Tenho a sensibilidade na alma.
Dizem que sou louco.
Um maluco que transforma letras em lindas palavras.
Visto e dispo os anjos sem os maguar.
Envolvo me nas pendengas alheias.
Sem a nenhum lado pertencer.
Sou sensível e romântico amável inteligente e cortez.
Apaixono me com facilidade desgostando sem formalidades.
Removo estrelas e planetas.
E a quem acreditar sou fácil de se ler.
Já até quis mais cores a acrescentar ao arco iris.
Tudo isso aos olhos de uma musa.
Charmosa vistosa e serena.
E descobri que sou um nada sem a sua introspcção.
Apesar da plateia pleitiar.
_ Fora fingidor.
Que posso faser.
Que ao meu ver fico entre.
Um visionário e um sonhador.
Continuar no meu papel.
Até que caia a cortina.
Jcosta.
-
Autor:
Jcosta. (
Offline) - Publicado: 19 de agosto de 2026 17:24
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 23
- Usuários favoritos deste poema: Queiroz Francisco

Offline)
Comentários3
Não vai me dizer que perdeu a senha de novo?
Já estava com saudades do poeta, como está a lida por aí?
Mover estrelas, planetas e ainda achar que o arco-íris tá com pouca cor só para impressionar a musa mostra que o homem não veio a passeio.
Abraços
Olá amigo Francisco e companhia.
Rapaz você acertou na mosca, meu problema e essa danada de senha.
Olha seu Francisco a natureza esta estranha aqui na lida, vem coisas feia por ai.
O homem, perdeu o respeito, mas quem planta conhece e sabe que esses tempos então estranhos.
Obrigado pela amizade.
Abraços a você e o veio.
Jcosta
Se isso é ser louco, então bendita loucura. Há beleza em quem transforma sentimentos em palavras e sonhos em poesia. Nunca deixes cair a cortina da tua sensibilidade.
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.