Nem sendo poeta, louco, ou escritor.
E nem vivendo de fama, mentiras ou amor.
Nem preciso me firmar.
Ou tão póuco correr atras de leitor.
Pois os próprios livros excedentes, foram vendidos não em cebos, mas a quilos.
Por ter alergia aos tolos comentários que aparecem.
Sem jamais imaginarem, que poesia e o elo e não a convição.
E não tendo papas na língua.
Nem sendo o autor.
Também nem escutei onde a siriema cantou.
Não me arrange confusão.
Pois no relacionamento, existe muita lacração.
Pobre, vira rico e feio sedutor.
E como não sou de bater palmas para doido dançar.
E que já me vou.
Com as graças de Senhor.
JC
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Autor:
Jcosta. (
Offline) - Publicado: 18 de julho de 2026 10:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 13
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Quem se importa com a plateia é palestrante. O escritor deve obediência somente à própria alma: às vezes eufórica e feliz, às vezes melancólica e triste. E por aí vai... Assim nasce a poesia, a crônica, o livro: sempre obediente ao seu primeiro leitor, o escritor. Bravo!
Graças amigo e isso ai, poesia esta para todos os lados e só pararmos e sentir.
Abraços a todos.
Jcosta.
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