Se não fosse ilusão.
E nem tivesse aqui para peitar.
Sentindo me por inteiro num portal de um vazio.
Que não tendo para onde se encostar.
Digo e afirmo.
Que vontade de não mais o habitar.
Vida desgranhada que levo.
Tanto se quis se procurou com o medo de morrer sem salvação.
E pelo pouco que se ficou.
E que já ando cabisbaxo das perdas e glorias que da vista candiou.
Culpado.
Sempre foi assim.
Quando aditamos em nossos pensamentos imprevistos.
Saudades e ilusão.
E ate mesmo minhas amarguras.
Por não se ter uma resposta adequada a nos moldar.
Arrebentando nos o próprio ego.
A alma em frangalhos.
Acreditar em perdão onde já nem guarda rancor.
Já não vale mais nada.
Quando pego nos de surpreza.
Pensei muito e acho melhor dar mos um tempo.
Deixemos as coisas acalmarem se.
Quem sabe quando a poeira abaixar.
Sobre um tico de água na tigela.
Para nossa sede saciar.
JCOSTA
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Autor:
Jcosta. (
Offline) - Publicado: 21 de julho de 2026 20:23
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
Comentários1
Amei teu poema!
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