Comentários recebidos nos poemas por Ricardo Maria Louro



De Poema em Poema
Maria dorta disse:

Belo poema, com rimas ricas e muita sensibilidade. Teu poema é um encanto! Aplausos!

10 de maio de 2026 17:51

Berço de Poeta
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Top das Galáxias, poeta! Valeu!!!

8 de maio de 2026 21:09

De Poema em Poema
Patty Alves disse:

Os versos, poesias, as letras escritas colocadas na ponta da caneta, ou nas pontas dos dedos de um teclado, costumam transparecer o que tem dentro de nossas mentes e almas, as coisas que desejam saltar e que muitas vezes não damos tanta atenção ou damos atenção demais, com os versos nos expressamos, como que talvez um rabisco de desenho aonde podemos desenhar, pintar, as vezes apagar e refazer novamente.
Gostei muito de seu poema, me identifiquei. Obrigada por compartilhar conosco.
Abraços.

8 de maio de 2026 07:48

De Poema em Poema
Andrea G disse:

Linda poesia! Meus parabéns!

7 de maio de 2026 19:24

Aceita a vida
Shmuel disse:

Simplesmente lindo!

Abraços

5 de maio de 2026 10:00

Hoje mas só hoje
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns pela produção!!! Abraço fraterno!

5 de maio de 2026 09:22

Cadáver
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Seu poema retrata uma criança que não teve amor dos pais e dos irmãos. Difícil para uma criança deslanchar numa vida assim. Parabéns pelo tema abordado. Bom dia poeta.

15 de abril de 2026 08:02

Ditados
Shmuel disse:

Muito bom! Adorei seu poema.

Abraços,

10 de abril de 2026 13:07

Veio ao Mundo
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Top das Galáxias o seu estilo!

2 de abril de 2026 12:15

Não sou mais
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Top das Galáxias o seu estilo! Parabéns poeta!!!

2 de abril de 2026 12:15

Filho do Passado
Sinvaldo de Souza Gino disse:

Parabéns!

21 de março de 2026 20:13

Não deixes Mãe que me fechem os olhos
Maria dorta disse:

Bravos! Um belo poema!

17 de março de 2026 15:42

Há em Mim
Maria dorta disse:

Há em mim uma grande admiração pela beleza de seu poetar. Aplausos!

17 de março de 2026 15:38

Convento da Orada
Joaquim Saial disse:

Muito bem, caro patrício! grande poema, grande convento e grandes comezainas lá há. Alentejo dá cartas no Brasil. Votos de boa continuação.

17 de março de 2026 13:59

Convento da Orada
Maria dorta disse:

E assim se despenalizam as penas dos Infiéis deste mundo!

17 de março de 2026 12:33

Instante de Mim
Maria dorta disse:

E é verdade: tudo se solucionaria!

17 de março de 2026 12:31

Há uma tarde
Maria dorta disse:

Seu poema tem excelente qualidade artística e muita sensibilidade poética. Gostei de le_lo. Parabéns!

16 de março de 2026 00:51

Perguntei ao teu Olhar
Maria dorta disse:

Aplausos pelo belo poema!

13 de março de 2026 14:30

Quem dera poder nascer de novo
Arthur Santos disse:

Poder nascer de novo parece que por enquanto ainda não é possível.. :)
Belo poema.

12 de março de 2026 16:10

O Sangue Apodrecido
Drica disse:

Adorei o título! Lindo poema! :)

11 de março de 2026 22:55

Não te sintas tão sozinho
Maria dorta disse:

Belo soneto. Revelas criatividade, conhecimento de causa e boa inspiração.

7 de março de 2026 11:51

Paira sobre mim
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas palavras, poeta! Voz que ecoa do silêncio, casa que grita por dentro... Abraços poéticos!

3 de março de 2026 08:43

3 Espinhos
Noétrico disse:

ooown.... tradição lírica clássica!!
Identidade forja pela dor, silêncio e solidão desde a origem.
Show de poesia!!

2 de março de 2026 13:41

3 Espinhos
Shmuel disse:

Os versos dançam em sintonia!

Parabéns!

2 de março de 2026 10:11

Há uma tarde
Oswaldo Jesus Motta disse:

Silêncio que canta, alma que busca...Belas palavras, Poeta! Abraço poético.

24 de fevereiro de 2026 16:40

Não te sintas tão sozinho
José Francisco de Morais disse:

Este poema apresenta um tom afetuoso, esperançoso e reconfortante, centrado na força do amor como companhia e superação da solidão.

Logo na primeira estrofe, o eu poético assume uma postura protetora e carinhosa: “Não te sintas tão sozinho / Porque eu estou aqui”. Há uma promessa de presença constante, quase como um amparo emocional. O carinho surge como base da relação, estabelecendo desde o início um ambiente de ternura.

Na segunda estrofe, a descrição dos olhos — “cor das mágoas / dos silêncios do Senhor” — introduz uma dimensão mais profunda e espiritual. A imagem de “dois peixes, duas águas” é particularmente rica em simbolismo: pode sugerir fluidez, sensibilidade, profundidade emocional e até uma ligação ao signo de Peixes, tradicionalmente associado à empatia e à emoção. O amor “baila”, isto é, move-se com leveza e harmonia, apesar da melancolia implícita.

A terceira estrofe introduz tensão: “Entre esperança e tempestade”. O amor não é idealizado como algo sem conflitos; pelo contrário, reconhece-se que há momentos difíceis (“momentos de saudade”). No entanto, surge a aprendizagem — “Há que aprender a dar a mão” — revelando maturidade e crescimento dentro da relação.

Por fim, a última estrofe reforça a ideia de companheirismo duradouro. A vida passa, o tempo é inevitável, mas o casal caminha “abraçados à luz da Lua”, símbolo romântico e íntimo. A imagem final — “De mãos dadas pela rua” — traduz simplicidade, união e partilha quotidiana.

Em síntese, trata-se de um poema sobre amor cúmplice e resiliente, onde a presença do outro transforma a solidão em caminhada partilhada. A linguagem é simples, mas carregada de simbolismo afetivo, privilegiando imagens ligadas à água, à luz e ao movimento, que reforçam a ideia de continuidade e harmonia.

24 de fevereiro de 2026 08:29

Há uma tarde
José Francisco de Morais disse:

Este poema constrói uma atmosfera profundamente introspectiva e melancólica, marcada por uma sensação de clausura interior. Logo no primeiro verso — “Há uma tarde fechada por dentro” — a tarde deixa de ser apenas um momento do dia e transforma-se num estado de alma, simbolizando recolhimento, cansaço emocional e solidão.

A expressão “caiada de sonhos e cansaços” sugere uma tentativa de revestir ou ocultar sentimentos, como se os sonhos e o desgaste fossem camadas que cobrem o sujeito poético. Há aqui uma dualidade entre esperança (sonhos) e exaustão (cansaços), revelando conflito interior.

O verso “Um quase silêncio vestido de Fado” reforça a identidade cultural portuguesa e evoca a saudade, a dor contida e o destino. O “quase silêncio” indica algo que não chega a ser dito plenamente, mas que se sente intensamente — tal como o próprio fado, que ultrapassa palavras e toca o íntimo de quem o canta e de quem o escuta.

Ao longo do poema, repete-se a estrutura “Um quase…”, o que transmite uma ideia de incompletude, de algo que está sempre prestes a acontecer mas nunca se concretiza totalmente. Essa repetição reforça a sensação de busca e de indefinição existencial.

A imagem do “suspiro de marujo num barco / em alto mar” introduz o mar como símbolo tradicional de viagem, incerteza e destino. O sujeito parece à deriva, levado pelas “ondas indiscretas”, o que pode representar forças externas ou emoções que escapam ao controlo.

Por fim, a vontade de ir “p’ra lá da vida, p’ra lá da morte” intensifica o tom existencial do poema. Não se trata necessariamente de desejo de fim, mas antes de uma procura transcendental, de algo que ultrapasse os limites da condição humana.

O poema encerra retomando o primeiro verso, criando um efeito circular que reforça a ideia de aprisionamento interior. Assim, trata-se de um texto marcado pela saudade, solidão, incompletude e busca de sentido, com forte carga simbólica e emocional.

24 de fevereiro de 2026 08:26

É Inútil
LEIDE FREITAS disse:

Concordo plenamente. Boa Noite, poeta Ricardo Louro

19 de fevereiro de 2026 22:48

É Inútil
Noétrico disse:

Óbvios que precisam ser ditos.
Tudo, absolutamente tudo
é inútil.

As pessoas individualmente ou em coletivo é que tornam tudo \"útil\".

19 de fevereiro de 2026 11:01

É Inútil
Maria dorta disse:

Mas,não é inútil viver nossos sonhos e desejos,nem deixar de arquitetar nossas vidas e viver feliz em plenitude amorosa. Uma pausa para o desengano,para o temor de amar e não ser amado e vamos optar pelo otimismo. Nos temos o poder de mudar ou provocar mudanças. Seu poema tem qualidades.

18 de fevereiro de 2026 12:30

Página 1 de 212»


« Voltar ao perfil de Ricardo Maria Louro