Comentários recebidos nos poemas por Versos Discretos



O Tom dos seus Gemidos
Apegaua disse:

Pra lá do paraiso, para não espantar Eva e Adão.
Como sempre, o mestre poeta, com garras de ouro a publicar tamanho tesouro.
Parabéns, quem sabe faz na hora.
Ficar bem.
Apegaua

1 de julho de 2026 05:51

Soneto para Teus Seios, Vol. VI
Apegaua disse:

Essa sua alma esta com tudo e nem e prosa, queria a minha abrigar tantos peitos.
Como sempre ficou perfeita a obra, mas vai gostar de mamilos assim la na China.
Abraços mestre poeta.
Tenha um bom Domingo.
Apegaua

27 de junho de 2026 19:41

Branca
Apegaua disse:

Esse e o homem certo para cuidar do meu harem.
Rapaz ficou de mais, com todas as palavras se encaixando.
Como que uma bota fora de côncavo.
Bravos.
Agradeço por ter lido e gostado de tal dito.
Abraços.
Apegaua

24 de junho de 2026 12:38

A Poética do Próprio Verso
Apegaua disse:

Eu sou meio grosso para vos dizer que sua obra ficou perfeita, apenas uma coisa não passou me despercebida.
Que foi o regaço., se em outra lida, ai sim entraria bem o regaço, mas nessa, fiquei com a pulga na orelha, pois não sou bobo, já que estou comentando o regaço, e de antemão estamos a favor do vento, que nos aponta as pontas do dedo.
Ta amarrado.
O resto e o todo, tirando o regaço da linha de frente, o dito ficou porreta de bom.
Bravos.
Camarada poeta.
Abraços,
Apegaua

20 de junho de 2026 09:47

A Métrica da Entrega
Apegaua disse:

Bravíssimo, ficou mais que porreta, diria que, se eu fosse um marajá, você e que iria ser o encarregado de vestir e despir, o Arem.
Como premio por essa obra de arte, elevo o a . Mestre poeta 18.
Muito bom o escrito.
Parabéns.
Abraços.
Apegaua

18 de junho de 2026 06:22

Soneto para teus Seios - Vol. I
Freddie Seixas disse:

Perfeito

15 de junho de 2026 10:42

Soneto para teus Seios - Vol. XX
Ayalah Verônica Berg disse:

Hmm. Amei... hehe.

14 de junho de 2026 11:37

Soneto para teus Seios - Vol. XX
Apegaua disse:

Volumoso, fofo e entumecido igualzinho a um abacate, pronto para ser abocanhado esse seu soneto.
Vos digo que quando o li, meus pensamentos se debruçaram na vulgaridade.
E nada poderia fazer, pois a fase era de crise.
Isso amável poeta, mata o velho, mas mata aos pouquinhos, por saber que ainda morro disso.
Abraços.
Apegaua

14 de junho de 2026 03:06

Soneto para teus Seios - Vol. XX
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Lindo seu poema, sensual sem ser vulgar. Parabéns poeta.

11 de junho de 2026 13:15

Soneto para teus Seios - Vol. XX
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ...belezura pura! ...soneto de se admirar! /...tudo dito com uma eroticidade pra lá de classuda! / ...de ótima leitura! /// Abçs.

11 de junho de 2026 09:38

Soneto para teus Seios - Vol. XX
Fabricio Zigante disse:

Belíssimo soneto, esbelto e elegante.

11 de junho de 2026 09:26

 Partitura para Dois Corpos
Apegaua disse:

Se fosse a vera, o seu pergaminho estaria entre os primeiros, por que o mestre poeta, tem o respeito com seus leitores.
Respeita a regra de que, se começar a obra com rimas, lá as encontraremos no final.
E dito e feito.
Bravos, se fosse um Rei, você seria me escriba.
Passar bem, nobre e distinto poeta.
Apegaua

27 de maio de 2026 21:14

Não sei escrever erótico
Shmuel disse:

Ufa! Gozei! rsrs.

Muito bom mesmo!

Abraços

18 de maio de 2026 16:47

Não sei escrever erótico
Apegaua disse:

Fiquei agoniado lendo o vosso dito.
Pena não poder usar um similar de um linguajado mais rude.
Bravos, ficou pra lá da ilha do sol, onde reinava a Luz del. fogo.
Ficar bem Mestre poeta dos eróticos.
Abraços.
Apegaua

18 de maio de 2026 14:47

Último Devaneio
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O poema explora o erotismo elegíaco, fundindo a intensidade do desejo carnal com a melancolia de uma despedida definitiva. O eu lírico utiliza termos religiosos (altar, olhar devoto, sagrado manto) para divinizar a nudez feminina e o ato sexual. Há um forte apelo visual e sensorial (altar de marfim, pele branca, quarto morno), que remete à busca pela perfeição formal e cromática da carne. A experiência erótica é descrita como uma dualidade extrema (tocar o inferno e vislumbrar os céus, agonia/prazer), onde o ápice carnal surge justamente na iminência da perda. O ato sexual explícito (encaixe profundo) é o mecanismo encontrado para eternizar um amor que está terminando na realidade. Através da entrega carnal e dos fluidos corporais, o eu lírico atinge uma libertação espiritual, transformando o ato profano em um rito de imortalidade. Parabéns por seu belo poema! Meu abraço poético.

15 de maio de 2026 18:25

A Apoteose de Alabastro
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Gostei desse estilo!!!

13 de maio de 2026 18:07

Flor de Lótus
Edla Marinho disse:

Como sempre, o poeta descreve com beleza e elegância todo o ato, sem cair na mesmice das palavras que, em metáforas do gênero, costumamos ler... ( Ou não , às vezes, não conseguimos prosseguir na leitura). Versos Discretos é um poeta extraordinário nesse gênero, buscando na natureza elementos que colorem suas cenas com cores vibrantes mas ao mesmo tempo de uma suave beleza e simplicidade.
Parabéns, poeta que faz jus ao pseudônimo!
Meu abraço.

12 de maio de 2026 21:01

O Ritual das Sombras e do Mel
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! Você foge do óbvio ao usar termos como: fímbria, arcanos, plantígrado e ósculos. Isso cria uma distância estética que transforma a cena em algo quase artístico, como uma pintura clássica. A relação é descrita como uma batalha (vitorias cedidas, invasor, investida final), mas uma batalha onde a entrega é o prêmio. O corpo feminino é um território geográfico sagrado (labirintos, vales, fonte sagrada). A Metáfora do Plantígrado: É uma imagem curiosa e forte. Comparar o amante a um urso (plantígrado) que busca o mel (néctar âmbar) traz um elemento de instinto animal que contrasta com a semântica e a razão mencionadas anteriormente. O gozo não é apenas físico, é a consagração dos deuses e a bem-aventurança. O poema sugere que, através da arte da vênus (o sexo), o ser humano consegue tocar o empíreo (o céu), ainda que de forma efêmera. É uma composição que foca na estética do prazer, tratando a luxúria com uma reverência quase religiosa. Parabéns por seu belíssimo poema! Abraço poético.

6 de maio de 2026 20:42

Catedral de Carne e Êxtase
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Gostei do seu poema!!! Parabéns!

4 de maio de 2026 16:40

Flor de Lótus
MAYK52 disse:

Belíssimo, intenso, e sensual poema que muito gostei.

Parabéns pela inspiração!

Abraço!

30 de abril de 2026 21:03

Flor de Lótus
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poeta! O autor utiliza a estrutura de Atos para conferir uma progressão dramática ao desejo. O ritmo é marcado por referências musicais e corporais, como o lundu (dança de matriz africana conhecida pela sensualidade) e a sístole (ritmo cardíaco), sugerindo que o prazer é uma dança tanto biológica quanto cultural. Há uma constante fusão entre o corpo físico e imagens elevadas: Imagens Nobres: Marfim, flor de lótus, seda e encaixe sagrado. Imagens Profanas: Pranto de néctar, maré visceral e prece profana. Essa dualidade transforma a entrega carnal em um evento espiritual, onde o naufrágio (a perda do controle) é considerado bendito. O poema utiliza a natureza para descrever a fisiologia erótica. O termo: O Encontro das Águas, metaforiza a lubrificação e a união de fluidos como um fenômeno geográfico, enquanto o fogo e o mormaço representam o calor do atrito e da paixão. A mulher é retratada como soberana, detentora do ritmo e da voz que arrasta o eu lírico. A referência à antiga sereia no Ato III reforça o poder de sedução fatal e inevitável, onde o homem não é apenas um participante, mas alguém capturado pela doce e cruel perdição do prazer. Saudações poéticas.

30 de abril de 2026 20:44

A Apoteose de Alabastro
Drica disse:

Hummmmmmmmmm...........

22 de abril de 2026 13:00

A Apoteose de Alabastro
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O uso de cores opostas — o nanquim (preto absoluto) da noite contra a alvinitente brancura da pele — cria um cenário onde o corpo é tratado como uma escultura de mármore, elevando o desejo ao status de arte. A presença da venda e da clausura do escuro isola o sentido da visão para hiper estimular o tato e o olfato. Isso cria uma entrega absoluta, onde a alma se entrega justamente porque o mundo exterior deixou de existir, restando apenas a sensação pura. O vocabulário transita entre o religioso e o naturalista (fenda sagrada, rito de entrega, heresia, ígnea flor). Essa fusão sugere que, no ápice do prazer (a luxúria), a carne deixa de ser pecaminosa (a maldição) para se tornar uma benção ou favor. O uso de termos como austero, severo e cadência lenta, confere uma solenidade ao ato. Não é uma entrega efêmera, mas um mergulho em um oceano sem margem, simbolizando a perda do controle e a fusão total entre os amantes. Saudações poéticas.

17 de abril de 2026 20:08

Soneto para Teus Seios, Vol. II
SAGITARIANO disse:

Belo Poema!

16 de abril de 2026 14:56

Infortúnio
Drica disse:

\"Oh, visão.....\" KKKK ....

14 de abril de 2026 01:06

Catedral de Carne e Êxtase
Vilma Oliveira disse:

Olá poeta! Boa noite! O autor utiliza um vocabulário religioso (devoto, prostro-me, catedral, hino, rito) para descrever o ato sexual. O corpo feminino não é apenas carne, é um templo. Essa escolha eleva o desejo físico a uma experiência espiritual e transcendental, onde a razão se nega diante do sagrado. Este poema é rico em imagens sensoriais e cromáticas. Contraste: Astros negros (pintas) em pele de seda. Textura: Ébano denso dos cabelos, néctar das rimas, fluidez dos fluidos. A construção é densa e barroca, focada na forma e na exaltação quase épica das formas femininas (colina de teus seios, urna de teus quadris). O eu lírico se coloca em uma posição de submissão voluntária (postura do servo). Há uma celebração da ruína da castidade e da perdição. Este poema busca deliberadamente o abismo do prazer. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético!


1 de abril de 2026 22:27

Catedral de Carne e Êxtase
Apegaua disse:

Venho de a muito acompanhando seus traços e quando some sempre aparece com a arte nas mãos.
Parabéns mestre poeta, ficou linda suas palavras aglutinadas.
Bravíssimo.
Apegaua

1 de abril de 2026 10:05

Catedral de Carne e Êxtase
Apegaua disse:

Ficou perfeito, igualzinho a um drone jogando pétulas de rosas branca em cima do Estreito, carregando em sua cauda, uma faixa com os seguintes dizeres.
SE FOR PELA PAZ, USA.

1 de abril de 2026 10:00

A alvura e o corcel
Drica disse:

Você adora uma mulher clarinha, hein?

28 de março de 2026 11:03

A alvura e o corcel
Feiticeira disse:

Esse foi de tirar o fôlego literalmente Versos Discretos. Tudo na medida sensual, erótico na elegância e discreto. Ameiiii seu Poema erótico. Parabéns S2

27 de março de 2026 10:32

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