E nem sei mais o que faço.
Um escravo preso aos seus braços.
Louco corrompido que busca a cura nos seus beijos.
No seu conforto o abrigo dessa minha solidão.
Agonizo com toda minha dor.
Olhando pelos canto dos olhos a triste bruma que invade.
Talvez por se apiedar vai se desfazendo se aos poucos.
As flores murchas e sem graça já nem me olham viçosas.
E nem conseguem mais ezalarem.
O dia parece um luto.
Caindo uma fina chuva ingrata contribuindo para o entorno se asinzelar.
E tu.
Minha vida linda e perfumada.
Faças de mim o que quiser.
Um bobo louco por ser seu escravo.
Fragmentando na cabeça apenas um pensamento.
Vos agradecendo lhe.
Por não deixar de ser a mulher que se quer.
JCOSTA
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Autor:
Jcosta. (
Offline) - Publicado: 24 de agosto de 2026 07:34
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 14
- Usuários favoritos deste poema: Queiroz Francisco

Offline)
Comentários1
Que entrega nesse poema! Um banquete de sentidos. E essa "chuva fina ingrata"... que bonito isso! É, vou passar a comer mais sardinhas, faz bem pro poeta... Parabéns, amigo! Abraços e uma excelente semana para todos aí.
Boa noite amigo, obrigado por leitura e comentário.
A sardinha tem o ômega 3, ótimo para saúde, por que que gato gosta de sardinhas, os caras são espertos.
Rapaz o tempo por aqui esta uma graça, céu nublado te avisando que vai chover, ai você sai com o trambolho do Guarda chuvas e não chove.
E o autentico Céu de poeta, nublado, acinzelado, fragmentado ótimo para que se alimente a solidão.
Pra mexer com a terra e excelente, pois não tendo sol, não da para se desculpar de ficar um pouco na sombra., ai a lida anda.
Quanto a confusão de senhas, estou entrando pelo Face Book, até quando não sei.
Estou plantando melancia por aqui, vamos ver o que da.
Camarada, você em, chegaste no site como quem não quer nada agora esta arrebentando, parabéns pela inspiração.
Uma boa noite para os dai.
Abraços.
JCOSTA
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