.
22 de maio de 2026 12:10
Francisco Queiroz disse:
Bela composição, de encher a alma, parabéns caríssimo.
22 de maio de 2026 12:10
Calendário de Ipês
Francisco Queiroz disse:
O ipê é um espetáculo, parabéns pela bela poesia.
21 de maio de 2026 07:02
Francisco Queiroz disse:
O ipê é um espetáculo, parabéns pela bela poesia.
21 de maio de 2026 07:02
Sino de Comentário: Para a Poetisa, Maria Dorta, que ouviu a Ponte.
Apegaua disse:
Rapaz, o seu dito em homenagem ficou um mimo, mas toma cuidado que a poetisa e braba que só.
Vá que puxe uma peixeira, o o sarau arrumado que o poeta se enfiou.
E se pedir socorro, esqueça a nossa amizade, pois quando vejo peixeira tremo mais que vara verde.
Abraços.
Apegaua.
19 de maio de 2026 13:12
Apegaua disse:
Rapaz, o seu dito em homenagem ficou um mimo, mas toma cuidado que a poetisa e braba que só.
Vá que puxe uma peixeira, o o sarau arrumado que o poeta se enfiou.
E se pedir socorro, esqueça a nossa amizade, pois quando vejo peixeira tremo mais que vara verde.
Abraços.
Apegaua.
19 de maio de 2026 13:12
Ponte de Verso e Rio
Maria dorta disse:
Uau! Que poema fantasticamente belo! Toca nossa alma e faz_ nos ouvir sinos a tocar. Parabéns!
19 de maio de 2026 10:13
Maria dorta disse:
Uau! Que poema fantasticamente belo! Toca nossa alma e faz_ nos ouvir sinos a tocar. Parabéns!
19 de maio de 2026 10:13
Feliz Aniversário: Bolo Amargo
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A festa de 80 anos é descrita com termos de estagnação e morte (bolo seco, velas sem chama, trono de pó), despindo o evento de qualquer alegria. As relações familiares são movidas por obrigação e interesse. Os parentes carregam culpa em vez de amor, medindo heranças e contando o tempo gasto com a matriarca. Dona Anita não é uma figura passiva; ela entende tudo e reage com desprezo visceral (cospe no chão o doce fingido, ri, desdentada) diante do banquete de falsidade. O aniversário funciona como uma contagem regressiva para a morte, onde a protagonista é o centro das atenções, mas permanece em absoluto vazio existencial. Alinhado à tradição clariceana citada no próprio texto, o poema usa a ironia do Feliz Aniversário para desmascarar a falência dos laços familiares, mostrando que a união ali celebrada é pura convenção social. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.
15 de maio de 2026 18:41
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A festa de 80 anos é descrita com termos de estagnação e morte (bolo seco, velas sem chama, trono de pó), despindo o evento de qualquer alegria. As relações familiares são movidas por obrigação e interesse. Os parentes carregam culpa em vez de amor, medindo heranças e contando o tempo gasto com a matriarca. Dona Anita não é uma figura passiva; ela entende tudo e reage com desprezo visceral (cospe no chão o doce fingido, ri, desdentada) diante do banquete de falsidade. O aniversário funciona como uma contagem regressiva para a morte, onde a protagonista é o centro das atenções, mas permanece em absoluto vazio existencial. Alinhado à tradição clariceana citada no próprio texto, o poema usa a ironia do Feliz Aniversário para desmascarar a falência dos laços familiares, mostrando que a união ali celebrada é pura convenção social. Parabéns por seu poema! Meu abraço poético.
15 de maio de 2026 18:41
Mitologia: As Duas Rainhas do deus Ares
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! Homenagem épico-lírica a Hipólita e Pentesileia, destacando o heroísmo, a tragédia e o legado das guerreiras amazonas. O texto constrói um paralelismo constante entre as duas irmãs, diferenciando seus destinos (uma morre pela diplomacia/traição, a outra pelo combate/dor). Poema longo composto por estrofes de quatro versos (quartetos) com rimas emparelhadas simples (AABB), garantindo um ritmo rápido e marcial. Uso de referências diretas à mitologia grega (Héracles, Aquiles, Hera) com um tom heroico e contemporâneo ao final. Transforma as figuras mitológicas em símbolos atemporais de resistência, força e emancipação feminina. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço fraterno.
14 de maio de 2026 20:43
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! Homenagem épico-lírica a Hipólita e Pentesileia, destacando o heroísmo, a tragédia e o legado das guerreiras amazonas. O texto constrói um paralelismo constante entre as duas irmãs, diferenciando seus destinos (uma morre pela diplomacia/traição, a outra pelo combate/dor). Poema longo composto por estrofes de quatro versos (quartetos) com rimas emparelhadas simples (AABB), garantindo um ritmo rápido e marcial. Uso de referências diretas à mitologia grega (Héracles, Aquiles, Hera) com um tom heroico e contemporâneo ao final. Transforma as figuras mitológicas em símbolos atemporais de resistência, força e emancipação feminina. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço fraterno.
14 de maio de 2026 20:43
Mitologia: As Duas Rainhas do deus Ares
Francisco Queiroz disse:
É uma viagem na história, nos mitos, parabéns pela harmonia.
Um abraço fraterno
14 de maio de 2026 13:25
Francisco Queiroz disse:
É uma viagem na história, nos mitos, parabéns pela harmonia.
Um abraço fraterno
14 de maio de 2026 13:25
Mitologia: preço de um Berço vazio
Francisco Queiroz disse:
Embora já tenha lido e assistido a muitas obras sobre Hércules, seu poema revelou uma faceta nova, humanizando o mito ao converter o sangue dos monstros na dolorosa purificação do espírito de Herácles. É possível sentir o peso real de seus trabalhos. Parabéns, nobre Poeta!
9 de maio de 2026 07:32
Francisco Queiroz disse:
Embora já tenha lido e assistido a muitas obras sobre Hércules, seu poema revelou uma faceta nova, humanizando o mito ao converter o sangue dos monstros na dolorosa purificação do espírito de Herácles. É possível sentir o peso real de seus trabalhos. Parabéns, nobre Poeta!
9 de maio de 2026 07:32
Epopeia: A Maldição de Camões
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O poema destaca o contraste brutal entre o que o poeta deu (um império em versos, sangue e sal) e o que recebeu (um olho a menos, fome e desabrigo). A pátria é retratada como uma entidade que consome o artista. A escrita não é vista como um dom leve, mas como uma erosão física e emocional. Ver, amar e escrever demais resultam em perder a vista, o peito e o resto da vida. A crítica mordaz ao ciclo: Primeiro a fome, / Depois o mármore, resume a hipocrisia das nações que deixam seus artistas morrerem na miséria para depois os transformarem em estátuas intocáveis. O desfecho é brilhante ao afirmar que o verdadeiro fardo não é a pobreza, mas a lucidez. Camões morreu de Portugal (na pequenez do país perante a grandeza da sua obra) e por não caber no seu tempo. É um texto sobre a solidão intelectual e a glória póstuma como uma recompensa tardia e inútil para quem teve nação na cabeça e não teve teto na velhice. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.
6 de maio de 2026 20:31
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O poema destaca o contraste brutal entre o que o poeta deu (um império em versos, sangue e sal) e o que recebeu (um olho a menos, fome e desabrigo). A pátria é retratada como uma entidade que consome o artista. A escrita não é vista como um dom leve, mas como uma erosão física e emocional. Ver, amar e escrever demais resultam em perder a vista, o peito e o resto da vida. A crítica mordaz ao ciclo: Primeiro a fome, / Depois o mármore, resume a hipocrisia das nações que deixam seus artistas morrerem na miséria para depois os transformarem em estátuas intocáveis. O desfecho é brilhante ao afirmar que o verdadeiro fardo não é a pobreza, mas a lucidez. Camões morreu de Portugal (na pequenez do país perante a grandeza da sua obra) e por não caber no seu tempo. É um texto sobre a solidão intelectual e a glória póstuma como uma recompensa tardia e inútil para quem teve nação na cabeça e não teve teto na velhice. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.
6 de maio de 2026 20:31
Epopeia: A Maldição de Camões
Shmuel disse:
Uma bela homenagem para este escritor cuja história é fascinante.
Abraços
6 de maio de 2026 13:12
Shmuel disse:
Uma bela homenagem para este escritor cuja história é fascinante.
Abraços
6 de maio de 2026 13:12
Miniconto: Ações de afogadilha
Francisco Queiroz disse:
Parabéns pela composição, ficou excelente! Um abraço caríssimo.
1 de maio de 2026 11:02
Francisco Queiroz disse:
Parabéns pela composição, ficou excelente! Um abraço caríssimo.
1 de maio de 2026 11:02
Paradigma da antítese
Patty Alves disse:
Esse poema me fez lembrar o versículo bíblico de Marcos 8:36-37 (NVI): \"Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou o que pode dar o homem em troca da sua vida?
Não adianta termos tudo nessa vida, se não temos o amor a Deus e aquele que ama a Deus sabe que tudo pertence a Ele, então o que de fato temos? \"Tudo e nada\". risos
Obrigada poeta.
29 de abril de 2026 09:10
Patty Alves disse:
Esse poema me fez lembrar o versículo bíblico de Marcos 8:36-37 (NVI): \"Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou o que pode dar o homem em troca da sua vida?
Não adianta termos tudo nessa vida, se não temos o amor a Deus e aquele que ama a Deus sabe que tudo pertence a Ele, então o que de fato temos? \"Tudo e nada\". risos
Obrigada poeta.
29 de abril de 2026 09:10
Ninguém tem a bunda que quer sentado na bunda que tem
Francisco Queiroz disse:
Kkkk, e é uma grande verdade para tudo que se almeja, parabéns caríssimo!
29 de abril de 2026 07:20
Francisco Queiroz disse:
Kkkk, e é uma grande verdade para tudo que se almeja, parabéns caríssimo!
29 de abril de 2026 07:20
Mitologia: Deus do Vinho
Maria do Socorro Domingos disse:
Lindo, poeta!
Que você permaneça embriagado desse vinho que dá energia para continuar a jornada. O vinho servido por nosso irmão Jesus não nos dá ressaca!
Abraços
28 de abril de 2026 04:58
Maria do Socorro Domingos disse:
Lindo, poeta!
Que você permaneça embriagado desse vinho que dá energia para continuar a jornada. O vinho servido por nosso irmão Jesus não nos dá ressaca!
Abraços
28 de abril de 2026 04:58
Mitologia: Deus do Vinho
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O autor estabelece uma distinção clara entre o vinho que embriaga a razão e o vinho que resgata o amor. Enquanto o vinho mitológico é fuga, o vinho deste Deus é restauração e presença espiritual. A quarta estrofe utiliza a lógica bíblica do banquete para criar uma metáfora sobre a vida. Enquanto o mundo oferece prazeres imediatos que terminam em amargura (esconde o fel), a providência divina é apresentada como algo que melhora com o tempo e se revela plenamente no final. O autor destaca a soberania divina sobre a natureza. Ao dizer que não precisa de uva, nem de lagar, ele enfatiza que a transformação (água em vinho) é um ato de criação pura, e não um processo biológico lento. O encerramento eleva o tom poético ao identificar o próprio Deus como o Vinho antigo. A imagem do vinho derramado em cruz conecta diretamente a alegria da festa de Canaã ao sacrifício do Calvário, transformando o sangue em poesia e vida. O texto é uma celebração da abundância espiritual em contraste com a escassez do mundo material. Abraço poético.
27 de abril de 2026 20:43
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O autor estabelece uma distinção clara entre o vinho que embriaga a razão e o vinho que resgata o amor. Enquanto o vinho mitológico é fuga, o vinho deste Deus é restauração e presença espiritual. A quarta estrofe utiliza a lógica bíblica do banquete para criar uma metáfora sobre a vida. Enquanto o mundo oferece prazeres imediatos que terminam em amargura (esconde o fel), a providência divina é apresentada como algo que melhora com o tempo e se revela plenamente no final. O autor destaca a soberania divina sobre a natureza. Ao dizer que não precisa de uva, nem de lagar, ele enfatiza que a transformação (água em vinho) é um ato de criação pura, e não um processo biológico lento. O encerramento eleva o tom poético ao identificar o próprio Deus como o Vinho antigo. A imagem do vinho derramado em cruz conecta diretamente a alegria da festa de Canaã ao sacrifício do Calvário, transformando o sangue em poesia e vida. O texto é uma celebração da abundância espiritual em contraste com a escassez do mundo material. Abraço poético.
27 de abril de 2026 20:43
Viver o último dia em Deus para permanecer Nele.
Francisco Queiroz disse:
Caríssimo poeta, que texto inspirador! Fez-me refletir sobre algumas ideias que deixo aqui para somar.
Kairos: O tempo da oportunidade, o momento qualitativo, o \"agora\" que não pode ser medido, apenas vivido. O tempo da Graça.
Memento Mori: \"Lembra-te de que és mortal.\"
\"Executa cada ato da tua vida como se fosse o último.\" — Marco Aurélio
Kairos vem da minha época de retiros da igreja. Memento Mori, um conselho que ganhei de alguém que considero sábio. E a frase do imperador é um mantra que tento praticar como chamada de consciência.
Um abraço fraterno.
Gratidão!
24 de abril de 2026 20:21
Francisco Queiroz disse:
Caríssimo poeta, que texto inspirador! Fez-me refletir sobre algumas ideias que deixo aqui para somar.
Kairos: O tempo da oportunidade, o momento qualitativo, o \"agora\" que não pode ser medido, apenas vivido. O tempo da Graça.
Memento Mori: \"Lembra-te de que és mortal.\"
\"Executa cada ato da tua vida como se fosse o último.\" — Marco Aurélio
Kairos vem da minha época de retiros da igreja. Memento Mori, um conselho que ganhei de alguém que considero sábio. E a frase do imperador é um mantra que tento praticar como chamada de consciência.
Um abraço fraterno.
Gratidão!
24 de abril de 2026 20:21
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