Comentários recebidos nos poemas por Versos Discretos
Partitura para Dois Corpos
Apegaua disse:
Se fosse a vera, o seu pergaminho estaria entre os primeiros, por que o mestre poeta, tem o respeito com seus leitores.
Respeita a regra de que, se começar a obra com rimas, lá as encontraremos no final.
E dito e feito.
Bravos, se fosse um Rei, você seria me escriba.
Passar bem, nobre e distinto poeta.
Apegaua
27 de maio de 2026 21:14
Apegaua disse:
Se fosse a vera, o seu pergaminho estaria entre os primeiros, por que o mestre poeta, tem o respeito com seus leitores.
Respeita a regra de que, se começar a obra com rimas, lá as encontraremos no final.
E dito e feito.
Bravos, se fosse um Rei, você seria me escriba.
Passar bem, nobre e distinto poeta.
Apegaua
27 de maio de 2026 21:14
Não sei escrever erótico
Shmuel disse:
Ufa! Gozei! rsrs.
Muito bom mesmo!
Abraços
18 de maio de 2026 16:47
Shmuel disse:
Ufa! Gozei! rsrs.
Muito bom mesmo!
Abraços
18 de maio de 2026 16:47
Não sei escrever erótico
Apegaua disse:
Fiquei agoniado lendo o vosso dito.
Pena não poder usar um similar de um linguajado mais rude.
Bravos, ficou pra lá da ilha do sol, onde reinava a Luz del. fogo.
Ficar bem Mestre poeta dos eróticos.
Abraços.
Apegaua
18 de maio de 2026 14:47
Apegaua disse:
Fiquei agoniado lendo o vosso dito.
Pena não poder usar um similar de um linguajado mais rude.
Bravos, ficou pra lá da ilha do sol, onde reinava a Luz del. fogo.
Ficar bem Mestre poeta dos eróticos.
Abraços.
Apegaua
18 de maio de 2026 14:47
Último Devaneio
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O poema explora o erotismo elegíaco, fundindo a intensidade do desejo carnal com a melancolia de uma despedida definitiva. O eu lírico utiliza termos religiosos (altar, olhar devoto, sagrado manto) para divinizar a nudez feminina e o ato sexual. Há um forte apelo visual e sensorial (altar de marfim, pele branca, quarto morno), que remete à busca pela perfeição formal e cromática da carne. A experiência erótica é descrita como uma dualidade extrema (tocar o inferno e vislumbrar os céus, agonia/prazer), onde o ápice carnal surge justamente na iminência da perda. O ato sexual explícito (encaixe profundo) é o mecanismo encontrado para eternizar um amor que está terminando na realidade. Através da entrega carnal e dos fluidos corporais, o eu lírico atinge uma libertação espiritual, transformando o ato profano em um rito de imortalidade. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.
15 de maio de 2026 18:25
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O poema explora o erotismo elegíaco, fundindo a intensidade do desejo carnal com a melancolia de uma despedida definitiva. O eu lírico utiliza termos religiosos (altar, olhar devoto, sagrado manto) para divinizar a nudez feminina e o ato sexual. Há um forte apelo visual e sensorial (altar de marfim, pele branca, quarto morno), que remete à busca pela perfeição formal e cromática da carne. A experiência erótica é descrita como uma dualidade extrema (tocar o inferno e vislumbrar os céus, agonia/prazer), onde o ápice carnal surge justamente na iminência da perda. O ato sexual explícito (encaixe profundo) é o mecanismo encontrado para eternizar um amor que está terminando na realidade. Através da entrega carnal e dos fluidos corporais, o eu lírico atinge uma libertação espiritual, transformando o ato profano em um rito de imortalidade. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.
15 de maio de 2026 18:25
A Apoteose de Alabastro
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Gostei desse estilo!!!
13 de maio de 2026 18:07
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Gostei desse estilo!!!
13 de maio de 2026 18:07
Flor de Lótus
Edla Marinho disse:
Como sempre, o poeta descreve com beleza e elegância todo o ato, sem cair na mesmice das palavras que, em metáforas do gênero, costumamos ler... ( Ou não , às vezes, não conseguimos prosseguir na leitura). Versos Discretos é um poeta extraordinário nesse gênero, buscando na natureza elementos que colorem suas cenas com cores vibrantes mas ao mesmo tempo de uma suave beleza e simplicidade.
Parabéns, poeta que faz jus ao pseudônimo!
Meu abraço.
12 de maio de 2026 21:01
Edla Marinho disse:
Como sempre, o poeta descreve com beleza e elegância todo o ato, sem cair na mesmice das palavras que, em metáforas do gênero, costumamos ler... ( Ou não , às vezes, não conseguimos prosseguir na leitura). Versos Discretos é um poeta extraordinário nesse gênero, buscando na natureza elementos que colorem suas cenas com cores vibrantes mas ao mesmo tempo de uma suave beleza e simplicidade.
Parabéns, poeta que faz jus ao pseudônimo!
Meu abraço.
12 de maio de 2026 21:01
O Ritual das Sombras e do Mel
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! Você foge do óbvio ao usar termos como: fímbria, arcanos, plantígrado e ósculos. Isso cria uma distância estética que transforma a cena em algo quase artístico, como uma pintura clássica. A relação é descrita como uma batalha (vitorias cedidas, invasor, investida final), mas uma batalha onde a entrega é o prêmio. O corpo feminino é um território geográfico sagrado (labirintos, vales, fonte sagrada). A Metáfora do Plantígrado: É uma imagem curiosa e forte. Comparar o amante a um urso (plantígrado) que busca o mel (néctar âmbar) traz um elemento de instinto animal que contrasta com a semântica e a razão mencionadas anteriormente. O gozo não é apenas físico, é a consagração dos deuses e a bem-aventurança. O poema sugere que, através da arte da vênus (o sexo), o ser humano consegue tocar o empíreo (o céu), ainda que de forma efêmera. É uma composição que foca na estética do prazer, tratando a luxúria com uma reverência quase religiosa. Parabéns por seu belíssimo poema! Abraço poético.
6 de maio de 2026 20:42
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! Você foge do óbvio ao usar termos como: fímbria, arcanos, plantígrado e ósculos. Isso cria uma distância estética que transforma a cena em algo quase artístico, como uma pintura clássica. A relação é descrita como uma batalha (vitorias cedidas, invasor, investida final), mas uma batalha onde a entrega é o prêmio. O corpo feminino é um território geográfico sagrado (labirintos, vales, fonte sagrada). A Metáfora do Plantígrado: É uma imagem curiosa e forte. Comparar o amante a um urso (plantígrado) que busca o mel (néctar âmbar) traz um elemento de instinto animal que contrasta com a semântica e a razão mencionadas anteriormente. O gozo não é apenas físico, é a consagração dos deuses e a bem-aventurança. O poema sugere que, através da arte da vênus (o sexo), o ser humano consegue tocar o empíreo (o céu), ainda que de forma efêmera. É uma composição que foca na estética do prazer, tratando a luxúria com uma reverência quase religiosa. Parabéns por seu belíssimo poema! Abraço poético.
6 de maio de 2026 20:42
Catedral de Carne e Êxtase
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Gostei do seu poema!!! Parabéns!
4 de maio de 2026 16:40
Sinvaldo de Souza Gino disse:
Gostei do seu poema!!! Parabéns!
4 de maio de 2026 16:40
Flor de Lótus
MAYK52 disse:
Belíssimo, intenso, e sensual poema que muito gostei.
Parabéns pela inspiração!
Abraço!
30 de abril de 2026 21:03
MAYK52 disse:
Belíssimo, intenso, e sensual poema que muito gostei.
Parabéns pela inspiração!
Abraço!
30 de abril de 2026 21:03
Flor de Lótus
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O autor utiliza a estrutura de Atos para conferir uma progressão dramática ao desejo. O ritmo é marcado por referências musicais e corporais, como o lundu (dança de matriz africana conhecida pela sensualidade) e a sístole (ritmo cardíaco), sugerindo que o prazer é uma dança tanto biológica quanto cultural. Há uma constante fusão entre o corpo físico e imagens elevadas: Imagens Nobres: Marfim, flor de lótus, seda e encaixe sagrado. Imagens Profanas: Pranto de néctar, maré visceral e prece profana. Essa dualidade transforma a entrega carnal em um evento espiritual, onde o naufrágio (a perda do controle) é considerado bendito. O poema utiliza a natureza para descrever a fisiologia erótica. O termo: O Encontro das Águas, metaforiza a lubrificação e a união de fluidos como um fenômeno geográfico, enquanto o fogo e o mormaço representam o calor do atrito e da paixão. A mulher é retratada como soberana, detentora do ritmo e da voz que arrasta o eu lírico. A referência à antiga sereia no Ato III reforça o poder de sedução fatal e inevitável, onde o homem não é apenas um participante, mas alguém capturado pela doce e cruel perdição do prazer. Saudações poéticas.
30 de abril de 2026 20:44
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O autor utiliza a estrutura de Atos para conferir uma progressão dramática ao desejo. O ritmo é marcado por referências musicais e corporais, como o lundu (dança de matriz africana conhecida pela sensualidade) e a sístole (ritmo cardíaco), sugerindo que o prazer é uma dança tanto biológica quanto cultural. Há uma constante fusão entre o corpo físico e imagens elevadas: Imagens Nobres: Marfim, flor de lótus, seda e encaixe sagrado. Imagens Profanas: Pranto de néctar, maré visceral e prece profana. Essa dualidade transforma a entrega carnal em um evento espiritual, onde o naufrágio (a perda do controle) é considerado bendito. O poema utiliza a natureza para descrever a fisiologia erótica. O termo: O Encontro das Águas, metaforiza a lubrificação e a união de fluidos como um fenômeno geográfico, enquanto o fogo e o mormaço representam o calor do atrito e da paixão. A mulher é retratada como soberana, detentora do ritmo e da voz que arrasta o eu lírico. A referência à antiga sereia no Ato III reforça o poder de sedução fatal e inevitável, onde o homem não é apenas um participante, mas alguém capturado pela doce e cruel perdição do prazer. Saudações poéticas.
30 de abril de 2026 20:44
A Apoteose de Alabastro
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O uso de cores opostas — o nanquim (preto absoluto) da noite contra a alvinitente brancura da pele — cria um cenário onde o corpo é tratado como uma escultura de mármore, elevando o desejo ao status de arte. A presença da venda e da clausura do escuro isola o sentido da visão para hiper estimular o tato e o olfato. Isso cria uma entrega absoluta, onde a alma se entrega justamente porque o mundo exterior deixou de existir, restando apenas a sensação pura. O vocabulário transita entre o religioso e o naturalista (fenda sagrada, rito de entrega, heresia, ígnea flor). Essa fusão sugere que, no ápice do prazer (a luxúria), a carne deixa de ser pecaminosa (a maldição) para se tornar uma benção ou favor. O uso de termos como austero, severo e cadência lenta, confere uma solenidade ao ato. Não é uma entrega efêmera, mas um mergulho em um oceano sem margem, simbolizando a perda do controle e a fusão total entre os amantes. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 20:08
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O uso de cores opostas — o nanquim (preto absoluto) da noite contra a alvinitente brancura da pele — cria um cenário onde o corpo é tratado como uma escultura de mármore, elevando o desejo ao status de arte. A presença da venda e da clausura do escuro isola o sentido da visão para hiper estimular o tato e o olfato. Isso cria uma entrega absoluta, onde a alma se entrega justamente porque o mundo exterior deixou de existir, restando apenas a sensação pura. O vocabulário transita entre o religioso e o naturalista (fenda sagrada, rito de entrega, heresia, ígnea flor). Essa fusão sugere que, no ápice do prazer (a luxúria), a carne deixa de ser pecaminosa (a maldição) para se tornar uma benção ou favor. O uso de termos como austero, severo e cadência lenta, confere uma solenidade ao ato. Não é uma entrega efêmera, mas um mergulho em um oceano sem margem, simbolizando a perda do controle e a fusão total entre os amantes. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 20:08
Catedral de Carne e Êxtase
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor utiliza um vocabulário religioso (devoto, prostro-me, catedral, hino, rito) para descrever o ato sexual. O corpo feminino não é apenas carne, é um templo. Essa escolha eleva o desejo físico a uma experiência espiritual e transcendental, onde a razão se nega diante do sagrado. Este poema é rico em imagens sensoriais e cromáticas. Contraste: Astros negros (pintas) em pele de seda. Textura: Ébano denso dos cabelos, néctar das rimas, fluidez dos fluidos. A construção é densa e barroca, focada na forma e na exaltação quase épica das formas femininas (colina de teus seios, urna de teus quadris). O eu lírico se coloca em uma posição de submissão voluntária (postura do servo). Há uma celebração da ruína da castidade e da perdição. Este poema busca deliberadamente o abismo do prazer. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético!
1 de abril de 2026 22:27
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor utiliza um vocabulário religioso (devoto, prostro-me, catedral, hino, rito) para descrever o ato sexual. O corpo feminino não é apenas carne, é um templo. Essa escolha eleva o desejo físico a uma experiência espiritual e transcendental, onde a razão se nega diante do sagrado. Este poema é rico em imagens sensoriais e cromáticas. Contraste: Astros negros (pintas) em pele de seda. Textura: Ébano denso dos cabelos, néctar das rimas, fluidez dos fluidos. A construção é densa e barroca, focada na forma e na exaltação quase épica das formas femininas (colina de teus seios, urna de teus quadris). O eu lírico se coloca em uma posição de submissão voluntária (postura do servo). Há uma celebração da ruína da castidade e da perdição. Este poema busca deliberadamente o abismo do prazer. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético!
1 de abril de 2026 22:27
Catedral de Carne e Êxtase
Apegaua disse:
Venho de a muito acompanhando seus traços e quando some sempre aparece com a arte nas mãos.
Parabéns mestre poeta, ficou linda suas palavras aglutinadas.
Bravíssimo.
Apegaua
1 de abril de 2026 10:05
Apegaua disse:
Venho de a muito acompanhando seus traços e quando some sempre aparece com a arte nas mãos.
Parabéns mestre poeta, ficou linda suas palavras aglutinadas.
Bravíssimo.
Apegaua
1 de abril de 2026 10:05
Catedral de Carne e Êxtase
Apegaua disse:
Ficou perfeito, igualzinho a um drone jogando pétulas de rosas branca em cima do Estreito, carregando em sua cauda, uma faixa com os seguintes dizeres.
SE FOR PELA PAZ, USA.
1 de abril de 2026 10:00
Apegaua disse:
Ficou perfeito, igualzinho a um drone jogando pétulas de rosas branca em cima do Estreito, carregando em sua cauda, uma faixa com os seguintes dizeres.
SE FOR PELA PAZ, USA.
1 de abril de 2026 10:00
A alvura e o corcel
Feiticeira disse:
Esse foi de tirar o fôlego literalmente Versos Discretos. Tudo na medida sensual, erótico na elegância e discreto. Ameiiii seu Poema erótico. Parabéns S2
27 de março de 2026 10:32
Feiticeira disse:
Esse foi de tirar o fôlego literalmente Versos Discretos. Tudo na medida sensual, erótico na elegância e discreto. Ameiiii seu Poema erótico. Parabéns S2
27 de março de 2026 10:32
Ode ao Vértice
Arthur Santos disse:
Volto a dizer: no amor, não há pecado ... :)
Gosto muito de te ler gramde poeta!
Abraço
24 de março de 2026 15:05
Arthur Santos disse:
Volto a dizer: no amor, não há pecado ... :)
Gosto muito de te ler gramde poeta!
Abraço
24 de março de 2026 15:05
O Ritual das Sombras e do Mel
Arthur Santos disse:
Claro que chega sempre o momento da... investida final... Muito bom!
24 de março de 2026 15:03
Arthur Santos disse:
Claro que chega sempre o momento da... investida final... Muito bom!
24 de março de 2026 15:03
Solstício de Carne
Arthur Santos disse:
Da iniciação ao desfecho vai um mundo de prazer e de emoções!
Miuto bem escrito.
24 de março de 2026 15:02
Arthur Santos disse:
Da iniciação ao desfecho vai um mundo de prazer e de emoções!
Miuto bem escrito.
24 de março de 2026 15:02
Soneto para Teus Seios, Vol. II
Arthur Santos disse:
pois, pois... :) uns belos seios merecem um belo poema como este! :)
Mas já agora: Não são cumes de pecado mas sim cumes de... DESEJO! :)
Abraço.
24 de março de 2026 15:01
Arthur Santos disse:
pois, pois... :) uns belos seios merecem um belo poema como este! :)
Mas já agora: Não são cumes de pecado mas sim cumes de... DESEJO! :)
Abraço.
24 de março de 2026 15:01
Liturgia do Desejo Solitário
Arthur Santos disse:
Dou comigo a pensar: Aerá que o poeta quando escreve está a pensar na sua amada? :)
Excelente poema.
24 de março de 2026 14:59
Arthur Santos disse:
Dou comigo a pensar: Aerá que o poeta quando escreve está a pensar na sua amada? :)
Excelente poema.
24 de março de 2026 14:59
O Templo da Carne
Arthur Santos disse:
Gosto da forma como as palavras criam imagens poéticas.
24 de março de 2026 14:56
Arthur Santos disse:
Gosto da forma como as palavras criam imagens poéticas.
24 de março de 2026 14:56
Liturgia da Carne e da Caligrafia
Arthur Santos disse:
Um quase poema erótico (Eu diria que é)....
Gostei muito.
24 de março de 2026 14:56
Arthur Santos disse:
Um quase poema erótico (Eu diria que é)....
Gostei muito.
24 de março de 2026 14:56
O Altar da Entrega: Ode à Vênus Prostrada
Arthur Santos disse:
Admiro a sua capacidade de descrever emoções.
24 de março de 2026 14:54
Arthur Santos disse:
Admiro a sua capacidade de descrever emoções.
24 de março de 2026 14:54
Processo Criativo
Arthur Santos disse:
O verso... (Derramo em ti toda a gênese de minha alma,)... resume uma grande verdade.
24 de março de 2026 14:52
Arthur Santos disse:
O verso... (Derramo em ti toda a gênese de minha alma,)... resume uma grande verdade.
24 de março de 2026 14:52
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