Pregado na Cruz

Sinvaldo de Souza Gino

Eis que lá na cruz tu estás,
Sem luz, sem calor, sem paz,
O peso da cruz, o peso do mal,
Teu corpo ferido, teu coração leal.

A dor e o sofrimento, a solidão,
A injustiça e a crueldade, a traição,
Mas ainda assim, tu não te calas,
Teu amor e tua misericórdia, não falas.

Eis que lá na cruz tu estás,
Um sacrifício, um amor sem igual,
Por nós, por mim, por todos,
Teu sangue derramado, teu amor revelado.

Oh, Senhor, que dor, que amor,
Que sacrifício, que glória,
Eis que lá na cruz tu estás,
E em ti, eu encontro a paz. 

  • Autor: GINO (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 2 de abril de 2026 12:00
  • Categoria: Perdão
  • Visualizações: 3
Comentários +

Comentários2

  • Rosangela Rodrigues de Oliveira

    Coitado foi usado para a salvação do povo. Hoje ele ressuscitou mas.....sofreu horrores. Pelo poder o homem faz atrocidades, assim como a mulher também. Menos é mais. Parabéns poeta. Boa tarde.

  • Freddie Seixas

    Thtg!



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.