Comentários recebidos nos poemas por Freddie Seixas
A Porta da Casa de Deus
Francisco Queiroz disse:
Muito bom, gostei da mensagem.
Abraço amigo
2 de agosto de 2026 12:00
Francisco Queiroz disse:
Muito bom, gostei da mensagem.
Abraço amigo
2 de agosto de 2026 12:00
O Solitário Conhecido
Ayalah Verônica Berg disse:
Bem bonito seu poema... gostei!
26 de julho de 2026 10:34
Ayalah Verônica Berg disse:
Bem bonito seu poema... gostei!
26 de julho de 2026 10:34
O Solitário Conhecido
Feiticeira disse:
O Poema retrata a solidão silenciosa de quem sempre serve de apoio para os outros.
?Contrapõe a imagem de uma pessoa visível, forte e protetora, com o seu sentimento interno de desamparo e invisibilidade. A dor central não é a ausência de pessoas ao redor, mas o peso de se fingir invulnerável enquanto torce para que alguém enxergue suas fraquezas e ofereça o mesmo acolhimento que ela distribui ao mundo.
Poema em certo ponto meio que se vitimiza, esperando algo que ele mesmo criou, mas vale lembrar que quem erra nessa esperança somos nós mesmo, criando espectativa dos outros, e não devemos esperar nada a não ser de nós mesmos. Espero ouvir no próximo poema Poeta Freddie que você tenha encontrado o puro amor próprio esperando a penas de ti mesmo o retorno que tanto espera, porquê quem tem que mudar somos nós mesmo para termos o retorno compatível. Parabéns pelo Poema Poeta.
24 de julho de 2026 08:56
Feiticeira disse:
O Poema retrata a solidão silenciosa de quem sempre serve de apoio para os outros.
?Contrapõe a imagem de uma pessoa visível, forte e protetora, com o seu sentimento interno de desamparo e invisibilidade. A dor central não é a ausência de pessoas ao redor, mas o peso de se fingir invulnerável enquanto torce para que alguém enxergue suas fraquezas e ofereça o mesmo acolhimento que ela distribui ao mundo.
Poema em certo ponto meio que se vitimiza, esperando algo que ele mesmo criou, mas vale lembrar que quem erra nessa esperança somos nós mesmo, criando espectativa dos outros, e não devemos esperar nada a não ser de nós mesmos. Espero ouvir no próximo poema Poeta Freddie que você tenha encontrado o puro amor próprio esperando a penas de ti mesmo o retorno que tanto espera, porquê quem tem que mudar somos nós mesmo para termos o retorno compatível. Parabéns pelo Poema Poeta.
24 de julho de 2026 08:56
Não Se apaixone Por Mim
darkbloom disse:
acho que meu erro sempre foi me jogar de cabeça no abismo sem conferir o que tem no final, não que fosse dor menos, mas acho que prefiro cair na agua fria do que no concreto. esse poema me toca, mas acho que da forma errada, mas sempre achei o errado mais bonito de qualquer forma. acredito que nunca vou aprender a amar pouco, ler poemas que mostram que talvez isso não seja um problema é belo.
21 de julho de 2026 16:56
darkbloom disse:
acho que meu erro sempre foi me jogar de cabeça no abismo sem conferir o que tem no final, não que fosse dor menos, mas acho que prefiro cair na agua fria do que no concreto. esse poema me toca, mas acho que da forma errada, mas sempre achei o errado mais bonito de qualquer forma. acredito que nunca vou aprender a amar pouco, ler poemas que mostram que talvez isso não seja um problema é belo.
21 de julho de 2026 16:56
Enquanto Houver Céu
Versos Discretos disse:
O que eleva este texto é a grandeza do desapego altruísta (\"Eu conheci a mulher que eu queria ver feliz, não a mulher que eu queria ver presa\") em contraponto com a impossibilidade absoluta do esquecimento. O autor captura com perfeição a essência do amor maduro: aquele que reconhece os próprios limites (\"quem abraça com os braços cheios de cacos sempre acaba ferindo\"), mas que se recusa a morrer, transformando-se em promessa, em cicatriz e em fé.
Um fecho magistral para um texto que ecoa na alma muito tempo depois da última linha, provando que a ausência, quando habitada por um sentimento verdadeiro, torna-se uma forma dolorosa, porém inevitável, de companhia.
20 de julho de 2026 19:35
Versos Discretos disse:
O que eleva este texto é a grandeza do desapego altruísta (\"Eu conheci a mulher que eu queria ver feliz, não a mulher que eu queria ver presa\") em contraponto com a impossibilidade absoluta do esquecimento. O autor captura com perfeição a essência do amor maduro: aquele que reconhece os próprios limites (\"quem abraça com os braços cheios de cacos sempre acaba ferindo\"), mas que se recusa a morrer, transformando-se em promessa, em cicatriz e em fé.
Um fecho magistral para um texto que ecoa na alma muito tempo depois da última linha, provando que a ausência, quando habitada por um sentimento verdadeiro, torna-se uma forma dolorosa, porém inevitável, de companhia.
20 de julho de 2026 19:35
Enquanto Houver Céu
Feiticeira disse:
Poeta Freddie, a promessa da espera e a cicatriz, é necessário desapegar de algo que não é mais seu, ou saber ter o dom da paciência e da empatia de ver o outro lado sem julgar.
É uma declaração sobre a nobreza de amar alguém a ponto de deixá-la ir para não machucá-la, aceitando carregar a saudade e a lembrança como parte inseparável de quem se é. Uma verdadeira ode ao amor incondicional e atemporal!
20 de julho de 2026 09:00
Feiticeira disse:
Poeta Freddie, a promessa da espera e a cicatriz, é necessário desapegar de algo que não é mais seu, ou saber ter o dom da paciência e da empatia de ver o outro lado sem julgar.
É uma declaração sobre a nobreza de amar alguém a ponto de deixá-la ir para não machucá-la, aceitando carregar a saudade e a lembrança como parte inseparável de quem se é. Uma verdadeira ode ao amor incondicional e atemporal!
20 de julho de 2026 09:00
Enquanto Houver Céu
Francisco Queiroz disse:
Bela composição, muito bom de ler!
Uma excelente semana, Freddie
20 de julho de 2026 06:36
Francisco Queiroz disse:
Bela composição, muito bom de ler!
Uma excelente semana, Freddie
20 de julho de 2026 06:36
Sempre Pronto
Feiticeira disse:
O poema retrata, amadurecimento emocional diante das perdas e das despedidas. Ele retrata a transição dolorosa de aceitar que pessoas e promessas mudam ou terminam, mas foca no poder da autossuficiência de experiências vividas.
O principal é em encontrar a verdadeira paz na própria companhia: quando você aprende a acolher a si mesmo e entende que as pessoas são passageiras, você deixa de ser refém da solidão e descobre que o seu porto seguro mais importante é você.
Parabéns Freddie.
18 de julho de 2026 10:22
Feiticeira disse:
O poema retrata, amadurecimento emocional diante das perdas e das despedidas. Ele retrata a transição dolorosa de aceitar que pessoas e promessas mudam ou terminam, mas foca no poder da autossuficiência de experiências vividas.
O principal é em encontrar a verdadeira paz na própria companhia: quando você aprende a acolher a si mesmo e entende que as pessoas são passageiras, você deixa de ser refém da solidão e descobre que o seu porto seguro mais importante é você.
Parabéns Freddie.
18 de julho de 2026 10:22
Sempre Pronto
Francisco Queiroz disse:
Muito boa a reflexão poética, Freddie
Abraço
17 de julho de 2026 12:33
Francisco Queiroz disse:
Muito boa a reflexão poética, Freddie
Abraço
17 de julho de 2026 12:33
A chuva esperada!
Francisco Queiroz disse:
Freddie, que belo poema, poetizar sobre a chuva é muito bom, a tua composição vai além, liga a um chover-se a si mesmo.
Um abraço!
8 de julho de 2026 21:37
Francisco Queiroz disse:
Freddie, que belo poema, poetizar sobre a chuva é muito bom, a tua composição vai além, liga a um chover-se a si mesmo.
Um abraço!
8 de julho de 2026 21:37
Sorriso que Aprendeu a se Esconder
Ayalah Verônica Berg disse:
Lindo... adorei.
27 de junho de 2026 12:40
Ayalah Verônica Berg disse:
Lindo... adorei.
27 de junho de 2026 12:40
Tentando te encontrar
Feiticeira disse:
Lindo Poema Freddie. Uma vida toda, por alguns estantes e minutos que não valeram a pena. Infelizmente só reconhecemos a perda, quando não temos mais.
24 de abril de 2026 09:11
Feiticeira disse:
Lindo Poema Freddie. Uma vida toda, por alguns estantes e minutos que não valeram a pena. Infelizmente só reconhecemos a perda, quando não temos mais.
24 de abril de 2026 09:11
Meu Diálogo com a Dona Morte
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor não vê a morte como um monstro, mas como uma figura quase familiar (já pensei em você mais vezes do que você imagina). Isso reflete um amadurecimento emocional: a consciência da morte é o que deu valor à vida. O trecho mais forte é o agradecimento pela morte não ter aparecido quando foi chamada em momentos de desespero. É uma ode à resiliência. O eu lírico reconhece que os dias ruins passaram e permitiram que ele acumulasse as experiências que agora o deixam calmo. O poema define uma vida bem vivida não pela ausência de dor, mas pela intensidade. O erro, o quebrar-se e o amar intensamente são as medalhas que ele carrega. O uso de gírias e expressões coloquiais (trocar uma ideia, na moral, Bora então) quebra a solenidade fúnebre. Ele trata a morte com o respeito de quem conhece o destino, mas com a audácia de quem sabe que não desperdiçou o tempo que teve. Em resumo, é um texto sobre legado pessoal. Ele não vai com medo, vai com história. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
20 de abril de 2026 21:11
Vilma Oliveira disse:
Olá poeta! Boa noite! O autor não vê a morte como um monstro, mas como uma figura quase familiar (já pensei em você mais vezes do que você imagina). Isso reflete um amadurecimento emocional: a consciência da morte é o que deu valor à vida. O trecho mais forte é o agradecimento pela morte não ter aparecido quando foi chamada em momentos de desespero. É uma ode à resiliência. O eu lírico reconhece que os dias ruins passaram e permitiram que ele acumulasse as experiências que agora o deixam calmo. O poema define uma vida bem vivida não pela ausência de dor, mas pela intensidade. O erro, o quebrar-se e o amar intensamente são as medalhas que ele carrega. O uso de gírias e expressões coloquiais (trocar uma ideia, na moral, Bora então) quebra a solenidade fúnebre. Ele trata a morte com o respeito de quem conhece o destino, mas com a audácia de quem sabe que não desperdiçou o tempo que teve. Em resumo, é um texto sobre legado pessoal. Ele não vai com medo, vai com história. Parabéns pelo poema! Saudações poéticas.
20 de abril de 2026 21:11
Meu Diálogo com a Dona Morte
Leandro Sales disse:
Um bate papo com a morte... instigante. Adorei.
18 de abril de 2026 14:44
Leandro Sales disse:
Um bate papo com a morte... instigante. Adorei.
18 de abril de 2026 14:44
Meu Diálogo com a Dona Morte
Eberson disse:
\"Obrigado por não ter vindo naqueles dias em que eu te chamei\": Chamamos a morte quando sentimos qualquer sentimento negativo, mas nos arrependemos dias depois quando aquela tristeza se transforma em felicidade repentinamente. Mesmo sabendo das variações da vida, já desejei poder descansar.
Tem momento que quebro minha cabeça pra definir minhas emoções e saber o que sinto kk
7 de abril de 2026 10:51
Eberson disse:
\"Obrigado por não ter vindo naqueles dias em que eu te chamei\": Chamamos a morte quando sentimos qualquer sentimento negativo, mas nos arrependemos dias depois quando aquela tristeza se transforma em felicidade repentinamente. Mesmo sabendo das variações da vida, já desejei poder descansar.
Tem momento que quebro minha cabeça pra definir minhas emoções e saber o que sinto kk
7 de abril de 2026 10:51
O Portão Ainda Sabe Meu Nome
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...meu amigo...,...confesso que me emocionaste com esse teu escrito...,...profundo! ...belo! /// Abçs.
28 de março de 2026 10:55
Sergio Neves disse:
SERGIO NEVES - ...meu amigo...,...confesso que me emocionaste com esse teu escrito...,...profundo! ...belo! /// Abçs.
28 de março de 2026 10:55
Equação do Caos
Feiticeira disse:
Belo Poema, o caos ele te leva de cima para o fundo em fração de segundos, e ali você aprende na dor se irá se entregar ou lutar, a dor é a mesma e a luta é a mesma vai de quem quer sobreviver ao caos. Parabéns pelo poema.
22 de março de 2026 05:36
Feiticeira disse:
Belo Poema, o caos ele te leva de cima para o fundo em fração de segundos, e ali você aprende na dor se irá se entregar ou lutar, a dor é a mesma e a luta é a mesma vai de quem quer sobreviver ao caos. Parabéns pelo poema.
22 de março de 2026 05:36
Ecos de um Lobo
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Top das Galáxias esse seu poema!!!
21 de março de 2026 19:55
Gino, Sinvaldo de Souza disse:
Top das Galáxias esse seu poema!!!
21 de março de 2026 19:55
A escada
Feiticeira disse:
O poema da dor, da aflição, da espectativa de não perder. Mas a dor vem e te tira o chão e o céu, infelizmente é as escolhas que fazemos e temos que colher as consequências delas, com dor no peito que sangra pelo o outro. Reconheço bem essa dor. Belo Poema Parabéns.
19 de março de 2026 09:45
Feiticeira disse:
O poema da dor, da aflição, da espectativa de não perder. Mas a dor vem e te tira o chão e o céu, infelizmente é as escolhas que fazemos e temos que colher as consequências delas, com dor no peito que sangra pelo o outro. Reconheço bem essa dor. Belo Poema Parabéns.
19 de março de 2026 09:45
De Eros a Ágape
Arthur Santos disse:
Aconteça o que acontecer o primeiro amor... é eterno!
Belo poema.
10 de março de 2026 08:54
Arthur Santos disse:
Aconteça o que acontecer o primeiro amor... é eterno!
Belo poema.
10 de março de 2026 08:54
Prece de um Homem Perdido
Arthur Santos disse:
Este poema lembra que a felicidade está nas pequenas coisas do dia-a-dia.
9 de março de 2026 20:49
Arthur Santos disse:
Este poema lembra que a felicidade está nas pequenas coisas do dia-a-dia.
9 de março de 2026 20:49
Prece de um Homem Perdido
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O ponto mais forte é o contraste entre a pureza da criança (que temia a prova de matemática e o desapontamento materno) e o peso do homem (com barba, cansaço e pecados). Você usa a memória como um portal de retorno. A menção de mãos vazias é o ápice da humildade bíblica. Você abandona a tentativa de autossuficiência (tentando caminhar sozinho) para aceitar a vulnerabilidade de ser guiado. A referência a caminhar sobre as águas e ir mais fundo evoca a necessidade de uma fé que desafia a lógica do medo e da gravidade dos erros passados. Parabéns por seu poema! Abraço poético.
9 de março de 2026 20:38
Vilma Oliveira disse:
Boa noite poeta! O ponto mais forte é o contraste entre a pureza da criança (que temia a prova de matemática e o desapontamento materno) e o peso do homem (com barba, cansaço e pecados). Você usa a memória como um portal de retorno. A menção de mãos vazias é o ápice da humildade bíblica. Você abandona a tentativa de autossuficiência (tentando caminhar sozinho) para aceitar a vulnerabilidade de ser guiado. A referência a caminhar sobre as águas e ir mais fundo evoca a necessidade de uma fé que desafia a lógica do medo e da gravidade dos erros passados. Parabéns por seu poema! Abraço poético.
9 de março de 2026 20:38
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