Minha alma se desvencilhou do meu ser
E alçou voo em direção ao infinito!
Para encontrar um novo alvorecer,
Ela se embrenhou pelas nuvens
E sequer ouviu o meu grito!
O seu semblante era de felicidade.
E nem me ouvia... Continuava a voar.
Numa ânsia incontida de viver,
Desprendeu-se da terra
E foi pelos céus a vagar!
Alma minha, volta à realidade!
É impossível viver sonhando tanto assim!
E ela disse: — Nos sonhos eu me liberto,
E, apesar de estar por perto,
Vou por caminhos sem fim!
Recanto das Letras
Código do texto: T3519417
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Autor:
Maria do Socorro Domingos (
Online) - Publicado: 11 de maio de 2026 06:26
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz

Online)
Comentários1
Um encanto, parabéns Poetisa!
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