Comentários recebidos nos poemas por Eliete Souza



Inefável
Shmuel disse:

Lindo poema!
Parabéns pelo belo texto.
Abraços!

30 de julho de 2026 22:26

A inquietude
Rogério disse:

Lindinha!

30 de julho de 2026 13:15

A força de um olhar
Maria do Socorro Domingos disse:

Belo e profundo! Versos encantadores!
Parabéns, menina poetisa!
Um beijo em seu coração.

25 de julho de 2026 09:36

A força de um olhar
Rogério disse:

Que linda!!!

23 de julho de 2026 12:15

A força de um olhar
Shmuel disse:

Um poema sereno, contemplativo e afetuoso. Adorei!

Abraços

23 de julho de 2026 10:31

Inefável
Jcosta. disse:

Para tudo quando a musa se reproduz.
Bom de se ler do jeito que tu escreve.
Abraços.
JCOSTA.

22 de julho de 2026 22:13

Confissão em Silêncio
Jcosta. disse:

Ficou porreta, um pequeno dito engrandecido pela força de um olhar.
Abraços.
JCOSTA

22 de julho de 2026 22:02

A força de um olhar
Jcosta. disse:

Ficou bonito esse seu dito.
Parabéns.
JCOSTA

22 de julho de 2026 21:57

Inefável
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Pura verdade! Já vi muitas pessoas belas, educadas serem perseguidas, a beleza externa sofre perseguição e a beleza interior é acolhida, mas quando se tem as duas belezas a inveja é cruel das pessoas que vivem avaliando e julgando... Não digo por mim, não tenho essa beleza externa, apenas sou razoavelmente acolhedor, amável e gosto de harmonia em tudo, PAZ!

22 de julho de 2026 11:16

Inefável
Rogério disse:

Que lindeza!!!

21 de julho de 2026 12:33

Liberta
Rogério disse:

Coisa linda de se ler!!!

17 de julho de 2026 12:50

Deságue
Rogério disse:

Linda demais!!!

23 de junho de 2026 15:50

Clareiras do Caos
Rogério disse:

Muito top

8 de abril de 2026 13:27

Eterno
Rogério disse:

Muito top!

6 de abril de 2026 15:50

O abismo Que Vive em Mim
Vilma Oliveira disse:

Olá poetisa! Boa noite! Você descreve um abismo entre querer pertencer e abominar o existir. É uma luta clássica entre o social e o visceral, onde a alma se sente estrangeira em qualquer lugar. A busca por algo que te faça inteira e a conclusão de ser uma voz alheia sugerem que você sente que sua identidade foi construída para os outros (suprindo expectativas), deixando o seu verdadeiro eu vazio. O fechamento é impactante. Geralmente, regressar a si mesmo em poesia é um momento de cura, mas aqui é um momento de constatação trágica: ao chegar em casa (dentro de si), você descobre que a casa sempre esteve vazia. É um texto sobre a despersonalização. Você escreve como quem observa a própria ausência. Meu abraço poético.

31 de março de 2026 21:26

Ruptura
Gino, Sinvaldo de Souza disse:

Credo! A vida muitas vezes nos faz ser o que não gostaríamos ser, a vida dura, difícil, vão formando o modo de ser, as repetições geralmente são comuns, até podemos mudar, só que mais difícil! Amei o seu poema e o realismo nele!!! Parabéns!

16 de março de 2026 14:10

Ruptura
Maria dorta disse:

Bravos! Lindo poema de liberação!

14 de março de 2026 12:40

O Silêncio entre Dois Olhares
Rogério disse:

Linda!

13 de março de 2026 12:36

Euforia
Rogério disse:

Que poesia linda!

2 de março de 2026 13:54

Euforia
Vilma Oliveira disse:

Boa noite poetisa! Parabéns por seu poema!
Este poema é uma exploração sensorial e visceral do desejo e da conexão íntima. O autor foca nas reações psicossomáticas que a presença (ou a simples memória) do outro provoca — a falta de ar, a aceleração cardíaca e o contraste entre ser dominador e vítima da própria paixão.
O texto destaca-se por sua estrutura de opostos: a euforia que convive com a calma, e o físico (cheiro, gosto, toque) que transborda para o espiritual (é alma). É uma celebração do encontro carnal que busca a unidade total entre dois corpos. Meu abraço poético.

1 de março de 2026 21:54

À primeira Luz
Fontrazy Mistery Code disse:

Concordo plenamente.

26 de fevereiro de 2026 05:47

Fragmentada
Shmuel disse:

Um texto verdadeiro e poético!

Abraços a poeta!

25 de fevereiro de 2026 10:30

Quando te Vejo em Mim
MAISA NALAPE disse:

Que versos belos e envolventes! Há uma sensação de fusão e silêncio que toca a alma. A maneira como descreve o olhar e a presença do outro é simplesmente encantadora — leve, íntima e eterna.

21 de fevereiro de 2026 05:02

À primeira Luz
Oswaldo Jesus Motta disse:

Que lindo, Poetisa! Há encontros com a beleza que iluminam a alma e alimentam o olhar...Abraços poéticos!

20 de fevereiro de 2026 15:07

Reencontro de Almas
Vilma Oliveira disse:

Meus sinceros parabéns poetisa! Seu poema tocou minha alma.
Tenha uma noite abençoada! Meu abraço fraterno.

18 de fevereiro de 2026 20:32

Quando te Vejo em Mim
Oswaldo Jesus Motta disse:

Belas palavras, Poetisa!

16 de fevereiro de 2026 19:48

À primeira Luz
Shmuel disse:

Nossa que graciosa poesia!

Abracões!

14 de fevereiro de 2026 21:16

À primeira Luz
Yves de Sá disse:

Adorei ler seu poema

14 de fevereiro de 2026 12:22

Morada
Vilma Oliveira disse:

Poetisa, maravilha de inspiração, meus parabéns! Que sua noite seja abençoada, abraço poético!

7 de fevereiro de 2026 19:37

Quando te Vejo em Mim
Viviane.93 disse:

Esse poema é lindo demais. Ele tem uma delicadeza que prende sem fazer esforço, tudo é muito suave, muito sentido. A forma como o encontro acontece pelo olhar é bonita e profunda ao mesmo tempo, dá aquela sensação de reconhecimento silencioso, sem exagero, sem drama. O final então… simples e forte, fica ecoando. É daqueles poemas que a gente lê devagar porque dá vontade de ficar ali um pouco mais.

24 de janeiro de 2026 11:44

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