Se não fosse ilusão.
E nem tivesse aqui para peitar.
Sentindo me por inteiro num portal de um vazio.
Que não tendo para onde se encostar.
Digo e afirmo.
Que vontade de não mais o habitar.
Vida desgranhada que levo.
Tanto se quis se procurou com o medo de morrer sem salvação.
E pelo pouco que se ficou.
E que já ando cabisbaxo das perdas e glorias que da vista candiou.
Culpado.
Sempre foi assim.
Quando aditamos em nossos pensamentos imprevistos.
Saudades e ilusão.
E ate mesmo minhas amarguras.
Por não se ter uma resposta adequada a nos moldar.
Arrebentando nos o próprio ego.
A alma em frangalhos.
Acreditar em perdão onde já nem guarda rancor.
Já não vale mais nada.
Quando pego nos de surpreza.
Pensei muito e acho melhor dar mos um tempo.
Deixemos as coisas acalmarem se.
Quem sabe quando a poeira abaixar.
Sobre um tico de água na tigela.
Para nossa sede saciar.
JCOSTA
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Autor:
Jcosta. (
Offline) - Publicado: 21 de julho de 2026 20:23
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7

Offline)
Comentários1
Amei teu poema!
Falar o que, não fosse você quem es.
Poetisa respeitada e amada por todos nos.
Mas esse amei, não sendo um amei qualquer.
Deixa me, encabulado.
Por que de baixo, avisto o topo com todo seu esplendor.
Coloco um sorriso no canto dos lábios, feliz por agradar.
E nos pensamentos apenas uma palavra de agradecimentos.
Gratidão.
JCOSTA
Amigo, somos da mesma estatura na vida como na poesia. Expressamos nosso eu interior e atingimos quem, como você,tem alta sensibilidade. Agradeço suas palavras e sua interação artista. Você é imenso!
Eita, nem sei o que falar.
Se fosse imenso.
Esticaria o braço colocando no seu alpedre um buque de flores de manacá.
Você quer?
JCosta
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