Comentários recebidos nos poemas por G. Mirabeau
VERDE VERSO
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A repetição de Ver de verso, Ver de dentro e Ver de perto, sugere que a poesia exige uma visão que atravessa a superfície. O verde aqui simboliza esperança ou renovação, mas que só é alcançada através de uma análise minuciosa da alma. O eu lírico transita de um desejo de navegação (Navegar entre estes vales) para uma confissão de dor. O vinho desesperado feito das próprias uvas indica que a arte nasce do sofrimento pessoal e do esforço individual no confim dos desamados. Há um tom de melancolia crescente. A menção à casa desabastada e aos dias que levam a nada, evoca uma sensação de vazio existencial e de tempo perdido, onde a madrugada funciona como um espaço de lamentação. Na última estrofe, o poema assume um tom confessional. O autor admite o tempo degenerado e o desespero confesso, revelando que a escrita é, ao mesmo tempo, sua captura e sua libertação sob a luz de luas cumpliciadas. É um poema metalinguístico que usa a cor e o som para explorar a melancolia de um autor que tenta encontrar destino em versos nascidos do desespero. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
25 de abril de 2026 19:43
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A repetição de Ver de verso, Ver de dentro e Ver de perto, sugere que a poesia exige uma visão que atravessa a superfície. O verde aqui simboliza esperança ou renovação, mas que só é alcançada através de uma análise minuciosa da alma. O eu lírico transita de um desejo de navegação (Navegar entre estes vales) para uma confissão de dor. O vinho desesperado feito das próprias uvas indica que a arte nasce do sofrimento pessoal e do esforço individual no confim dos desamados. Há um tom de melancolia crescente. A menção à casa desabastada e aos dias que levam a nada, evoca uma sensação de vazio existencial e de tempo perdido, onde a madrugada funciona como um espaço de lamentação. Na última estrofe, o poema assume um tom confessional. O autor admite o tempo degenerado e o desespero confesso, revelando que a escrita é, ao mesmo tempo, sua captura e sua libertação sob a luz de luas cumpliciadas. É um poema metalinguístico que usa a cor e o som para explorar a melancolia de um autor que tenta encontrar destino em versos nascidos do desespero. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
25 de abril de 2026 19:43
ATITUDE
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor utiliza elementos como Silício e esferas para descrever as almas, sugerindo algo frio, mineral ou artificial. A espiritualidade é questionada (Anjos não existem?), transformando o sagrado em algo abstrato, estranho e, por fim, morto. A Boca da terra com sua goela de fogo evoca uma imagem saturnina: a terra que gera a vida é a mesma que a consome de forma cruel. Não há acolhimento no solo, apenas o pó do mal. O céu não é um refúgio de paz, mas um amplo deserto de cores conflitantes (azul e vermelho). A existência humana é reduzida à insignificância total: não somos o dono da casa, nem a porta, somos apenas o trinco — um detalhe mecânico e funcional sem autonomia. O uso de paradoxos como: curto claro escuro reto e morte viva, reforça a confusão mental e a agonia de quem tenta entender uma realidade que não faz sentido lógico. O manto roto de fé mostra uma espiritualidade que já não consegue mais aquecer ou proteger o indivíduo. O poema encara a vida como uma atitude da terra morta. É uma visão niilista onde o ser humano é apenas um grão de inquietude em um universo vasto e indiferente. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
20 de abril de 2026 21:32
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor utiliza elementos como Silício e esferas para descrever as almas, sugerindo algo frio, mineral ou artificial. A espiritualidade é questionada (Anjos não existem?), transformando o sagrado em algo abstrato, estranho e, por fim, morto. A Boca da terra com sua goela de fogo evoca uma imagem saturnina: a terra que gera a vida é a mesma que a consome de forma cruel. Não há acolhimento no solo, apenas o pó do mal. O céu não é um refúgio de paz, mas um amplo deserto de cores conflitantes (azul e vermelho). A existência humana é reduzida à insignificância total: não somos o dono da casa, nem a porta, somos apenas o trinco — um detalhe mecânico e funcional sem autonomia. O uso de paradoxos como: curto claro escuro reto e morte viva, reforça a confusão mental e a agonia de quem tenta entender uma realidade que não faz sentido lógico. O manto roto de fé mostra uma espiritualidade que já não consegue mais aquecer ou proteger o indivíduo. O poema encara a vida como uma atitude da terra morta. É uma visão niilista onde o ser humano é apenas um grão de inquietude em um universo vasto e indiferente. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
20 de abril de 2026 21:32
BIG BANG
O rei disse:
Do nada não pode vir nada. Se existe o movimento deve existir o \"movente\", certo?
19 de abril de 2026 20:12
O rei disse:
Do nada não pode vir nada. Se existe o movimento deve existir o \"movente\", certo?
19 de abril de 2026 20:12
VERDE VERSO
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Legal o seu poema! Você usou bem a figura de Liguagem chamada alteração! Parabéns!
12 de abril de 2026 11:57
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Legal o seu poema! Você usou bem a figura de Liguagem chamada alteração! Parabéns!
12 de abril de 2026 11:57
ROBERTO, O INSETO
Shmuel disse:
Que bacana este poema!
Um besouro e uma borboleta e nós aqui na torcida.
Abraços
17 de janeiro de 2026 06:58
Shmuel disse:
Que bacana este poema!
Um besouro e uma borboleta e nós aqui na torcida.
Abraços
17 de janeiro de 2026 06:58
