Comentários recebidos nos poemas por Ayalah Verônica Berg



quase
Francisco Queiroz disse:

Esse é sem comentários...

11 de agosto de 2026 13:10

quase
Rogério disse:

Mais um encanto de poema, amei!!!

11 de agosto de 2026 12:26

quase
Versos Discretos disse:

“Quase” é um poema que parece sussurrar, mas deixa marcas profundas. Há uma força muito particular nessa escrita: ela trabalha com silêncio, ausência, mar, pedra, barco e tristeza sem transformar esses elementos em simples metáforas decorativas. Tudo parece carregar uma tensão própria, como se cada imagem escondesse alguma coisa que o poema se recusa a explicar completamente.

Gostei muito da ideia de que “o pior já passou” e, ainda assim, “o pior é não ter pior nenhum”. É um verso que desmonta a expectativa e revela uma espécie de vazio depois da dor. E o final é especialmente forte: “somos o resto que resta — um quase entre dois nadas”. Talvez seja justamente aí que o poema encontre sua beleza: nesse espaço indefinido entre aquilo que fomos e aquilo que ainda poderíamos ser.



11 de agosto de 2026 11:05

entre duas marés
Francisco Queiroz disse:

Muito bom, tua escrita é única. Penso que esses sentimentos em ti são muito fortes, como a Ayalah se sente lendo eles?

Abraço

10 de agosto de 2026 12:15

entre duas marés
Versos Discretos disse:

A forma como transforma a permanência, a queda e o absurdo em imagens tão delicadas e dolorosas é especialmente marcante.

10 de agosto de 2026 07:40

entre duas marés
Michel F.M. disse:

O inferno é sempre particular e todos os demônios vivem dentro de nós.

Belíssimo poema !!

10 de agosto de 2026 05:44

Verônica
Maria dorta disse:

Não concordo! Pernas bonitas não tem cérebro nem conteúdo!

9 de agosto de 2026 14:30

Verônica
Versos Discretos disse:

Provocativo, uma obsessão quase hipnótica.
A repetição cria um jogo de identidade e desejo, deixando no fim a sensação de que ninguém consegue escapar de Verônica.

8 de agosto de 2026 19:47

Fragmentos
Francisco Queiroz disse:

E dessas cinzas não nasce a fênix? Há uma boa alquimia na tua poesia. Abraços!

7 de agosto de 2026 21:34

Fragmentos
Versos Discretos disse:

Há poemas que a gente lê e esquece. Este faz o contrário: fica ecoando depois da última linha. Gostei especialmente de como a efemeridade do desejo aparece sem dramatização excessiva, quase como uma aceitação inevitável. O fechamento obriga a voltar ao início, porque a sensação é de que ainda ficou alguma coisa pra ser dita.


7 de agosto de 2026 15:37

Fragmentos
Rogério disse:

Que texto maravilhoso!!!!
Vc é simplesmente fantástica!!!

7 de agosto de 2026 13:26

Pacto
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poetisa! A primeira estrofe conecta o esquecimento de um objeto cotidiano (a xícara fria) à negligência sofrida pelo eu lírico na estrofe seguinte. O distanciamento do outro é associado à tempestade, enquanto a aproximação física acontece sob a melancolia da garoa. O momento mais complexo do poema revela uma ausência compartilhada. O ser amado olha para o passado com saudade, sussurra por Verônica, mas beija Ayalah, sugerindo uma busca por consolo em alguém que sabe ser um substituto. O eu lírico se entrega a um êxtase temporário, consciente de que o vínculo não tem futuro e será minimizado no dia seguinte, restando apenas o vazio (esse nada continuará). Meu abraço poético.

5 de agosto de 2026 20:35

Lenta
Jorge E. Leal disse:

Bravo! Parabéns!

1 de agosto de 2026 23:48

o inferno sou eu
Antonio Olivio disse:

Um poema para apreciar e refletir. O amor que nasce dentro de si e fica dentro remoendo o medo de arriscar o sofrimento real.
Gostei demais!!!

1 de agosto de 2026 20:30

Pacto
Francisco Queiroz disse:

Qual a diferença entre o nada e o tudo?

Na minha humilde opinião os dois se encontram nas bordas...

Como sempre ficou impecável.

Abraço

31 de julho de 2026 12:39

Pacto
Rogério disse:

Nossa! como vc escreve bem! Amo seus textos!!

31 de julho de 2026 10:44

Pacto
Versos Discretos disse:

Interessante texto. Parabéns pelas vívidas descrições. Fernando Pessoa diz que o poeta é um fingidor, mas acredito que aqui o sentimento não foi fingido, foi real. Dito isso, não sei quem é mais voraz Verônica ou Ayalah.


31 de julho de 2026 10:34

Banquete Frio
Francisco Queiroz disse:

Forte, aceitando a queda como algo belo é de tirar o fôlego. Ficou muito bom, Ayalah

Abraços

30 de julho de 2026 21:28

Banquete Frio
Natalia Gatto disse:

Escrita excepcional!! Parabéns!!

30 de julho de 2026 13:05

Banquete Frio
Versos Discretos disse:

Uso de imagens poderosas, que transforma o efêmero em um banquete filosófico sobre desejo, risco e finitude. A beleza está justamente na tensão entre o controle e o abismo, conduzindo o leitor a um desfecho inevitável e, ainda assim, profundamente belo.

30 de julho de 2026 12:24

o inferno sou eu
Francisco Queiroz disse:

Geralmente, o inferno são os outros, kkk
Sempre é muito bom ler teus poemas, Ayalah...

Abraço

29 de julho de 2026 21:50

o inferno sou eu
Rogério disse:

Ficou bom!

28 de julho de 2026 17:26

Tilintar de Ilusões
Francisco Queiroz disse:

Como sempre um encanto, várias chaves nessa poesia, mas ainda tem muita coisa trancada aí, que bom que as vezes se consegue ver pelas janelas...

Abraço
Uma excelente semana, Ayalah

27 de julho de 2026 12:30

Simples
Rogério disse:

Muito top!!

27 de julho de 2026 12:06

Inominável desejo
Rogério disse:

Ficou perfeita, como sempre vc escreve muito bem!!!

27 de julho de 2026 12:04

Simples
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...há nessa toda \"simplicidade\" uma complexidade meio que \"a Deus dará\"... /// Carinhos.

26 de julho de 2026 23:57

Simples
Versos Discretos disse:

Um bruxa enfeitiça mais do que é enfeitiçada.
Belo poema, bela analogia.

26 de julho de 2026 12:41

Simples
Francisco Queiroz disse:

Significativo, chega em certo ponto algumas particularidades que só resta a melhora.

Bom fim de semana, Ayalah

25 de julho de 2026 15:02

Inominável desejo
Versos Discretos disse:

Há poemas que apenas descrevem uma ausência; este a transforma em matéria viva. A delicadeza das imagens, unida a uma linguagem profundamente original, conduz o leitor por um abismo que, paradoxalmente, pulsa de beleza. Um texto de rara maturidade poética, onde o indizível encontra voz sem jamais perder seu mistério. Parabéns poetisa pelo belo texto que nos proporcionou.


24 de julho de 2026 19:07

Lenta
Francisco Queiroz disse:

São tantas imagens, tantos sentimentos, incrível sua leveza e sua dureza contrastando...
Muito bom de ler...

Mas, fiquei na duvida se é mais Ayalah ou Verônica?

Abraços

22 de julho de 2026 21:04

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