Em bicos tensos, cumes de pecado,
Minha língua percorre o teu relevo,
E no calor do mel que bebo e elevo,
Sinto o néctar do amor, por mim sugado.
Teu corpo treme, em espasmo chicoteado,
Ao toque audaz que te retira o evo;
Na boca seca, o fôlego que perco e levo,
No peito, o pulso em gozo acelerado.
São polpas de uma fruta proibida,
Que ardem no desejo de ser lidas,
Pelas mãos que te buscam, sem pudor.
Portais de carne, fontes de vertigem,
Onde meus lábios buscam sua origem,
No abismo incandescente do teu amor.
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Autor:
Versos Discretos (
Offline) - Publicado: 27 de fevereiro de 2026 17:00
- Categoria: Erótico
- Visualizações: 122
- Usuários favoritos deste poema: Shmuel, Drica, Luciel Saintl, Arthur Santos
- Em coleções: Ode a teus seios.

Offline)
Comentários5
Nossa, bem volumoso os mamilos que de tu foi ofertado.
Ficarei de olho na pagina de tão amado mestre poeta.
Quem sabe se o bum bum não ira se transformar em amada musa.
Bravos, por homenagear, tão delicados nacos que vivem tapados só para nos judiar.
Apegaua
kkk obrigado pelos comentários.
Maravilhoso!
Abraços
Bom dia Mestre poeta.
Te faço a pergunta que não quer se calar.
Se o soneto para os seus seios e o 2.
Cadê o 1 que ainda nem li?
AP
Talvez em breve, postarei. kkk
Certamente esses teus versos devem ter feito corar a homenageada!
pois, pois... 🙂 uns belos seios merecem um belo poema como este! 🙂
Mas já agora: Não são cumes de pecado mas sim cumes de... DESEJO! 🙂
Abraço.
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