Comentários recebidos nos poemas por Ayalah Verônica Berg



No Couro
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Lindo poema! Parabéns!!!

12 de abril de 2026 11:59

Sonâmbula
Rogério disse:

Ficou top

8 de abril de 2026 12:27

Perdição
Oswaldo Jesus Motta disse:

Visualizei... além...senti! Abraço poético!

6 de abril de 2026 15:40

Sintoma
Oswaldo Jesus Motta disse:

Uau!!! Sem ar.. sem chão.. Parabéns, poeta! Abraços poéticos!

6 de abril de 2026 15:39

Atração
Oswaldo Jesus Motta disse:

Vibrante, intenso e grandioso...Terá sido escrito dentro de um universo em colapso? Adorei! Abraços poéticos!

6 de abril de 2026 15:37

Sonâmbula
Oswaldo Jesus Motta disse:

Boa tarde, poeta! Adorei! O riso diante do vazio, a exaustão diante da rotina, o sufoco das relações superficiais. Belas palavras sobre o peso de existir e a estranha leveza de se perder nesse fingimento...risos Abraço poético!

6 de abril de 2026 15:32

Sonâmbula
Drica disse:

\"A idiotice dos outros sufoca.\" Clap, clap!
Detesto socializar. Preguiça. rs

5 de abril de 2026 22:45

Lugar Nenhum
Drica disse:

Gostei bastante! Agradável de se ler!

5 de abril de 2026 12:35

Atração
Rogério disse:

Top demais

30 de março de 2026 10:54

A Chuva que nos Fica
Drica disse:

Tão delicado, suave............ tão feminino. Muito bonito!

28 de março de 2026 11:18

No Couro
Rogério disse:

Belo poema!

19 de março de 2026 14:05

Sintoma
Drica disse:

Gostei! Lindo! :)

14 de março de 2026 13:27

Perdição
Vilma Oliveira disse:

Boa Noite poetisa! Esta poesia é carregada de um romantismo sombrio e magnético. O amor aqui não é um porto seguro, mas sim um evento gravitacional, uma entrega inevitável ao perigo e ao desconhecido. A abertura Amor é queda /De um telhado/estabelece imediatamente a falta de controle. Não é um caminhar, é um despencar súbito e irreversível. O uso de flores negras, névoa e sombra cria uma atmosfera gótica. O eu lírico não busca a luz solar, mas se sente atraído pelo mistério e pelo que é noturno no outro. Ao dizer que cai sempre, sugere que esse amor é um vício, um abismo sem fundo onde a queda é eterna e o pousar é um alívio momentâneo, um arrepio que renova o ciclo. Existe uma aceitação da própria vulnerabilidade. O abismo não é algo ruim, mas o lugar onde o desejo reside. É um texto sobre a atração pelo que nos consome. Meu abraço poético.

12 de março de 2026 20:32

Perdição
Arthur Santos disse:

Belo poema ao amor.

11 de março de 2026 18:42

Lugar Nenhum
Oswaldo Jesus Motta disse:

Denso e vertiginoso… versos que mergulham no abismo com beleza crua, transformando queda em poesia. Abraços poéticos!

22 de fevereiro de 2026 09:48