É uma dúvida esquisita
Que toma o peito da gente,
Um palpitar que se agita,
Num ritmo mais que fremente,
É algo que vai e volta
De uma forma displicente,
São medos que a mente solta
É confusão ... É revolta,
Um cismar bem insistente!
(Maria do Socorro Domingos)
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Autor:
Maria do Socorro Domingos (
Offline) - Publicado: 17 de março de 2026 05:57
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 59
- Usuários favoritos deste poema: William Gomes, Lauraa, @rafaleite765

Offline)
Comentários3
Infelizmente para algumas pessoas dá dor de barriga kkkkk Bom dia.
Ansiedade com caganeira é um caos! kkk
Abraços, minha linda poetisa!
Boa noite poetisa! A autora localiza a ansiedade no peito e no ritmo cardíaco (palpitar que se agita, ritmo fremente). Isso mostra como um estado mental se torna uma manifestação biológica incontrolável. A expressão algo que vai e volta / de uma forma displicente captura a natureza imprevisível da ansiedade. Ela não pede licença e não tem um horário fixo, agindo com um descaso (displicência) pelo bem-estar do indivíduo. O poema descreve a mente soltando medos, o que sugere que os pensamentos negativos ganham autonomia. O cismar insistente é a ruminação, aquele pensamento em looping que alimenta a confusão e a revolta. Ao citar confusão e revolta, o texto mostra que a ansiedade não é apenas medo, mas também uma frustração com a própria incapacidade de se acalmar. Em resumo, o poema define a ansiedade como um descompasso entre o que a mente projeta e o que o corpo sente, criando um estado de alerta constante. Meu abraço fraterno.
Que lindo poema, eu como pessoa ansiosa, refleti isso tanto quanto imagina! Compartilhei esse lindo poema com meus amigos e familiares, não tem ninguém que discorde!
Um cheiro!
Lhidria.
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