Comentários recebidos nos poemas por Ayalah Verônica Berg



Prego, Sombra e Veneno
unknown lover disse:

Muito bom

18 de agosto de 2026 13:14

Prego, Sombra e Veneno
Rogério disse:

Amei seu texto!

18 de agosto de 2026 12:21

Cinzas ao Meio-Dia
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...mulher...,...tás impossível! ...utilizas uma toda intrinsecidade de forma a mostrar libidinosidades incontroláveis em imagens poéticas que atiçam bastante o que de mais lacivo há nos recônditos dos nossos intelectos...,...a imaginação viaja! // ...em que pese toda a ardência desse desejo, não sei o porquê mas, lá no íntimo, fica a sensação de um querer não querendo, um não querer querendo... -sei lá... // (PS - ...tens um estilo único de dizer de sen(x)sualudades...,...eu não consigo escrever assim, mostrando de forma magicamente subjetiva eroticidades tão poeticamente marcantes...,...o meu estilo, nesse metier, é mais \"singelo\" -podemos dizer assim...,...tenho um antigo escrito aqui postado que isso bem demonstra, se quiser dê uma espiadinha por lá, eu deixo,...o título é \"Prenúncio\"... -é claro que não tem a complexidade e a intensidade dos teus, mas,...tá lá... /// Carinhos.

18 de agosto de 2026 10:37

Cinzas ao Meio-Dia
Michel F.M. disse:

Que bela Anatomia do Impulso!!!

18 de agosto de 2026 05:54

Amar é o que resta
Antonio Olivio disse:

No fundo , amar , sempre foi o que resta a humanidade , porque fora do amor a única coisa que existe é escuridão!!

Lindo poema, querida poetisa!!

17 de agosto de 2026 20:47

Cinzas ao Meio-Dia
Francisco Queiroz disse:

Ayalah, você junta o desejo, a carne e a dor (\'deitar com o fogo é acordar com gosto de cinza\') tem uma intensidade que lembra muito a Hilda Hilst, já leu?

Abraços

17 de agosto de 2026 20:34

Cinzas ao Meio-Dia
Versos Discretos disse:

A imagem do meio-dia onde a noite escorre pelos vitrais é de uma beleza plástica incrível. O poema tem a cor e o peso do desejo contido prestes a explodir.
É uma obra-prima de sensibilidade, intensidade e sofisticação literária.

17 de agosto de 2026 14:13

Cinzas ao Meio-Dia
Rogério disse:

Muito top! Amei!

\"Deitar com o fogo
é acordar com gosto de cinza
na boca
e ainda assim querer mais. \"

17 de agosto de 2026 14:05

Amar é o que resta
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas e profundas palavras. Uma semana iluminada, poeta!

17 de agosto de 2026 08:33

O silêncio tem sede
Versos Discretos disse:

Esse poema tem uma atmosfera muito própria, densa e estranhamente bonita. Gostei muito de como ele transforma coisas comuns em imagens inquietantes, sem parecer forçado. Algumas imagens ficam na cabeça, especialmente “a esperança é uma porta torta, aberta para dentro”. E o final, “O silêncio tem sede”, fecha tudo de um jeito simples e poderoso.

16 de agosto de 2026 20:34

Amar é o que resta
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...16 horas? ...16 horas pra tu escreveres esse poema? ...ah! ...se eu tivesse essa capacidade! ...eu estou tentando completar alguns \"rascunhos\" -tentando transformá-los em alguma coisa ao menos inteligível há quase 16 anos e não consigo! ...não está havendo cafeinas, vinhos, Brahmas e \"Jackie Daniel\'s\", que dê jeito! ...e vem tu falar em 16 horas como sendo um tempo extenso?! ...ah! ...quem me dera se assim comigo fosse! // ...bom, quanto a esse teu escrito \"dezesseishorense\", tá bastante complexo! ...mas é uma complexidade que dá gosto! ...dá gosto por fazer com que exercitemos os neurônios... -e isso faz um bem danado! ...e quando ao final desse todo \"exercício\" a \"luz\" se dá é gratificante! ...e a \"luz\" se deu num meu segundo olhar...,...há subjetividades mil que \"no conjunto dá obra\" dá bem a ideia do tudo o que te inspiraste,...do todo do contexto...,...gostei! ...muito! // ...esse \"blá, blá, blá\" todo fica sempre em segundo plano quando na verdade \"amar é o que resta\"... // ...eita! ...\"falei\" demais outra vez! ...prometo da próxima vez ser mais \"econômico\",...se tu não vier com essas tuas todas provocações (literárias e outras mais),
é claro... /// Carinhos.

16 de agosto de 2026 15:46

Amar é o que resta
CORASSIS disse:

Lembra a atmosfera de poetas do século XX (como Carlos Drummond de Andrade ou João Cabral de Melo Neto), onde o lirismo convive com a lucidez cortante e o cansaço do mundo. Parabéns .



16 de agosto de 2026 14:27

Amar é o que resta
Francisco Queiroz disse:

Se resta, é porque ficou. Por vezes, o resto é a parte mais importante... Resistência vem da mesma etimologia de resto, e se o amor tem uma qualidade, é a sua resistência, a sua resiliência... Muito bom, Ayalah

16 de agosto de 2026 12:32

Amar é o que resta
patrick silva disse:

belas palavras que se encaixam perfeitamente em seus detalhes

16 de agosto de 2026 12:24

O silêncio tem sede
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...solitária, parada, na beira do abismo? ...-tás assim tão \"perdidona\"? ...bom,...torcendo aqui pra que não...,...se bem que isso até que tem o seu lado positivo -se é que dá pra dizer assim....,...essa toda \"aura\" que assim te envolve, faz com que \"manuseies\" palavras e versos com enorme e intensa \"goticidade\", numa literatura que, mesmo que um tanto quanto sombria, acaba por \"prender\" o leitor...,...então é isso,...esse teu lado \"mau\" (ou, do mal), tem lá o seu lado bom (ou, interessante)... / ...e, aqui entre nós -que ninguém nos ouça: ...não é só o silêncio que tem sede, não...,...tu também tem lá as tuas \"sedes\"...,...um tipo de sede que deixas bem escancarada em praticamente tudo o que por aqui derramas...,...sempre dás um jeitinho de encaixar alguns vocábulos a dizer de voluptuosidades mil, tipo \"...o absurdo, esse velho amante...,...eu deito com ele -feliz, lúcida...\",...é,...também tens lá as tuas sedes...(bendita \"sede\"!) // ...catso! ...acabei por escrever pra caramba! ...culpa tua e dessas tuas \"doidices\" (...prazerosas \"doidices!) /// Carinhos.

16 de agosto de 2026 10:59

O silêncio tem sede
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poetisa! O paradoxo dos jardins que apodrecem de tanta beleza, introduz um tema de saturação, onde o excesso de perfeição gera a decomposição. A cena do banho e do espelho evoca uma despersonalização. O corpo torna-se um corpo estranho e o espelho anula a identidade (não repete ninguém), agindo de forma agressiva ao morder a própria boca da voz lírica. A metáfora: Rituais são feridas bem educadas é um dos pontos altos do texto. Ela expõe a hipocrisia das convenções sociais, representadas pela vida cínica que aplaude ironicamente com luvas de pelica. Os cães com olhos vermelhos que farejam deuses/e encontram apenas ossos, simbolizam a busca frustrada por transcendência e a crueza da mortalidade. Longe de se entregar ao desespero, a voz lírica abraça o absurdo, chamando-o de velho amante. Existe uma felicidade paradoxal em deitar-se entre ruínas que florescem. O desfecho desacelera o ritmo e foca no micro momento: a fruta mordida no escuro. A gradação: É pouco. É quase nada. / É o bastante celebra o minimalismo existencial. A vida se justifica no detalhe, e o verso final isolado (O silêncio tem sede) deixa um eco de incompletude e desejo contínuo. Meu abraço poético.

15 de agosto de 2026 20:45

Banquete Frio
Oswaldo Jesus Motta disse:

Uau! Sempre arrepiando a alma! Belas palavras, poeta! Ótima noite! Abraços poéticos e excelente final de semana!

15 de agosto de 2026 18:57

O silêncio tem sede
Francisco Queiroz disse:

Um poema, que tira o verniz do mundo com uma elegância. É quase delicado da sua parte escrever algo tão terrivelmente bom. Obrigado por esse banho de lucidez, Verônica... Abraços

15 de agosto de 2026 18:32

O silêncio tem sede
Luminoso, o Vitorioso disse:

seja lá o que estiver a passar eu digo, tudo isso vai passar.

15 de agosto de 2026 17:17

Verônica
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...conheci, em letras, a \"Ayalah\",...agora vim saber da \"Verônica\"...,...a \"Ayalah\" mostrou-se \"avassaladora\"...,...já a \"Verônica\" se apresenta como o outro lado da moeda... -ao menos não há nada no escrito que a coloque no mesmo patamar...,...embora se revele que ela tenha pernas bonitas ...,...\"no frigir dos ovos\", eu imagino que as duas formam uma muito boa completude, uma completa bem a outra...,...e cá pra nós, é uma completude e tanto! ...num jargão mais popular dá pra dizer que juntam \"a fome com a vontade de comer\" (...pecaminosamente? ...bom, aí já são outros quinhentos...) // ...não pude deixar de fazer essa contraposição mesmo sabendo que deveria me ater mais à competência e qualidade literária do texto...,...vá lá, então: -...tá tudo pra lá de mágico nesses teus escritos! ...pronto, comentado! ( PS - ...me satisfez mais o \"Ayalah\"... -de dar \"água na boca\"!) /// Carinhos.

14 de agosto de 2026 23:51

Ayalah
Versos Discretos disse:

Uma sensualidade bem visceral, e acredito que é justamente isso que prende. A mistura de analogias, desejo e bruxaria funciona muito bem — principalmente essa ideia do amor como uma fome que tenta se disfarçar de algo inocente. O final, com ela ainda “com fome”, fecha o poema com chave de ouro porque dá a sensação de que, apesar de toda a entrega, o desejo nunca se satisfaz completamente.

14 de agosto de 2026 08:10

Ayalah
Pietro Guilherme Piazera disse:

adorei!!


13 de agosto de 2026 20:53

Borrão
Carlos Herik B. Batista disse:

Muito profundo... Parabéns!

13 de agosto de 2026 20:25

Apenas um lembrete
Carlos Herik B. Batista disse:

Perfeito! Você escreve muito bem!

13 de agosto de 2026 20:24

Ayalah
Francisco Queiroz disse:

Interessante, agora a Verônica tá com uma pulga atrás da orelha.

Abraço, Ayalah

13 de agosto de 2026 18:47

Ayalah
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...catso! ...essa Ayalah, hein! ...impetuosamente voraz! ...arrepiou-me todos os pelos do corpo! ...a minha imaginação foi a mil! ...delicioso escrito! /...eu fico aqui a imaginar as duas juntas, a Ayalah e a Verônica...,...guenta coração! /// Carinhos, menina.

13 de agosto de 2026 18:09

Ayalah
Rogério disse:

Eitaaa!!

13 de agosto de 2026 17:26

Fragmentos
Oswaldo Jesus Motta disse:

Puxa! Desejo e impermanência! Quando o amor aparece como algo intenso justamente porque sabe que vai findar... As imagens são fortes, sensuais e inquietantes...que contraste entre corpo, sede, cinza e ausência! A beleza e a fragilidade de um instante que se quer eterno...Abraços poéticos e Parabéns!

12 de agosto de 2026 19:15

Simples
Oswaldo Jesus Motta disse:

Que bela...simplicidade... Abraços poéticos! Amei!

12 de agosto de 2026 19:12

quase
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...quase que eu comento dizendo \"muito bom escrito!\"...,...quase! ...mas aí eu fui reler...,...resolvi refazer: - ...excelente escrito! ...gostei pra caramba! /// Meu carinho, menina. (...gostei também da nova foto...).

12 de agosto de 2026 15:39

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