Comentários recebidos nos poemas por Eliete Souza
A força de um olhar
Maria do Socorro Domingos disse:
Belo e profundo! Versos encantadores!
Parabéns, menina poetisa!
Um beijo em seu coração.
25 de julho de 2026 09:36
Maria do Socorro Domingos disse:
Belo e profundo! Versos encantadores!
Parabéns, menina poetisa!
Um beijo em seu coração.
25 de julho de 2026 09:36
A força de um olhar
Shmuel disse:
Um poema sereno, contemplativo e afetuoso. Adorei!
Abraços
23 de julho de 2026 10:31
Shmuel disse:
Um poema sereno, contemplativo e afetuoso. Adorei!
Abraços
23 de julho de 2026 10:31
Inefável
Jcosta. disse:
Para tudo quando a musa se reproduz.
Bom de se ler do jeito que tu escreve.
Abraços.
JCOSTA.
22 de julho de 2026 22:13
Jcosta. disse:
Para tudo quando a musa se reproduz.
Bom de se ler do jeito que tu escreve.
Abraços.
JCOSTA.
22 de julho de 2026 22:13
Confissão em Silêncio
Jcosta. disse:
Ficou porreta, um pequeno dito engrandecido pela força de um olhar.
Abraços.
JCOSTA
22 de julho de 2026 22:02
Jcosta. disse:
Ficou porreta, um pequeno dito engrandecido pela força de um olhar.
Abraços.
JCOSTA
22 de julho de 2026 22:02
A força de um olhar
Jcosta. disse:
Ficou bonito esse seu dito.
Parabéns.
JCOSTA
22 de julho de 2026 21:57
Jcosta. disse:
Ficou bonito esse seu dito.
Parabéns.
JCOSTA
22 de julho de 2026 21:57
Inefável
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Pura verdade! Já vi muitas pessoas belas, educadas serem perseguidas, a beleza externa sofre perseguição e a beleza interior é acolhida, mas quando se tem as duas belezas a inveja é cruel das pessoas que vivem avaliando e julgando... Não digo por mim, não tenho essa beleza externa, apenas sou razoavelmente acolhedor, amável e gosto de harmonia em tudo, PAZ!
22 de julho de 2026 11:16
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Pura verdade! Já vi muitas pessoas belas, educadas serem perseguidas, a beleza externa sofre perseguição e a beleza interior é acolhida, mas quando se tem as duas belezas a inveja é cruel das pessoas que vivem avaliando e julgando... Não digo por mim, não tenho essa beleza externa, apenas sou razoavelmente acolhedor, amável e gosto de harmonia em tudo, PAZ!
22 de julho de 2026 11:16
O abismo Que Vive em Mim
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! Você descreve um abismo entre querer pertencer e abominar o existir. É uma luta clássica entre o social e o visceral, onde a alma se sente estrangeira em qualquer lugar. A busca por algo que te faça inteira e a conclusão de ser uma voz alheia sugerem que você sente que sua identidade foi construída para os outros (suprindo expectativas), deixando o seu verdadeiro eu vazio. O fechamento é impactante. Geralmente, regressar a si mesmo em poesia é um momento de cura, mas aqui é um momento de constatação trágica: ao chegar em casa (dentro de si), você descobre que a casa sempre esteve vazia. É um texto sobre a despersonalização. Você escreve como quem observa a própria ausência. Meu abraço poético.
31 de março de 2026 21:26
Vilma Oliveira disse:
Olá poetisa! Boa noite! Você descreve um abismo entre querer pertencer e abominar o existir. É uma luta clássica entre o social e o visceral, onde a alma se sente estrangeira em qualquer lugar. A busca por algo que te faça inteira e a conclusão de ser uma voz alheia sugerem que você sente que sua identidade foi construída para os outros (suprindo expectativas), deixando o seu verdadeiro eu vazio. O fechamento é impactante. Geralmente, regressar a si mesmo em poesia é um momento de cura, mas aqui é um momento de constatação trágica: ao chegar em casa (dentro de si), você descobre que a casa sempre esteve vazia. É um texto sobre a despersonalização. Você escreve como quem observa a própria ausência. Meu abraço poético.
31 de março de 2026 21:26
Ruptura
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Credo! A vida muitas vezes nos faz ser o que não gostaríamos ser, a vida dura, difícil, vão formando o modo de ser, as repetições geralmente são comuns, até podemos mudar, só que mais difícil! Amei o seu poema e o realismo nele!!! Parabéns!
16 de março de 2026 14:10
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Credo! A vida muitas vezes nos faz ser o que não gostaríamos ser, a vida dura, difícil, vão formando o modo de ser, as repetições geralmente são comuns, até podemos mudar, só que mais difícil! Amei o seu poema e o realismo nele!!! Parabéns!
16 de março de 2026 14:10
Euforia
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Parabéns por seu poema!
Este poema é uma exploração sensorial e visceral do desejo e da conexão íntima. O autor foca nas reações psicossomáticas que a presença (ou a simples memória) do outro provoca — a falta de ar, a aceleração cardíaca e o contraste entre ser dominador e vítima da própria paixão.
O texto destaca-se por sua estrutura de opostos: a euforia que convive com a calma, e o físico (cheiro, gosto, toque) que transborda para o espiritual (é alma). É uma celebração do encontro carnal que busca a unidade total entre dois corpos. Meu abraço poético.
1 de março de 2026 21:54
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poetisa! Parabéns por seu poema!
Este poema é uma exploração sensorial e visceral do desejo e da conexão íntima. O autor foca nas reações psicossomáticas que a presença (ou a simples memória) do outro provoca — a falta de ar, a aceleração cardíaca e o contraste entre ser dominador e vítima da própria paixão.
O texto destaca-se por sua estrutura de opostos: a euforia que convive com a calma, e o físico (cheiro, gosto, toque) que transborda para o espiritual (é alma). É uma celebração do encontro carnal que busca a unidade total entre dois corpos. Meu abraço poético.
1 de março de 2026 21:54
Fragmentada
Shmuel disse:
Um texto verdadeiro e poético!
Abraços a poeta!
25 de fevereiro de 2026 10:30
Shmuel disse:
Um texto verdadeiro e poético!
Abraços a poeta!
25 de fevereiro de 2026 10:30
Quando te Vejo em Mim
MAISA NALAPE disse:
Que versos belos e envolventes! Há uma sensação de fusão e silêncio que toca a alma. A maneira como descreve o olhar e a presença do outro é simplesmente encantadora — leve, íntima e eterna.
21 de fevereiro de 2026 05:02
MAISA NALAPE disse:
Que versos belos e envolventes! Há uma sensação de fusão e silêncio que toca a alma. A maneira como descreve o olhar e a presença do outro é simplesmente encantadora — leve, íntima e eterna.
21 de fevereiro de 2026 05:02
À primeira Luz
Oswaldo Jesus Motta disse:
Que lindo, Poetisa! Há encontros com a beleza que iluminam a alma e alimentam o olhar...Abraços poéticos!
20 de fevereiro de 2026 15:07
Oswaldo Jesus Motta disse:
Que lindo, Poetisa! Há encontros com a beleza que iluminam a alma e alimentam o olhar...Abraços poéticos!
20 de fevereiro de 2026 15:07
Reencontro de Almas
Vilma Oliveira disse:
Meus sinceros parabéns poetisa! Seu poema tocou minha alma.
Tenha uma noite abençoada! Meu abraço fraterno.
18 de fevereiro de 2026 20:32
Vilma Oliveira disse:
Meus sinceros parabéns poetisa! Seu poema tocou minha alma.
Tenha uma noite abençoada! Meu abraço fraterno.
18 de fevereiro de 2026 20:32
Quando te Vejo em Mim
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras, Poetisa!
16 de fevereiro de 2026 19:48
Oswaldo Jesus Motta disse:
Belas palavras, Poetisa!
16 de fevereiro de 2026 19:48
Morada
Vilma Oliveira disse:
Poetisa, maravilha de inspiração, meus parabéns! Que sua noite seja abençoada, abraço poético!
7 de fevereiro de 2026 19:37
Vilma Oliveira disse:
Poetisa, maravilha de inspiração, meus parabéns! Que sua noite seja abençoada, abraço poético!
7 de fevereiro de 2026 19:37
Quando te Vejo em Mim
Viviane.93 disse:
Esse poema é lindo demais. Ele tem uma delicadeza que prende sem fazer esforço, tudo é muito suave, muito sentido. A forma como o encontro acontece pelo olhar é bonita e profunda ao mesmo tempo, dá aquela sensação de reconhecimento silencioso, sem exagero, sem drama. O final então… simples e forte, fica ecoando. É daqueles poemas que a gente lê devagar porque dá vontade de ficar ali um pouco mais.
24 de janeiro de 2026 11:44
Viviane.93 disse:
Esse poema é lindo demais. Ele tem uma delicadeza que prende sem fazer esforço, tudo é muito suave, muito sentido. A forma como o encontro acontece pelo olhar é bonita e profunda ao mesmo tempo, dá aquela sensação de reconhecimento silencioso, sem exagero, sem drama. O final então… simples e forte, fica ecoando. É daqueles poemas que a gente lê devagar porque dá vontade de ficar ali um pouco mais.
24 de janeiro de 2026 11:44
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