Comentários recebidos nos poemas por Maria do Socorro Domingos



APARÊNCIAS
Shmuel disse:

Sim, as vezes poeta silencia.

Abraços

3 de junho de 2026 09:59

FELICIDADE
Shmuel disse:

Perfeito, nobre poeta! Traduziu a felicidade citando exemplos. Ficou linda a tua poesia.

Abraços

2 de junho de 2026 09:24

FELICIDADE
Francisco Queiroz disse:

Poetisa, que bela composição, é de uma simplicidade que encanta...

É um dia ensolarado!

Um abraço fraterno!

2 de junho de 2026 08:20

RECIPROCIDADE
Pietro Guilherme Piazera disse:

Fatos, lindo poema.
abraços.

30 de maio de 2026 21:10

RECIPROCIDADE
Francisco Queiroz disse:

Belo conselho, poetisa, parabéns! Um abraço.

30 de maio de 2026 13:53

MODINHA
Noétrico disse:

AAB SSB CCD FFD
Eu tenho pobrema*

29 de maio de 2026 16:20

O LIVRO DA VIDA
Rodrigo Melo disse:

Muito belo poema

27 de maio de 2026 09:43

VENDEDORA DE SONHOS
João Moreira de Mendes disse:

Belo poema

19 de maio de 2026 13:59

TRANSCENDÊNCIA
Francisco Queiroz disse:

Um encanto, parabéns Poetisa!

11 de maio de 2026 06:46

OLHOS DE POETA
Maria dorta disse:

Que bom saberes cultivar a esperança. E que seja ela a última a morrer. Belo e inspirado poema.

10 de maio de 2026 17:47

MUTAÇÃO
Maria dorta disse:

Como sempre teu poema nos leva além das palavras e nos embriaga. Parabéns,!

10 de maio de 2026 17:39

MUTAÇÃO
Flor de Açucena disse:

A poesia nos dá essa liberdade de sonhar! Tudo se torna possível! Abs

7 de maio de 2026 19:36

CAMINHOS DA POESIA
Joaquim Saial disse:

Os mistérios quase insondáveis da criação poética. Só quem a ela se dedica sabe como é difícil.
Cumprimentos

6 de maio de 2026 15:17

O QUE É ANSIEDADE?
Apegaua disse:

Acho que não comentam o seu dito, com medo de ficarem ansiosos.
Amei, de uma sutileza sem igual.
Escrever pouco, tem suas vantagens.
Bravos,
Ficar bem.
Apegaua

3 de maio de 2026 19:02

O QUE É ANSIEDADE?
Apegaua disse:

Por onde anda esses anônimos que só curte e não comentam, se a uva e de boa qualidade, ou se o vinho esta aguado ou não.
Melindre de poetas e poetisas.
No meu caso, curti sua obra e e com satisfação que a comento e não precisa ir na minha pagina retribuir, por que verdades, não andam por ai a se substituir.
Amei o dito, de uma sutileza sem par.
Escrever pouco, tem suas vantagens.
Bravo poetisa,
Ficar bem.
Apegaua

3 de maio de 2026 18:58

JOSÉ E MARIA. (Homenagem ao Dia do Trabalhador)
Francisco Queiroz disse:

É uma triste realidade, contudo, acredito que um dia a fraternidade que habita cada ser humano irá se revelar, e a relação de trabalho será como poetizou Gibran: \"O trabalho é o amor tornado visível\". Um abraço fraterno, poetisa.

1 de maio de 2026 10:01

LIRISMO X POESIA
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poetisa Socorro! A autora utiliza a anáfora (Sem lirismo...) para construir um inventário de perdas. O texto não define o que o lirismo é em termos técnicos, mas o que a ausência dele provoca, estabelecendo uma relação de dependência entre a sensibilidade humana e o valor estético do mundo. A metáfora da seiva é central. Assim como a seiva transporta nutrientes para a planta, o lirismo é apresentado como a substância que permite a manifestação do ser (a flor só é plenamente flor se exalar perfume). Sem isso, as coisas tornam-se cascas vazias. O poema atribui estados emocionais a elementos cósmicos (Lua fria, Sol sem resplendor). É o conceito de falácia patética, onde o mundo exterior é apenas um reflexo do deserto interior do eu lírico. O fechamento associa a falta de lirismo à vacuidade da alma. A tese é clara: a realidade objetiva, isolada da emoção e da subjetividade, é insuficiente e meramente melancólica. Parabéns pelo poema! Abraço poético.

28 de abril de 2026 21:01

O LIVRO DA VIDA
Francisco Queiroz disse:

Ficou muito bonito, tanto em versos quanto no visual, parabéns, Poetisa!

24 de abril de 2026 20:46

ORGULHO
Francisco Queiroz disse:

Belo poema-homenagem! Uma satisfação lê-lo. Um abraço, poetisa!

22 de abril de 2026 21:35

TRIBUTO A TIRADENTES
Shmuel disse:

Muiito bom! Um grande herói nacional.

Abraços a nobre poeta

21 de abril de 2026 22:08

ESSE CARA É O REI
Poesia Abandonada disse:

Eu me lembro dele cantando Amigo no programa do jô.

20 de abril de 2026 22:28

ESSE CARA É O REI
Vilma Oliveira disse:

Olá poetisa! Boa noite! O texto constrói um suspense afetivo, usando o pronome ele e a expressão esse cara para descrever virtudes (romantismo, lealdade, fé) até a revelação final. A associação entre cara e rei humaniza o ídolo, aproximando-o do público. A autora destaca a capacidade de Roberto Carlos de traduzir sentimentos universais. Ao dizer que ele põe sua alma num verso, o poema reforça a autenticidade da obra do cantor, que comove o universo através da empatia. O poema foca em três pilares que definem a imagem do artista: O amor como tema central que acende uma chama. A conexão com Deus nosso pai criador e a fraternidade (chamar o irmão). A figura do bom camarada, simples e sorridente, que traz mensagens de paz. O texto menciona que suas canções nos fazem recordar de outrora, sublinhando o papel de Roberto Carlos como a trilha sonora da vida de várias gerações, unindo o passado ao presente. Em suma, é uma homenagem que transforma a biografia do cantor em poesia, reafirmando seu título de Rei não pelo poder, mas pela ternura e conexão emocional com o povo. Parabéns pela homenagem Saudações poéticas.

19 de abril de 2026 21:05

ESSE CARA É O REI
Sergio Neves disse:

SERGIO NEVES - ... bela e inspiradissima homenagem! ...justíssima! ...assino embaixo... /// Meu carinho.

19 de abril de 2026 20:12

VOZES DA ALMA
Vilma Oliveira disse:

Olá poetisa! Boa noite! O texto sugere que a solidão é uma ilusão. Ao dialogar com elementos vastos — as estrelas, o vento e o Eterno Deus. A sugestão de colocar a alma em um sincero verso, é um convite à catarse. É uma forma de transformar a estagnação em movimento e dar vida ao que está parado. É um texto de acolhimento, que substitui o sentimento de estar parada pela certeza de que você é ouvida e amada, incentivando a saída do isolamento emocional através da comunicação. Saudações poéticas.

17 de abril de 2026 19:45

VOZES DA ALMA
Lauraa disse:

Dona Socorro, que poema maravilhoso!
Um bálsamo de esperança, simplesmente maravilhoso!
Desejo-lhe muito sucesso e paz!

Um cheiro,
Lhidria.

14 de abril de 2026 17:16

VOZES DA ALMA
Francisco Queiroz disse:

Bela composição, parabéns, Poetisa!

13 de abril de 2026 18:55

PENSAMENTO
Vilma Oliveira disse:

Olá poetisa! Boa noite! A autora define o pensamento como algo que não conhece fronteiras (corro solto na imensidão). Ele é apresentado como uma força elementar que precede a ação: ele é a necessidade de agir e a própria hora. O texto é construído sobre opostos. O pensamento é, ao mesmo tempo, ternura e lamento, razão e paixão, comportado e feroz. Isso mostra a instabilidade da mente humana, que pode ser um refúgio ou uma armadilha. Na estrofe: E de quem cala eu costumo ser a voz, o autor toca em uma verdade profunda: o que pensamos é a nossa essência mais real, aquilo que muitas vezes não temos coragem de dizer em voz alta, mas que nos define no silêncio do travesseiro. O pensamento aqui não é passivo. Ele é o grito que desperta, o impulso e a invenção. O poema sugere que nada no mundo material existe sem que antes tenha sido uma quimera ou utopia na mente de alguém. O uso constante da primeira pessoa (Eu sou, Eu corro, Sinto) transforma o poema em um manifesto. É como se a própria mente estivesse se apresentando ao leitor, explicando sua complexidade e sua necessidade de ser compreendido. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.

11 de abril de 2026 20:31

PENSAMENTO
Francisco Queiroz disse:

\"A felicidade de sua vida depende da qualidade de seus pensamentos.\" – Marco Aurélio

Bom dia, Poetisa. Linda poesia, graditão!

11 de abril de 2026 08:50

GUERRA
Vilma Oliveira disse:

Olá poetisa! Boa noite! A autora amplia o conceito de guerra. Não se trata apenas de conflitos armados, mas das micro-guerras cotidianas: no trânsito, na intolerância religiosa, no racismo (guerra das raças) e no machismo (guerra dos sexos). A segunda estrofe ataca quem dita as leis de forma mesquinha e tacanha, sugerindo que aqueles que detêm o poder muitas vezes afrontam a lógica e a ética. A metáfora da guerra como uma doença que trava a evolução é central. O poema argumenta que o ódio não é apenas moralmente errado, mas um obstáculo prático ao progresso da humanidade. A estrutura termina com uma solução clássica e pacifista. A autora propõe a substituição das armas pelo plantio (metáfora agrícola) da paz e do perdão. É um texto de caráter didático e reflexivo, que busca conscientizar o leitor sobre a autodestruição humana. Parabéns pelo poema! Saudações poética.

10 de abril de 2026 20:46

YARA
GEANE REIS DE SOUZA AMORIM disse:

parabens!! poderia autorizar o uso na escola para uma encenaçao?

10 de abril de 2026 09:48

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