Mudando os meus conceitos.

Jcosta.



Assim se passam meus dias.

Sem uma razão de direito a reclamar.

E se não fosse eu em absoluto.

Se nem aceitar o silencio a ditar.

Ironico e arrogantante a me fitar.

Que posso dizer.

Sim.

Ai esta uma confissão mas parecendo ser uma sentença.

Quando o condenado se exprime por editar sua culpa.

E por não ter nada própriamente dito a falar.

Se cala.

Esperando o momento.

Do nó.

No seu pescoço apertar.

JCOSTA.

 

  • Autor: Jcosta. (Offline Offline)
  • Publicado: 22 de julho de 2026 09:37
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 42
  • Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz, Michel F.M.
Comentários +

Comentários2

  • Francisco Queiroz

    Ficou excelente teu poema, esse nó, interessante.
    Acredita se eu te contar que não sei dar nó de gravata, aqui quando uso uma alugo uma de ziper...

    Abraço meu querido!

    • Jcosta.

      Rapaz, fica quieto, pois somos dois a não saber dá nó na gravata, a minha já fica com o nó pronto, que não sou bobo.
      Risossssss.
      Cada detalhe que nos faz rir, aqui no sitio, somos obrigado a usar calça comprida e blusão de manga comprida, e bota, por causa de carrapatos e do micuim
      Que por aqui tem muito..
      Saude para o velho do telhado.
      JCosta

    • Maria dorta

      Essas lindas canções de Amália me fizeram refletir sobre tudo que Portugal diz a mim. Fico me perguntando porque me sinto tão em casa suando fico em Portugal. Mina alma por ventura já perte meu a esses céus portugueses?! Quando lá estou há algo que me faz delirar? Outra vida que tive? Sou Dorta da parte de meu pai. Isso diz muito.Por isso me sinto em casa quando estou em Portugal?

      • Jcosta.

        Eita, es portuguesa com certeza.
        Abraços.
        Jorge



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