Queria tanto morrer amanhã!
Por todos os motivos e mais um
apetecia-me morrer amanhã ...
A Vida fez-me cego e sem
destino ...
Além de todas as clareiras
entregou-me aos precipícios,
aos abismos, aos vales de ilusão,
tecidos pelos dias.
Dia-após-dia, desgosto-após-desgosto,
de mim nada fica neste mundo
quando eu partir.
Nem quero que fique!
Não quero deixar nada!
Esqueçam-se de mim!
Que de vós me esquecerei!
Façam de conta que nunca existi! ...
Porque eu não me lembrarei de
ninguém.
E sacudirei os sapatos do pó deste
mundo!
Nem isso quero levar!
Queria tanto Morrer Amanhã!
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de fevereiro de 2026 06:09
- Categoria: Triste
- Visualizações: 17
- Usuários favoritos deste poema: Ricardo Maria Louro, Arthur Santos

Offline)
Comentários1
Olá Ricardo! Boa noite! Na verdade, nós morremos um pouco Todos os dias.
O importante é se manter vivo e esperar que o amanhã seja melhor do que hoje.
Tudo nesta vida passa, nada é definitivo. Todos temos uma missão neste mundo.
Enquanto acordamos todos os dias é porque ainda nos resta algo a ser realizado.
Fica com Deus! Meu abraço fraterno.
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