Canto das Almas
Na serra do Labari alta,
Silêncio se estende profundo;
Canto das Almas ecoa lento,
Sons nos galhos, vento suspira.
Movimentos de sombra e luz,
Lua reflete, alma se abre;
Dor das almas se faz sentir,
Saudade de outrora lateja.
No alto da serra, o vento geme,
Canto das Almas se repete;
Chamado à reflexão profunda,
Memória da alma se desperta.
Almas que vagam, sombras são,
Buscando paz, amor e lar;
Canto das Almas é lamento,
Eco de vidas que se vão.
Vento que geme, árvores que choram,
Sons da noite, segredos contam;
Almas que sofrem, almas que amam,
Canto das Almas é o seu clamor.
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de março de 2026 06:03
- Categoria: Fantástico
- Visualizações: 7

Offline)
Comentários1
Muito lindo, as almas realmente choram ao meio a escuridão. Bom dia poeta.
Obrigado pela leitura do meu poema! Nessa serra tive o prazer de subí-la por 3 vezes, muito alta e acidentada, a noite geralmente um som constante é marcado por gemidos suaves, grusnado, choro, e sempre acompanhado com um veto frio, outro perigo é que lá também tem onça vermelha e pintada, é comum encontrá-la andando na mata do cerrado!
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