Momentos lindo de um passado que já se vai bem longe.
A onde vivi uma ilusão.
Caminhos traçados em coração.
Dissipando tão rápido.
Como se fosse uma chuva de verão.
Cada um para o seu lado.
Amargando a bandida da solidão.
Quis colocar meu mundo ao seus pés.
Ser o mocinho de suas histórias.
E tudo não passou de uma quimera.
E agora que faço se já estava agostumado.
Sofrer por me afastar,
Ou me incluir no rol da solidão.
Assim como as flores de outono que desabroxam.
Exalam murcham e se vão
Sem levar essa saudade que me incomoda.
Castiga me e nem vai embora.
JCosta
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Autor:
Jcosta. (
Online) - Publicado: 29 de agosto de 2026 07:29
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz

Online)
Comentários2
Muito bom!
O poema possui uma força expressiva sincera, utilizando imagens poéticas cotidianas para traduzir o peso da memória e o desconcerto diante do fim.
Nessa bagaça eu sou pato novo.
Então se não respeitar o que o MESTRE diz, vou me dar um diploma de burro.
Obrigado mestre.
Ficar bem.
JC
Essa tal de saudade bate forte, hein, caro amigo! Vejo que tudo o que escreves tem entrega. É muito bom acompanhar-te por aqui, ficou excelente o ritmo que colocaste na tua poesia...
Um excelente final de semana para vocês daí!
Não te esqueças de beber muita água, esse calor está brabo.
Amigo poeta Francisco, a hidratação por aqui e muito bem respeitada e a água e na moringa de barro;
Tenha um bom Dia, Mandado para ai, pelos daqui;
JCosta
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