Francisco Claudio Claudio Gia
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Poemas
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- Ode à Luz Inquieta
8 jul 2026 (10:50)
- Sombras da Convivência
6 jul 2026 (17:10)
- Poema: Cooperação ao Sol do Biquíni
5 jul 2026 (09:54)
- REALEZA SANTIFICADA
4 jul 2026 (19:06)
- Sinfonia de Raízes e Fluxos
30 jun 2026 (13:12)
- Sombras e Vigilância
26 jun 2026 (09:47)
- 25 de Junho – Datas Comemorativas
25 jun 2026 (09:39)
- Fogueira Eterna – O Batismo da Luz
24 jun 2026 (09:07)
- Tríptico do Chão e do Ar
21 jun 2026 (20:21)
- #A Engrenagem Rubra dos Destinos
20 jun 2026 (16:41)
- #A Foice que Não Ceifa
19 jun 2026 (14:55)
- A Interdependência Vital dos Biomas Brasileiros
17 jun 2026 (18:12)
- #A Interseção dos Dias
16 jun 2026 (14:01)
- #A Vinha Deserta
15 jun 2026 (10:02)
- #A Alquimia do Líquido Vermelho Claudio Gia, Macau RN, 14 de junho de 2026 Não é apenas o humor ou a coroa Que o tempo afina em seu volver de foice. O sangue é um verbo que na veia voa, Mas, ao sair, refunda-se na noite. Doador: ponte entre dois desertos, Urdindo a trama que o acaso desfez. O mesmo ferro que alimenta incertos Vasos — agora habita outra parede de outra vez. O estoque, baixo como lua em marte, Repõe-se quando o gesto rasga o véu: Não mais o líquido, mas a centelha — a arte De ser, no outro, o mesmo Deus no céu. Junho Vermelho não tinge a bandeira: Mancha de ética o anônimo herói. Quem doa, ensina que a espécie inteira Se salva quando um fio se desdobra em dois. Para quem dá de si sem saber o nome — ciência e milagre cabem na mesma bolsa de plástico.
14 jun 2026 (19:11)
- #Doze de Junho
12 jun 2026 (12:02)
- #O Garrote do Tempo e a Espora da Fé
11 jun 2026 (15:51)
- #NOTA DE PESAR: Morreu o Grande Poeta Paulo Varela 🔥
10 jun 2026 (19:03)
- #O Canto Silenciado dos Oceanos
8 jun 2026 (18:12)
- #Hexagrama do Berço e da Espada
6 jun 2026 (13:20)
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