No maior dos meus sentimentos.
Num êxtase imbuído pela própria sorte.
Num frenético topo de sedução.
Entrego vos todo meu eu.
Toda uma mutação a muito contida em um rebelde de um coração.
O suporte de um corpo entregue nas vossas mãos.
Transbordando de desejos e anseio.
Que do nada se esvai fragilizado no peito como que se fosse vitrais.
E nem me arrependo.
Por te envolver nessa trama.
Uma volúpia constituída de corpos.
Batizados de suor e sal.
Homenagem a minha finada vó, que dizia.
Se não vens a minha casa.
Da sua me toca.
JC
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Autor:
Jcosta. (
Offline) - Publicado: 28 de agosto de 2026 08:41
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 23
- Usuários favoritos deste poema: Jcosta., Queiroz Francisco

Offline)
Comentários1
Meu velho tem um ditado assim, "não visito para não ser visitado", bem parecido com o da sua vózinha. Mas não adianta muito, minha mãe visita todos os parentes para ser visitada, então a casa está cheia quase sempre...
?
Parabéns pelo poema! Como está o tempo por aí?
?Um abraço em todos daí!
Boa Noite Amigo.
Hoje teve um sol gostoso para a capina e aproveitamos.
O meu Finado avô, já era diferente.
Dizia ele.
- Não vou na casa de ninguém, para ninguém vim me perturbar na minha.
Mas esses ditados não resolvem nada, servem para encher linguiça.
Cara, você esta trabalhando muito em, vai enricar rapidinho.
Pelo visto, acho que você já esta preparando um lugar ai para o esfomeado.
Abraços Daqui para ai.
JCosta
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