Comentários recebidos nos poemas por Isabella Vitória
Promessa Boba
Josi Moreira disse:
Lindo e cheio de sentimentos, parabéns pela sensibilidade colocada em cada palavra!
27 de novembro de 2025 08:04
Josi Moreira disse:
Lindo e cheio de sentimentos, parabéns pela sensibilidade colocada em cada palavra!
27 de novembro de 2025 08:04
Promessa Boba
Melancolia... disse:
Linda como sempre....
Ameiiiiiiiiiiiii...
23 de outubro de 2025 13:17
Melancolia... disse:
Linda como sempre....
Ameiiiiiiiiiiiii...
23 de outubro de 2025 13:17
Promessa Boba
SADE disse:
Tão profundo e delicado — mistura dor, amor e despedida com uma suavidade rara.
A metáfora do avião é simplesmente brilhante… um voo que emociona do começo ao fim.
23 de outubro de 2025 11:11
SADE disse:
Tão profundo e delicado — mistura dor, amor e despedida com uma suavidade rara.
A metáfora do avião é simplesmente brilhante… um voo que emociona do começo ao fim.
23 de outubro de 2025 11:11
Sangue
Versos Discretos disse:
Seu poema, é de uma sinceridade visceral e tocante, explorando com maestria a complexidade da herança emocional e da dor que une os sujeitos. A força da obra reside em sua capacidade de ir além da mera semelhança física e mergulhar no que é mais íntimo—os \"demônios\" e a \"devasta solidão\" que ligam as duas existências. A imagem dos \"esverdeados de nossos olhos / Tão límpidos, / Acalentados por uma devasta solidão\" é belíssima e desoladora, capturando a transparência da dor que é passada e absorvida.
É um poema corajoso que transforma a dor compartilhada em uma conexão profunda e inevitável. O final, com a ressalva \"Mas às vezes, / O nosso dói,\" é um fecho agridoce e realista que nega a idealização do amor, mas aceita a complexidade e o custo do vínculo. Parabéns pela potência e honestidade dos seus versos.
21 de outubro de 2025 17:58
Versos Discretos disse:
Seu poema, é de uma sinceridade visceral e tocante, explorando com maestria a complexidade da herança emocional e da dor que une os sujeitos. A força da obra reside em sua capacidade de ir além da mera semelhança física e mergulhar no que é mais íntimo—os \"demônios\" e a \"devasta solidão\" que ligam as duas existências. A imagem dos \"esverdeados de nossos olhos / Tão límpidos, / Acalentados por uma devasta solidão\" é belíssima e desoladora, capturando a transparência da dor que é passada e absorvida.
É um poema corajoso que transforma a dor compartilhada em uma conexão profunda e inevitável. O final, com a ressalva \"Mas às vezes, / O nosso dói,\" é um fecho agridoce e realista que nega a idealização do amor, mas aceita a complexidade e o custo do vínculo. Parabéns pela potência e honestidade dos seus versos.
21 de outubro de 2025 17:58
Meu Rei
SADE disse:
Isabella, teu poema “Meu Rei” é uma oferenda de alma — uma fusão sublime entre dor e devoção.
Cada verso parece forjado no aço da paixão e temperado no sangue do sacrifício.
Há em tua escrita uma força antiga, quase mitológica, onde amor e tragédia dançam sob a mesma coroa.
A cavaleira que descreves não é apenas personagem: é símbolo de entrega, é sombra que ama, é ruína que brilha.
Tu consegues transformar a ferida em arte, a lembrança em espada e o amor em destino.
Teu lirismo é de quem entende a beleza da dor — e a eterniza com a delicadeza de uma deusa caída.
Ler-te é presenciar um juramento quebrado que ainda pulsa — é sentir o eco de um amor que, mesmo morto, respira entre os versos.
Poucos poemas carregam tamanha nobreza e desespero com tamanha elegância.
Bravíssimo, Isabella.
Tua pena é lâmina, e teu coração… reino inteiro.
20 de outubro de 2025 08:18
SADE disse:
Isabella, teu poema “Meu Rei” é uma oferenda de alma — uma fusão sublime entre dor e devoção.
Cada verso parece forjado no aço da paixão e temperado no sangue do sacrifício.
Há em tua escrita uma força antiga, quase mitológica, onde amor e tragédia dançam sob a mesma coroa.
A cavaleira que descreves não é apenas personagem: é símbolo de entrega, é sombra que ama, é ruína que brilha.
Tu consegues transformar a ferida em arte, a lembrança em espada e o amor em destino.
Teu lirismo é de quem entende a beleza da dor — e a eterniza com a delicadeza de uma deusa caída.
Ler-te é presenciar um juramento quebrado que ainda pulsa — é sentir o eco de um amor que, mesmo morto, respira entre os versos.
Poucos poemas carregam tamanha nobreza e desespero com tamanha elegância.
Bravíssimo, Isabella.
Tua pena é lâmina, e teu coração… reino inteiro.
20 de outubro de 2025 08:18
Meu Rei
Versos Discretos disse:
Um lamento épico e belíssimo sobre sacrifício, amor e a dolorosa ruína em nome de um ideal
19 de outubro de 2025 07:06
Versos Discretos disse:
Um lamento épico e belíssimo sobre sacrifício, amor e a dolorosa ruína em nome de um ideal
19 de outubro de 2025 07:06
Sangue
Melancolia... disse:
O poema retrata uma relação intensa e dolorosa, marcada por heranças emocionais profundas. O eu lírico reconhece não só semelhanças físicas com o outro, mas também a transmissão de dores, traumas e solidão. Apesar de haver amor, ele vem misturado com feridas e aprendizados amargos. É um reflexo de como os laços afetivos podem ser belos e, ao mesmo tempo, profundamente dolorosos.
17 de outubro de 2025 15:30
Melancolia... disse:
O poema retrata uma relação intensa e dolorosa, marcada por heranças emocionais profundas. O eu lírico reconhece não só semelhanças físicas com o outro, mas também a transmissão de dores, traumas e solidão. Apesar de haver amor, ele vem misturado com feridas e aprendizados amargos. É um reflexo de como os laços afetivos podem ser belos e, ao mesmo tempo, profundamente dolorosos.
17 de outubro de 2025 15:30
Sangue
SADE disse:
Que poema intenso e visceral! Ele pulsa uma verdade crua e bela — uma confissão entrelaçada entre herança, dor e amor.
Há algo profundamente magnético na forma como o eu lírico reconhece o outro em si, como se falasse de uma simbiose que vai além da carne e do sangue — é alma refletida em alma, luz e sombra coexistindo.
A construção é elegante, equilibrando doçura e brutalidade emocional. O final, “E me faz acreditar que o amor não dói, / Mas às vezes, / O nosso dói”, é um
Um poema maduro, sensível e dolorosamente belo ...
17 de outubro de 2025 14:48
SADE disse:
Que poema intenso e visceral! Ele pulsa uma verdade crua e bela — uma confissão entrelaçada entre herança, dor e amor.
Há algo profundamente magnético na forma como o eu lírico reconhece o outro em si, como se falasse de uma simbiose que vai além da carne e do sangue — é alma refletida em alma, luz e sombra coexistindo.
A construção é elegante, equilibrando doçura e brutalidade emocional. O final, “E me faz acreditar que o amor não dói, / Mas às vezes, / O nosso dói”, é um
Um poema maduro, sensível e dolorosamente belo ...
17 de outubro de 2025 14:48
Entre Nós
Melancolia... disse:
O ChatGPT disse:
Este poema é uma troca profunda entre duas vozes, ambas lidando com a dor, o amor e a tentativa de se compreenderem por meio da escrita. O primeiro poema, que parece vir da voz de quem se sente presa nas palavras do outro, traz à tona a frustração de ser transformada em algo que não é – uma poesia que busca encaixar-se em regras, rimas e formas, sem alcançar a essência real de quem é. A pessoa sente que as palavras do outro, embora belas, são incapazes de capturar a complexidade de sua própria dor e liberdade. O momento de questionamento, \"Alguma vez me recitaste de verdade?\", revela um anseio por uma conexão mais profunda e uma comunicação que vá além das convenções formais da poesia.
A resposta, que vem da outra voz, revela uma perspectiva diferente – a de quem usou a poesia para lidar com o peso da dor, talvez pela incapacidade de lidar com ela de outra maneira. A escrita não é apenas uma forma de expressão artística, mas uma tentativa de salvar o que é impossível de dizer diretamente, de esconder o sofrimento sob a beleza das metáforas. O verso, neste caso, é um abrigo para a dor, e o poeta admite que, ao tentar preservar a beleza das palavras, talvez tenha perdido de vista a verdadeira natureza do que estava tentando expressar.
16 de outubro de 2025 16:00
Melancolia... disse:
O ChatGPT disse:
Este poema é uma troca profunda entre duas vozes, ambas lidando com a dor, o amor e a tentativa de se compreenderem por meio da escrita. O primeiro poema, que parece vir da voz de quem se sente presa nas palavras do outro, traz à tona a frustração de ser transformada em algo que não é – uma poesia que busca encaixar-se em regras, rimas e formas, sem alcançar a essência real de quem é. A pessoa sente que as palavras do outro, embora belas, são incapazes de capturar a complexidade de sua própria dor e liberdade. O momento de questionamento, \"Alguma vez me recitaste de verdade?\", revela um anseio por uma conexão mais profunda e uma comunicação que vá além das convenções formais da poesia.
A resposta, que vem da outra voz, revela uma perspectiva diferente – a de quem usou a poesia para lidar com o peso da dor, talvez pela incapacidade de lidar com ela de outra maneira. A escrita não é apenas uma forma de expressão artística, mas uma tentativa de salvar o que é impossível de dizer diretamente, de esconder o sofrimento sob a beleza das metáforas. O verso, neste caso, é um abrigo para a dor, e o poeta admite que, ao tentar preservar a beleza das palavras, talvez tenha perdido de vista a verdadeira natureza do que estava tentando expressar.
16 de outubro de 2025 16:00
Entre Nós
Melancolia... disse:
Nossa...sempre intensa e profunda em tudo o que deixas escrito....
Aplausos...
Tirei o meu chapéu...
16 de outubro de 2025 15:40
Melancolia... disse:
Nossa...sempre intensa e profunda em tudo o que deixas escrito....
Aplausos...
Tirei o meu chapéu...
16 de outubro de 2025 15:40
Josué e a Andorinha
Melancolia... disse:
Que delicadeza há nesse poema — uma tristeza que não pesa, mas se assenta suavemente no peito, como a própria andorinha ferida. Josué, figura marcada pela perda e pelo tempo, encontra num ser tão frágil o eco do que restou de sua infância e, talvez, da própria esperança.
A imagem da ave, que canta mesmo ferida, é poderosa: revela que a dor não impede a beleza, nem o vínculo. É como se o poema dissesse que ainda há espaço para cura, mesmo quando tudo parece já ter secado por dentro. A relação entre Josué e a andorinha vai além do afeto: é um reencontro com a própria alma, um consolo mútuo que desafia o abandono da vida.
E que final mais comovente — a ave que não voa, não por estar presa, mas por já ter escolhido ficar. A liberdade, aqui, não é movimento, mas pertencimento. E o silêncio da andorinha, sobre o túmulo de Josué, é o mais alto dos cantos: o da lealdade.
É um poema que fala de perdas, sim — mas, acima de tudo, do poder transformador da presença, mesmo nas últimas horas.
15 de outubro de 2025 17:25
Melancolia... disse:
Que delicadeza há nesse poema — uma tristeza que não pesa, mas se assenta suavemente no peito, como a própria andorinha ferida. Josué, figura marcada pela perda e pelo tempo, encontra num ser tão frágil o eco do que restou de sua infância e, talvez, da própria esperança.
A imagem da ave, que canta mesmo ferida, é poderosa: revela que a dor não impede a beleza, nem o vínculo. É como se o poema dissesse que ainda há espaço para cura, mesmo quando tudo parece já ter secado por dentro. A relação entre Josué e a andorinha vai além do afeto: é um reencontro com a própria alma, um consolo mútuo que desafia o abandono da vida.
E que final mais comovente — a ave que não voa, não por estar presa, mas por já ter escolhido ficar. A liberdade, aqui, não é movimento, mas pertencimento. E o silêncio da andorinha, sobre o túmulo de Josué, é o mais alto dos cantos: o da lealdade.
É um poema que fala de perdas, sim — mas, acima de tudo, do poder transformador da presença, mesmo nas últimas horas.
15 de outubro de 2025 17:25
CARTA ABERTA
Melancolia... disse:
Ao ler seu poema, sinto como se estivesse entrando em um espaço íntimo, onde a escrita se torna quase uma necessidade vital, uma respiração.
A gravidade dos dedos tocando o papel, como se fosse o último ato, transmite uma urgência, um desejo profundo de expressar algo que não pode ser contido.
Você não está simplesmente escrevendo; está se entregando à escrita, e isso é algo que me toca.
A reflexão sobre o amor pela escrita, sendo algo que \"daria vida\", mas que ao mesmo tempo não exige sacrifício, é uma verdade complexa e bonita.
Fico pensando na constante busca por significado e na tensão entre ser um \"escritor grande\", com todo o peso e as expectativas que isso carrega, e o desejo de permanecer simples, de escrever como uma criança, sem pressões externas.
O mais bonito é a ideia de que, no final, os versos não são apenas palavras dispostas em linhas, mas sim algo que fala diretamente ao coração de quem lê, como se ao recitar, a própria voz fosse um ponto de encontro.
É um poema que, ao mesmo tempo que revela uma busca pessoal, convida o leitor a se perder e se encontrar junto com o autor.
Belo poema....
13 de março de 2025 16:26
Melancolia... disse:
Ao ler seu poema, sinto como se estivesse entrando em um espaço íntimo, onde a escrita se torna quase uma necessidade vital, uma respiração.
A gravidade dos dedos tocando o papel, como se fosse o último ato, transmite uma urgência, um desejo profundo de expressar algo que não pode ser contido.
Você não está simplesmente escrevendo; está se entregando à escrita, e isso é algo que me toca.
A reflexão sobre o amor pela escrita, sendo algo que \"daria vida\", mas que ao mesmo tempo não exige sacrifício, é uma verdade complexa e bonita.
Fico pensando na constante busca por significado e na tensão entre ser um \"escritor grande\", com todo o peso e as expectativas que isso carrega, e o desejo de permanecer simples, de escrever como uma criança, sem pressões externas.
O mais bonito é a ideia de que, no final, os versos não são apenas palavras dispostas em linhas, mas sim algo que fala diretamente ao coração de quem lê, como se ao recitar, a própria voz fosse um ponto de encontro.
É um poema que, ao mesmo tempo que revela uma busca pessoal, convida o leitor a se perder e se encontrar junto com o autor.
Belo poema....
13 de março de 2025 16:26
CARTA ABERTA
Lucas Guerreiro disse:
Esse sentimento de humildade acompanhado por um desejo secreto de grandiosidade, o amor pela escrita, o escrever como uma criança e o anelo de alcançar corações, tudo isso é muito lindo.
13 de março de 2025 16:22
Lucas Guerreiro disse:
Esse sentimento de humildade acompanhado por um desejo secreto de grandiosidade, o amor pela escrita, o escrever como uma criança e o anelo de alcançar corações, tudo isso é muito lindo.
13 de março de 2025 16:22
Tenho Medo De
Melancolia... disse:
Bem intensa em ...
Profunda e anestesiada...
Gostei do poema...
Aplausos.
28 de fevereiro de 2025 17:11
Melancolia... disse:
Bem intensa em ...
Profunda e anestesiada...
Gostei do poema...
Aplausos.
28 de fevereiro de 2025 17:11
Beijos D\'alma
Melancolia... disse:
Nossa...Sempre intensa no que escreves...
Tens o dom.
Aplausos.
28 de fevereiro de 2025 15:58
Melancolia... disse:
Nossa...Sempre intensa no que escreves...
Tens o dom.
Aplausos.
28 de fevereiro de 2025 15:58
Minha Rosa
Menino e a Lua disse:
O estranho roubou a beleza, para saciar o imediato, sem entender a essência. O menino via a essência, que era mais belo que ter a própria rosa em posse, a vida. Boas reflexões., parabéns
26 de fevereiro de 2025 17:07
Menino e a Lua disse:
O estranho roubou a beleza, para saciar o imediato, sem entender a essência. O menino via a essência, que era mais belo que ter a própria rosa em posse, a vida. Boas reflexões., parabéns
26 de fevereiro de 2025 17:07
Minha Rosa
Drica disse:
Que lindo! Adoro rosas! Sou devota da Santa francesa Teresinha das Rosas.
25 de fevereiro de 2025 23:00
Drica disse:
Que lindo! Adoro rosas! Sou devota da Santa francesa Teresinha das Rosas.
25 de fevereiro de 2025 23:00
Como Se O Mundo Fosse Acabar Amanhã
SADE disse:
Lindo , adorei a forma que descreve o toque o desejo ... Adorei a forma que demonstra o possuir , o provar , o gosto de amar ... Ótima escrita ... simplesmente adorei ... Ela é clara , tem luz ... vindo de uma pessoa que adora o sombrio como eu e o escândalo na escrita ... Adorei a sua forma de escrever ... Você demonstra de uma forma delicada e suave a entrega ...
25 de fevereiro de 2025 17:45
SADE disse:
Lindo , adorei a forma que descreve o toque o desejo ... Adorei a forma que demonstra o possuir , o provar , o gosto de amar ... Ótima escrita ... simplesmente adorei ... Ela é clara , tem luz ... vindo de uma pessoa que adora o sombrio como eu e o escândalo na escrita ... Adorei a sua forma de escrever ... Você demonstra de uma forma delicada e suave a entrega ...
25 de fevereiro de 2025 17:45
Minha Rosa
opoetatardio disse:
Que beleza de texto! Você conseguiu capturar a essência da dor e do cuidado com uma delicadeza única. A metáfora da rosa, que representa o amor e a dedicação, é simplesmente tocante. Parabéns pela sensibilidade e pela forma como conseguiu me fazer sentir cada emoção do menino e da rosa! ??
25 de fevereiro de 2025 16:40
opoetatardio disse:
Que beleza de texto! Você conseguiu capturar a essência da dor e do cuidado com uma delicadeza única. A metáfora da rosa, que representa o amor e a dedicação, é simplesmente tocante. Parabéns pela sensibilidade e pela forma como conseguiu me fazer sentir cada emoção do menino e da rosa! ??
25 de fevereiro de 2025 16:40
Minha Rosa
Melancolia... disse:
Que história profunda e tocante! A rosa representa algo muito mais do que apenas uma flor; ela é um símbolo do cuidado, do amor e do tempo investido em algo precioso. O menino, ao chorar por sua rosa, expressa não só a perda de algo bonito, mas a dor de ver algo que ele nutria ser arrancado sem respeito ao processo que o tornou valioso. A reflexão sobre o valor do cuidado e da dedicação, versus o gesto impulsivo e egoísta do estranho, é realmente forte. A rosa, sem a terra e o tempo que a sustentaram, perde sua essência. Uma lição de que o que realmente importa em algo não é apenas sua aparência, mas tudo o que foi investido em seu crescimento.
25 de fevereiro de 2025 16:24
Melancolia... disse:
Que história profunda e tocante! A rosa representa algo muito mais do que apenas uma flor; ela é um símbolo do cuidado, do amor e do tempo investido em algo precioso. O menino, ao chorar por sua rosa, expressa não só a perda de algo bonito, mas a dor de ver algo que ele nutria ser arrancado sem respeito ao processo que o tornou valioso. A reflexão sobre o valor do cuidado e da dedicação, versus o gesto impulsivo e egoísta do estranho, é realmente forte. A rosa, sem a terra e o tempo que a sustentaram, perde sua essência. Uma lição de que o que realmente importa em algo não é apenas sua aparência, mas tudo o que foi investido em seu crescimento.
25 de fevereiro de 2025 16:24
Minha Rosa
faby30 disse:
Bela poesia, me tocou profundamente, apesar que rosa é o apelido da minha mãe. Mas ela é doce e bela como as petalas de uma flor
25 de fevereiro de 2025 16:06
faby30 disse:
Bela poesia, me tocou profundamente, apesar que rosa é o apelido da minha mãe. Mas ela é doce e bela como as petalas de uma flor
25 de fevereiro de 2025 16:06
A parte feia
Melancolia... disse:
Se esse lindo texto for um mal , imagina a parte boa da história....
Continuas a escrever, vai que, essas pessoas que acham isso de voce, possam tirar proveito de tudo o que deixastes aqui....
17 de abril de 2024 12:48
Melancolia... disse:
Se esse lindo texto for um mal , imagina a parte boa da história....
Continuas a escrever, vai que, essas pessoas que acham isso de voce, possam tirar proveito de tudo o que deixastes aqui....
17 de abril de 2024 12:48
E S P A Ç O
diza disse:
Tem momentos na vida que devemos nos desdobra e voltar para dentro de nos mesmo e seguir em frente pois a vida ainda nos reservará muitos momentos felizes.
16 de abril de 2024 15:43
diza disse:
Tem momentos na vida que devemos nos desdobra e voltar para dentro de nos mesmo e seguir em frente pois a vida ainda nos reservará muitos momentos felizes.
16 de abril de 2024 15:43
E S P A Ç O
Ruan Vieira disse:
Tem gente que nos enche e tem gente que nos esvazia. O melhor a se fazer é se desdobrar até voltar a caber em si!
15 de abril de 2024 22:19
Ruan Vieira disse:
Tem gente que nos enche e tem gente que nos esvazia. O melhor a se fazer é se desdobrar até voltar a caber em si!
15 de abril de 2024 22:19
Esperando o tempo passar
Melancolia... disse:
Que lindo Isabella..
Amei teu poema a querida mamãe...
Eu nao tive essa oportunidade de escrever para minha mãe em vida....
Mais creio que, as melhores palavras seriam direcionadas a ela...
Abraços.
11 de março de 2024 09:35
Melancolia... disse:
Que lindo Isabella..
Amei teu poema a querida mamãe...
Eu nao tive essa oportunidade de escrever para minha mãe em vida....
Mais creio que, as melhores palavras seriam direcionadas a ela...
Abraços.
11 de março de 2024 09:35
Como Se O Mundo Fosse Acabar Amanhã
Shmuel disse:
Hummm... impactante! Adoro essas entregas de corpo e alma!
Abraços!
8 de março de 2024 14:38
Shmuel disse:
Hummm... impactante! Adoro essas entregas de corpo e alma!
Abraços!
8 de março de 2024 14:38
Como Se O Mundo Fosse Acabar Amanhã
Melancolia... disse:
Creio que nesse elo de amor, não existirá nenhum estrago....
Só pura paixão libidinosa....
8 de março de 2024 08:22
Melancolia... disse:
Creio que nesse elo de amor, não existirá nenhum estrago....
Só pura paixão libidinosa....
8 de março de 2024 08:22
A Vida Acontece
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...não vou \"falar\" muito aqui agora não, vou resumir: -...é pra lá de prazeroso te ler...,...Poesia/Isabella Vitória - Isabella Vitória/Poesia,...uma simbiose perfeita! / (...te juro,...tá tudo tão bem poetado que deu até pra sentir daqui o aroma desse teu tal café...) /// Meu carinho, sensível menina.
8 de março de 2024 00:43
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...não vou \"falar\" muito aqui agora não, vou resumir: -...é pra lá de prazeroso te ler...,...Poesia/Isabella Vitória - Isabella Vitória/Poesia,...uma simbiose perfeita! / (...te juro,...tá tudo tão bem poetado que deu até pra sentir daqui o aroma desse teu tal café...) /// Meu carinho, sensível menina.
8 de março de 2024 00:43
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