Carreguei comigo uma dor que me fazia arrastar a minha existência.
Esperei proteção,
recebi agressão e me tornei um furacão de emoções que se movem para todos os lados e não encontram a lucidez.
Ouvi palavras e repeti padrões.
Carreguei fardos pesados sem saber como deixá-los e, em um dia ao acaso, rasguei minha dor com tanta força que aliviei minha alma.
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Autor:
Eliete Souza (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de março de 2026 17:23
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 22

Offline)
Comentários2
Bravos! Lindo poema de liberação!
Por nada querida
Credo! A vida muitas vezes nos faz ser o que não gostaríamos ser, a vida dura, difícil, vão formando o modo de ser, as repetições geralmente são comuns, até podemos mudar, só que mais difícil! Amei o seu poema e o realismo nele!!! Parabéns!
Grata!!!
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