Francisco Claudio Claudio Gia
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Poemas
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- #A Foice que Não Ceifa
19 jun 2026 (14:55)
- A Interdependência Vital dos Biomas Brasileiros
17 jun 2026 (18:12)
- #A Interseção dos Dias
16 jun 2026 (14:01)
- #A Vinha Deserta
15 jun 2026 (10:02)
- #A Alquimia do Líquido Vermelho Claudio Gia, Macau RN, 14 de junho de 2026 Não é apenas o humor ou a coroa Que o tempo afina em seu volver de foice. O sangue é um verbo que na veia voa, Mas, ao sair, refunda-se na noite. Doador: ponte entre dois desertos, Urdindo a trama que o acaso desfez. O mesmo ferro que alimenta incertos Vasos — agora habita outra parede de outra vez. O estoque, baixo como lua em marte, Repõe-se quando o gesto rasga o véu: Não mais o líquido, mas a centelha — a arte De ser, no outro, o mesmo Deus no céu. Junho Vermelho não tinge a bandeira: Mancha de ética o anônimo herói. Quem doa, ensina que a espécie inteira Se salva quando um fio se desdobra em dois. Para quem dá de si sem saber o nome — ciência e milagre cabem na mesma bolsa de plástico.
14 jun 2026 (19:11)
- #Doze de Junho
12 jun 2026 (12:02)
- #O Garrote do Tempo e a Espora da Fé
11 jun 2026 (15:51)
- #NOTA DE PESAR: Morreu o Grande Poeta Paulo Varela 🔥
10 jun 2026 (19:03)
- #O Canto Silenciado dos Oceanos
8 jun 2026 (18:12)
- #Hexagrama do Berço e da Espada
6 jun 2026 (13:20)
- #A Hóstia Partida e a Criança sem Mesa
4 jun 2026 (16:12)
- #Elegia das Rodas e do Chão que Ainda Respira
3 jun 2026 (15:35)
- #O Silêncio das Águas Que Não Voltam
2 jun 2026 (11:14)
- #“O Leite e a Mentira”
1 jun 2026 (15:24)
- #O ventre que antecipa a aurora
31 maio 2026 (13:57)
- #POEMA DOS OFÍCIOS E DA PAZ
29 maio 2026 (21:01)
- #Dia da Mata Atlântica
27 maio 2026 (15:56)
- #A Toalha Vermelha Sobre a Mesa
25 maio 2026 (19:21)
- #ABRAÇA A VIDA
22 maio 2026 (19:43)
- #A Língua É Casa
21 maio 2026 (17:28)
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