Comentários recebidos nos poemas por Maria do Socorro Domingos
OLHOS DE POETA
Maria dorta disse:
Que bom saberes cultivar a esperança. E que seja ela a última a morrer. Belo e inspirado poema.
10 de maio de 2026 17:47
Maria dorta disse:
Que bom saberes cultivar a esperança. E que seja ela a última a morrer. Belo e inspirado poema.
10 de maio de 2026 17:47
MUTAÇÃO
Maria dorta disse:
Como sempre teu poema nos leva além das palavras e nos embriaga. Parabéns,!
10 de maio de 2026 17:39
Maria dorta disse:
Como sempre teu poema nos leva além das palavras e nos embriaga. Parabéns,!
10 de maio de 2026 17:39
MUTAÇÃO
Andrea G disse:
A poesia nos dá essa liberdade de sonhar! Tudo se torna possível! Abs
7 de maio de 2026 19:36
Andrea G disse:
A poesia nos dá essa liberdade de sonhar! Tudo se torna possível! Abs
7 de maio de 2026 19:36
CAMINHOS DA POESIA
Joaquim Saial disse:
Os mistérios quase insondáveis da criação poética. Só quem a ela se dedica sabe como é difícil.
Cumprimentos
6 de maio de 2026 15:17
Joaquim Saial disse:
Os mistérios quase insondáveis da criação poética. Só quem a ela se dedica sabe como é difícil.
Cumprimentos
6 de maio de 2026 15:17
O QUE É ANSIEDADE?
Apegaua disse:
Acho que não comentam o seu dito, com medo de ficarem ansiosos.
Amei, de uma sutileza sem igual.
Escrever pouco, tem suas vantagens.
Bravos,
Ficar bem.
Apegaua
3 de maio de 2026 19:02
Apegaua disse:
Acho que não comentam o seu dito, com medo de ficarem ansiosos.
Amei, de uma sutileza sem igual.
Escrever pouco, tem suas vantagens.
Bravos,
Ficar bem.
Apegaua
3 de maio de 2026 19:02
O QUE É ANSIEDADE?
Apegaua disse:
Por onde anda esses anônimos que só curte e não comentam, se a uva e de boa qualidade, ou se o vinho esta aguado ou não.
Melindre de poetas e poetisas.
No meu caso, curti sua obra e e com satisfação que a comento e não precisa ir na minha pagina retribuir, por que verdades, não andam por ai a se substituir.
Amei o dito, de uma sutileza sem par.
Escrever pouco, tem suas vantagens.
Bravo poetisa,
Ficar bem.
Apegaua
3 de maio de 2026 18:58
Apegaua disse:
Por onde anda esses anônimos que só curte e não comentam, se a uva e de boa qualidade, ou se o vinho esta aguado ou não.
Melindre de poetas e poetisas.
No meu caso, curti sua obra e e com satisfação que a comento e não precisa ir na minha pagina retribuir, por que verdades, não andam por ai a se substituir.
Amei o dito, de uma sutileza sem par.
Escrever pouco, tem suas vantagens.
Bravo poetisa,
Ficar bem.
Apegaua
3 de maio de 2026 18:58
JOSÉ E MARIA. (Homenagem ao Dia do Trabalhador)
Francisco Queiroz disse:
É uma triste realidade, contudo, acredito que um dia a fraternidade que habita cada ser humano irá se revelar, e a relação de trabalho será como poetizou Gibran: \"O trabalho é o amor tornado visível\". Um abraço fraterno, poetisa.
1 de maio de 2026 10:01
Francisco Queiroz disse:
É uma triste realidade, contudo, acredito que um dia a fraternidade que habita cada ser humano irá se revelar, e a relação de trabalho será como poetizou Gibran: \"O trabalho é o amor tornado visível\". Um abraço fraterno, poetisa.
1 de maio de 2026 10:01
LIRISMO X POESIA
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa Socorro! A autora utiliza a anáfora (Sem lirismo...) para construir um inventário de perdas. O texto não define o que o lirismo é em termos técnicos, mas o que a ausência dele provoca, estabelecendo uma relação de dependência entre a sensibilidade humana e o valor estético do mundo. A metáfora da seiva é central. Assim como a seiva transporta nutrientes para a planta, o lirismo é apresentado como a substância que permite a manifestação do ser (a flor só é plenamente flor se exalar perfume). Sem isso, as coisas tornam-se cascas vazias. O poema atribui estados emocionais a elementos cósmicos (Lua fria, Sol sem resplendor). É o conceito de falácia patética, onde o mundo exterior é apenas um reflexo do deserto interior do eu lírico. O fechamento associa a falta de lirismo à vacuidade da alma. A tese é clara: a realidade objetiva, isolada da emoção e da subjetividade, é insuficiente e meramente melancólica. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
28 de abril de 2026 21:01
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa Socorro! A autora utiliza a anáfora (Sem lirismo...) para construir um inventário de perdas. O texto não define o que o lirismo é em termos técnicos, mas o que a ausência dele provoca, estabelecendo uma relação de dependência entre a sensibilidade humana e o valor estético do mundo. A metáfora da seiva é central. Assim como a seiva transporta nutrientes para a planta, o lirismo é apresentado como a substância que permite a manifestação do ser (a flor só é plenamente flor se exalar perfume). Sem isso, as coisas tornam-se cascas vazias. O poema atribui estados emocionais a elementos cósmicos (Lua fria, Sol sem resplendor). É o conceito de falácia patética, onde o mundo exterior é apenas um reflexo do deserto interior do eu lírico. O fechamento associa a falta de lirismo à vacuidade da alma. A tese é clara: a realidade objetiva, isolada da emoção e da subjetividade, é insuficiente e meramente melancólica. Parabéns pelo poema! Abraço poético.
28 de abril de 2026 21:01
O LIVRO DA VIDA
Francisco Queiroz disse:
Ficou muito bonito, tanto em versos quanto no visual, parabéns, Poetisa!
24 de abril de 2026 20:46
Francisco Queiroz disse:
Ficou muito bonito, tanto em versos quanto no visual, parabéns, Poetisa!
24 de abril de 2026 20:46
ORGULHO
Francisco Queiroz disse:
Belo poema-homenagem! Uma satisfação lê-lo. Um abraço, poetisa!
22 de abril de 2026 21:35
Francisco Queiroz disse:
Belo poema-homenagem! Uma satisfação lê-lo. Um abraço, poetisa!
22 de abril de 2026 21:35
TRIBUTO A TIRADENTES
Shmuel disse:
Muiito bom! Um grande herói nacional.
Abraços a nobre poeta
21 de abril de 2026 22:08
Shmuel disse:
Muiito bom! Um grande herói nacional.
Abraços a nobre poeta
21 de abril de 2026 22:08
ESSE CARA É O REI
Poesia Abandonada disse:
Eu me lembro dele cantando Amigo no programa do jô.
20 de abril de 2026 22:28
Poesia Abandonada disse:
Eu me lembro dele cantando Amigo no programa do jô.
20 de abril de 2026 22:28
ESSE CARA É O REI
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O texto constrói um suspense afetivo, usando o pronome ele e a expressão esse cara para descrever virtudes (romantismo, lealdade, fé) até a revelação final. A associação entre cara e rei humaniza o ídolo, aproximando-o do público. A autora destaca a capacidade de Roberto Carlos de traduzir sentimentos universais. Ao dizer que ele põe sua alma num verso, o poema reforça a autenticidade da obra do cantor, que comove o universo através da empatia. O poema foca em três pilares que definem a imagem do artista: O amor como tema central que acende uma chama. A conexão com Deus nosso pai criador e a fraternidade (chamar o irmão). A figura do bom camarada, simples e sorridente, que traz mensagens de paz. O texto menciona que suas canções nos fazem recordar de outrora, sublinhando o papel de Roberto Carlos como a trilha sonora da vida de várias gerações, unindo o passado ao presente. Em suma, é uma homenagem que transforma a biografia do cantor em poesia, reafirmando seu título de Rei não pelo poder, mas pela ternura e conexão emocional com o povo. Parabéns pela homenagem Saudações poéticas.
19 de abril de 2026 21:05
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O texto constrói um suspense afetivo, usando o pronome ele e a expressão esse cara para descrever virtudes (romantismo, lealdade, fé) até a revelação final. A associação entre cara e rei humaniza o ídolo, aproximando-o do público. A autora destaca a capacidade de Roberto Carlos de traduzir sentimentos universais. Ao dizer que ele põe sua alma num verso, o poema reforça a autenticidade da obra do cantor, que comove o universo através da empatia. O poema foca em três pilares que definem a imagem do artista: O amor como tema central que acende uma chama. A conexão com Deus nosso pai criador e a fraternidade (chamar o irmão). A figura do bom camarada, simples e sorridente, que traz mensagens de paz. O texto menciona que suas canções nos fazem recordar de outrora, sublinhando o papel de Roberto Carlos como a trilha sonora da vida de várias gerações, unindo o passado ao presente. Em suma, é uma homenagem que transforma a biografia do cantor em poesia, reafirmando seu título de Rei não pelo poder, mas pela ternura e conexão emocional com o povo. Parabéns pela homenagem Saudações poéticas.
19 de abril de 2026 21:05
ESSE CARA É O REI
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ... bela e inspiradissima homenagem! ...justíssima! ...assino embaixo... /// Meu carinho.
19 de abril de 2026 20:12
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ... bela e inspiradissima homenagem! ...justíssima! ...assino embaixo... /// Meu carinho.
19 de abril de 2026 20:12
VOZES DA ALMA
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O texto sugere que a solidão é uma ilusão. Ao dialogar com elementos vastos — as estrelas, o vento e o Eterno Deus. A sugestão de colocar a alma em um sincero verso, é um convite à catarse. É uma forma de transformar a estagnação em movimento e dar vida ao que está parado. É um texto de acolhimento, que substitui o sentimento de estar parada pela certeza de que você é ouvida e amada, incentivando a saída do isolamento emocional através da comunicação. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 19:45
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O texto sugere que a solidão é uma ilusão. Ao dialogar com elementos vastos — as estrelas, o vento e o Eterno Deus. A sugestão de colocar a alma em um sincero verso, é um convite à catarse. É uma forma de transformar a estagnação em movimento e dar vida ao que está parado. É um texto de acolhimento, que substitui o sentimento de estar parada pela certeza de que você é ouvida e amada, incentivando a saída do isolamento emocional através da comunicação. Saudações poéticas.
17 de abril de 2026 19:45
VOZES DA ALMA
Lauraa disse:
Dona Socorro, que poema maravilhoso!
Um bálsamo de esperança, simplesmente maravilhoso!
Desejo-lhe muito sucesso e paz!
Um cheiro,
Lhidria.
14 de abril de 2026 17:16
Lauraa disse:
Dona Socorro, que poema maravilhoso!
Um bálsamo de esperança, simplesmente maravilhoso!
Desejo-lhe muito sucesso e paz!
Um cheiro,
Lhidria.
14 de abril de 2026 17:16
PENSAMENTO
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! A autora define o pensamento como algo que não conhece fronteiras (corro solto na imensidão). Ele é apresentado como uma força elementar que precede a ação: ele é a necessidade de agir e a própria hora. O texto é construído sobre opostos. O pensamento é, ao mesmo tempo, ternura e lamento, razão e paixão, comportado e feroz. Isso mostra a instabilidade da mente humana, que pode ser um refúgio ou uma armadilha. Na estrofe: E de quem cala eu costumo ser a voz, o autor toca em uma verdade profunda: o que pensamos é a nossa essência mais real, aquilo que muitas vezes não temos coragem de dizer em voz alta, mas que nos define no silêncio do travesseiro. O pensamento aqui não é passivo. Ele é o grito que desperta, o impulso e a invenção. O poema sugere que nada no mundo material existe sem que antes tenha sido uma quimera ou utopia na mente de alguém. O uso constante da primeira pessoa (Eu sou, Eu corro, Sinto) transforma o poema em um manifesto. É como se a própria mente estivesse se apresentando ao leitor, explicando sua complexidade e sua necessidade de ser compreendido. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
11 de abril de 2026 20:31
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! A autora define o pensamento como algo que não conhece fronteiras (corro solto na imensidão). Ele é apresentado como uma força elementar que precede a ação: ele é a necessidade de agir e a própria hora. O texto é construído sobre opostos. O pensamento é, ao mesmo tempo, ternura e lamento, razão e paixão, comportado e feroz. Isso mostra a instabilidade da mente humana, que pode ser um refúgio ou uma armadilha. Na estrofe: E de quem cala eu costumo ser a voz, o autor toca em uma verdade profunda: o que pensamos é a nossa essência mais real, aquilo que muitas vezes não temos coragem de dizer em voz alta, mas que nos define no silêncio do travesseiro. O pensamento aqui não é passivo. Ele é o grito que desperta, o impulso e a invenção. O poema sugere que nada no mundo material existe sem que antes tenha sido uma quimera ou utopia na mente de alguém. O uso constante da primeira pessoa (Eu sou, Eu corro, Sinto) transforma o poema em um manifesto. É como se a própria mente estivesse se apresentando ao leitor, explicando sua complexidade e sua necessidade de ser compreendido. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
11 de abril de 2026 20:31
PENSAMENTO
Francisco Queiroz disse:
\"A felicidade de sua vida depende da qualidade de seus pensamentos.\" – Marco Aurélio
Bom dia, Poetisa. Linda poesia, graditão!
11 de abril de 2026 08:50
Francisco Queiroz disse:
\"A felicidade de sua vida depende da qualidade de seus pensamentos.\" – Marco Aurélio
Bom dia, Poetisa. Linda poesia, graditão!
11 de abril de 2026 08:50
GUERRA
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! A autora amplia o conceito de guerra. Não se trata apenas de conflitos armados, mas das micro-guerras cotidianas: no trânsito, na intolerância religiosa, no racismo (guerra das raças) e no machismo (guerra dos sexos). A segunda estrofe ataca quem dita as leis de forma mesquinha e tacanha, sugerindo que aqueles que detêm o poder muitas vezes afrontam a lógica e a ética. A metáfora da guerra como uma doença que trava a evolução é central. O poema argumenta que o ódio não é apenas moralmente errado, mas um obstáculo prático ao progresso da humanidade. A estrutura termina com uma solução clássica e pacifista. A autora propõe a substituição das armas pelo plantio (metáfora agrícola) da paz e do perdão. É um texto de caráter didático e reflexivo, que busca conscientizar o leitor sobre a autodestruição humana. Parabéns pelo poema! Saudações poética.
10 de abril de 2026 20:46
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! A autora amplia o conceito de guerra. Não se trata apenas de conflitos armados, mas das micro-guerras cotidianas: no trânsito, na intolerância religiosa, no racismo (guerra das raças) e no machismo (guerra dos sexos). A segunda estrofe ataca quem dita as leis de forma mesquinha e tacanha, sugerindo que aqueles que detêm o poder muitas vezes afrontam a lógica e a ética. A metáfora da guerra como uma doença que trava a evolução é central. O poema argumenta que o ódio não é apenas moralmente errado, mas um obstáculo prático ao progresso da humanidade. A estrutura termina com uma solução clássica e pacifista. A autora propõe a substituição das armas pelo plantio (metáfora agrícola) da paz e do perdão. É um texto de caráter didático e reflexivo, que busca conscientizar o leitor sobre a autodestruição humana. Parabéns pelo poema! Saudações poética.
10 de abril de 2026 20:46
YARA
GEANE REIS DE SOUZA AMORIM disse:
parabens!! poderia autorizar o uso na escola para uma encenaçao?
10 de abril de 2026 09:48
GEANE REIS DE SOUZA AMORIM disse:
parabens!! poderia autorizar o uso na escola para uma encenaçao?
10 de abril de 2026 09:48
CAMINHOS DA POESIA
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Maria do Socorro! Boa noite! Esse poema é um convite lírico à superação através da arte. Ele utiliza o contraste entre a melancolia e a esperança para mostrar como o ato de escrever pode ser libertador. O eu lírico apresenta o verso como um nobre acalanto. A escrita não é apenas estética, mas uma ferramenta para enxugar o pranto e quebrar a eterna prisão da tristeza. O poema começa no ambiente íntimo e introspectivo da madrugada com chuva (propício à reflexão) e evolui para a luz do Sol, simbolizando um novo ciclo e o calor necessário para seguir a jornada. O uso repetido do imperativo: Vem! e a imagem de caminhar lado a lado, sugerem que a arte é mais poderosa quando compartilhada. Há uma busca por conexão entre duas almas para enfrentar a vida. A repetição de versos (como o da chuva fininha) cria uma circularidade que traz conforto, quase como uma canção de ninar que acalma a dor mencionada na segunda estrofe. É um texto reconfortante que transforma um momento de solidão em um despertar de esperança. Parabéns pelo poema! Meu abraço afetuoso.
5 de abril de 2026 20:50
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa Maria do Socorro! Boa noite! Esse poema é um convite lírico à superação através da arte. Ele utiliza o contraste entre a melancolia e a esperança para mostrar como o ato de escrever pode ser libertador. O eu lírico apresenta o verso como um nobre acalanto. A escrita não é apenas estética, mas uma ferramenta para enxugar o pranto e quebrar a eterna prisão da tristeza. O poema começa no ambiente íntimo e introspectivo da madrugada com chuva (propício à reflexão) e evolui para a luz do Sol, simbolizando um novo ciclo e o calor necessário para seguir a jornada. O uso repetido do imperativo: Vem! e a imagem de caminhar lado a lado, sugerem que a arte é mais poderosa quando compartilhada. Há uma busca por conexão entre duas almas para enfrentar a vida. A repetição de versos (como o da chuva fininha) cria uma circularidade que traz conforto, quase como uma canção de ninar que acalma a dor mencionada na segunda estrofe. É um texto reconfortante que transforma um momento de solidão em um despertar de esperança. Parabéns pelo poema! Meu abraço afetuoso.
5 de abril de 2026 20:50
SONATA AO LUAR
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O eu lírico estabelece uma conexão direta entre uma claridade externa e sua própria alma. Essa luz funciona como um gatilho para o sonhar, sugerindo que a inspiração vem de algo iluminado e superior. Ao comparar pensamentos a pássaros libertos, o autor transmite uma sensação de leveza e dinamismo. O uso de termos como irrequietos e ruflam, traz sonoridade e movimento ao texto. A jornada dos pássaros/pensamentos em direção às estrelas representa o desejo humano de se conectar com o magistral ou o divino. É uma busca pela origem da vida e da energia que move o universo. O desfecho revela a função da poesia: ela é a ferramenta que transforma o amor em verso. O poema sugere que o sentimento puro só atinge sua nobreza máxima quando é expresso através da arte. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
2 de abril de 2026 19:39
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O eu lírico estabelece uma conexão direta entre uma claridade externa e sua própria alma. Essa luz funciona como um gatilho para o sonhar, sugerindo que a inspiração vem de algo iluminado e superior. Ao comparar pensamentos a pássaros libertos, o autor transmite uma sensação de leveza e dinamismo. O uso de termos como irrequietos e ruflam, traz sonoridade e movimento ao texto. A jornada dos pássaros/pensamentos em direção às estrelas representa o desejo humano de se conectar com o magistral ou o divino. É uma busca pela origem da vida e da energia que move o universo. O desfecho revela a função da poesia: ela é a ferramenta que transforma o amor em verso. O poema sugere que o sentimento puro só atinge sua nobreza máxima quando é expresso através da arte. Parabéns pelo poema! Meu abraço fraterno.
2 de abril de 2026 19:39
O QUE É ANSIEDADE?
Lauraa disse:
Que lindo poema, eu como pessoa ansiosa, refleti isso tanto quanto imagina! Compartilhei esse lindo poema com meus amigos e familiares, não tem ninguém que discorde!
Um cheiro!
Lhidria.
2 de abril de 2026 19:33
Lauraa disse:
Que lindo poema, eu como pessoa ansiosa, refleti isso tanto quanto imagina! Compartilhei esse lindo poema com meus amigos e familiares, não tem ninguém que discorde!
Um cheiro!
Lhidria.
2 de abril de 2026 19:33
DIFERENÇAS
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O poema usa a figura da cruz e do sacrifício como o grande equalizador. Ao dizer que meu sangue é igual ao seu, e que o sacrifício foi para ambos, o eu lírico anula as hierarquias humanas (títulos, riquezas) diante de uma instância superior. A estrofe central é a mais forte em termos de crítica social: Você tem tudo, eu tenho quase nada: Estabelece a distância material. Meu esforço quase não tem valor: Reflete a frustração de quem trabalha duro na dura jornada e não recebe o devido reconhecimento ou recompensa, um sentimento muito presente na realidade brasileira. Ao mencionar que todos possuem corpos mortais, o poema lembra que a morte é a fronteira onde a conta bancária ou as vestes perdem o sentido. A morte e a imortalidade do espírito são os pontos onde a régua se iguala para Eles, você... e eu! A pergunta: Por que a indiferença? Encerra o poema não como uma dúvida, mas como um desafio. O autor propõe que, se a biologia (sangue) e a metafísica (espírito) são iguais, a estrutura social (indiferença) é uma escolha humana injusta que deveria ser substituída pelo amor. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.
27 de março de 2026 20:22
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! O poema usa a figura da cruz e do sacrifício como o grande equalizador. Ao dizer que meu sangue é igual ao seu, e que o sacrifício foi para ambos, o eu lírico anula as hierarquias humanas (títulos, riquezas) diante de uma instância superior. A estrofe central é a mais forte em termos de crítica social: Você tem tudo, eu tenho quase nada: Estabelece a distância material. Meu esforço quase não tem valor: Reflete a frustração de quem trabalha duro na dura jornada e não recebe o devido reconhecimento ou recompensa, um sentimento muito presente na realidade brasileira. Ao mencionar que todos possuem corpos mortais, o poema lembra que a morte é a fronteira onde a conta bancária ou as vestes perdem o sentido. A morte e a imortalidade do espírito são os pontos onde a régua se iguala para Eles, você... e eu! A pergunta: Por que a indiferença? Encerra o poema não como uma dúvida, mas como um desafio. O autor propõe que, se a biologia (sangue) e a metafísica (espírito) são iguais, a estrutura social (indiferença) é uma escolha humana injusta que deveria ser substituída pelo amor. Parabéns pelo poema! Meu abraço poético.
27 de março de 2026 20:22
ONDE ESTÁ A POESIA?
Apegaua disse:
Em certa vez na vida, que amarguei por passar como um mendigo.
Não tenho certeza, mas acho que foi a poesia se fazendo presente.
E antes que respondesse falou.
_ Por mais que me procure e que gosto de afirmar, não sou de ninguém e de todos ao mesmo tempo.
De onde venho se pudesse vos dizer, deixaria de ser a arte invadindo os belos campos da inspiração.
Parabéns, Mestra poetisa, ficou bem fofo o vosso poema.
Apegaua
22 de março de 2026 07:57
Apegaua disse:
Em certa vez na vida, que amarguei por passar como um mendigo.
Não tenho certeza, mas acho que foi a poesia se fazendo presente.
E antes que respondesse falou.
_ Por mais que me procure e que gosto de afirmar, não sou de ninguém e de todos ao mesmo tempo.
De onde venho se pudesse vos dizer, deixaria de ser a arte invadindo os belos campos da inspiração.
Parabéns, Mestra poetisa, ficou bem fofo o vosso poema.
Apegaua
22 de março de 2026 07:57
CONFISSÕES DE UMA FONTE
Apegaua disse:
Um agradável e belo dito, de um tema gostoso de se explorar.
Abraços, mestra poetisa.
Apegaua
22 de março de 2026 07:09
Apegaua disse:
Um agradável e belo dito, de um tema gostoso de se explorar.
Abraços, mestra poetisa.
Apegaua
22 de março de 2026 07:09
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