Às vezes, a alma chora,
me diz coisas que meu nome ignora.
Vejo fora o que em meu peito mora.
Reconhecer dói, demora.
Embora a vida tenha seus ecos
no agora, ora, ora, ora,
chega a tão esperada hora em que
o lápis a mensagem contorna.
A alma, com poesia, me decora.
Escrevê-la, lê-la, me consola.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 1 de agosto de 2026 22:27
- Comentário do autor sobre o poema: Versos sobre o que a gente guarda no peito e só consegue soltar escrevendo, um consolo.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
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