Comentários recebidos nos poemas por Ayalah Verônica Berg



Dois Séculos
Francisco Queiroz disse:

Um encanto!

29 de maio de 2026 22:06

Fragmentos
Apegaua disse:

Bravíssimo, não sei se é o são palavras inteligentemente se contratando, amei.
Ficou demais, penso eu e nem sei se tenho razão, as coisas simples de se dizer, carregam carga de energia positiva.
Se quem ler saber aproveitar tudo se emana.
Bela Segunda Feira Amiga.
Abraços
Apegaua

25 de maio de 2026 05:27

Floresce à Noite
Eulinda Brícia disse:

Nossa! Ual, incrível

24 de maio de 2026 23:11

Bela
Renan Cavalier disse:

Algum homem fez alguma merda muito grande com você hahahah

21 de maio de 2026 15:54

Floresce à Noite
Apegaua disse:

Numa leitura lenta e minuciosa, mereces.
Bravíssimo, por a beleza da construção.
Amei o dito e quando perguntado, já tenho vergonha de dizer que sou o poeta.
Muito bonita sua arte. Menina.
Abraços.
Apegaua.

19 de maio de 2026 11:52

Floresce à Noite
Apegaua disse:

Bravos.

18 de maio de 2026 23:23

Lugar Nenhum
Apegaua disse:

Lindo.

18 de maio de 2026 23:15

Por trás da máscara...!
Emilly Kathellyn disse:

Adoro seus poemas!

15 de maio de 2026 19:08

Bela
Francisco Queiroz disse:

Dura verdade. Parabéns pela sensibilidade!

14 de maio de 2026 13:00

É amor...?
Apegaua disse:

20, visualizações e só 2 comentários.
Mas fica calma, sua obra e ótima e muito bem elaborada.
A turma por aqui e que só gosta de puxar as brasas para sua sardinha.
Prazer.
Apegaua

12 de maio de 2026 21:47

Única
Versos Discretos disse:

Teu poema tem uma força filosófica crua e inquietante, como um retrato sem filtros da intimidade humana.
A escrita é afiada, intensa e profundamente existencial, misturando desejo, desencanto e lucidez em versos que provocam reflexão.
Há uma honestidade brutal nas imagens e ideias, daquelas que permanecem ecoando mesmo depois da última linha.

12 de maio de 2026 16:36

É amor...?
Drica disse:

Lindo!

9 de maio de 2026 08:37

A Chuva que nos Fica
Francisco Queiroz disse:

Bela poesia, parabéns!

8 de maio de 2026 21:23

Pertença
Vilma Oliveira disse:

Muito forte seu poema, carregado de realidades e verdades que trazemos em nosso íntimo, mas que muitos preferem esconder atrás das máscaras, meus parabéns! Abraço poético.

2 de maio de 2026 19:27

Quero Ser Enganada
Rogério disse:

Muito bela!

29 de abril de 2026 13:49

A Chuva que nos Fica
Rogério disse:

Linda !!!!

24 de abril de 2026 08:35

Pertença
Drica disse:

Sinistro! S2

21 de abril de 2026 00:19

No Couro
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Lindo poema! Parabéns!!!

12 de abril de 2026 11:59

Sonâmbula
Rogério disse:

Ficou top

8 de abril de 2026 12:27

Perdição
Oswaldo Jesus Motta disse:

Visualizei... além...senti! Abraço poético!

6 de abril de 2026 15:40

Sintoma
Oswaldo Jesus Motta disse:

Uau!!! Sem ar.. sem chão.. Parabéns, poeta! Abraços poéticos!

6 de abril de 2026 15:39

Atração
Oswaldo Jesus Motta disse:

Vibrante, intenso e grandioso...Terá sido escrito dentro de um universo em colapso? Adorei! Abraços poéticos!

6 de abril de 2026 15:37

Sonâmbula
Oswaldo Jesus Motta disse:

Boa tarde, poeta! Adorei! O riso diante do vazio, a exaustão diante da rotina, o sufoco das relações superficiais. Belas palavras sobre o peso de existir e a estranha leveza de se perder nesse fingimento...risos Abraço poético!

6 de abril de 2026 15:32

Sonâmbula
Drica disse:

\"A idiotice dos outros sufoca.\" Clap, clap!
Detesto socializar. Preguiça. rs

5 de abril de 2026 22:45

Lugar Nenhum
Drica disse:

Gostei bastante! Agradável de se ler!

5 de abril de 2026 12:35

Atração
Rogério disse:

Top demais

30 de março de 2026 10:54

A Chuva que nos Fica
Drica disse:

Tão delicado, suave............ tão feminino. Muito bonito!

28 de março de 2026 11:18

No Couro
Rogério disse:

Belo poema!

19 de março de 2026 14:05

Sintoma
Drica disse:

Gostei! Lindo! :)

14 de março de 2026 13:27

Perdição
Vilma Oliveira disse:

Boa Noite poetisa! Esta poesia é carregada de um romantismo sombrio e magnético. O amor aqui não é um porto seguro, mas sim um evento gravitacional, uma entrega inevitável ao perigo e ao desconhecido. A abertura Amor é queda /De um telhado/estabelece imediatamente a falta de controle. Não é um caminhar, é um despencar súbito e irreversível. O uso de flores negras, névoa e sombra cria uma atmosfera gótica. O eu lírico não busca a luz solar, mas se sente atraído pelo mistério e pelo que é noturno no outro. Ao dizer que cai sempre, sugere que esse amor é um vício, um abismo sem fundo onde a queda é eterna e o pousar é um alívio momentâneo, um arrepio que renova o ciclo. Existe uma aceitação da própria vulnerabilidade. O abismo não é algo ruim, mas o lugar onde o desejo reside. É um texto sobre a atração pelo que nos consome. Meu abraço poético.

12 de março de 2026 20:32

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