Comentários recebidos nos poemas por Ayalah Verônica Berg
A Chuva que nos Fica
Drica disse:
Tão delicado, suave............ tão feminino. Muito bonito!
28 de março de 2026 11:18
Drica disse:
Tão delicado, suave............ tão feminino. Muito bonito!
28 de março de 2026 11:18
Perdição
Vilma Oliveira disse:
Boa Noite poetisa! Esta poesia é carregada de um romantismo sombrio e magnético. O amor aqui não é um porto seguro, mas sim um evento gravitacional, uma entrega inevitável ao perigo e ao desconhecido. A abertura Amor é queda /De um telhado/estabelece imediatamente a falta de controle. Não é um caminhar, é um despencar súbito e irreversível. O uso de flores negras, névoa e sombra cria uma atmosfera gótica. O eu lírico não busca a luz solar, mas se sente atraído pelo mistério e pelo que é noturno no outro. Ao dizer que cai sempre, sugere que esse amor é um vício, um abismo sem fundo onde a queda é eterna e o pousar é um alívio momentâneo, um arrepio que renova o ciclo. Existe uma aceitação da própria vulnerabilidade. O abismo não é algo ruim, mas o lugar onde o desejo reside. É um texto sobre a atração pelo que nos consome. Meu abraço poético.
12 de março de 2026 20:32
Vilma Oliveira disse:
Boa Noite poetisa! Esta poesia é carregada de um romantismo sombrio e magnético. O amor aqui não é um porto seguro, mas sim um evento gravitacional, uma entrega inevitável ao perigo e ao desconhecido. A abertura Amor é queda /De um telhado/estabelece imediatamente a falta de controle. Não é um caminhar, é um despencar súbito e irreversível. O uso de flores negras, névoa e sombra cria uma atmosfera gótica. O eu lírico não busca a luz solar, mas se sente atraído pelo mistério e pelo que é noturno no outro. Ao dizer que cai sempre, sugere que esse amor é um vício, um abismo sem fundo onde a queda é eterna e o pousar é um alívio momentâneo, um arrepio que renova o ciclo. Existe uma aceitação da própria vulnerabilidade. O abismo não é algo ruim, mas o lugar onde o desejo reside. É um texto sobre a atração pelo que nos consome. Meu abraço poético.
12 de março de 2026 20:32
Lugar Nenhum
Oswaldo Jesus Motta disse:
Denso e vertiginoso… versos que mergulham no abismo com beleza crua, transformando queda em poesia. Abraços poéticos!
22 de fevereiro de 2026 09:48
Oswaldo Jesus Motta disse:
Denso e vertiginoso… versos que mergulham no abismo com beleza crua, transformando queda em poesia. Abraços poéticos!
22 de fevereiro de 2026 09:48
