Perdi o meu caderno.
Lá estavam, até aqui,
os melhores versos.
Sem pêsames:
o tempo acaba por apagar tudo,
até mesmo a lembrança
do que significa eterno.
Ainda é muito cedo.
-
Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de julho de 2026 15:18
- Comentário do autor sobre o poema: Sobre o tempo que tudo apaga, sem pressa e continuamente.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 67
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Jcosta., Feiticeira
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
Comentários5
Pega um pedaço de barbante virge e da sete nós tortos, pega o barbante com os nós e joga pelo lugar que acha que foi onde perdeu.
Mas só faça isso se tiver fé vos garanto que até o dia de todos os Santos, com a esfomedade que você escreve, se não encontrar o caderno.
Já vai ter as mãos um novo.
Abraços.
Apegaua.
Vc encontrou a senha ? Então funciona!!!
Obrigado pelo conselho kkk
Abraço e boa semana
Ficou pra lá de Goiânia, bravos.
Mas o esfomeado, manda me dizer para você.
Que tem certas feridas que nem o tempo, com toda a sua sabedoria consegue cicatrizar.
Por ser essas feridas do interior.
Força na lida, pois esse ano, a colheita será farta.
Pois assim Deus quer.
Abraços.
JCOSTA
Se a colheita farta já tá encomendada lá de cima, a gente aguenta qualquer lida! Que assim seja. Forte abraço!
Adorei!
Bom final de semana, poeta!
Beijo no coração.
Obrigado pela visita, Poetisa!
Bom final de semana, para ti também...
Abraço fraterno!
O poema apresenta uma reflexão minimalista sobre a perda da criação artística, a transitoriedade da memória e o desgaste inevitável promovido pelo tempo.
Boa tarde!
Obrigado pela visita, uma boa noite!
Abraços
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.