Comentários recebidos nos poemas por Jcosta.



Que faço, com sobras de paixão...
Francisco Queiroz disse:


Essa tal de saudade bate forte, hein, caro amigo! Vejo que tudo o que escreves tem entrega. É muito bom acompanhar-te por aqui, ficou excelente o ritmo que colocaste na tua poesia...

Um excelente final de semana para vocês daí!
Não te esqueças de beber muita água, esse calor está brabo.

29 de agosto de 2026 08:32

Que faço, com sobras de paixão...
Shmuel disse:

Muito bom!

O poema possui uma força expressiva sincera, utilizando imagens poéticas cotidianas para traduzir o peso da memória e o desconcerto diante do fim.

29 de agosto de 2026 08:01

Palavras ao vento...
Maria dorta disse:



29 de agosto de 2026 00:26

Palavras ao vento...
Maria dorta disse:

Bela e inspiradora peroracao!

29 de agosto de 2026 00:26

Amor que se doa...
Jcosta. disse:

Foi bom você falar em esfomeado.
Obrigado pelo dito.
Estou com um problema serio e acho que o amigo pode me salvar.
Estávamos limpando uma parte de mata do sitio e uma foiçada com mais força, botou a correr um rato do mato.
Estando o esfomeado por perto, o mesmo resolveu a pegar o rato na unha.
Só que quando ele chegou perto do rato, o mesmo deu uma esguichada que colocou o esfomeado para correr com o rabo entre as pernas.
Ai, você sabe a gozação que passei a enfrentar dos trabalhadores.
Ai, pensei o meu amigo Francisco e o único que pode me ajudar.
Numa troca de gatos, eu mando o esfomeado para ai e pego o seu gato, numa troca de uns dois meses, para a turma esquecer o ocorrido.
Se O senhor topar essa treta, avise me, que ficarei eternamente agradecido.
Uma boa noite meu amigo.
Abraços.
JC


28 de agosto de 2026 22:18

êxtase...
Francisco Queiroz disse:

Meu velho tem um ditado assim, \"não visito para não ser visitado\", bem parecido com o da sua vózinha. Mas não adianta muito, minha mãe visita todos os parentes para ser visitada, então a casa está cheia quase sempre...
?
Parabéns pelo poema! Como está o tempo por aí?
?Um abraço em todos daí!

28 de agosto de 2026 21:58

Por bem pouco, não nos chamamos de amor.
Francisco Queiroz disse:

E o esfomeado, já parou de te aporrinhar?
Aqui tá um pé de vento só

Parabéns pelo poema.

Abraços

26 de agosto de 2026 19:09

Acham, pensam, mas fica a incerteza se sou o poeta....
MAISA NALAPE disse:

Se isso é ser louco, então bendita loucura. Há beleza em quem transforma sentimentos em palavras e sonhos em poesia. Nunca deixes cair a cortina da tua sensibilidade.

25 de agosto de 2026 19:15

Palavras ao vento...
MAISA NALAPE disse:

Que Deus escute o teu coração e, no momento certo, te conceda o amor sincero que procuras. Nunca deixes de acreditar. Amém

25 de agosto de 2026 19:11

Palavras ao vento...
Francisco Queiroz disse:

Ficou bonita a tua prece, sempre somos ouvidos, mas nem sempre o que pedimos é o que precisamos, até nisso há uma sabedoria...

Abraços

25 de agosto de 2026 18:47

E melhor não se juntarem, Pão e Mortadela...
Francisco Queiroz disse:

Que entrega nesse poema! Um banquete de sentidos. E essa \"chuva fina ingrata\"... que bonito isso! É, vou passar a comer mais sardinhas, faz bem pro poeta... Parabéns, amigo! Abraços e uma excelente semana para todos aí.

24 de agosto de 2026 20:49

Foi eu ou você que falou.
MAISA NALAPE disse:

Olha que maneira tão perigosa de falar de amor! Kkk Comecei a ler e já estava a pensar: Mas afinal, é para a cama ou para a cova dos leões? kkk
Depois percebi que, por vezes, o coração é mesmo assim: deseja, inventa culpas, tem medo de pecar e, no meio de tantos e se…, acaba por esconder aquilo que mais queria dizer.
E talvez seja esse o verdadeiro pecado: ter alguém no coração, o corpo a pedir proximidade e a boca teimar em não dizer o mais simples e bonito de tudo… Amo-te.
Um texto intenso, romântico, atrevido e com aquela pitada de loucura que o amor costuma trazer. Gostei muito!

23 de agosto de 2026 16:15

Aprendi a ser assim, com a poesia.
MAISA NALAPE disse:

No início, como não sou amiga de alturas e sou um pouco cobarde com essas coisas, fiquei a pensar: “Mas o que estará este homem a fazer em cima de um telhado?” kkk Só quando cheguei ao fim é que percebi… afinal, era uma viagem em busca de respostas, entre o vento, o silêncio, as pedras do caminho e essa procura incessante pelo amor.
Que belo texto! E quando tudo parece ganhar um sentido profundo, surge a cigana com a ovelha e dá-nos um final cheio de humor. Uma mistura muito bonita de poesia, reflexão e ironia. Gostei mesmo muito!

23 de agosto de 2026 16:04

Ficção de uma vida melhorada.
Francisco Queiroz disse:

Poesia de respeito, que cutuca o peito e cobra consciência. Parabéns pela coragem e pela alma no texto.

Abraços nos amigos daí

23 de agosto de 2026 15:19

Eu acho, que não e tão simples assim...
Francisco Queiroz disse:

Por isso que seu gato é mimado, tá ganhando até poema agora...

Abraços, bom fim de semana

22 de agosto de 2026 09:42

Mas eu não mudo...
Francisco Queiroz disse:

O tempo corre e o amor vai embora, como cantaram no fado que você colocou acima. O amor é coisa que se renova todos os dias?
Ficou bonito...
Abraços, fiquem bem!

21 de agosto de 2026 21:42

Acham, pensam, mas fica a incerteza se sou o poeta....
Francisco Queiroz disse:

Não vai me dizer que perdeu a senha de novo?

Já estava com saudades do poeta, como está a lida por aí?

Mover estrelas, planetas e ainda achar que o arco-íris tá com pouca cor só para impressionar a musa mostra que o homem não veio a passeio.

Abraços

19 de agosto de 2026 19:01


Mudando os meus conceitos.
Maria dorta disse:

Essas lindas canções de Amália me fizeram refletir sobre tudo que Portugal diz a mim. Fico me perguntando porque me sinto tão em casa suando fico em Portugal. Mina alma por ventura já perte meu a esses céus portugueses?! Quando lá estou há algo que me faz delirar? Outra vida que tive? Sou Dorta da parte de meu pai. Isso diz muito.Por isso me sinto em casa quando estou em Portugal?

25 de julho de 2026 13:10

O LOBO E A LUA...
Francisco Queiroz disse:

Bravo! Tá inspirado, chegou a uivar do telhado?

Uma excelente sexta pra vocês

24 de julho de 2026 14:39

Mudando os meus conceitos.
Francisco Queiroz disse:

Ficou excelente teu poema, esse nó, interessante.
Acredita se eu te contar que não sei dar nó de gravata, aqui quando uso uma alugo uma de ziper...

Abraço meu querido!

22 de julho de 2026 21:09

Chama apagada...
Maria dorta disse:

Amei teu poema!

21 de julho de 2026 22:52

Foi eu ou você que falou.
Francisco Queiroz disse:

Bonito que só, o poema e o fado!
Parabéns pela composição.

Abraços

20 de julho de 2026 22:36

Divagações passageiras.
Francisco Queiroz disse:

Quem se importa com a plateia é palestrante. O escritor deve obediência somente à própria alma: às vezes eufórica e feliz, às vezes melancólica e triste. E por aí vai... Assim nasce a poesia, a crônica, o livro: sempre obediente ao seu primeiro leitor, o escritor. Bravo!

19 de julho de 2026 09:09

Aprendi a ser assim, com a poesia.
Francisco Queiroz disse:

O telhado... Pense num lugar bom para escrever poesia.

17 de julho de 2026 21:50

Simples assim...
O rei disse:

O que seria o julgo de um leão? Curioso, o seu texto.

17 de abril de 2026 10:59

Precisa se de uma amante.
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:

Que sinceridade traz seu poema. Parabéns por sua sinceridade. Bom dia.

16 de abril de 2026 05:31