Não sei, só sei que foi assim,
O português que nos pariu,
Com a língua de Camões,
E o coração de um povo,
E a alma de um Brasil.
A língua é um rio,
Que flui com o tempo,
Leva consigo as palavras,
E os significados que mudam,
E a história que se escreve.
O português é um idioma,
Que nos une e nos divide,
Com suas gírias e expressões,
E seus segredos que só,
Os brasileiros entendem.
A cultura é um mosaico,
Que se forma com o tempo,
Com pedaços de África,
E Europa e América,
E um pouco de tudo.
Não sei, só sei que foi assim.
Um Brasil que me pariu,
Com a força de um povo,
E a beleza de um país,
E a alma de um coração.
A história é um labirinto,
Que se desenrola no tempo,
Com seus heróis e vilões,
E seus momentos de glória,
E de luta e de dor.
O Manual de Sobrevivência,
De Ângela Dutra de Menezes,
É um convite a descobrir,
A história do português,
E do Brasil, um país.
A língua é um instrumento,
Que nos permite sonhar,
Com um mundo melhor,
E uma vida mais justa,
E um Brasil mais feliz.
Não sei, só sei que foi assim,
O português que nos pariu,
Com a língua de Camões,
E o coração de um povo,
E a alma de um Brasil.
A cultura é um tesouro,
Que se guarda com carinho,
E se compartilha com o mundo,
E se enriquece com o tempo,
E se torna uma herança.
E assim, eu termino este poema,
Com a certeza de que,
A vida é um mistério,
E que não sabemos nada,
E que tudo é um "Não sei, só sei que foi assim".
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de março de 2026 15:05
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 13

Offline)
Comentários3
maravilhoso texto! admiro muito um poema consciente, que mais que entende, ele prende. não sei, só sei que foi assim. nascemos, crescemos, vivemos e logo chega o fim. sua análise sobre a língua e cultura me inspiraram. parabéns!
Valeu, amigo poeta, pelo seu comentário! Que bom!!! Abraço!
Boa tarde! Poeta Gino, nobre poeta que marailha de escrita, faço minha as palavras do amigo poeta P. Zevinsk, uma bela inspiração. Abraços poéticos.
Fico cada vez mais envolvido nas minhas produções quando percebo que o momento de produção é ímpar, tem dia que a inspiração é mais poética e fluida e com o valor dos comentários nos inspira ainda mais a profundas em temáticas importantes ao fazer poemas!!! Abraço!
Olá poeta! Boa noite! O refrão: Não sei, só sei que foi assim, é a alma do poema. Você traz para o texto a malandragem, a inocência e a aceitação do destino que definem muito do ser brasileiro. É a explicação para o que não tem explicação. O português que nos pariu e Um Brasil que me pariu. Isso tira a língua do dicionário e a coloca no corpo, no nascimento. Um Manual de Sobrevivência, amarra o poema a uma base histórica. Você transforma o que poderia ser um estudo acadêmico em uma alma de um coração, celebrando o idioma como uma ferramenta de sobrevivência e de sonho. O trecho que nos une e nos divide é muito preciso. A língua brasileira é o que nos dá identidade, mas suas gírias e regionalismos criam micromundos que só quem vive aqui entende. O poema termina com uma nota de humildade (não sabemos nada), o que é muito coerente com a ideia de que a cultura é um mistério constante. Meu abraço poético.
Linda análise! Muito obrigado pela contribuição! Valeu e um abraço poético!
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