Comentários recebidos nos poemas por Antonio Olivio
Movimento
Maria dorta disse:
E eu sempre com o desejo constate de te ler e nunca me canso de degustar este prazer: ler teus poemas e decifrar_te! Aplausos!
4 de junho de 2026 14:18
Maria dorta disse:
E eu sempre com o desejo constate de te ler e nunca me canso de degustar este prazer: ler teus poemas e decifrar_te! Aplausos!
4 de junho de 2026 14:18
Movimento
Maria dorta disse:
Como sempre,surpreendentemente maravilhoso teu poetar único! Aplausos de pé!
4 de junho de 2026 14:15
Maria dorta disse:
Como sempre,surpreendentemente maravilhoso teu poetar único! Aplausos de pé!
4 de junho de 2026 14:15
Fome
Maria dorta disse:
Tocante essa filosofia de vida da qual tratas com sabedoria e acerto. Muita beleza e sabedoria no teu lindo poema. Abraços!
3 de junho de 2026 11:52
Maria dorta disse:
Tocante essa filosofia de vida da qual tratas com sabedoria e acerto. Muita beleza e sabedoria no teu lindo poema. Abraços!
3 de junho de 2026 11:52
A vida
Maria dorta disse:
Teu poema é uma luz que brilha e aquece mais que o sol. Deixou\' me plena! Aplausos de pé!
21 de maio de 2026 17:01
Maria dorta disse:
Teu poema é uma luz que brilha e aquece mais que o sol. Deixou\' me plena! Aplausos de pé!
21 de maio de 2026 17:01
A vida
Shmuel disse:
Um poema que bate de frente com a finitude.
Abraços ao poeta!
21 de maio de 2026 10:54
Shmuel disse:
Um poema que bate de frente com a finitude.
Abraços ao poeta!
21 de maio de 2026 10:54
Detergente
Drica disse:
Adoro esse detergente! ;)
Outra cortina de fumaça do Molusco.
13 de maio de 2026 08:41
Drica disse:
Adoro esse detergente! ;)
Outra cortina de fumaça do Molusco.
13 de maio de 2026 08:41
Como dizer nao
Maria dorta disse:
Caramba! Que paulada foi dada! Quem a recebeu deve ainda hoje estar desorientada e talvez,em lágrimas!
1 de maio de 2026 15:08
Maria dorta disse:
Caramba! Que paulada foi dada! Quem a recebeu deve ainda hoje estar desorientada e talvez,em lágrimas!
1 de maio de 2026 15:08
Sacadas vazias
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A primeira e a segunda estrofes descrevem o amanhecer (o sol e as maritacas) com um lirismo vibrante. A natureza cumpre seu papel, é exuberante e inaugura a manhã, mas o ser humano não é mais espectador desse ciclo. A repetição da frase: Mas você, não está lá, cria um ritmo de decepção. Ela enfatiza que, embora o mundo físico continue oferecendo beleza e vida, o indivíduo está ausente de sua própria realidade. O poema utiliza uma metáfora forte ao dizer que as pessoas foram abduzidas por janelas virtuais. O termo sugere uma perda de vontade própria; as telas não são apenas ferramentas, mas portais que sequestram a presença física e a atenção. A última estrofe conecta o isolamento digital ao adoecimento mental. O contraste entre as inquietudes pequenas, as maletas de drogas (referência à medicalização excessiva) e as cidades repletas de sacadas vazias pinta o retrato de uma sociedade que tem infraestrutura (a sacada), mas perdeu a capacidade de contemplação e conexão. Em resumo, é um texto que lamenta a substituição do sol e do canto dos pássaros pelo brilho artificial das telas, resultando em uma profunda solidão urbana. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
19 de abril de 2026 21:35
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! A primeira e a segunda estrofes descrevem o amanhecer (o sol e as maritacas) com um lirismo vibrante. A natureza cumpre seu papel, é exuberante e inaugura a manhã, mas o ser humano não é mais espectador desse ciclo. A repetição da frase: Mas você, não está lá, cria um ritmo de decepção. Ela enfatiza que, embora o mundo físico continue oferecendo beleza e vida, o indivíduo está ausente de sua própria realidade. O poema utiliza uma metáfora forte ao dizer que as pessoas foram abduzidas por janelas virtuais. O termo sugere uma perda de vontade própria; as telas não são apenas ferramentas, mas portais que sequestram a presença física e a atenção. A última estrofe conecta o isolamento digital ao adoecimento mental. O contraste entre as inquietudes pequenas, as maletas de drogas (referência à medicalização excessiva) e as cidades repletas de sacadas vazias pinta o retrato de uma sociedade que tem infraestrutura (a sacada), mas perdeu a capacidade de contemplação e conexão. Em resumo, é um texto que lamenta a substituição do sol e do canto dos pássaros pelo brilho artificial das telas, resultando em uma profunda solidão urbana. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
19 de abril de 2026 21:35
Humanidade?
LEIDE FREITAS disse:
Concordo plenamente.
Boa noite, poeta Antônio Olivio!
8 de abril de 2026 20:03
LEIDE FREITAS disse:
Concordo plenamente.
Boa noite, poeta Antônio Olivio!
8 de abril de 2026 20:03
Humanidade?
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:
Belo poema com verdades ditas e não devaneios... Obrigada pela partilha!
6 de abril de 2026 08:33
Neiva Dirceu S. Machado - @(ND) disse:
Belo poema com verdades ditas e não devaneios... Obrigada pela partilha!
6 de abril de 2026 08:33
Tão breve minha Eternidade
LEIDE FREITAS disse:
Gostei demais do poema. Boa Noite, poeta Antonio Olivio.
19 de fevereiro de 2026 22:24
LEIDE FREITAS disse:
Gostei demais do poema. Boa Noite, poeta Antonio Olivio.
19 de fevereiro de 2026 22:24
Apocalipse
Maria dorta disse:
Um lindo soneto que brilha aqui como a luz do sol nos aquecendo o coração com teu talento.
17 de fevereiro de 2026 10:03
Maria dorta disse:
Um lindo soneto que brilha aqui como a luz do sol nos aquecendo o coração com teu talento.
17 de fevereiro de 2026 10:03
Travessias
LEIDE FREITAS disse:
Lindo poema e com uma excelente metáfora. Um poema para degustar e refletir.
Boa Noite, caro poeta Antônio Olivio
20 de janeiro de 2026 22:20
LEIDE FREITAS disse:
Lindo poema e com uma excelente metáfora. Um poema para degustar e refletir.
Boa Noite, caro poeta Antônio Olivio
20 de janeiro de 2026 22:20
A rosa do poema
Maria dorta disse:
Depois de tanto tempo longe daqui, hoje tomei um banho da mais linda poesia: teu poema magistral fez\' me arrepiar a alma! Gratidão poeta!Que venham outros para matar minha fome!
11 de janeiro de 2026 10:17
Maria dorta disse:
Depois de tanto tempo longe daqui, hoje tomei um banho da mais linda poesia: teu poema magistral fez\' me arrepiar a alma! Gratidão poeta!Que venham outros para matar minha fome!
11 de janeiro de 2026 10:17
Autofagia
Arthur Santos disse:
Caro Poeta António Olivo
Belo poema.
Encontrei uma gralha no seu poema.
Deve estar (descobrir-me) em vez de (descorbrir-me)
Saudações Poéticas
30 de outubro de 2025 07:56
Arthur Santos disse:
Caro Poeta António Olivo
Belo poema.
Encontrei uma gralha no seu poema.
Deve estar (descobrir-me) em vez de (descorbrir-me)
Saudações Poéticas
30 de outubro de 2025 07:56
Não sou poeta
Helena Rodrigues disse:
Meu caríssimo amigo, se você não é poeta,
Eu gosto muito daquilo que escreve, acho que para escrever não é preciso um galardão, mas sim um nobre coração
eu também não sou, e nunca tive essa
Inspiração, gosto de ler e de escrever, não me importando com o nome que me dão, sabe que até de maluca já me chamaram !
Pois é, escrever com sentimento e verdade, para mim já tem doçura de mel rsrsrs
Agora tenho publicado mais no Recanto das Letras
Abraço poético
24 de outubro de 2025 12:05
Helena Rodrigues disse:
Meu caríssimo amigo, se você não é poeta,
Eu gosto muito daquilo que escreve, acho que para escrever não é preciso um galardão, mas sim um nobre coração
eu também não sou, e nunca tive essa
Inspiração, gosto de ler e de escrever, não me importando com o nome que me dão, sabe que até de maluca já me chamaram !
Pois é, escrever com sentimento e verdade, para mim já tem doçura de mel rsrsrs
Agora tenho publicado mais no Recanto das Letras
Abraço poético
24 de outubro de 2025 12:05
A missão do poeta
DAN GUSTAVO disse:
Tá aí nossa missão...! Um bom dia, meu irmão em letras!
21 de outubro de 2025 08:32
DAN GUSTAVO disse:
Tá aí nossa missão...! Um bom dia, meu irmão em letras!
21 de outubro de 2025 08:32
Eu Poeta
Maria dorta disse:
Antônio,poeta amigo,contínuas afiado e muito criativo no teu poetar. Meus aplausos de pé! Você segue sendo meu favorito! Publique mais pois bem me faz!
16 de julho de 2025 07:15
Maria dorta disse:
Antônio,poeta amigo,contínuas afiado e muito criativo no teu poetar. Meus aplausos de pé! Você segue sendo meu favorito! Publique mais pois bem me faz!
16 de julho de 2025 07:15
Síntese
Maria dorta disse:
Lindo poema,com verdades eternas e o coração do poeta pintando o momento vivido como se fosse uma bela aquarela. Admiro teu talento e me embalo nas tuas palavras. Meus aplausos!
12 de julho de 2025 15:03
Maria dorta disse:
Lindo poema,com verdades eternas e o coração do poeta pintando o momento vivido como se fosse uma bela aquarela. Admiro teu talento e me embalo nas tuas palavras. Meus aplausos!
12 de julho de 2025 15:03
Síntese
DAN GUSTAVO disse:
E esse é o meu irmão em letras...! Parabéns, Antonio.. um bom dia e sábado!
12 de julho de 2025 09:30
DAN GUSTAVO disse:
E esse é o meu irmão em letras...! Parabéns, Antonio.. um bom dia e sábado!
12 de julho de 2025 09:30
Inércia
Maria dorta disse:
Quando aqui retornas,com tua beleza poética, todo meu ser estremece com esse dom inconteste de meter tua alma nos versos que teces! E me maravilho... parabéns,poeta!
7 de julho de 2025 12:49
Maria dorta disse:
Quando aqui retornas,com tua beleza poética, todo meu ser estremece com esse dom inconteste de meter tua alma nos versos que teces! E me maravilho... parabéns,poeta!
7 de julho de 2025 12:49
Dor do ser
Helena Rodrigues disse:
Poema muito intenso,
Parabéns pela inspiração, aplausos
Saudações Poéticas
7 de julho de 2025 07:34
Helena Rodrigues disse:
Poema muito intenso,
Parabéns pela inspiração, aplausos
Saudações Poéticas
7 de julho de 2025 07:34
SALEM
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Meu gato teve um filhote lindo que eu chamava gato da Sabrina, só faltava falar, era preto com umas mesclas marron, tinha uns pelos gigantes, deve estar por aí fazendo a festa na casa de algum Barão. Bem expressivo seu poema. Parabéns poeta.
1 de julho de 2025 10:22
Rosangela Rodrigues de Oliveira disse:
Meu gato teve um filhote lindo que eu chamava gato da Sabrina, só faltava falar, era preto com umas mesclas marron, tinha uns pelos gigantes, deve estar por aí fazendo a festa na casa de algum Barão. Bem expressivo seu poema. Parabéns poeta.
1 de julho de 2025 10:22
« Voltar ao perfil de Antonio Olivio
